segunda-feira, 10 de julho de 2017

Praia Fluvial dos Olhos de Água do Alviela

@Iolanda Pereira


A Praia Fluvial dos Olhos de Água do Alviela é um lugar muito aprazível onde se pode relaxar nas águas cristalinas e tranquilas do rio Alviela. Recentemente requalificada tem todas as condições para que possa usufruir da Natureza no seu melhor. 

Um verdadeiro “oásis” com uma vegetação tipicamente mediterrânica.

Este espaço aprazível dispõe de ótimas infraestruturas, nomeadamente zona de atividades aquáticas, parque de merendas, parque infantil, unidades sanitárias e lava-loiças, campo de jogos, restaurante circuito de manutenção e parque de campismo.
 
 
Morada:
Praia Fluvial dos Olhos de Água(Louriceira)
2380-037 Alcanena
(Alcanena)

domingo, 9 de julho de 2017

Berlengas - Reserva Natural

@Marcus Hansson


A Reserva Natural das Berlengas, ao largo de Peniche, é um dos melhores sítios para mergulho e birdwatching em Portugal.

A confluência dos climas Mediterrânico e Atlântico criou um ecossistema único no Mundo com fauna e flora características, a que se junta uma geomorfologia distinta da do continente europeu.

A riqueza biológica é de valor inestimável. A fauna e flora são únicos, o que fazem das Berlengas um património biológico de elevado interesse de conservação. Reconhecido desde 1465, numa carta d´el Rei D. Afonso V – “nas Berlengas do mar pessoa alguma vá caçar”, o arquipélago é a primeira área protegida do país, há mais de 30 anos Reserva Natural, e reconhecida pela UNESCO desde 2011.
@Hugo Cadavez



Para visitar as ilhas das Berlengas – ou, melhor, para ir até à Berlenga Grande, a maior ilha deste arquipélago – é preciso apanhar um barco. Irá encontrar ainda em terra, em Peniche, diferentes meios de transporte marítimos para aceder às Berlengas. A viagem dura uns 30 minutos mas tendo em conta a vista e a paisagem que terá pela frente, nem irá dar pelo tempo passar.

Quando se começar a aproximar do arquipélago das Berlengas, a primeira visão é de um monte de pedras e rochedos, que parecem ser pouco atrativos e turísticos. Mas basta sair do barco e começar a andar pela ilha para perceber rapidamente a magia deste local que mistura praias absolutamente paradisíacas com rochedos majestosos. Este arquipélago é composto por três ilhéus (Berlenga Grande, Estelas e Farilhões-Forcadas), sendo o primeiro o maior e o que merece uma visita mais aprofundada.

A Berlenga Grande

A Berlenga Grande é a maior ilha do arquipélago. As grutas atravessam toda a ilha, sendo a maior a do Furado Grande.

A partir do Furado Grande, avizinha-nos um cenário ainda mais paradisíaco: a Cova do Sonho e o Furado Pequeno, que só pode visitar apenas quando a maré está baixa. No entanto, há dezenas de outras grutas na ilha, a maioria das quais acessíveis por mergulho.

Além de ser a maior ilha do arquipélago, a Berlenga Grande é também a única habitável. Em tempos, foi o retiro dos monges que construíram o Mosteiro da Misericórdia da Berlenga, que acabaram por abandoná-lo devido à escassez de comida, aos saques dos corsários e aos ataques violentos dos piratas que navegavam pelo Atlântico.

Hoje restam apenas algumas pedras soltas e muros do edifício original que deu lugar a um restaurante. A construção mais notável da ilha é a Fortaleza de S. João Baptista, que parece estender-se desde as rochas da Berlenga até ao oceano. Em 1847, sofreu o mesmo destino do Mosteiro e foi abandonado. Só no século XX foram feitos trabalhos de restauro que devolveram todo o esplendor a este magnífico edifício de arquitetura militar portuguesa.





É possível pernoitar numa cubata, o que é uma experiência que nos leva de volta ao tempo do Império português.

Há dois percursos pedestres que pode seguir para explorar a ilha. O primeiro é o trilho da Berlenga, que segue desde o Bairro dos Pescadores até ao Forte e passa pelo Farol. É um trilho com descidas e subidas bastante acentuadas, mas que lhe permitirá ter uma perspetiva de toda a paisagem deslumbrante das Berlengas. O segundo é um trilho circular pouco mais fácil de completar, o trilho da Ilha Velha, e vai levá-lo diretamente ao habitat das gaivotas. Algumas zonas encontram-se completamente cobertas por penas, como se de neve se tratasse!

A flora das Berlengas é constituída sobretudo por arbustos: a falta de solo e os ventos carregados de sal não são ideais para a plantação de árvores. Há várias plantas rasteiras endémicas na ilha, sendo o sub-arbusto Armeria Berlengesis a mais característica.
Birdwatching

As atividades de lazer nas ilhas das Berlengas vão bem além da fascinação e interiorização da paisagem natural que este local oferece. As Berlengas são um santuário paras as aves marinhas que populam o Atlântico e a costa portuguesa.

O Airo é o símbolo da ilha e pode ser avistado entre janeiro e julho quando nidifica. Outras aves como a gaivota de pata amarela ou o corvo-marinho-de-crista podem ser avistados, fazendo das Berlengas um destino perfeito para os amantes de Birdwatching.

Mergulho numa Aventura

Certamente batizadas por Neptuno, o Deus romano do mar, as ilhas das Berlengas são um destino privilegiado para os curiosos da natureza, da vida marinha e da aventura.




@Jorge Teixeira

OBSERVAÇÃO DE AVES

As Berlengas albergam as únicas colónias de aves marinhas pelágicas ao largo de Portugal continental. Seis espécies de aves marinhas reproduzem-se nas Berlengas: cagarra, roque-de-castro, galheta, gaivota-de-patas-amarelas, gaivota-d'asa-escura e airo (embora a sua reprodução não seja confirmada desde 2002). A ilha da Berlenga pode ser um local interessante para visitar durante a altura da migração pós-nupcial (setembro a novembro), pois algumas aves migradoras procuram refúgio na ilha, e podem ser facilmente detetadas devido à ausência de árvores e vegetação densa. O planalto do farol, as arribas protegidas dos ventos dominantes e a figueira situada na praia do carreiro do mosteiro são alguns dos melhores locais para os procurar. Migradores mais escassos ou raros já foram detetados na ilha, como o borrelho-ruivo, a felosa-listada, a petinha-de-richard e a escrevedeira-da-lapónia. O rabirruivo-preto, o falcão-peregrino e o peneireiro são residentes na ilha da Berlenga.


@Marco Nunes




@Jorge Teixeira
PERCURSOS

O carreiro dos Cações e o carreiro do Mosteiro quase separam a ilha da Berlenga em dois, a ilha Velha e a Berlenga. Existem dois percursos que permitem visitar cada um destes lados da ilha. A circulação fora destes trilhos é proibida para proteger e conservar a frágil vegetação desta ilha.


O acesso à ilha da Berlenga pode ser efetuado ao longo de todo o ano. O barco de carreira regular "Cabo Avelar Pessoa" efetua viagens apenas durante a época balnear (20 de maio a 15 de setembro) mas existem diversas embarcações marítimo-turísticas que efetuam viagens em todos os meses do ano.

Praia Fluvial do Agroal (Uma nascente que rejuvenesce)

@Marcus Dominicius





O Rio Nabão nasce na  localidade de Olhos D’Água,  concelho de Ansião, é um afluente do rio Zêzere. 
Banhada por este está a Praia Fluvial do Agroal de águas cristalinas conhecidas pelas suas propriedades terapêuticas, desde doenças gastrointestinais a doenças de pele. Garantem os frequentadores que estas águas também rejuvenescem.
Durante a época balnear esta  praia é bastante procurada  por turistas. A piscina natural ajuda as pessoas a relaxarem nas águas frias e termais, ao lado corre lentamente o rio, tornando este local muito aprazível.


Como chegar:

A praia fluvial do Agroal situa-se na freguesia de Formigais, concelho de Ourém, Distrito de Santarém.

Coordenadas GPS: 39°40’45.2″N 8°26’11.4″W

Palácio de Monserrate

@kkmarais


A quatro quilómetros do centro histórico de Sintra, situam-se o Palácio e o Parque de Monserrate, testemunhos ímpares dos ecletismos do século XIX, onde os motivos exóticos e vegetalistas da decoração interior se prolongam harmoniosamente no exterior. O relvado fronteiro ao palácio permite o descanso merecido, durante a descoberta de um dos mais ricos jardins botânicos portugueses e uma das mais belas criações paisagísticas do Romantismo em Portugal.



@Harold Navarro



O Parque e Palácio de Monserrate foram classificados como Imóvel de Interesse Público em 1975, integrando-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.

Em 2013 o Parque de Monserrate foi premiado com um European Garden Award na categoria de “Melhor Desenvolvimento de um Parque ou Jardim Histórico”.



@Enric Rubio Ros


Como chegar



Automóvel

Pode chegar à Vila de Sintra utilizando o IC19 (de Lisboa), o IC30 (de Mafra) ou a EN9 (pela A5/Cascais).

Coordenadas GPS
38º 47’ 30.70” N 9º 25’ 9.09” W
 
 Transportes
 
 
Lisboa > Sintra
De comboio (CP) – Linha de Sintra
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos
Sintra (centro histórico) > Monserrate
De autocarro (Scotturb)
• Sintra Estação
Da Vila de Sintra, o autocarro nº 435 da Scotturb efetua o trajeto de ligação entre a estação ferroviária e Monserrate.
 

Horário até 28 outubro 2017


PARQUE
09h30 – 20h00, último bilhete 19h00

PALÁCIO
09h30 – 19h00, último bilhete 18h15




Preços até 28 outubro 2017


PARQUE E PALÁCIO
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 8 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 6,50 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 6,50 euros Bilhete Família (2 adultos + 2 jovens) – 26 euro

 

 

Praia do Amado - Considerada uma das melhores praias portuguesas para o surf, é um dos principais spots da Europa para esta modalidade desportiva.



@Annabelle Orozco
A Praia do Amado é a praia mais a sul do concelho de Aljezur e localiza-se perto da aldeia da Carrapateira. Apresenta um extenso areal delimitado a sul e a norte por altas arribas que entram pelo mar. No limite norte desta praia surge o Pontal da Carrapateira, uma plataforma rochosa de elevado valor ambiental, apresentando habitats prioritários para a conservação da natureza a nível europeu. Além da qualidade cénica, a Praia do Amado é muito rica do ponto de vista geológico, verificando-se rochas sedimentares, metamórficas e de origem vulcânica (xistos, calcários, doleritos). Considerada uma das melhores praias portuguesas para o surf, é um dos principais spots da Europa para esta modalidade desportiva.Tendo em conta as características da plataforma continental, aliando-se às características da ondulação e dos ventos dominantes, esta praia propicia ondas ideais. Palco de diversas competições nacionais e internacionais é muito popular ao longo do ano, pois nem só os mais experientes aqui vêm. Várias são as empresas de animação turística e escolas de surf e bodyboard que aqui ensinam a praticar estas modalidades, com uma oferta variada de aulas e programas de férias, usufruindo das excelentes condições naturais que esta costa encerra.

@Annabelle Orozco




@Annabelle Orozco


COMO CHEGAR: Logo à saída da aldeia, no sentido Carrapateira-Sagres, encontra um desvio à direita para a Praia do Amado. Siga por essa estrada asfaltada que o leva até à praia, ao longo de cerca de 3 Km.

COORDENADAS GPS:  37°10'2.08"N 8°54'8.90"W.

ACESSO: Fácil.

INFRAESTRUTURAS E SERVIÇOS DE APOIO: Bar/apoio balnear; parque de estacionamento.

PRAIA VIGIADA: sim (durante a época balnear)

Óbidos - A vila medieval de Óbidos é uma das mais pitorescas e bem preservadas de Portugal.



@Jorge Brazil


Suficientemente perto da capital e situada num ponto alto, próximo da costa atlântica, Óbidos teve uma importância estratégica no território. Já ocupada antes de os romanos chegarem à Península Ibérica, a vila tornou-se mais próspera a partir do momento em que foi escolhida pela família real. Desde que o rei D. Dinis a ofereceu a sua esposa D. Isabel, no séc. XIII, ficou a pertencer à Casa das Rainhas que, ao longo das várias dinastias, a foram beneficiando e enriquecendo. É uma das principais razões para se encontrarem tantas igrejas nesta pequena localidade.

Dentro de muralhas, encontramos um castelo bem conservado e um labirinto de ruas e casas brancas que encantam quem por ali se passeia. Entre pórticos manuelinos, janelas floridas e pequenos largos, encontram-se vários motivos de visita, bons exemplos da arquitectura religiosa e civil dos tempos áureos da vila.

A Igreja Matriz de Santa Maria, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, o Pelourinho e, fora de muralhas, o Aqueduto e o Santuário do Senhor Jesus da Pedra, de planta redonda, são alguns dos monumentos que justificam uma visita atenta. Assim como o Museu Municipal de Óbidos, onde se encontram as obras de Josefa de Óbidos. Foi, no séc. XVII, uma pintora de referência e uma mulher com uma atitude artística irreverente no seu tempo. Os seus quadros reflectem a aprendizagem com grandes mestres da época como os espanhóis Zurbarán e Francisco de Herrera, ou os portugueses André Reinoso e Baltazar Gomes Figueira, seu pai.

Qualquer altura é boa para visitar Óbidos. Pelas histórias de amor que aí se contam e pelo ambiente medieval, é uma sugestão inspiradora para um fim-de-semana romântico ou simplesmente tranquilo. E se incluir uma noite de alojamento no castelo, então o cenário será perfeito.

Na gastronomia local, destaca-se a caldeirada de peixe da Lagoa de Óbidos, ainda melhor se acompanhada pelos vinhos da Região Demarcada do Oeste. Outra atracção é a célebre Ginjinha de Óbidos, que se pode apreciar em vários locais, de preferência num copinho de chocolate.

Durante todo o ano, um programa de eventos traz alguma animação a esta pequena localidade, mas sem dúvida os mais concorridos são o Festival Internacional do Chocolate, o Mercado Medieval e o Natal, em que se decora a vila com motivos alusivos à época. De referir também, as Temporadas de Música Clássica Barroca, de Cravo e o Festival de Ópera que concedem uma atmosfera especial a Óbidos, com espetáculos ao ar livre nas noites quentes de verão.

Não muito longe, fica o extenso areal da Praia d’El Rey, onde os golfistas podem apreciar um campo de golfe com vista para o mar atlântico. Passando a cidade das Caldas da Rainha, cuja história também está ligada à Casa das Rainhas, encontra-se a praia da Foz do Arelho, ligando a Lagoa de Óbidos ao mar. Um bom local para um almoço de marisco e peixe fresco ou para um fim de tarde ao pôr-do-sol, à beira-mar.

Fonte:Daqui




@Jean-Michel Brunet   




@Eladio Anxo Fernández M






@Ricardo Silva




@Boris Dzhingarov



@Travelholic Path

sábado, 8 de julho de 2017

Cascata do Pego do Inferno - Tavira





A cerca de 7 quilómetros de Tavira, encontra-se o Pego do Inferno, em pleno barrocal algarvio. Durante o percurso, é possível observar-se a Ribeira da Assêca. Outrora, local de azenhas e moinhos de trigo. Nas margens ribeirinhas, é possível apreciar algumas espécies faunísticas que dependem directamente de água.

Apesar da beleza de todo o percurso, o ponto alto da visita é a chegada ao miradouro do Pego, onde se pode admirar a queda de água.


A Cascata do Pego do Inferno que é alimentada pela ribeira da Assêca, corre sobre uma variedade de pedra calcária originando uma belíssima lagoa em tons de verde devido ao carbonato de cálcio derivado das rochas se acumular no fundo da mesma.
          

@blackaddah





Coordenadas:

Latitude 37.155484011598 - Longitude -7.695787773413