sábado, 24 de junho de 2017
Elevador de Santa Justa - O mais famoso monumento da Baixa Pombalina oferece uma vista impressionante da capital
Residentes e turistas podem andar de elevador quase gratuitamente, já que faz parte da rede de transportes públicos de Lisboa e os bilhetes de um dia de metro ou autocarro são válidos para uso. O passe de 24 horas de viagens ilimitadas, “Viva Viagem” tem um custo de €6,15 e inclui todos os elétricos, autocarros e metro. Estes bilhetes são adquiridos nas estações de metro.
O Elevador de Santa Justa está localizada a sudeste da Praça Dom Pedro IV (Praça do Rossio) na Baixa, e a estação de metro mais próxima é do Rossio, na linha verde do metro. A entrada superior fica à direita da ruinosa Igreja do Carmo, na Largo do Carmo. Durante o verão podem existir filas longas, por isso tente viajar cedo ou ao final do dia.
Morada: Rua do Ouro, 1150-060 Lisboa
Preço: Bilhete Santa Justa, 5€ (pode adquirir a bordo, é válido até 2 viagens e inclui acesso ao Miradouro). Também pode utilizar os cartões Lisboa Viva, 7Colinas e Viva Viagem (carregados com títulos CARRIS válidos), bilhetes Yellow Bus e Lisboa Card.
Bilhete Miradouro de Santa Justa, 1.50€ (apenas acederá ao Miradouro; não pode fazer viagens). Também pode usar os bilhetes Yellow Bus e o Lisboa Card.
Horário: Elevador. Rua do Ouro: Inverno (Out-Mai), 7:00 - 21:45. Verão (Jun-Set) e Páscoa, 7:00 - 22:45. Largo do Carmo: Inverno, 7:05 - 21:50. Verão & Páscoa, 7:05 - 22:50.
Miradouro. Todos os dias, 8:30 - 20:30.
Telefone: (+351) 214 138 679
Templo Romano de Évora - “Templo de Diana”
O Templo Romano, em Évora, é um dos mais grandiosos e mais bem preservados templos romanos de toda a Península Ibérica, tendo sido considerado Património Mundial pela UNESCO em 1986. É o ex-libris da cidade.
Olhar para este Templo Romano, também conhecido (erradamente) como Templo de Diana, é como regressar ao passado e idealizar tempos que já lá vão. É um dos mais importantes marcos históricos de Évora, senão o mais importante, sendo também um dos mais visíveis símbolos da ocupação romana na cidade.
De estilo coríntio, o templo romano foi construído no início do século I, d.C., e fica situado no centro histórico da cidade, mais precisamente, no Largo Conde de Vila Flor, próximo da Sé Catedral de Évora, da Biblioteca Pública de Évora, do Fórum Eugénio de Almeida, do Museu de Évora e da bela Pousada dos Lóios.
Quando estiver a visitar Évora, este será um circuito bastante interessante para se fazer num dia. Sugiro também um passeio pelo Jardim de Diana, para relaxar, beber um refresco e deliciar-se com a magnífica vista sobre a cidade e a planície alentejana que a rodeia.
Ainda hoje este monumento é conhecido como Templo de Diana por muitos portugueses e mesmo eborenses. A confusão explica-se, talvez, devido a uma lenda criada no século XVII que associava a construção do “Templo de Diana” em Évora em honra da deusa romana da caça. A História viria a revelar que, na verdade, o Templo Romano de Évora foi erigido para prestar homenagem ao Imperador Augusto, venerado como um deus, fazendo parte daquilo que seria o fórum romano. Foi modificado nos dois séculos que se seguiram (II e III d.C.) e destruído em parte no século V, aquando da invasão dos povos bárbaros.
Na segunda metade do século XIX foi alvo de uma grande restauração, cujo objetivo foi devolver-lhe o traçado original, a sua dignidade de monumento. Finalmente, no século XX, aquando de novas escavações, foram encontrados vestígios de um pórtico que estaria rodeado por um espelho de água.
Apesar de todas as modificações e destruições de que foi objeto, o Templo Romano de Évora mantém a sua planta original. Este majestoso monumento tem uma forma retangular. A base (o pódio), feita de grandes blocos de granito e com cerca de 3,5m de altura, está quase intacta.
Colunas do Templo
Sobre a base do Templo Romano de Évora assentam ainda catorze das suas colunas coríntias originais. Muitas destas colunas ainda conservam os seus capitéis, feitos de mármore branco de Estremoz. O pavimento, que se crê ter sido revestido por mosaicos, desapareceu por completo.
Atualmente, podemos ver o pódio, quase completo; a escadaria, em ruínas; no topo norte, seis colunas intactas, suportando ainda, apesar do rigor dos tempos passados, a arquitrave original; e nas laterais, mais sete colunas (quatro a este e três colunas completas a oeste). Muito semelhante ao que acontece no Templo de Diana em Mérida (Espanha) ou no Templo de Ártemis em Éfeso (Grécia).
No Templo Romano de Évora podemos ver hoje em dia, ao fim de semana, casais recém-casados a posar para fotografias intemporais que os lembrarão não só da união mas também da imponência deste grandioso templo. Para além destes, os turistas sem fim, os recém-licenciados da Universidade de Évora, os namorados, enfim…, que se esgueiram para lá das fitas de proteção, todos querem uma lembrança de um monumento que atravessa os séculos.
Santuário de Fátima
«Altar do Mundo», local de reencontro com a Fé, a Vida e a Esperança.
O Santuário de Fátima, formalmente intitulado pela Igreja Católica como Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, é um santuário mariano dedicado a Nossa Senhora de Fátima, localizado na Cova da Iria, na cidade de Fátima, concelho de Ourém.
O Santuário é, por excelência, um local de peregrinação e devoção, preservando a memória dos acontecimentos que levaram à sua fundação, as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos em 1917. A sua magnitude e relevância do ponto de vista religioso é de há muito consensualmente reconhecida, nacional e internacionalmente. Por vontade expressa da Sé Apostólica, este é um Santuário Nacional. É também um dos mais importantes santuários marianos do mundo pertencentes à Igreja Católica e de maior destino internacional de turismo religioso, recebendo cerca de seis milhões de visitantes por ano. Foi distinguido com três rosas de ouro papais e visitado pelos Papas Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000), Bento XVI (2010) e Francisco (2017).
GPS: N 39º 37' 49,91'' ,W 8º 40' 25,11''
Castelo de Bragança
O Castelo de Bragança fica situado na freguesia de Santa Maria, no centro histórico da cidade, concelho e distrito de Bragança.
É aí, em Trás-os-Montes, no extremo nordeste de Portugal e à margem do rio Fervença, que se encontra este que é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses.
Do alto dos seus muros podem ser avistadas a serra de Montesinho, a serra de Sanabria, a serra de Rebordões e a serra de Nogueira.
Da grandeza e imponente perfil do medieval Castelo de Bragança é testemunha a sua magnífica cidadela. A primeira cerca de muralhas é transposta, sob a vigilância silenciosa dos dois torreões que se encontram junto à Porta de Santo António.
O acesso à povoação antiga é feito pela ogival Porta da Vila. As muralhas são reforçadas por cubelos e torres, destacando-se a bela “Torre da Princesa”.
No interior da praça de armas podem ser vistas as adaptações dos acessos e plataformas para a introdução da artilharia moderna.
Mais a sul desenvolvem-se os altos panos da segunda muralha, que se encontra encimada por largos merlões e adarves, além de variadas aberturas para as peças de artilharia.
Já no último reduto, é de destacar a magnífica Torre de Menagem, bem proporcionada e harmoniosamente concebida.
A arte militar gótica fez com que fosse dotada de importantes sistemas defensivos, tais como ameias com seteiras cruzetadas, balcões com mata-cães e cubelos angulares misulados.
No interior podem se observar salas cobertas por abóbadas de aresta reforçadas por arcos torais, prisão e cisterna.
Os surpreendentes espaços internos do Castelo de Bragança foram reorganizados e convertidos, desde 1936, em museu militar da região.
GPS
N 41º 48' 14,62'' ,W 6º 44' 58,01
Cabo de São Vicente
O cabo de São Vicente é um cabo situado no extremo sudoeste de Portugal continental, na freguesia de Sagres, concelho de Vila do Bispo. Fica 4 km a oeste e 3 km a norte da Ponta de Sagres, outrora apelidado de “Promontório Sacro” pelo povo romano, dedicado ao Deus Saturno, onde se afirmava que este era um lugar dos Deuses, só visitável durante o dia pois à noite era propriedade divina.
Com uma paisagem indescritível onde a terra com os seus rochedos corta o mar infinito, o Cabo de São Vicente é imagem do sentimento descobridor Português, onde é mesmo possível observar a passagem dos navios que navegam entre o Mar Mediterrâneo e o norte da Europa.
Em Lagos, a 25 km do cabo para leste, o Infante D. Henrique teria estabelecido a sua escola de navegação (Escola de Sagres) no século XV, que impulsionou os Descobrimentos portugueses.
A Fortaleza do Cabo de São Vicente, construída no século XVI, com reedificações nos séculos XVII e XVIII, é um local com uma mística especial sendo que até os romanos já lhe chamavam de Lugum Cineticum: o lugar onde o sol era cem vezes maior que até fazia ferver o mar.
A Fortaleza do Cabo de São Vicente está classificada como Imóvel de Interesse Público.
GPS: N 37º 1' 24,69'' ,W 8º 59' 44,83''
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