Mostrar mensagens com a etiqueta Palácios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Palácios. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Palácio dos Condes de Anadia...é considerado um ex-libris da arquitectura barroca em Portugal.



O Palácio dos Condes de Anadia é um emblemático Solar perto de Viseu, Portugal. A sua história data do século XVIII e é considerado um ex-libris da arquitectura barroca em Portugal. Até o século XVIII, o Palácio dos Condes de Anadia, como todos os solares, dedicava-se à produção agrícola. No século XVIII, as mudanças de hábitos ditadas pelos tribunais europeus, são adaptadas pelos nobres portugueses, que começam a mostrar grande interesse na temporada de verão.

Aproveitando esta temporada, eles passam um longo período de tempo nas suas casas de campo, ou solares, onde hospedam seus familiares e amigos, proporcionando festas, bailes e grandes momentos de entretenimento.

Estamos perto de Viseu e por isso não deixe de visitar o mais bonito solar da região!




 As origens da Casa dos Paes do Amaral, em Mangualde, remontava a finais do século XVI, tendo sido engrandecida a partir de 1644, quando Gaspar Paes do Amaral, Capitão-Mor de Mangualde, instituiu em vínculo a Capela que possuía nos termos da vila, localizada defronte do senado e consagrada a S. Bernardo.

No primeiro quartel do séc. XVIII, Simão Paes do Amaral, mandou reedificar a antiga casa – obras que seriam continuadas por seu filho Miguel Pais do Amaral, Fidalgo da Casa Real, Cavaleiro da Ordem de Cristo, e Senhor Donatário da Vila de Abrunhosa, etc. Estas grandes obras que transformariam a pequena casa com Capela num dos mais importantes Palácios barrocos em Portugal, foram efectuadas ao longo de aproximadamente de um século, só sendo concluídas no tempo de Simão Paes do Amaral Quifel Barberino (+ 1807).

Em princípios do século XIX, o Palácio de Mangualde era conhecido por Casa dos Paes do Amaral mas, pelo casamento de Manuel Paes do Amaral de Almeida e Vasconcelos Quifel Barbarino, 10.º Senhor da Casa de Mangualde, com sua sobrinha D. Maria Luiza de Sá Pereira de Menezes de Mello Sottomayor, 3.ª Condessa de Anadia, passou a ser conhecido por “Palácio Anadia”.

Várias figuras históricas passaram por este Palácio, como o Marechal Massena, Principe d`Essling comandante do exército francês que, em 1810, invadiu Portugal pela terceira vez, ou o El-Rei D. Luiz I, que o visitou em 1882 quando da inauguração do Caminho de Ferro da Beira Alta e mais tarde El – Rei D. Carlos I .

Caracterizado por uma marcante fachada ocidental, por uma italianizante fachada sul e por uma fachada nascente acastelada, pelas suas cantarias, pelos azulejos setecentistas, e obras de pintores como Pellegrini, Giagenti, ou Lanzarotto, o Palácio Anadia é, em Portugal, um dos mais importantes exemplos da arquitectura senhorial setecentista. O Palácio tem uma quinta adjacente com Parque e seus jardins, e uma Mata plantada no século XVIII. O Conjunto arquitectónico está classificado como “Imóvel de Interesse Público”.







Endereço

Largo Conde de Anadia 3530-114 Mangualde Portugal

Telefones (Seg. a Sáb. 10h00 às 18h00)

(+351) 232 622 138 / 915 175 544

Email

info@palacioanadiamangualde.com

GPS

Lat 40º36’16.678”N | Long -7º45’57.592”O

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Paço Ducal de Vila Viçosa...mantém ainda hoje a imponência de outros tempos!



O Paço Ducal é um edifício monumental cuja construção se iniciou em 1501, por decisão do quarto Duque de Bragança, D. Jaime. As campanhas de engrandecimento e melhoramento sucederam-se ao longo dos séculos XVI e XVII, conferindo ao edifício a dimensão e as características actuais - a fachada com 110 metros de comprimento é única na arquitectura civil portuguesa e revela inspiração clássica. Paço Ducal


Com a ascensão da Casa de Bragança ao trono de Portugal em 1640, Vila Viçosa passará de residência permanente da primeira família da nobreza nacional, a mais uma das residências reais espalhadas pelo reino. O Paço Ducal viverá de novo momentos áureos quando dos casamentos duplos dos filhos de D. João V e de D. Maria I com os filhos dos soberanos espanhóis seus contemporâneos, episódios conhecidos por Troca de Princesas. Nesses momentos novas campanhas de obras dotam o Paço de melhoramentos visíveis no andar nobre, cozinha e Capela.



No século XIX as até então esporádicas visitas da Família Real tornam-se frequentes, sendo o Paço arranjado sucessivamente nos reinados de D. Luis e D. Carlos para com maior conforto receber a família e larga comitiva durante as suas excursões venatórias anuais.


Com a implantação da República em 1910, o Paço Ducal encerra as portas, que serão reabertas nos anos quarenta, já após a criação da Fundação da Casa de Bragança, por vontade expressa em testamento por D. Manuel II.


Na visita ao Paço Ducal percorre-se o Andar Nobre, piso onde estão concentradas as colecções de Artes Decorativas: colecções de pintura, escultura, mobiliário, tapeçarias, cerâmica e ourivesaria. Cozinha do Paço


Estas peças são valorizadas pelo imponente espaço que inclui frescos e azulejos seiscentistas, tectos em caixotões e pintados, lareiras em mármore com elaborados programas decorativos. A cozinha onde termina a visita deixa uma impressão indelével pelas suas dimensões e pela quantidade de utensílios em cobre que encerra.


Ao longo dos últimos anos, tem decorrido um intenso programa de conservação preventiva e activa deste espaço museológico e um grande reforço das colecções através da aquisição de peças de incontestável valor artístico e do restauro de outras que estavam nas Reservas. A dimensão das colecções que alberga justificou o desdobrar dos núcleos e a opção de visitas temáticas.



No Paço Ducal ainda existe a Biblioteca, o Arquivo Musical e o Arquivo Fotográfico, estando o Arquivo Histórico sediado no Paço do Bispo, também no Terreiro do Paço.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Palácio do Raio - Braga





O Palácio do Raio foi construído entre 1752 e 1755, foi restaurado em 2015 e é agora um Centro Interpretativo completo que, ao longo de dez salas, nos mostra um espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga – são mais de 500 anos de história num edifício único que teve várias utilidades ao longo dos anos.
Entre outras peças, podemos observar pinturas, esculturas, peças de vestuário, documentação e arte sacra sendo que à entrada, do lado direito, há ainda uma sala dedicada aos objetos utilizados no hospital que marcou presença no Palácio do Raio até este ter sido devolvido, em 2012, à Santa Casa. Do lado esquerdo, na sala onde recomendamos que inicie a visita, poderá descobrir mais sobre outros pontos turísticos da cidade.




Quando subimos a escadaria central, imponente e rodeada por azulejos azuis e brancos tipicamente portugueses, encontramos o Mexicano – sabia que o Palácio do Raio também é conhecido como a “Casa do Mexicano”? – e, quando entramos no circuito que reúne um acervo completo, rico, organizado e dedicado à Igreja, à Arte Sacra, aos benfeitores da Santa Casa da Misericórdia e a uma das procissões mais famosas da cidade – Ecce Homo – percebemos que este Palácio é mesmo um local fascinante, numa homenagem constante ao barroco e rococó.

Quando visitar as diferentes salas do Palácio do Raio, olhe para cima e observe os tetos. Irá ficar maravilhado com os desenhos coloridos e detalhados que combinam perfeitamente com toda a arquitetura do Palácio e com todas as peças que aqui nos são apresentadas.






Contacto

Palácio Do Raio
Rua do Raio
4700-920
Braga
+351 253 206 520

Horário

Ter - Sáb: 10:00 - 13:00 I 14:30 - 18:30




Texto adaptado: http://bragacool.com/visitar/palacio-raio

terça-feira, 4 de julho de 2017

Palácio Nacional de Sintra






A história milenar do Paço da Vila de Sintra começa durante o domínio muçulmano na Península Ibérica. Já referido no século XI, o primitivo palácio mouro - propriedade da Coroa portuguesa a partir da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques (1147), 1º Rei de Portugal - é intervencionado pela primeira vez em 1281, no reinado de D. Dinis. Novos corpos construtivos são acrescentados ao longo do tempo, sob os reinados de D. Dinis, D. João I e D. Manuel I, mantendo a sua silhueta desde meados do século XVI.

A disposição dos espaços em altura, adaptando-se ao terreno; a organização intimista dos pátios interiores a céu aberto, onde se ouve a água a correr; as suas janelas com arcos ultrapassados; e os revestimentos azulejares de ricos padrões geométricos, evidenciam a ligação mourisca dos artífices que edificaram e embelezaram o Palácio.







O Palácio Nacional de Sintra, situado no centro histórico da Vila, é um monumento único e incontornável pelo seu valor histórico, arquitetónico e artístico.

De todos os Palácios que os monarcas portugueses mandaram erigir ao longo da Idade Média, apenas o de Sintra chegou até aos nossos dias praticamente intacto, mantendo a essência da sua configuração e silhueta desde meados do século XVI. As principais campanhas de obras posteriores à Reconquista cristã (século XII) foram promovidas pelos reis D. Dinis, D. João I e D. Manuel I, entre finais do século XIII e meados do século XVI. Estas obras de adaptação, ampliação e melhoramento determinaram a fisionomia do palácio.









Como Chegar


Pode chegar à Vila de Sintra utilizando o IC19 (de Lisboa), o IC30 (de Mafra) ou a EN9 (pela A5/Cascais).

Coordenadas GPS
38º 47’ 50.50” N 9º 23’ 25.87” W


Transportes


Lisboa > Sintra
De comboio (CP) – Linha de Sintra
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos

Sintra > Palácio Nacional de Sintra (centro histórico)
De autocarro (Scotturb)
• Sintra Estação
Da Vila de Sintra, os autocarros nº 434 e 435 da Scotturb efetuam o trajeto de ligação entre a estação ferroviária e o Palácio.

 






















domingo, 25 de junho de 2017

Palácio Nacional da Pena - Sintra



O Palácio da Pena ergue-se sobre uma rocha escarpada, que é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra (acima do palácio só se encontra a Cruz Alta, a 528m de altitude). O Palácio localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada. O Palácio propriamente dito é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II. Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, em que se fantasia um imaginário castelo de caminhos de ronda com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e até uma ponte levadiça.
Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que tinha sido erguido no topo da Serra de Sintra em 1511 pelo rei D. Manuel I e se encontrava devoluto desde 1834 com a extinção das ordens religiosas. O convento compunha-se do claustro e dependências, da capela, sacristia e torre sineira, que constituem hoje o núcleo norte do Palácio da Pena, ou Palácio Velho.

D. Fernando começou por efetuar reparações no antigo convento, que, segundo fontes da época, se encontrava em muito mau estado. Remodelou todo o piso superior, substituindo as catorze celas por salas de maiores dimensões e cobrindo-as com as abóbadas que hoje vemos. Cerca de 1843, o rei decidiu ampliar o Palácio através de uma nova ala (Palácio Novo) com salas de ainda maior dimensão, de que é exemplo o Salão Nobre, rematando-a com um torreão circular junto às novas cozinhas. A obra foi dirigida pelo Barão de Eschwege.
No restauro de 1994 repuseram-se as cores originais no exterior do Palácio: rosa-velho para o antigo mosteiro, ocre para o Palácio Novo.
Ao transformar um antigo mosteiro numa residência acastelada, D. Fernando revelou ter uma forte influência do romantismo alemão, tendo-se provavelmente inspirado nos castelos à beira do Reno de Stolzenfels e Rheinstein, assim como na residência de Babelsberg em Potsdam. A obra do Palácio da Pena terminou em meados da década de 1860, embora posteriormente se fizessem campanhas de decoração de interiores.
D. Fernando mandou igualmente plantar o Parque da Pena nas áreas envolventes do Palácio à maneira dos jardins românticos, com caminhos serpenteantes, pavilhões e bancos de pedra a pontuar os percursos, bem como árvores e outras plantas provenientes dos quatro cantos do mundo, tirando partido do clima húmido da serra de Sintra e criando de raiz um parque exótico com mais de quinhentas espécies arbóreas.














Horário até 28 outubro 2017

PARQUE

09h30 – 20h00, último bilhete 19h00

PALÁCIO

09h45 – 19h00, último bilhete 18h15

Preços até 28 outubro 2017

PALÁCIO + PARQUE

Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 14 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 12,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 12,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 49 euros

HAPPY HOUR PALÁCIO + PARQUE (todos os dias das 9h30 às 10h30)
Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 13 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 11,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 11,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 44 euros

PARQUE

Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 7,50 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 6,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 6,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 26 euros


Como chegar


Lisboa > QueluzDe autocarro (VIMECA)
• Carreira 25: Queluz (Palácio), via Queluz-Belas
• Carreira 101: Lisboa (Colégio Militar, metro)-Tercena, paragem Queluz (4 Caminhos) e Estação Queluz/Massamá, distância do Palácio a pé cerca de 15 minutos
• Carreira 106: Estação de metro da Falagueira-Carcavelos (Praia), paragem Queluz (4 Caminhos) e Estação Queluz/Massamá, distância do Palácio a pé cerca de 15 minutos
De comboio (CP) – Linha de Sintra (saída na Estação Queluz-Belas ou Monte Abrão, distância do Palácio cerca de 1 quilómetro)
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos
Sintra > QueluzDe comboio (CP) – Linha de Sintra (saída na Estação Monte Abrão ou Queluz-Belas, distância do Palácio cerca de 1 quilómetro)
• Estação de Sintra

Automóvel

IC19: Lisboa-Sintra, saída Queluz-Palácio
Coordenadas GPS
38º 45’ 1.46” N 9º 15’ 28.40” W




sábado, 24 de junho de 2017

Palácio de Estói






Este palácio começou a ser edificado nos finais do século XVIII pela iniciativa de José Moreira Pereira Carvalhal e Vasconcelos ( 1756-1823), Conde de Carvalhal. O seu filho viria a falecer em 1850, sem descendência, deixando em testamento que a propriedade fosse vendida e o lucro obtido distribuído pelos mais desfavorecidos.

O efeito sobre este palácio foi tremendo, vindo a ser salvo da ruína em 1893, altura em que José Francisco da Silva (1840-1926) - personalidade que viria a receber o título de Visconde de Estói em 1906 - adquiriu o palácio e a propriedade. Para lhe dar maior dignidade e restaurar as estruturas anteriores, contratou o arquiteto-decorador José Francisco da Silva Meira.


O palácio inspira-se ainda numa estrutura arquitetónica do barroco final, embora incorpore elementos da gramática neoclássica. Optando pela cor rosa, a fachada é composta por corpo retangular comprido, com o módulo central mais destacado e ressaltado, marcado por arcaria no piso térreo, pilastras lisas e rusticadas no piso superior, entre as quais se rasgam portas com óculo superior, de molduras mistilíneas, com balcão gradeado em ferro, enquanto as outras alas do palácio são ritmadas por portas e janelas com frontões clássicos.

Os telhados inclinados são dissimulados por corrida balaustrada, rematada por urnas e estátuas. O interior está repartido em 28 divisões, salientando-se do seu múltiplo e grandioso recheio os quadros pintados, nos finais de Oitocentos, por Maria Beretta e Adolfo Greno para os diversos quartos e salas da casa.

A habitação é rodeada por um jardim que se desenvolve em diversos planos, com a sua diversidade de espécies botânicas, os seus terraços e escadarias ornamentados por estátuas, figurando na alameda central os bustos de Almeida Garrett, António Feliciano de Castilho, Bocage e do Marquês de Pombal.



O Palácio de Estói foi transformado numa pousada que é um Small Luxury Hote, onde pode passar umas férias palacianas.

Nos jardins de desenho clássico da Pousada Palácio de Estoi pode mergulhar na piscina exterior e descansar no deck. Relaxar no Health Club e desfrutar do banho turco, sauna, duche tropical e piscina interior aquecida com hidromassagem.

Morada

Rua São José , 8005-465 , Faro  - Algarve