quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Mosteiro de S. Simão da Junqueira, Jardins, Fontes e Claustro




A fundação do Mosteiro de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira, por D. Areas, Arcediago da Sé de Braga decorreu no século XI, sendo que data de 1084 o documento que contém a referência autêntica mais antiga do Mosteiro de S. Simão da Junqueira, uma carta de doação.

Em 1181, D. Afonso Henriques conferiu a Carta de Couto ao Mosteiro da Junqueira. Em 1516, com a morte do prior D. João Gonçalves, S. Simão da Junqueira passou para a posse de comendatários, que eram vitalícios e não só clérigos seculares mas até fidalgos leigos, donde resultou, por um lado, a ruína do património do Convento, por outro, o relaxamento da observância regular do espírito monástico.

Em 1687, deu-se a edificação da Igreja dedicada a S. Simão e S. Judas Tadeu e, em 1770, o convento foi extinto por Breve de Clemente XIV; A Igreja apresenta planta em cruz latina com duas torres sineiras simetricamente integradas na fachada;
No século XVIII, com a partida dos monges, o edifício passou a propriedade particular, sendo usada como casa solarenga. Centrada na planta do edifício em U, a casa apresenta-se reconstruída em redor do antigo claustro do convento num barroco convencional. O claustro apresenta um desenho respeitante da lógica dos restantes espaços exteriores.


Acesso: Adro do Reverendo Padre Adélio, Junqueira, Vila do Conde
Proteção: Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 315/2014
Coordenadas GPS: 41º 22' 50.77" N; 8º 40' 39.77" W

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Porto Santo



Ilha de rara beleza, o Porto Santo é, pelas peculiaridades paisagísticas que apresenta, um destino diferente dentro da Europa.
Situada em pleno Oceano Atlântico, Porto Santo dista 500 Km de África, 900 Km Sudoeste de Lisboa, 1300 Km dos Açores e somente a 50 Km da Madeira, apresentando em relação a esta um enorme contraste paisagístico.
Com 42,17 Km² de superfície, 11,4 de comprimento e 6 de largura, a ilha apresenta uma configuração pouco montanhosa. Ainda assim, as poucas elevações existentes são, sobretudo, mais notórias a Norte do Porto Santo, com destaque para o Pico do Facho, cujo cume não excede os 517 metros. Ilha de rara beleza, o Porto Santo é, pelas peculiaridades paisagísticas que apresenta, um destino diferente dentro da Europa. Mesmo em relação à Madeira, e apesar da proximidade geográfica que separa as duas ilhas, o Porto Santo oferece um surpreendente contraste, uma espécie de contraponto a uma estadia na ilha maior do Arquipélago. São inúmeros os aspectos que distinguem as duas ilhas.
Aqui, a longa praia, o horizonte plano e o modus vivendi pacato e recatado convidam-nos à evasão.
À margem de comparações, verificamos que, no seio da própria ilha, a sua paisagem é, também ela, bastante variada, sobretudo quando nos confrontamos com a dupla vertente mar/montanha.
A Norte podemos respirar o ar puro da montanha, proporcionado pelo já extenso pinhal aí existente. Passear a pé por entre maravilhosas paisagens e usufruir da sua beleza agreste num ambiente verdadeiramente idílico é, sem dúvida, uma forma diferente de descobrir os encantos da natureza. Recentemente recuperadas, as veredas, quer pela segurança que oferecem, quer pela beleza a que acedem, constituem hoje os circuitos ideais para levar a cabo este tipo de caminhada.
No que respeita à costa Sul da ilha e, sobretudo, para os admiradores de actividades balneares, a paisagem é, toda ela, dominada pelo dourado dos 9 Km de areias que fazem da praia do Porto Santo, seguramente, uma das mais belas da Europa.
Graças às excepcionais qualidades conferidas por esta esplêndida orla marítima, a ilha afigura-se como um destino ideal para a prática de desportos náuticos, como a vela, a canoagem, o mergulho, ou, ainda, para a realização de jogos de praia de que são exemplos o futebol e o vólei.
Se por outro lado preferir programas mais calmos, poderá desfrutar de agradáveis passeios à beira-mar num areal que se estende até perder de vista.









Fonte original todos os direitos reservados: Foto 1 - PortoBay Hotels & Resorts  Foto 2: michael clarke stuff Texto: cm-portosanto

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Casa de José Régio





Desde a sua construção até à posse por parte de José Régio, a casa foi sempre pertença do ramo familiar paterno. Por morte da “Madrinha” Libânia, no ano de 1928, o imóvel, por herança, veio para a posse do pai de José Régio, originando um novo ciclo quanto à utilização da casa. Esta fase terminaria com a morte do pai do poeta, ao qual sucede como único proprietário do imóvel.
Nos anos 60 do século XX, a casa sofre a última grande alteração, fruto da intervenção levada a cabo por José Régio, altura em que, definitivamente, adapta a casa aos seus gostos e de acordo com a funcionalidade desejada.
Após a sua morte, que aconteceu a 22 de dezembro de 1969, e depois de negociações com a sua família, a Câmara Municipal de Vila do Conde adquiriu a Casa do poeta, abrindo ao público a 17 de setembro de 1975.
A Casa de José Régio não é um espaço museológico de base, é antes de mais a residência que o poeta escolheu para habitar após a sua aposentação, refletindo a vontade do poeta, no modo e na forma como todos os objetos se encontram dispostos nos diferentes espaços.
No ano de 2005, a Câmara Municipal de Vila do Conde levou a efeito uma importante obra de beneficiação da Casa de José Régio, no sentido de garantir a estabilidade do edifício e, simultaneamente, criar condições de conservação ao importante acervo aí instalado. Paralelamente, na casa de Benilde, foi desenvolvida uma obra que visou a instalação do Centro de Estudos Regianos, para além de um conjunto de serviços de apoio à Casa de José Régio, tais como receção, sala de exposições temporárias e auditório.
A colaboração com o Centro de Estudos Regianos é fundamental para o aprofundar do conhecimento da vida e obra de José Régio, abrindo possibilidades a que investigadores possam organizar trabalhos de alto valor científico sobre o poeta.

Contatos
Av. José Régio,
4480-671 Vila do Conde
Telefone: 252 248 468 (marcações)
E-mail: museus@cm-viladoconde.pt
Horário de funcionamento: terça a domingo - 10h00/13h00 e 14h00/18h00 (últimos acessos às 12h15 e 17h15)






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S. Pedro do Corval - o maior centro oleiro do país e um dos maiores da Península Ibérica.​



A tradição da cerâmica em São Pedro do Corval remonta aos tempos pré-históricos, graças à existência de depósitos de argilas com caraterísticas específicas nesta zona do Concelho de Reguengos de Monsaraz, que motivaram desde sempre esta atividade. Por entre potes, rodas de oleiros e fornos descobrem-se peças utilitárias tradicionais únicas que nos transportam para os tempos antigos em que o barro se moldava às necessidades dos trabalhos dos campos e das vidas humildes no Alentejo. Atualmente encontramos em São Pedro do Corval verdadeiras obras de arte, quer na forma, quer na decoração - a pintura cerâmica - feitas com um saber ancestral e uma estética caraterística da região. Aliado à experiência única de poder ver ao vivo o barro a ser moldado pelas experientes mãos do mestre oleiro na sua roda e de poder partilhar dos seus conhecimentos e vivências, São Pedro do Corval, com mais de duas dezenas de olarias em constante funcionamento é por excelência o maior centro oleiro do país e um dos maiores da Península Ibérica.​

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Capela de Nossa Senhora do Socorro



Implantada sob um maciço rochoso sobranceiro ao rio Ave, em Vila do Conde a Capela de N.ª Sr.ª do Socorro apresenta uma arquitetura peculiar, com uma planta quadrada, coberta por uma abóbada. Destaque para a decoração interior de belíssimos azulejos do século XVIII, representativos da vida de Cristo, bem como para o retábulo de estilo rococó.
Foi mandada construir por Gaspar Manuel, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e piloto-mor das carreiras da Índia, China e Japão e por sua mulher Bárbara Ferreira de Almeida, que aí se encontram enterrados.

Acesso: Rua do Socorro, Vila do Conde
Proteção: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 95/78, DR 210 de 12 Setembro 1978
Coordenadas GPS: 41º 20' 57.53" N; 8º 44' 38.29" W

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Praia da Memória



Foi aqui que D. Pedro desembarcou em 1832 com um exército de 7500 homens para derrotar o irmão, D. Miguel. Em homenagem a essa vitória, aqui foi construído o Obelisco da Memória e foi em homenagem a este monumento que a praia ganhou este nome. Também conhecida como Praia dos Ladrões ou Arenosa, apresenta um extenso areal que permite a prática desportiva. As suas dunas constituem... o Parque de Dunas da Praia da Memória, encontrando-se bem preservado. A praia conta com uma paisagem dunar única e protegida das agressões externas. Este é um destino de referência no que diz respeito à época balnear.
Os apoios de praia, vão desde o aluguer de toldos, animação constante, atividades desportivas, todo um conjunto de infraestruturas que satisfazem as necessidades de qualquer veraneante.

Facilidade de Estacionamento: Tem parque de estacionamento.

Localização e acessos: Matosinhos - EN 13, Perafita, Av. D. Pedro IV.

Serviços de apoio disponíveis: instalações sanitárias, acesso a deficientes, aluguer de toldos, espreguiçadeiras, bar, duches, pesca desportiva, praia vigiada, restaurante, futebol de praia, voleibol de praia

Tipo de praia: Marítima










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Capela da Boa-Nova em Leça da Palmeira




A Capela da Boa-Nova ou Ermida de S. Clemente das Penhas, foi fundada em 1392 pelos franciscanos, havendo relatos da sua existência em 1369.
Neste local existiu um mosteiro franciscano, um século depois foi sendo demolido aos poucos ficando esta Capela e dois anexos, sendo duas celas onde vivia um frade que zelaria pela Ermida e um pequeno cemitério de frades.
O interior tem um retábulo de talha estilo joanino com quatro colunas e três nichos e respectivas imagens, o central tem a imagem da Senhora de Boa Nova em madeira
policromada os interessados recorrem a ela no bom sucesso dos navegantes
ausentes, São João Baptista em madeira policromada advogado das doenças da cabeça, São Clemente imagem em pedra de ançã policromada sendo esta a imagem
séc. XIV mais antiga da freguesia de São Miguel de Leça da Palmeira.


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