quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Praia Fluvial de Aldeia Ana de Aviz




Com uma represa que sustém a água da ribeira e forma um local de ambiente aprazível para tomar banho e desfrutar do sol, é reconhecida a nível nacional pelas suas excelentes condições. Praia fluvial com relvado, acesso a deficientes e bar/esplanada. Bons acessos, zona de estacionamento e parque de merendas com churrasqueira.








Localização: 
 
Figueiró dos Vinhos 
 
Lat.: 39° 55' 6.6" N
Long.: 8° 17' 4.776" W
 
 
Serviços: 
Bar/Esplanada na praia;
Parque de Merendas;
Chuveiros exteriores;
WC Públicos/Balneários;
WC p/ deficientes;
Parque de Estacionamento;
Fonte/Ponto de Água;
Posto Médico/ primeiros socorros;
Zona Relvada/ areal;
Estacionamento para Bicicletas;
Rampas de acesso p/ pessoas com mobilidade reduzida;
Nadador-salvador/ vigilante;


Acessos Rodoviários:
A1 – saída para IC8 – saída para N237-1








Fonte original todos os direitos reservados a:
Foto 1- Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos 
Foto 2 e texto: cm-figueirodosvinhos

Praia da Aberta Nova - Um tesouro bem guardado!




Praia de excelência paisagística e ambiental reconhecida através dos galardões Bandeira Azul e Qualidade de Ouro está equipada com um apoio de praia simples (bar e instalações sanitárias). Possui ainda dois pequenos parques de estacionamento a que se acessa desde a EN 261-2 através de um caminho, parcialmente em terra batida, ladeado por pinhais e vegetação endémica. Junto aos parques de estacionamento encontra-se um miradouro/parque de merendas de onde se pode desfrutar uma paisagem única desde Sines até a Serra da Arrábida.
O areal, de acesso difícil para pessoas com mobilidade reduzida, é limitado por arribas de arenitos que permitem a prática de voos com asa delta embora sem qualquer tipo de apoio logístico. O mar garante atividades como o surf e o bodyboard ou a pesca desportiva praticamente todo o ano.
Gastronomia
Pratos de peixe, o pato assado com laranja e arroz de miúdos, as alcomonias e os rebuçados de pinhão.
Bandeira azul
  • Qualidade de ouro
(WGS84)
38º 07’ 38.58’’ N
8º46’ 50.39’’ O

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Comporta - Em plena costa alentejana, uma praia com areia branca e um mar azul, simplesmente paradisíaca…




Inserida nos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado, o que lhe permite preservar toda a sua beleza natural. Desde as dunas, areal, qualidade da água do mar de excelência, bem como pelo apoio de praia que garante restauração/bar, instalações sanitárias completas, acesso e serviço dedicado a utentes com mobilidade reduzida e estacionamentos sombreados, a praia, tem o privilégio de reunir condições para a certificação de qualidade ambiental ISO 14001, tendo sido a primeira praia do concelho de Grândola a ser galardoada com a Bandeira Azul da Europa juntamente com a Praia de Tróia-Mar e Tróia-Galé. Nesta praia é possível praticar surf, bodyboard, kitesurf e pesca desportiva. Os passeios pedestres nos pinhais ou arrozais contíguos permitem a prática de bird watching.
Locais a visitar
Comporta (2 Km): Museu do Arroz e Adega da Comporta.
Gastronomia
Comporta (2 Km): Restauração baseada em pratos confecionados com produtos da região com especial relevo para o arroz, o peixe e o marisco.

  • Bandeira azul
  • Qualidade de ouro
  • Praia acessível
  • Certificação ISO 14001
(WGS84)
38º 22’ 51.79’’ N
8º 48’ 10.70’’ O



Todos os direitos reservados a:
Foto: Freebird
Texto: cm-grandola

Mosteiro de S. Simão da Junqueira, Jardins, Fontes e Claustro




A fundação do Mosteiro de S. Simão e S. Judas Tadeu da Junqueira, por D. Areas, Arcediago da Sé de Braga decorreu no século XI, sendo que data de 1084 o documento que contém a referência autêntica mais antiga do Mosteiro de S. Simão da Junqueira, uma carta de doação.

Em 1181, D. Afonso Henriques conferiu a Carta de Couto ao Mosteiro da Junqueira. Em 1516, com a morte do prior D. João Gonçalves, S. Simão da Junqueira passou para a posse de comendatários, que eram vitalícios e não só clérigos seculares mas até fidalgos leigos, donde resultou, por um lado, a ruína do património do Convento, por outro, o relaxamento da observância regular do espírito monástico.

Em 1687, deu-se a edificação da Igreja dedicada a S. Simão e S. Judas Tadeu e, em 1770, o convento foi extinto por Breve de Clemente XIV; A Igreja apresenta planta em cruz latina com duas torres sineiras simetricamente integradas na fachada;
No século XVIII, com a partida dos monges, o edifício passou a propriedade particular, sendo usada como casa solarenga. Centrada na planta do edifício em U, a casa apresenta-se reconstruída em redor do antigo claustro do convento num barroco convencional. O claustro apresenta um desenho respeitante da lógica dos restantes espaços exteriores.


Acesso: Adro do Reverendo Padre Adélio, Junqueira, Vila do Conde
Proteção: Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 315/2014
Coordenadas GPS: 41º 22' 50.77" N; 8º 40' 39.77" W

Fonte original todos os direitos reservados a: www.cm-viladoconde

Porto Santo



Ilha de rara beleza, o Porto Santo é, pelas peculiaridades paisagísticas que apresenta, um destino diferente dentro da Europa.
Situada em pleno Oceano Atlântico, Porto Santo dista 500 Km de África, 900 Km Sudoeste de Lisboa, 1300 Km dos Açores e somente a 50 Km da Madeira, apresentando em relação a esta um enorme contraste paisagístico.
Com 42,17 Km² de superfície, 11,4 de comprimento e 6 de largura, a ilha apresenta uma configuração pouco montanhosa. Ainda assim, as poucas elevações existentes são, sobretudo, mais notórias a Norte do Porto Santo, com destaque para o Pico do Facho, cujo cume não excede os 517 metros. Ilha de rara beleza, o Porto Santo é, pelas peculiaridades paisagísticas que apresenta, um destino diferente dentro da Europa. Mesmo em relação à Madeira, e apesar da proximidade geográfica que separa as duas ilhas, o Porto Santo oferece um surpreendente contraste, uma espécie de contraponto a uma estadia na ilha maior do Arquipélago. São inúmeros os aspectos que distinguem as duas ilhas.
Aqui, a longa praia, o horizonte plano e o modus vivendi pacato e recatado convidam-nos à evasão.
À margem de comparações, verificamos que, no seio da própria ilha, a sua paisagem é, também ela, bastante variada, sobretudo quando nos confrontamos com a dupla vertente mar/montanha.
A Norte podemos respirar o ar puro da montanha, proporcionado pelo já extenso pinhal aí existente. Passear a pé por entre maravilhosas paisagens e usufruir da sua beleza agreste num ambiente verdadeiramente idílico é, sem dúvida, uma forma diferente de descobrir os encantos da natureza. Recentemente recuperadas, as veredas, quer pela segurança que oferecem, quer pela beleza a que acedem, constituem hoje os circuitos ideais para levar a cabo este tipo de caminhada.
No que respeita à costa Sul da ilha e, sobretudo, para os admiradores de actividades balneares, a paisagem é, toda ela, dominada pelo dourado dos 9 Km de areias que fazem da praia do Porto Santo, seguramente, uma das mais belas da Europa.
Graças às excepcionais qualidades conferidas por esta esplêndida orla marítima, a ilha afigura-se como um destino ideal para a prática de desportos náuticos, como a vela, a canoagem, o mergulho, ou, ainda, para a realização de jogos de praia de que são exemplos o futebol e o vólei.
Se por outro lado preferir programas mais calmos, poderá desfrutar de agradáveis passeios à beira-mar num areal que se estende até perder de vista.









Fonte original todos os direitos reservados: Foto 1 - PortoBay Hotels & Resorts  Foto 2: michael clarke stuff Texto: cm-portosanto

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Casa de José Régio





Desde a sua construção até à posse por parte de José Régio, a casa foi sempre pertença do ramo familiar paterno. Por morte da “Madrinha” Libânia, no ano de 1928, o imóvel, por herança, veio para a posse do pai de José Régio, originando um novo ciclo quanto à utilização da casa. Esta fase terminaria com a morte do pai do poeta, ao qual sucede como único proprietário do imóvel.
Nos anos 60 do século XX, a casa sofre a última grande alteração, fruto da intervenção levada a cabo por José Régio, altura em que, definitivamente, adapta a casa aos seus gostos e de acordo com a funcionalidade desejada.
Após a sua morte, que aconteceu a 22 de dezembro de 1969, e depois de negociações com a sua família, a Câmara Municipal de Vila do Conde adquiriu a Casa do poeta, abrindo ao público a 17 de setembro de 1975.
A Casa de José Régio não é um espaço museológico de base, é antes de mais a residência que o poeta escolheu para habitar após a sua aposentação, refletindo a vontade do poeta, no modo e na forma como todos os objetos se encontram dispostos nos diferentes espaços.
No ano de 2005, a Câmara Municipal de Vila do Conde levou a efeito uma importante obra de beneficiação da Casa de José Régio, no sentido de garantir a estabilidade do edifício e, simultaneamente, criar condições de conservação ao importante acervo aí instalado. Paralelamente, na casa de Benilde, foi desenvolvida uma obra que visou a instalação do Centro de Estudos Regianos, para além de um conjunto de serviços de apoio à Casa de José Régio, tais como receção, sala de exposições temporárias e auditório.
A colaboração com o Centro de Estudos Regianos é fundamental para o aprofundar do conhecimento da vida e obra de José Régio, abrindo possibilidades a que investigadores possam organizar trabalhos de alto valor científico sobre o poeta.

Contatos
Av. José Régio,
4480-671 Vila do Conde
Telefone: 252 248 468 (marcações)
E-mail: museus@cm-viladoconde.pt
Horário de funcionamento: terça a domingo - 10h00/13h00 e 14h00/18h00 (últimos acessos às 12h15 e 17h15)






Fonte original todos os direitos reservados a: cm-viladoconde

S. Pedro do Corval - o maior centro oleiro do país e um dos maiores da Península Ibérica.​



A tradição da cerâmica em São Pedro do Corval remonta aos tempos pré-históricos, graças à existência de depósitos de argilas com caraterísticas específicas nesta zona do Concelho de Reguengos de Monsaraz, que motivaram desde sempre esta atividade. Por entre potes, rodas de oleiros e fornos descobrem-se peças utilitárias tradicionais únicas que nos transportam para os tempos antigos em que o barro se moldava às necessidades dos trabalhos dos campos e das vidas humildes no Alentejo. Atualmente encontramos em São Pedro do Corval verdadeiras obras de arte, quer na forma, quer na decoração - a pintura cerâmica - feitas com um saber ancestral e uma estética caraterística da região. Aliado à experiência única de poder ver ao vivo o barro a ser moldado pelas experientes mãos do mestre oleiro na sua roda e de poder partilhar dos seus conhecimentos e vivências, São Pedro do Corval, com mais de duas dezenas de olarias em constante funcionamento é por excelência o maior centro oleiro do país e um dos maiores da Península Ibérica.​

Fonte original todos os direitos reservados a:cimac