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domingo, 23 de dezembro de 2018
Cabeça, Aldeia Natal, situada na região de Seia, na Serra da Estrela, é a primeira Aldeia-Natal eco-sustentável do país!
A iniciativa realizada na aldeia de Cabeça, no concelho de Seia é considerada o Natal mais ecológico do país.
Entre o dia 15 de dezembro e 6 de janeiro de 2019, a localidade oferece aos visitantes "uma festa genuína e sustentável, inspirada nos valores e simplicidade do Natal na montanha"
Segundo os promotores, a Aldeia Natal é um evento 100% sustentável e todo o trabalho de decoração é feito pelos moradores da aldeia, sendo que a expressão “Uma aldeia genuína. Por mãos de gente genuína” é a que melhor define e descreve a Aldeia Natal.
"Giestas, videiras, pinheiros (resultante de limpezas e desbastes florestais no Parque Natural da Serra da Estrela) e lã das ovelhas bordaleiras da Serra da Estrela são os materiais usados para as estrelas, candelabros, grinaldas naturais e corações que cobrem as fachadas do casario típico em xisto", acrescenta.
A Aldeia Natal apresenta um cenário único no país, que convida os visitantes a percorrer as pitorescas ruas, que ostentam uma decoração simples e ecológica, mas muito criativa.
Neste conceito, onde não há lugar para o Pai Natal, encontramos uma aldeia autêntica em que os habitantes abrem as portas das suas casas, transformando a aldeia e as suas ruas numa verdadeira Aldeia de Natal.
A visita à aldeia é complementada com tasquinhas de produtos regionais, artesanato, animação de rua e experiências inspiradas na história, saberes e sabores da Serra da Estrela.
Tradições como a missa do galo e a fogueira de Natal e oficinas de cozinha no forno comunitário são algumas das atividades habituais a realizar.
Um concerto de Natal com o grupo Figo Maduro e outro com "Balancé da Cabeça" fazem também parte do programa do evento, que tem como princípio orientador o respeito pelas tradições e pela natureza.
A iniciativa contempla ainda um desfile de moda inspirado no burel (um tecido produzido de forma artesanal na Serra da Estrela), ações de sensibilização para a preservação da floresta e a recuperação de animais selvagens, passeios fotográficos para a descoberta da aldeia e percursos pedestres interpretativos, entre outros.
Será ainda organizado o 2.º Trail da Aldeia Natal, no dia 16, que inclui um percurso de 14 quilómetros que dá a conhecer os socalcos da aldeia de Cabeça e de Casal do Rei.
O projeto "Cabeça, Aldeia Natal" resulta de uma parceria entre o Conselho Diretivo dos Baldios da Cabeça, a Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede das Aldeias de Montanha (ADIRAM) e o município de Seia.
A iniciativa integra o Plano de Animação da EEC PROVERE iNature, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Centro 2020 - Programa Operacional Regional do Centro.
COMO CHEGAR
Desde o Porto:
Siga pela A1 até ao nó de Albergaria. Saia e entre na A25 no sentido Viseu/Vilar Formoso. Siga até encontrar a saída para Viseu, saia e siga em direcção a Nelas pela N231. Quando chegar a esta localidade siga em direcção a Seia pela mesma estrada.
Desde Lisboa:
Siga pela A1 no sentido Norte até ao nó de Coimbra. Saia e entre no IP3 no sentido Viseu. Siga nessa estrada até encontrar a saída para Nelas. Quando chegar a esta localidade siga em direcção a Seia pela N231.
Coordenadas Geográficas Aldeia Natal
Latitude: 40°19’11.13″N
Longitude: 7°44’6.49″W
sábado, 24 de junho de 2017
Mosteiro da Batalha
O Mosteiro de Santa
Maria da Vitória, também designado Mosteiro da Batalha é,
indiscutivelmente, uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e
europeia.
Este
excecional conjunto arquitetónico resultou do cumprimento de uma
promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em
Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o
trono e garantiu a independência de Portugal.
As
obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de
construção. Esta duração justifica a existência, nas suas propostas
artísticas, de soluções góticas (predominantes) manuelinas e um breve
apontamento renascentista. Vários acrescentos foram introduzidos no
projeto inicial, resultando um vasto conjunto monástico que atualmente
apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois
panteões reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.
D.
João I doou-o à ordem de S. Domingos, doação a que não foram alheios os
bons ofícios do Doutor João das Regras, chanceler do reino, e de Frei
Lourenço Lampreia, confessor do monarca.
Na
posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834, o
monumento foi depois incorporado na Fazenda Pública, estando hoje na
dependência do IGESPAR, assumindo-se como um espaço cultural, turístico e
devocional.
Monumento nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983.
Outubro a março, das 9h00 às 17h30 (última entrada 17h00)
Abril a setembro, das 09h00 às 18h30 (última entrada 18h00)
Encerra dia 1º de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro
GPS: N 39º 39' 32,82'' ,W 8º 49' 33,57''
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