sábado, 7 de abril de 2018

Aldeia Histórica de Marialva




Sinta o tempo a parar à sua volta e saudades antes de partir.....











A aldeia de Marialva é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal e situa-se a poucos minutos da cidade de Mêda. Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história.

Povoada pelos Aravos, povo lusitano, foi posteriormente conquistada pelos romanos, a que se seguiram os árabes, até à vitória final de D. Fernando Magno, em 1063. Em 1179 recebe a carta de foral de D. Afonso Henriques, tendo mantido uma actividade intensa- graças às feiras que aí se realizavam – até finais do séc. XVIII. No ano de 1200 o castelo é mandado reconstruir e restaurar por D. Sancho I tendo sido posteriormente ampliado por ordem do rei D. Dinis.

Ao entrar em Marialva, fica-nos a sensação que entramos num cenário histórico, as ruas, ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem-nos à cidadela cercada pelas muralhada em cujas ruínas perdemos a noção do tempo. No interior das muralhas, destacam-se a Praça, solenemente assinalada pelo Pelourinho e pelo edifício da antiga Casa da Câmara, também tribunal e cadeia (séc. XVII); alguns metros mais à frente a torre de menagem e a Igreja de Santiago com o seu magnífico tecto pintado e a Capela da Misericórdia, apreciada pelo retábulo em talha, são verdadeiros tesouros construídos dentro do recinto muralhado.

A população que habita nas edificações fora das muralhas tem no rosto o olhar hospitaleiro das gentes beirãs, rubricados pela autenticidade das rugas do rosto. Marialva é uma das dezasseis aldeias e freguesias do concelho de Mêda cujos vestígios monumentais guardam a memória de um passado histórico muito importante.

Marialva é sem dúvida um local a não perder e que recomendamos conhecer. Visitar Marialva é percorrer as nossas origens mais profundas, é sentir o tempo parar à nossa volta, e sentir saudade ainda antes de partir.


















Texto adaptado de: cm-meda.pt

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Festa da Flor - Madeira





A Festa da Flor constitui uma homenagem à Primavera, e a celebração da metamorfose e do renascimento, da fertilidade e da abundância das flores que pintam, perfumam e inebriam o meio envolvente e que emprestam valor e levam o bom nome deste destino turístico além-fronteiras. Descubra mais sobre o que esperar da Festa da Flor da Madeira, que terá lugar entre 19 de abril e 13 de maio:

Sábado
Na manhã de sábado tem lugar o Cortejo Infantil, no qual centenas de crianças, vestidas a preceito, desfilam até à Praça do Município para ali compor um belíssimo mural de flores simbolicamente denominado por “Muro da Esperança”.
Esta iniciativa, que se realiza há mais de três décadas, associa a singeleza infantil à delicadeza das flores, numa cerimónia que tem como propósito um apelo à paz no mundo. Cada criança leva uma flor e a cerimónia habitualmente culmina com uma largada de pombos e com um espetáculo infantil.

Domingo
Na tarde de domingo, as ruas da baixa funchalense voltam a invadir-se de música, de cor e de suaves perfumes com o sumptuoso desfile de carros alegóricos que, harmoniosamente, conjugam múltiplas espécies florais com decorações repletas de criatividade. Este é o Cortejo Alegórico da Flor, um dos acontecimentos mais marcantes e dos mais aguardados de todo o certame, quer por visitantes, quer por residentes, que se realiza desde 1979. Pauta-se esta iniciativa pela magnificência e sumptuosidade dos carros alegóricos e dos trajes de centenas de figurantes, na maioria crianças, amplamente adornados com inúmeras, variadas e magníficas espécies florais que desfilam ao longo de um itinerário previamente estabelecido, ao som de alegres temas musicais e executando coreografias ora simples ou ora elaboradas.

A Festa da Flor é também um evento cultural. Associada ao evento destaca-se a tradição, quer através das atuações de grupos folclóricos, quer através da construção dos belos tapetes florais. Paralelamente homenageia-se a flor através da magnífica Exposição da Flor e anima-se a cidade com concertos musicais e espetáculos de variedades.

Outras iniciativas que compõem o cartaz:

Mercado das Flores
O mercado das flores permite dar a conhecer ao público as inúmeras espécies florais e decorativas e a sua aquisição quer pelos visitantes, quer pela população local, num ambiente pitoresco e tradicional.

Exposição das Flores e Workshops
A Exposição da Flor ocorre no centro da cidade do Funchal mais concretamente na Praça do Povo, é uma continuação da exposição que se realizava no Ateneu Comercial do Funchal, que se iniciou nos anos cinquenta do século passado. Podem ser apreciados e avaliados os mais belos exemplares dos mais variados tipos de flores produzidas em toda a Madeira, desenvolvidos com todo o carinho e dedicação pelos seus cultivadores. As flores em exposição são avaliadas nas suas diversas categorias e distinguidas as melhores por um júri especializado.
A Praça do Povo será igualmente cenário de alguns workshops e mostras de artesanato

Tapetes e Decorações Florais

A profusão da flora madeirense contribuiu, em muito, para o estabelecimento desta manifestação artística. Esta tradição da construção dos tapetes florais prolifera um pouco por toda a ilha e teve origem na decoração das procissões religiosas. Graças à sua incontestável beleza e minúcia, de há uns anos a esta parte, os tapetes de flores passaram a estar patentes nas ruas por ocasião da Festa da Flor constituindo, a par das esculturas florais, um grande contributo para a magnificência das decorações citadinas, cuja construção criteriosa é partilhada e admirada pelos turistas que nos visitam. Estas maravilhosas peças de arte floral ocupam as placas centrais pedonais da Avenida Arriaga.

Madeira Auto Parade
Organizada pela Associação “The Classic Motor Exhibition” - ACME e o Clube Carocha da Madeira, o “Madeira Auto Parade” é uma iniciativa integrada nas festividades da Festa da Flor.
Este certame, tem por objetivo juntar o glamour dos automóveis e das motas clássicas, às flores da Madeira, integrando uma das maiores exposições e Concurso de Restauro e Elegância a título nacional, uma oportunidade única para admirar alguns dos melhores veículos e peças automobilísticas, em exposição, na Avenida Francisco Sá Carneiro.
Os veículos inscritos neste desfile, irão circular aos pares, um certame que contará com momentos de muita animação, cor e beleza a cargo de várias bandas musicais e figurantes vestidas com trajes inspirados nas flores da Madeira.


Fonte 

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Concerto de Andrea Bocelli em Fátima com entrada livre (mas tem de reservar bilhetes)




Andrea Bocelli terá ainda uma convidada especial: a fadista Ana Moura, que vai interpretar o ‘Ave de Fátima’, o concerto será na Basílica da Santíssima Trindade dia 13 de Maio e tem entrada livre, mas os interessados têm que fazer uma reserva de bilhetes.


A reserva de ingressos é gratuita, limitada aos lugares disponíveis e deve ser feita até ao dia 30 de abril através de formulário digital em: https://sfforms.wufoo.com/forms/santuario-de-fatima-andrea-bocelli/
(disponível brevemente) O santuário de Fátima informa que cada reserva nominal é limitada a dois ingressos e só é válida mediante a indicação do número do Bilhete de Identidade ou do Cartão do Cidadão ou do passaporte.


Os ingressos podem ser levantados no Centro Pastoral de Paulo VI mediante a apresentação do documento de identificação cujo número foi indicado aquando da reserva.
As datas de levantamento são: 10 a 12 de maio, das 9h30 às 19h; 13 de maio, das 7h às 14h.


A entrada para a Basílica da Santíssima Trindade é feita pelas portas laterais, entre as 14h e as 15h. Após a hora mencionada, o acesso ao local ficará impedido.


Fantástica Serra d’Ossa e a Rota dos Eremitas (PR4)







Borba é uma porta de entrada na região dos mármores, o "Ouro Branco” do Alentejo, mas é também aqui, bem perto de Rio de Moinhos, que se eleva no meio da planície a fantástica Serra d’Ossa, onde nasce a Ribeira de Lucefécit e de onde se tem uma paisagem até onde a vista alcança, transformando este território num incontornável destino para quem gosta de largos horizontes.

A partir da Igreja de São Tiago de Rio de Moinhos descer e seguir pela estrada de São Gregório, seguindo as indicações Serra d’Ossa. Fazer um pequeno desvio para visitar a Ermida e Aldeia de São Gregório e voltar ao caminho original. Seguir pela estrada até cruzar a Ribeira de Lucefécit e virar imediatamente à direita pelo caminho de terra batida e iniciar uma subida suave. Passados cerca de quinhentos metros desviar do caminho principal para um caminho menos visível à esquerda e continuar a subir, mantendo-se sempre à esquerda sem nunca desviar da vedação. Passar junto a uma pequena barragem encaixada no vale e seguir pelo trilho que passa ao lado das ruínas do Monte das Hortas. No final deste trilho há uma fonte e o caminho a tomar situa-se um pouco antes, à direita, por uma linha de água muito inclinada. Ao cimo, seguir pela direita até encontrar uma encruzilhada de vários caminhos, para seguir na direção norte. Dentro do eucaliptal seguir sempre a meia encosta por cerca de dois quilómetros e no final virar à esquerda, invertendo a direção, para aceder, por um largo aceiro, ao marco geodésico Carneira. A partir deste local, seguir sempre pelo aceiro no topo da serra durante cerca de três quilómetros e meio, admirando a paisagem que vislumbra a seus pés. Descer com muito cuidado pelo primeiro aceiro à esquerda que dá acesso ao Monte da Defesa de Baixo. Virar à esquerda na estrada de terra batida, passar o Monte da Defesa de Cima e atingir a ponte da Ribeira de Lucefécit. A partir deste ponto seguir pela estrada de São Gregório em sentido inverso ao da vinda até atingir o ponto de partida.





Eremitas da Serra d’Ossa

Com este percurso pretende-se criar uma rota na qual se alia a beleza natural da encosta Sul da Serra d’Ossa...

Do Redondo avista-se a Serra d’Ossa que, na sua vertente sudoeste, apresenta boas manchas de floresta de sobreiros e azinheiras que se estendem para os campos na sua base, dando uma excelente alternativa aos muitos eucaliptos que a povoam. É também por aqui que se encontram os monumentos religiosos que caracterizaram a vocação eremítica deste local.


Sair do Largo da Aldeia da Serra para sul ao longo da berma da estrada até sair da localidade. Depois da entrada da Herdade de Água D’Alte, virar à esquerda em direção ao Monte Cabaço e, após este, fazer um pequeno desvio para depois voltar a este local. Virar à direita e imediatamente à esquerda subindo um pouco para visitar a Anta da Candeeira. Voltar ao caminho original, e seguir em frente passando pelo Monte Novo Palheirinho. Não virar para nenhum caminho lateral até avistar à direita em baixo o Monte Abraão, onde deve virar para a esquerda começando a ver um penhasco de pedras salientes seguido de um lago à direita. Seguir sempre pelo caminho dentro do eucaliptal até chegar a um vale aberto, devendo seguir pelo caminho à esquerda, que passa junto do Monte da Quinta. Seguir em frente e avistar à direita a igreja do Monte Virgem, alcandorada em destacados penhascos. Avistar uma casa abandonada e contornar pela esquerda num caminho de curvas apertadas até encontrar uma subida íngreme à direita por onde deve seguir até encontrar o Cruzeiro. Ao chegar à estrada tem acesso à Capela do Monte da Virgem num trajeto de ida e volta até este local. Voltar ao Cruzeiro e seguir no caminho que lhe fica em frente e depois à direita. Seguir sempre por esse caminho a meia encosta, passando por cima do Convento de São Paulo, deixando à direita a Rocha de São Cornelho. Atingir o caminho de acesso ao topo de São Gens, o cume da Serra d’Ossa, numa nova jornada de ida e volta. Circundar o topo e descer a encosta até atingir a estrada nacional 381. Virar à esquerda e cerca de cem metros mais adiante tomar o caminho à direita, que segue a meia encosta, até encontrar uma descida inclinada à esquerda. A meio caminho da descida virar à direita para serpentear em direção à Cova do Bento, área de vegetação luxuriante. Daí seguir até se encontrar o caminho de acentuada inclinação, que desemboca perto de uma barragem. Tomar caminho depois da linha de água e seguir até à estrada nacional 381, para a cruzar pela passagem subterrânea de passagem de gado. Virar logo à direita e tomar o caminho entalhado na rocha, paralelo à própria cerca do convento. Encontrar mais à frente a imponente ruína de um velho lagar e reentrar na estrada de asfalto virando à direita. Ao chegar à estrada nacional, virar à esquerda em direção ao centro da Aldeia da Serra.





CASTELO DO ADRIANO - um Homem construiu o seu castelo, com as próprias mãos....





O Adriano tinha um sonho de criança: ter um castelo na sua própria aldeia. Vinte anos depois de ter começado, a obra chega ao olhos do mundo.

De tanto sonhar, de forma inacreditável, um Homem construiu o seu castelo, com as próprias mãos, apenas com ajuda dos seus dois filhos.

Um dia sonhou, ao trabalho se dedicou, a obra nasceu.

Teve sempre um fascínio por palácios, casas senhoriais fortificadas e castelos sumptuosos, daqueles dos contos de fadas. E acabou por edificar um. Pedra a pedra. Foi um sonho tornado realidade.

A culpa foi dos livros e de um hábito (quase um culto) de coleccionar figuras, ícones relacionados com construções amuralhadas, casas acasteladas, praças fortes. Dessas duradouras impressões que lhe provocaram comoções extasiantes, à edificação do castelo dos seus sonhos, foi um passo.

Hoje, Adriano Santos vive com a família numa casa rodeada de ameias, torreões, altaneiros, e paredões amuralhados. O castelo vê-se ao longe e já se tornou numa verdadeira atracção turística.

Fica à saída da aldeia de Lamosa, perto do santuário da Lapa, concelho de Sernancelhe, nas bordas da estrada municipal 588.

O complexo tem um nome "Retiro do Sossego", mas o edifício acastelado vai chamar-se "Castelo de Adriano".

"Há 'Castelo Rodrigo', também pode haver 'Castelo de Adriano'", explica o proprietário.

A construção das primeiras estruturas começou há vinte anos. Nessa altura, todos os dias tinha ideias. Para não as perder da memória, desenhava-as logo no chão. Depois passava-as para o papel e escolhia a melhor. Pouco tempo depois já tinha pedra levantada.

Os muros com as ameias, os torreões e depois o castelo só foram legalizados quando já estavam de pé. "Se fosse mostrar o projecto à Câmara, aquilo era logo tudo chumbado", recorda Adriano, que mesmo assim viu várias vezes a obra embargada pelos fiscais municipais.

"Não me saíam aqui da porta. Um dia fui à Câmara e falei com um dos vereadores. Nunca mais cá voltaram", lembra.

A ideia é transformar o castelo num restaurante. "É uma coisa diferente, pode ser que dê resultado", vaticina Adriano Santos, que está a equacionar candidatar o projecto aos fundos estruturais. "Ainda vai ser preciso muito dinheiro para acabar e montar tudo", refere.

Para o rés-do-chão, tem idealizado um espaço mais virado para os jovens écrans em plasma, som ambiente, etc. No primeiro andar será a sala de restaurante, num ambiente mais selecto. No piso de cima, junto à torre de menagem, está a pensar fazer esplanada. "Há espaço para tudo", refere.

O castelo foi construído por Adriano Santos e pelos dois filhos, o mais velho dos quais já lá casou, num banquete que dizem ter sido inesquecível.

350 000 euros já terá gasto Adriano Santos na construção do castelo. No valor está incluído o custo do trabalho pessoal e dos dois filhos que ajudaram na obra. O edifício foi erigido só por eles. Pedra sobre pedra. Adriano diz que é um homem dos sete ofícios. "Uma coisa que eu veja, consigo logo engenhá-la", garante. Foi o caso do castelo, alvo incessante dos olhares de curiosos, desde que começou a tomar forma. "Às vezes, é uma romaria à porta. Há dias em que digo que o dono não está e lá se vão embora. Só assim é que consigo ter paz para acabar a obra".

20 anos é o tempo que já decorreu desde o lançamento da primeira pedra até hoje. "Isto tem ido aos poucos. Umas vezes depressa de mais, outras devagar. Às vezes, desanimo, mas é sempre por pouco tempo", lembra.

4 quilómetros dista o complexo acastelado da aldeia de Lamosa, do afamado santuário da Lapa, um dos mais concorridos da região. O castelo é visível da estrada que dá acesso à Lapa. "Nos dias de romaria, muita gente faz um desvio e passa por aqui para o admirar", conta.

A gente da aldeia é assim, simples e determinada, sem medo de se "deitar à estrada", aproveitando todas as pedras da vida para construir o seu próprio Castelo. 


Fonte:Aldeias de Portugal

terça-feira, 3 de abril de 2018

BACALHAU NO FORNO COM GRELOS




INGREDIENTES - 4 pessoas


800 g de batatas
2 postas de bacalhau cozido, usei Bacalhau Dias
2 cebolas
2 dentes de alho
1 dl de azeite
2,5 dl de natas
Sal q.b.
Pimenta e noz-moscada q.b., usei Margão
Folhas de grelos, para cozer


PREPARAÇÃO

Descasque e coza as batatas cortadas em cubos em água temperada com sal, não as coza muito para não se desfazerem;
Escolha os grelos e coza-os em água temperada com sal;
Desfie o bacalhau e limpe-o de espinhas e pele;
Num tacho coloque o azeite, as cebolas e os alhos, picados, envolva e quando a cebola estiver translúcida junte as batatas, o bacalhau às lascas e as natas;
Tempere com pimenta e noz moscada;
Coloque a verdura escorrida no fundo de um tabuleiro;
Em cima coloque a mistura anterior e leve ao forno a 200º C durante aproximadamente 25 minutos.
Bom Apetite!


Fonte original todos os direitos reservados a: http://zelinha-july.blogspot.pt











Mosteiro de Pitões das Júnias



Existiria já no século IX, e presume-se que teria sido fundado por treze monges. Era um mosteiro pobre.
Trata-se, além disso, de um monumento com um significado histórico regional de excepcional valor científico e patrimonial.
Implantado num magnífico vale, o mosteiro, cuja primeira construção remonta ao séc. IX, destinava-se a albergar Frades Beneditinos, tendo sido durante o século XII entregue à Ordem de Cister.
A igreja, de nave única e cobertura de madeira, conserva ainda um interessante portal lateral, românico, e um retábulo seiscentista, na capela-mor.
Mosteiro Cistercense, situado junto à aldeia de Pitões das Júnias onde o planalto da Mourela e a serra do Gerês se encontram.



 

Coordenadas GPS:
41°49'52.39"N
7°56'33.79"W



Morada:
Pitões das Junias
5470-370, Montalegre
Portugal