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domingo, 14 de abril de 2019

Aldeia de Água Formosa - A beleza pura de uma Aldeia de Xisto que se esconde entre a Ribeira da Corga e a Ribeira da Galega, numa encosta soalheira.




A 10 km do Centro Geodésico de Portugal , a aldeia de Água Formosa esconde-se entre a Ribeira da Corga e a Ribeira da Galega, numa encosta soalheira. À chegada, recebe-nos o sossego, intercalado com o som da água por entre as pedras dos leitos das ribeiras.

Aqui ainda se encontram evidências das tradições antigas, como os vários fornos a lenha espalhados pela aldeia; mas também evidências de tradições ligadas à utilização da força da água, num enquadramento natural que evidencia o melhor da relação entre Homem e Natureza. Ou não derivasse o nome da aldeia de aqui se encontrar uma fonte de água formosa.

Em Água Formosa, os declives das encostas são acentuados e os afloramentos rochosos uma constante. O casario encontra-se maioritariamente na margem esquerda da ribeira, tirando partido da sua exposição soalheira.








A aldeia deve o seu nome a uma fonte de água puríssima. 






Esta pequena fonte encontra-se na margem esquerda da Ribeira da Galega, a cerca de 200 metros do centro da aldeia.

Um caminho pedonal, plano e calcetado, permite-nos um confortável acesso ao local. A nascente encontra-se na base de uma pequena escarpa de xisto, a qual terá sido artesanalmente escavada para permitir o armazenamento de água.

O enquadramento e o tratamento simples mas esmerado que os habitantes lhe dedicam, dão uma certa mística ao local.






Nesta aldeia somos cativados pela sincera simpatia dos habitantes, pelo caminho calcetado que conduz à fonte de água puríssima, um antídoto para o calor que também mata a sede de descanso. Experimente ainda atravessar a ponte pedonal sobre a ribeira para apreciar uma outra perspectiva da aldeia.

Com a requalificação da aldeia surgiram novos habitantes: de quatro em 2002, a aldeia conta atualmente com nove habitantes permanentes. Uma unidade de alojamento surgiu num dos últimos anos. E uma a uma as restantes casas vão sendo recuperadas. Aos fins-de-semana chegam os residentes temporários, que partem com ânsia de em breve regressarem. Há novas hortas à volta de toda a aldeia e árvores de fruto. A aldeia revive.






Como chegar:



De Sul
Pela A1 até à saída 7, na direcção Torres Novas, Abrantes (A23); seguir pela A23 até à saída 10 (após o km 41), na direcção Abrantes Norte, Vila de Rei, Sardoal; nas rotundas seguir pela N2, direcção Sardoal, Vila de Rei; na N2, após o km 374 seguir virar à direita, na direcção Vilar Chão, Água Formosa, Lousa (cf. placa); ao chegar à Lousa, após 2,2 km, virar à esquerda na direcção Água Formosa, Vilar Chão (cf. placa); após 1,2 km, seguir pela direita, na direcção de Água Formosa (cf. placa); após 0,7km entra em Água Formosa, pela parte nova. A parte antiga fica no final desse caminho.

De Norte
Pela A1 até à saída 7, na direcção Torres Novas, Abrantes (A23); seguir pela A23 até à saída 10 (após o km 41), na direcção Abrantes Norte, Vila de Rei, Sardoal; nas rotundas seguir pela N2, direcção Sardoal, Vila de Rei; na N2, após o km 374 seguir virar à direita, na direcção Vilar Chão, Água Formosa, Lousa (cf. placa); ao chegar à Lousa, após 2,2 km, virar à esquerda na direcção Água Formosa, Vilar Chão (cf. placa); após 1,2 km, seguir pela direita, na direcção de Água Formosa (cf. placa); após 0,7km entra em Água Formosa, pela parte nova. A parte antiga fica no final desse caminho.

De Espanha (Vilar Formoso)
Seguir o IP5, sair em direcção à A23; seguir a A23 até à saída 10 (Abrantes Norte, Vila de Rei, Sardoal); na rotunda, seguir na direcção Vila de Rei, Sardoal, pela N2; na N2, após o km 374 seguir virar à direita, na direcção Vilar Chão, Água Formosa, Lousa (cf. placa); ao chegar à Lousa, após 2,2 km, virar à esquerda na direcção Água Formosa, Vilar Chão (cf. placa); após 1,2 km, seguir pela direita, na direcção de Água Formosa (cf. placa); após 0,7km entra em Água Formosa, pela parte nova. A parte antiga fica no final desse caminho 
Informação adaptada de: https://aldeiasdoxisto.pt

terça-feira, 2 de abril de 2019

Cerdeira- Neste cenário romântico onde reina a tranquilidade, tudo parece perfeito!

 



Percorrer a aldeia de Cerdeira é um exercício físico e sensorial. A cada passo há um recanto, um beco, um elemento que não se sabe se ali foi colocado pelo Homem ou pela Natureza. Não há dissonâncias. Há o som da tranquilidade.






 Ao entrarmos na Cerdeira, descendo até ao pequeno regato, deparamos com o perfil desalinhado das construções. O tom dominante do xisto sobrepõe-se ao verde das encostas, ao azul do céu ou ao branco das nuvens.

Os habitantes desta e de outras aldeias deverão ter frequentado a universidade da serra. Os edifícios foram implantados sobre um morro rochoso, não ocupando as escassas áreas mais planas que dedicaram à agricultura. Uma obra de engenharia rodeou a aldeia com uma escadaria de socalcos que seguram a terra que as chuvas e a erosão levavam encosta abaixo. A implantação e a arquitetura das construções parece que obedeceu a um plano que teve como objetivo maravilhar os visitantes no séc. XXI.

A Cerdeira é um local mágico. Logo à entrada, uma pequena ponte convida-nos a conhecer um punhado de casas que espreitam por entre a folhagem. Parece que atravessamos um portal para um mundo fantástico. Tudo parece perfeito neste cenário profundamente romântico. O chão de ardósia guia-nos por um caminho até uma fonte no meio de uma frondosa vegetação.

Entre encostas declivosas rasgadas por linhas de água que se precipitam lá do cimo, a Cerdeira aninha-se, na mais bucólica envolvente. Esta é uma aldeia que a arte e a criatividade ajudaram a refundar. Aliás, em certos momentos do ano, esta aldeia é animada por encontros temáticos que juntam arte e botânica.






 A Cerdeira é hoje um local de criação artística, através de residências artísticas internacionais, da realização de workshops de formação e de pequenas experiências criativas, em suma, um lugar para retiros criativos, de bem-estar, tirando partido da sua riqueza natural, do silêncio e de todas as infra-estruturas que desenvolvemos para que isso seja possível: os alojamentos, a Casa das Artes, os ateliers, a Biblioteca, a Galeria, o Forno comunitário, o Café da Videira. Acolhemos também, anualmente (Julho), o festival «Elementos à Solta – Art meets Nature», que reúne criadores contemporâneos de diferentes áreas e transforma a aldeia numa galeria de arte ao ar livre.








Fonte: https://aldeiasdoxisto.pt

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Talasnal - Descobrir esta aldeia representa mergulhar no mundo mágico da Serra da Lousã e embrenhar-se numa vegetação luxuriante por onde espreitam veados, corços, javalis e muitas outras espécies.




Talasnal 

Aqui reina a natureza...

Está é, desde há muito, a Aldeia do Xisto da Serra da Lousã que tem dado mais visibilidade e carisma ao conjunto. Pela sua dimensão e disposição, mas também pelos muitos pormenores das recuperações das suas casas. E também pela forma como a aldeia nos seduz pela boca.


A fonte e o tanque emitem a melodia que acompanha a nossa visita. As casas decoram-se com os ramos das videiras.


A ruela principal acompanha o declive da encosta, num percurso íngreme. Dela derivam quelhas e becos, que criam um ambiente de descoberta que todos gostam de explorar à espera da surpresa de um novo recanto.


Descobrir esta aldeia representa mergulhar no mundo mágico da Serra da Lousã e embrenhar-se numa vegetação luxuriante por onde espreitam veados, corços, javalis e muitas outras espécies. Aqui reina a Natureza, sensível, que pede respeito. Mas que permite inúmeras possibilidades de lazer e de desportos ativos. Aqui sente-se o pulsar da terra e a sua comunhão com os homens quando se avistam ao longe as aldeias. Parecem ter nascido do solo xistoso, naturalmente, como as árvores.























A melhor forma para chegar:

Partindo de Lisboa, siga a norte pela A1, A13 e N342. São, aproximadamente, 210 km de trajeto – pouco mais de 2h.

Da cidade do Porto são cerca de 140 km, também pelas mesmas estradas, mas no sentido sul.

De Coimbra são 40km de distância via N17 e N236.

Ao chegar à vila da Lousã verá as indicações com placas bem sinalizadas para Talasnal.