domingo, 4 de fevereiro de 2018

MAAT: Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia uma varanda sobre o rio Tejo



O MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia é a nova proposta cultural para a cidade de Lisboa. Um museu que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Um projeto inovador que coloca em comunicação um novo edifício, desenhado pelo atelier de arquitetura Amanda Levete Architects, e a Central Tejo, um dos exemplos nacionais de arquitetura industrial da primeira metade do século XX, e um dos polos museológicos mais visitados do país.
O MAAT traduz a ambição de apresentar exposições nacionais e internacionais com o contributo de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos. Refletindo sobre grandes temas e tendências atuais, a programação apresentará ainda diversos olhares curatoriais sobre a Coleção de Arte da Fundação EDP.
A programação do MAAT começou a 30 de junho de 2016 com a apresentação de quatro exposições em salas renovadas do edifício da Central Tejo. A 5 de outubro do mesmo ano, o novo edifício foi inaugurado com uma obra de grandes dimensões criada pela artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster especificamente para este espaço.
Com o MAAT, a Fundação EDP oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa. A diversidade de programas e de espaços tornam-no num importante ponto no roteiro cultural da cidade. Uma proposta pensada para todos os públicos, para todas as idades.



















CIRCUITO CENTRAL ELÉTRICA




A Central Tejo é um exemplar único do património histórico, industrial e arquitetónico da primeira metade do século XX. Classificado como imóvel de interesse público, encontra-se hoje totalmente conservado, incluindo a sua maquinaria original.

Integrada no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a Central Tejo continua a contar história da eletricidade, evocando o funcionamento e o ambiente de trabalho da antiga fábrica. No novo Circuito Central Elétrica confluem a memória tecnológica e as energias do futuro. Através do maior acervo nacional sobre a história da eletricidade em Portugal e de um conjunto de propostas expositivas que percorrem a evolução da eletricidade até às energias renováveis, disponibilizam-se ao público conhecimentos fascinantes sobre este tema.




Pode visitar:

01 Jan 2018 - 31 Dez 2018

Encerra:Terças-feiras


Horário:11H00 - 19H00














Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia
Av. Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa




Texto adaptado: maat

Reserva Botânica de Cambarinho onde floresce a maior concentração de loendros da Europa





O património natural do concelho de Vouzela é enriquecido pela Reserva Botânica de Cambarinho, onde floresce a maior concentração maciça de loendros do país, um arbusto protegido. Para observá-los no seu máximo esplendor, o mês mais indicado é Maio, quando se encontram no auge da sua floração, conferindo um tom arroxeado à paisagem. Devido ao seu valor científico, educativo, turístico e paisagístico, os loendros foram classificados em 1938 como espécie de interesse público e toda a área foi elevada à categoria de Reserva Botânica Integral.





Coordenadas: N 40º 40’ 14’’ W 08º 11’ 56’’



















Fotos: PattyDiass e CM Vouzela

Na bonita Serra do Caramulo respira-se o ar mais puro da Europa....






A Serra do Caramulo está situada no concelho de Tondela, distrito de Viseu. É uma zona de montanha de origem granítica e xistosa. As urses e a carqueja predominam a sua flora.

A serra é povoada por aldeias com casas e espigueiros em granito típicos desta região. Tendo sido esta zona povoada por romanos, ainda se podem encontrar alguns vestígios dessa época, como os trilhos de pedra.

Pode apreciar os campos verdes e a beleza das árvores junto à água cristalina dos ribeiros que a atravessa por todos os lados e desfrutar da deslumbrante paisagem enquanto respira um ar realmente puro e saudável.


Vale a pena visitar a Serra do Caramulo, não só pela natureza, mas também pelas aldeias típicas, o Museu de Caramulo, (automóveis e arte), os passeios pedestres temáticos e bem sinalizados e as olarias, entre outros.





Pode subir ao Caramulinho, o ponto mais alto da Serra com 1075 metros, onde se avista o mar em dias sem nebulosidade.
Um outro ponto de interesse é o Cabeço da Neve, daqui pode avistar em dias sem nebulosidade a Serra da Estrela.


 

















 Museu do Caramulo








O Museu do Caramulo, localizado na vila do Caramulo, foi fundado nos anos cinquenta pelos irmãos Abel e João Lacerda, dispõe de uma vasta coleção de obras de arte e automóveis, desde então é um dos símbolos turísticos desta histórica vila Beirã





A Colecção de Automóveis



A colecção de Automóveis, Motociclos e Velocípedes do Museu do Caramulo foi iniciada por João de Lacerda, em 1955, ao adquirir um Ford T de 1925. Desde então, a colecção foi aumentando, e é composta por automóveis antigos, únicos no mundo. Em destaque um Mercedes-Benz à prova de bala encomendado em 1938 pelo Dr. António de Oliveira Salazar, mas que nunca chegou a ser utilizado.




A Colecção de Arte



A colecção de Arte do Museu do Caramulo foi constituída por ofertas de coleccionadores e artistas contemporâneos de renome, como Vieira da Silva, Jean Lurçat, Salvador Dali e Pablo Picasso. As salas do museu enchem-se de peças de pintura, escultura, mobiliário, ourivesaria, marfim, vidros, esmaltes, têxteis e cerâmica.




A Colecção de Brinquedos


Em Março de 2004, no Museu do Caramulo abriu ao público, uma exposição de brinquedos antigos e miniaturas de colecção.Esta nova exposição, com carácter permanente, conta com mais de 3000 peças e cobre quase um século da história do brinquedo e do coleccionismo, mostrando a evolução do brinquedo e das miniaturas através das suas várias fases e materiais.






Horário
O Museu do Caramulo está aberto todo o ano, excepto na véspera de Natal e dia de Natal de manhã, dia 1 de Janeiro de manhã, Domingo de Páscoa de manhã e Segunda-feira de Páscoa.
Horário de Verão: das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 18.00.
Horário de Inverno: das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 17.00.



























Barro Negro de Molelos 

 

Foto: Câmara Municipal de Tondela

 



A típica loiça preta de Molelos obtém-se através de um processo de cozedura redutora que permite obter loiça de barro de cor negra.


Tradicionalmente a loiça era cozida em "Soenga", processo de cozer cerâmica numa cova, pouco profunda, cavada no solo. A cozedura de tipo redutor, através da obstrução completa do “forno” em fim de cozedura, origina uma loiça completamente negra e parcialmente impermeabilizada.



Uso culinário e de decoração

 
Ao longo dos tempos a loiça preta foi usada exclusivamente para efeitos culinários, tendo praticamente desaparecido na década de 70, devido à concorrência das loiças em alumínio. No entanto a loiça preta renasceu pela mão de jovens oleiros, que trabalham com métodos mecânicos, para melhor rendimento e perfeição de acabamento.
Agora além das tradicionais peças de uso culinário, são criadas também belas peças de decoração.


Localização Molelos

 
Moledos é uma aldeia situada próximo do sopé da Serra do Caramulo. Passe-se esta aldeia logo quando sai do IP3 em direcção à Serra do Caramulo.

 

 

 Texto adaptado: daqui