domingo, 4 de fevereiro de 2018

Reserva Natural da Faia Brava - Para quem ama a natureza e a vida selvagem





Localizada no Vale do Côa, na faixa fronteiriça do Distrito da Guarda, a Reserva da Faia Brava abrange cerca de 850 ha de propriedades nos concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo e Pinhel. Neste sector, as encostas fluviais do Côa atingem grande declive e são formadas por afloramentos rochosos graníticos, escarpas, idóneas para a nidificação de aves rupícolas. Está inserida na Zona de Protecção Especial do Vale do Côa (Rede Natura 2000) e IBA (Birdlife International Important Bird Area) e, finalmente, no Parque Arqueológico do Vale do Côa, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

Este é um ponto de observação de diversas aves, nomeadamente: o grifo, o abutre egípcio, a águia real, a águia de Bonelli, a cegonha negra e a a toutinegra.








Em 2010 a Reserva da Faia Brava foi classificada pelo então Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) como a primeira Área Protegida Privada do país e actualmente é também uma área-piloto do projecto europeu Rewilding Europe, que promove a criação de mais espaços para a vida selvagem e o turismo de natureza na Europa.








foto daqui


foto daqui


foto daqui


foto daqui


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Dormir sob as estrelas 


A apenas 4 horas de Lisboa, o Star Camp ergue-se sobre uma paisagem deslumbrante da Ibéria ocidental, rica em vida selvagem e com um habitat diversificado de oliveiras e sobreiros, recuperando as florestas mediterrâneas, assim como propriedades, abrigos de pastores e muros de pedra. Há poucos anos, tornou-se a casa de cavalos selvagens garranos e do gado bovino que aqui pasta de forma natural. O Star Camp – em estilo safari e com capacidade para alojar 6 hóspedes – situa-se neste magnífico enquadramento natural. Graças a um design de baixo impacto, este alojamento faz o equilíbrio perfeito entre o conforto e a sustentabilidade.














Contacto:


Rua Pedro Jacques de Magalhães, s/n
6440-111 Figueira de Castelo Rodrigo


T: 271 311 202

Castelo Rodrigo - uma aldeia que encanta.....





A Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo é, no seu todo, um autêntico espaço monumental que conserva importantes referências no plano medieval. Entre os monumentos que acrescentam valor ao património histórico são de destacar as velhas muralhas, as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura, o Pelourinho quinhentista, a igreja matriz, a cisterna medieval e os vestígios que atestam a presença de uma importante comunidade de cristãos-novos. Durante mais de 600 anos, a povoação foi vila e sede de concelho. Em vários momentos da história nacional, os seus habitantes destacaram-se pela sua coragem e lealdade à coroa.





















Castelo Rodrigo está rodeado por uma cintura amuralhada inicialmente composta por 13 torreões (à semelhança de Ávila). Mantém a sua traça medieval, que irradia da alcáçova e acompanha a topografia. Pelas suas ruas encontram-se casas interessantes, umas manuelinas, outras construções árabes, como a casa nº 32, com inscrição e uma carranca, para além da cisterna, de 13 m de fundo, com uma porta em arco de ferradura e outra ogival.


Estando na rota de peregrinos a Compostela, aqui se ergueu a Igreja de N. Sra. de Rocamador, fundada por uma confraria de frades hospitaleiros vindos de França no séc. XIII.
Por ter tomado partido por Castela na crise de 1383-85, D. João I castigou Castelo Rodrigo, mandando que o seu brasão ficasse com as armas reais invertidas e a vila dependente de Pinhel. O pelourinho manuelino - de gaiola e grandes dimensões, atesta o poder municipal, regulamentado pelo foral novo de 1508, altura em que D. Manuel, o Rei Venturoso, mandou repovoar a vila e refazer o castelo.


Sob domínio filipino instituiu-se o condado e marquesado de Castelo Rodrigo na pessoa de Cristóvão de Moura, que mandou edificar um Palácio. Após a Restauração este foi destruído pelo povo. No largo de S. João, o padrão assinala e comemora a restauração da independência nacional.


Ainda nas lutas contra Espanha, a vila sofreu em 1664 o cerco do Duque de Ossuna, tendo a sua guarnição de 150 homens resistido heroicamente até à chegada de reforços, travando-se a batalha da Salgadela, junto ao Mosteiro de Santa Maria de Aguiar. Conta-se que o Duque de Ossuna e D. João d’Áustria escaparam disfarçados de frades.


Após as Guerras da Restauração, Castelo Rodrigo foi perdendo a sua importância, e a 25 de Junho de 1836, por Carta Régia de D. Maria II, a sede de concelho foi transferida para Figueira de Castelo Rodrigo.


Historicamente, nenhuma povoação raiana exerceu por tão longo período um lugar tão relevante nas relações Luso-Castelhanas e na defesa do território português.
 
 
 
 
GPS:
N 40º 52' 37,15'' ,W 6º 57' 53,65''

Vale das Buracas do Casmilo, um lugar secreto na serra do Sicó




O Vale das Buracas do Casmilo é um segredo escondido no Maciço de Sicó. Nos principais maciços calcários portugueses, o processo de evolução cársica do relevo conduziu à formação de paisagens peculiares cujo valor patrimonial não oferece reservas. É na freguesia do Furadouro, na povoação do Casmilo (enquadrada pelo monte da Senhora do Círculo e pela Serra de Janeanes) que vamos encontrar este vale, um pequeno canhão fluviocársico, cujas vertentes se abrem em concavidades de desenvolvimento horizontal — as designadas buracas. O Maciço de Sicó — localizado entre os concelhos de Condeixa-a-Nova, Pombal e Alvaiázere — não constitui excepção e nele se inscrevem formações geológicas audazes, das quais o Vale das Buracas do Casmilo dá provas. Ladeada por grandes escarpas, esta interessante formação geológica corresponde ao que resta de várias salas de uma gruta existente no interior. É um abatimento da parte nuclear do monte que desencadeia este fenómeno — a que se dá o nome de incasão — sendo que só as cavidades laterais, remanescentes da gruta que antes se ocultava dentro do monte, permanecem visíveis. Se ao visitante comum, as buracas impressionam pela imponência, aos espeleólogos e praticantes de desportos de outdoor (escalada, montanhismo, orientação, rappel…) constituem-se em desafio empolgante Para chegar ao Vale das Buracas do Casmilo, tenha em conta as seguintes indicações: tomando como ponto de referência a vila de Condeixa-a-Nova, apanhe o IC2 em direcção a sul. Siga, depois, para a povoação da Arrifana (à saída de Condeixa) e, por fim, suba o monte na direcção da aldeia do Casmilo.



























MAAT: Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia uma varanda sobre o rio Tejo



O MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia é a nova proposta cultural para a cidade de Lisboa. Um museu que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Um projeto inovador que coloca em comunicação um novo edifício, desenhado pelo atelier de arquitetura Amanda Levete Architects, e a Central Tejo, um dos exemplos nacionais de arquitetura industrial da primeira metade do século XX, e um dos polos museológicos mais visitados do país.
O MAAT traduz a ambição de apresentar exposições nacionais e internacionais com o contributo de artistas, arquitetos e pensadores contemporâneos. Refletindo sobre grandes temas e tendências atuais, a programação apresentará ainda diversos olhares curatoriais sobre a Coleção de Arte da Fundação EDP.
A programação do MAAT começou a 30 de junho de 2016 com a apresentação de quatro exposições em salas renovadas do edifício da Central Tejo. A 5 de outubro do mesmo ano, o novo edifício foi inaugurado com uma obra de grandes dimensões criada pela artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster especificamente para este espaço.
Com o MAAT, a Fundação EDP oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa. A diversidade de programas e de espaços tornam-no num importante ponto no roteiro cultural da cidade. Uma proposta pensada para todos os públicos, para todas as idades.



















CIRCUITO CENTRAL ELÉTRICA




A Central Tejo é um exemplar único do património histórico, industrial e arquitetónico da primeira metade do século XX. Classificado como imóvel de interesse público, encontra-se hoje totalmente conservado, incluindo a sua maquinaria original.

Integrada no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a Central Tejo continua a contar história da eletricidade, evocando o funcionamento e o ambiente de trabalho da antiga fábrica. No novo Circuito Central Elétrica confluem a memória tecnológica e as energias do futuro. Através do maior acervo nacional sobre a história da eletricidade em Portugal e de um conjunto de propostas expositivas que percorrem a evolução da eletricidade até às energias renováveis, disponibilizam-se ao público conhecimentos fascinantes sobre este tema.




Pode visitar:

01 Jan 2018 - 31 Dez 2018

Encerra:Terças-feiras


Horário:11H00 - 19H00














Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia
Av. Brasília, Central Tejo
1300-598 Lisboa




Texto adaptado: maat