quarta-feira, 11 de outubro de 2017

De 6 a 11 de novembro é possível voar grátis num balão de ar quente no Alentejo



O Festival Internacional Balões de Ar Quente vai regressar ao Alentejo para a sua 21.ª edição, invadindo os céus de Alter do Chão, Fronteira, Monforte e Ponte de Sor. Em prova estarão 30 equipas de pilotos profissionais oriundos de Portugal, Espanha, França, Holanda, Bélgica, Inglaterra e Luxemburgo.



Quem estiver interessado em viajar gratuitamente com uma das equipas concorrentes, só tem de estar nas tendas dos “meeting points” logo pela manhã (6h30) e ter em conta que as inscrições são limitadas.






















sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A Cerveja em Lisboa: vem aí a 1ª edição da Oktoberfest à portuguesa



O Campo Pequeno recebe a primeira edição da Cerveja em Lisboa que vai juntar muitos copos e canecas a brindarem durante cinco dias.

 A entrada é paga com a aquisição de um copo gravado com o logótipo do evento: copo de imperial (3€) copo com pé (5€) e, para os mais sedentos, estará disponível a tradicional caneca de 0,5 l (5€).

Algumas das marcas que poderá provar: Sagres, Super Bock, Heineken, Mahou San Miguel ou Corona, mas também das artesanais Letra, 2 Corvos, Bolina ou Lx Beer, etc....

As portas abrem diariamente às 16h e encerram às 24h com exceção de Domingo que encerra às 21h








quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Castelo de Vide, conhecida como a "Sintra do Alentejo”


Entre os lugares que fazem do Alentejo sinónimo de história e tradição, está Castelo de Vide, conhecida como a "Sintra do Alentejo”.  designação atribuída a D. Pedro V. Para esta denominação, contribuem os seus jardins, a vegetação luxuriante, o clima aprazível, assim como a proximidade da Serra de S. Mamede. Tudo isto lhe confere um cunho romântico. 

 Comece a sua viagem no tempo, com tempo. Explore a sua arquitectura, aprecie os solares oitocentistas e os jardins, os portais góticos, igrejas e a judiaria.



Pertencente ao concelho de Portalegre, Castelo de Vide terá recebido o primeiro foral em 1180 , concedido por Pedro Anes. Em 1276, nasce o concelho, separando-se de Marvão, mas só em 1310 viria a ganhar notoriedade, quando D. Dinis lhe concedeu foral e iniciou as obras do castelo e das muralhas. Mais tarde, D. Manuel I confirmaria o foral.

Na segunda metade do século XV, instalou-se em Castelo de Vide uma das mais numerosas comunidades judaicas de Portugal, presença ainda hoje assinalada pela judiaria e pela sinagoga, localizadas no velho casco medieval.

No século XVII, durante a Guerra da Restauração, a vila foi guarnecida com os muros e baluartes que ainda hoje a envolvem. À nova estrutura defensiva juntou-se, depois, o Forte de S. Roque, mandado construir em 1710.

Castelo de Vide foi, ao longo da primeira década do século XIX, cenário da guerra que, de forma intermitente, colocou em confronto os exércitos de Portugal, Espanha, França e Inglaterra. Durante este período, milhares de militares daqueles países instalaram-se na vila e em todo o município.

As tradições são uma marca vincada nas raízes culturais dos castelovidenses. As festividades mais singulares, em particular pelos seus rituais, são as da Páscoa, em que as tradições católicas misturam-se com ritos de influência judaica. Na Sexta-feira Santa, destaca-se a procissão do Enterro do Senhor, no Sábado Aleluia, a bênção dos cordeiros, e, pela noite, o Aleluia. No Domingo de Páscoa celebra-se a procissão da Ressurreição do Senhor. Outras festas, como o Carnaval Trapalhão, o São João e a romaria de Nossa Senhora da Penha têm também uma forte expressão popular.




Casa do Arçário

É de tradição dizer-se que esta casa era do indivíduo que tinha a seu cargo e responsabilidade a arca (caixa forte) e é talvez daí que deriva o termo Arçário.

Na arca guardava as receitas provenientes das cobranças dos impostos que eram feitas aos judeus.

Fica situada no Arçário, dentro da zona da Judiaria.






Igreja de Nossa Senhora da Alegria

A igreja de N. S. da Alegria, fica situada no Burgo Medieval (Castelo) e foi ali construída no séc. XVII. O conjunto é composto por dois volumes: nave e capela-mor (estilo barroco) com sacristia, que fica ao lado. Todo o conjunto é pavimentado com tijolo, os materiais de alvenaria de pedra e cal rebocada e caiada de branco pelo exterior e revestida por azulejos policromos no interior da nave e capela-mor. A Igreja é coberta por uma telha portuguesa tipo mourisco.

A porta principal ladeada por duas janelas, voltada a Norte, é de grandes dimensões e a sua moldura é construída em pedra de granito de grão fino, na mesma prumada. Em cimo da porta há um nicho com a imagem de N. S. da Alegria em porcelana. Este é revestido de azulejo policromo, com a mesma largura da porta principal, formando com ela um conjunto harmonioso. Este termina com uma cruz do mesmo material na parte superior.



O povoamento do território do concelho de Castelo de Vide é bastante remoto. Há diversos sítios e monumentos arqueológicos a comprová-lo. A grande quantidade de elementos megalíticos existente atesta o desenvolvimento de comunidades locais e regionais durante os períodos Neolítico e Calcolítico. Foram também encontrados materiais que confirmam a presença do homem no período Paleolítico e, mais tarde, a ocupação romana e medieval.





Portas Ogivais

MEDIEVAL
Séc.s XIV e XV

Castelo de Vide apresenta um dos mais importantes e interessantes  conjuntos de portas ogivais actualmente existentes no País. Datando dos séc.s XIV e XV o seu número total é de sessenta e três. Essas portas encontram-se em muitas das ruas, principalmente na parte mais antiga do Centro Histórico, com grande aglomeração na Judiaria e Rua de  Santa Maria de Cima. Se algumas são simples portas ogivais, sem qualquer decoração, muitas apresentam-se decoradas tanto ao nível das  ogivas, como das impostas e ombreiras.
Como elementos decorativos são empregues as esferas, toros e caneluras, conjuntamente com arestas vivas e motivos vegetais. O peixe     aparece numa única porta do séc. XVI (Rua Nova), mas também há   estilizações do Sol e das estrelas (Penedo). 





Judiaria

Leis decretadas por alguns monarcas lusitanos no sentido de se criarem "Ghettos" próprios, onde só vivessem judeus, levou ao aparecimento de bairros, igualmente conhecidos pelo nome de "Judiarias".

Foi no séc XIV, que D. Pedro I aforava a Mestre Lourenço seu físico, provalmente judeu, uma terra em Castelo de Vide, sendo vários os documentos datados do século XV que testemunham a existência da comunidade judaica da vila.

Em Castelo de Vide a Judiaria desenvolveu-se na encosta da vila virada a nascente. Ainda que estabelecido numa das zonas mais acidentadas, o bairro era atravessado por um eixo fundamental de comunicação do castelo com o exterior e vice-versa. Da presença judaica em Castelo de Vide restam alguns testemunhos materiais em que assume especial relevância o edifício onde se julga ter funcionado a Sinagoga Medieval. Outros edifícios da Rua da Judiaria, da Rua da Fonte ou da Ruinha da Judiaria mostram ainda o que resta da tradição milenar judaica de marcar a sua fé nas ombreiras das portas.

O estabelecimento da Inquisição e a publicação do Édito de Expulsão dos judeus dos reinos de Espanha por Fernando e Isabel, os reis católicos, contribuíram para o crescimento da judiaria de Castelo de Vide que mantém na toponímia das suas ruas o testemunho da presença judaica, mas também o da perseguição do Santo Ofício aos cristão-novos.


Sinagoga

De quando a data da sua fundação, não se sabe ao certo, no entanto, já no séc. XIV existia uma judiaria em Castelo de Vide, que era constituída por um conjunto de casas construídas junto à porta principal do castelo.

A Sinagoga está situada na Rua da Judiaria / Rua da Fonte, o edifício orienta-se no sentido Este / Oeste.

Todo o conjunto é constituído por um só volume, com dois pisos.

Vulgarmente chamada "Sinagoga", mas com o nome apropriado de "BEIT-HA - MIDRASCH-SEFARDIN". No compartimento destinado ao culto, no seu interior, tem instalado o tabernáculo, com as respectivas cavidades destinadas às lamparinas dos "Santos Óleos" e ao lado direito desta peça, uma apoiaria as sagradas escrituras, em que na base estão implantadas sete bolas indicadoras dos seis dias em que Deus criou o mundo e do último dia, o sétimo, descanso da obra. No séc. XVIII sofreu obras de adaptação para residência. Foi reconstruída respeitando a traça primitiva em 1972.

Uma porta de acesso ao primeiro piso apresenta uma pequena concavidade que se chama a marca da MEZUZAH, palavra hebraica que significa "ombreira da porta". Esta concavidade destinava-se a guardar um estojo que continha um pequeno pergaminho em que se escreviam algumas das palavras do SHEMA, oração fundamental do culto judaico.

Todos as portas são em ogiva que arranca de impostas com arestas vivas, toros e caneluras.





Fonte da Vila


Classificado como IIP (Imóvel de Interesse Público) desde 1953, é o Ex-Líbris da Vila, constitui um monumento que se destaca entre outros, não só pelo seu valor artístico, como pelo conjunto arquitectónico e urbanístico em que está inserida. Situa-se em pleno Largo Dr. Frederico Laranjo.

Analisando-se a planta de delimitação do bairro judeu de Castelo de Vide, pode concluir-se que a fonte estava integrada no mesmo. Este existiu desde o séc. XIV ao séc. XV. A fonte foi um foco de desenvolvimento radial de ruas que se desenvolveram à sua volta, deduzindo-se que terá sido construída no séc. XVI, no reinado de D. João III, embora também seja provável que a sua construção seja de várias épocas, em que no início terá existido apenas uma nascente, inicialmente transformada numa pequena fonte de água potável, que no séc. XVI foi mandada construir.

A forma do tanque principal é rectangular e delimitado por lajes graníticas dispostas na vertical do qual saem seis colunas de mármore que sustentam uma cobertura piramidal que remata em pinha. Ao centro do tanque ergue-se um corpo discóide com quatro bicas simétricas e sobre este, um outro paralelepípedo, decorado com as Armas de Portugal, as do Concelho e com duas figuras de meninos. Este conjunto é rematado por uma pinha em forma de flor de acanto ou tulipa.

Ao lado possui um outro tanque, rectangular, destinado a animais bestas e cavalares.









Castelo

Feitas e desfeitas as fortificações medievais ao longo do séc. XIII, ao sabor dos interesses senhoriais que quase sempre, brigavam com os interesses da coroa e também com os da população, que preferia ter como senhor o longínquo rei, levanta-se definitivamente o castelo, por iniciativa de D. Dinis, concluindo-se já no reinado de seu filho, Afonso IV, em 1327. Foi assim que Vide passou a Castelo de Vide.

O castelo situa-se no canto S das fortificações medievais, que integram o primitivo burgo, constituindo as suas muralhas o prolongamento das da cerca urbana.

Os muros desenham um polígono ligeiramente trapezoidal que apresenta a Torre de Menagem, de secção rectangular, no ângulo S, e, no tramo NO um cubelo que flanqueava o ângulo N do primitivo pátio.

Desaparecida a antiga muralha do tramo NE do pátio, a que agora o conforma por esse lado corresponde à da antiga barbacã nesse sector, apresentado ainda o poço que aparece desenhado na planta de Duarte D´Armas. Entre este poço e o cubelo que lhe está adjacente, abre-se a antiga porta, de arco quebrado, a dar para a antiga barbacã desse lado, entretanto desaparecida.

A entrada para o castelo faz-se pelo tramo SE, com barbacã, através de porta em arco quebrado que dá acesso a um túnel que desemboca no pátio
A Torre de Menagem, maciça até ao nível do adarve, apresenta uma sala de planta octogonal com aljube cilíndrico descentrado, grandes janelas rectangulares e oito pilares, com base e capitel, de que arrancam as nervuras, de secção rectangular chanfrada, que fecham o tecto em arcos redondos.
A cerca urbana desenha um polígono grosseiramente pentagonal com inflexões da muralha na zona O. As Portas da Vila, desalinhadas e em arcos quebrados, situam-se a SE, dando acesso à Rua Direita. Esta atravessa o velho burgo para sair no tramo oposto pelas Portas de São Pedro, também desalinhadas mas em arcos redondos. Uma rua perpendicular a esta dá acesso a duas portas secundárias, com arcos redondos, que se encontram emparedadas nos tramos SO e NE; este último tramo é flanqueado por dois cubelos.

Os materias básicos visíveis, empregues em todas as fortificações, são a pedra (quartzito e granito), o tijolo, a argamassa de cal e a terra.
A Torre de Menagem apresentou-se esventrada durante muitos anos em resultado da explosão que a mutilou no ano de 1705, quando os espanhóis a ocuparam. Mais tarde com o terramoto de 1755 voltou a sofrer danos.
Após várias intervenções, as obras de reconstrução da torre, foram dadas como concluídas em 1978.

Está protegido como Monumento Nacional desde o Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910.












Feiras, Romarias e Mercados

Mercados Municipais

Mercados Semanais - 1.ª, 2,ª e 3.ª Sexta-feira de cada mês
Mercado Franco - última Sexta-feira de cada mês
Mercado Póvoa e Meadas - Quartas-Feiras e Domingos

Feiras e Romarias


15 de Janeiro - Feira de Santo Amaro - Religiosa
Fevereiro/Março - Carnaval Trapalhão - Popular
19 de Março - Romaria de São José - Religiosa
Abril - Feira de Ramos - Religiosa
Março/Abril - Sexta-Feira Santa - Semana Santa - Religiosa
Março/Abril - Sábado de Aleluia - Semana Santa - Religiosa
Março/Abril - Domingo de Páscoa - Semana Santa - Religiosa
Março/Abril - Feira do Livro - Semana Santa - Cultural
Março/Abril - Feriado Municipal / Romaria de Nª Srª da Luz - 2ª feira após o Domingo de Páscoa - Religiosa
Maio/Junho - Romaria de Nª Srª da Alegria (último Domingo de Maio ou primeiro Domingo de Junho) - Popular / Religiosa
13 Junho - Festa de Santo António da Ribeira - Popular / Religiosa
24 Junho - Festa de S. João Batista - Popular / Religiosa
29 Junho - Festa de S. Pedro - Popular / Religiosa
Julho - Festa de Nª Srª do Carmo (domingo mais próximo do 16 de Julho) - Religiosa *
Agosto - Romaria à Nª Srª da Penha (domingo mais próximo do 5 de Agosto) - Popular / Religiosa
10 Agosto - Feira de S. Lourenço - Religiosa
11 Agosto - Aniversário dos Bombeiros - Histórica
15 de Agosto - Festa de Santa Maria - Popular
16 de Agosto - Festa de São Roque - Religiosa *
Agosto (durante as Festas de Santa Maria) - Festival de Folclore - Popular
21 de Agosto - Aniversário da Banda União Artística - Histórica
Agosto - Póvoa e Meadas- Festival de Folclore - Popular
13, 14 e 15 de Setembro - Festa de São Vicente Ferrer - Popular / Religiosa *
Setembro ( 1º Fim de Semana) - Feira Medieval - Histórica / Popular
11 de Novembro (Póvoa e Meadas) - S. Martinho - Religiosa

*a sua realização está dependente da existência, de uma comissão responsável pela organização




Piódão, a "aldeia presépio" de Portugal




Apelidada de "aldeia presépio", devido à disposição das suas casas na encosta e o ambiente que ganha quando cai a noite, Piódão é um local verdadeiramente fascinante.

A aldeia é classificada como "Imóvel de Interesse Público",  e localiza-se na Serra do Açor, com uma implantação de escarpa abrupta e uma estrutura de malha cerrada e traçado sinuoso, bem adaptada à rugosidade do espaço envolvente. As pastagens da Serra de S. Pedro do Açor, recheada de nascentes, atraíram os pastores lusitanos que ali alimentaram os seus rebanhos. Na época medieval, formou-se um pequeno povoado a que foi dado o nome de Casas Piódam, depois transferido para a atual localização, talvez devido à instalação de um Mosteiro de Cister (de que já não restam vestígios) o que fará remontar o lugar ao séc. XIII. A este mosteiro poderá estar ligada a antiga invocação de Santa Maria (comum nas Abadias Cistercienses) da Igreja Matriz templo reformulado no séc. XVIII/XIX, o que o dotou duma curiosa fachada pautada por finas torres cilíndricas rematadas por cones.




O que visitar:

  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Igreja Matriz)
É o edifício que mais se destaca mal se chega a Piódão. As suas paredes brancas, embora mantendo os típicos apontamentos em tons de azul, contrastam com a cor de terra dominante das restantes casas da aldeia. A sua origem data do século XVIII tendo, no entanto, sofrido obras de remodelação ao longo dos anos.

  • Núcleo Museológico do Piódão
É o local ideal para recolher mais informações sobre esta aldeia histórica: a sua história, artesanato e tradições, assim como informações turísticas como onde ficar, o que comer, quais os percursos pedestres disponíveis, entre outros. Está localizado junto à Igreja Matriz, no Largo Cónego Manuel Fernandes Nogueira.

  • Capela de São Pedro
Localizada quase no topo de Piódão, a Capela de São Pedro exibe as mesmas paredes brancas da Igreja Matriz mas numa dimensão mais reduzida. A sua cruz iluminada por neon à noite faz com que não passe despercebida na paisagem.

  • Praia Fluvial
Em dias de maior calor, é praticamente obrigatório um mergulho na praia fluvial de Piódão à qual foi atribuída este ano a Bandeira Azul. A sua água límpida e cristalina e a magnífica paisagem onde está inserida torna-a irresistível.

  • Percursos pedestres
Se gosta de caminhadas então aproveite os vários trilhos traçados e indicados por toda a aldeia histórica. Poderá obter mais informações no Posto de Turismo no Largo principal de Piódão, junto à Igreja Matriz.

  • Provar as deliciosas iguarias
Não saia de Piódão sem provar a sua famosa broa de batata, o queijo da serra, os vários licores ou alguns pratos típicos como a chanfana ou as trutas grelhadas.








Como chegar:

Se vier de Lisboa ou do Porto deverá apanhar a A1 e sair em direção a Coimbra Norte para depois seguir pelo IP3 em direção a Viseu. No IP3 deverá sair para o IC6 em direção a Arganil/Covilhã/Oliveira do Hospital e depois seguir pela N17. Na N17 poderá optar por uma das seguintes alternativas: ir até Arganil ou ir até Coja para depois seguir para o Piódão.
Coordenadas GPS: 40.2295652, -7.8273785







Direitos reservados a:
Alguma informação adaptada de:sapo.pt

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Praia Fluvial Alentejana eleita a melhor da Europa





A Praia Fluvial da Tapada Grande na Mina de São Domingos, concelho de Mértola, foi eleita pela primeira vez o melhor destino europeu na categoria Praias "Interiores".
Para além do prémio de melhor destino europeu, Portugal ganhou mais 37 dos World Travel Awards, os 'óscares do Turismo'.



Esta praia situada no interior do Alentejo, tem bandeira azul e nadador salvador. Também tem disponíveis chapéus de Sol, mesas de picnic e barbecues. Junto à praia existe um bar restaurante com esplanada onde pode tomar um refresco ou uma refeição. Na praia tem canoas e gaivotas que pode alugar para dar uma volta pelas aguas calmas da albufeira.



Coordenadas GPS
N 37.6724943º
W 7.4992461º

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Seca coloca a descoberto ponte submersa no Alentejo há 19 anos






Há cerca de duas décadas que a ponte de Rio Mourinho estava submersa pelas águas da barragem do Pego do Altar (Alcácer do Sal). Com cerca de 30 metros, foi construída há 200 anos ligando
as localidades de Santa Susana e São Cristóvão.


O seu regresso à luz do dia reflecte o pesadelo que a falta de chuva representa para o nosso pais.


A barragem do Pego do Altar tem hoje 8% da sua capacidade

Atravessar a ponte e caminhar sobre a terra "gretada" da barragem tornou-se numa "atracção turística", registando-se todos os dias, a afluência de centenas de curiosos que querem voltar a ver a ponte!







Cascata da Fraga da Pena - o paraíso!





É em plena Mata da Margaraça, inserida na Área Protegida da Serra do Açor, que se esconde a Fraga da Pena, um local privilegiado de encontro com a natureza. Um cenário idílico onde a água abre caminho por entre a vegetação e a superfície xistosa, e se despenha numa majestosa cascata com mais de 20 metros. Uma extraordinária maravilha natural que permanece intocável pelo Homem e onde impera uma impressionante serenidade apenas interrompida pelo som da água e do chilrear dos pássaros. Originadas por um acidente geológico, as quedas de água que se escondem por entre aquele conjunto florístico de elevado interesse, constituem um recanto paradisíaco que se destaca pela sua autenticidade e frescura.







 Como lá chegar:

Na A1, apanhar o IC3 e sair em direção a Arganil. Depois, seguir as placas que indicam a vila de Coja. Aí, depois da ponte, virar à esquerda, no sentido Benfeita/Piodão. A Fraga da Pena fica a cerca de dez quilómetros. Mais informações úteis: não é aconselhável para pessoas com pouca mobilidade. O percurso até à cascata não é muito longo, mas só se pode fazer a pé. Recomenda-se calçado com sola de borracha, devido às escadas íngremes. Convém, ainda, levar comida e água, uma vez que não há qualquer ponto de venda. E não esquecer a máquina fotográfica, para captar a beleza do local


Coordenadas GPS:
Latitude: 40.2202548
Longitude: -7.9360018

Fonte: Câmara Municipal de Arganil