domingo, 29 de abril de 2018
Mercado dos Lavradores - Funchal
O Mercado dos Lavradores, no centro do Funchal foi inaugurado a 24 de Novembro de 1940. Este projeto da autoria de Edmundo Tavares (1892-1983), apresenta a arquitetura do Estado Novo, e reflete a intenção de o tornar no grande polo abastecedor da cidade.
Grandes painéis de azulejos da Faiança Batisttini de Maria de Portugal, datados de 1940 e pintados com temas regionais, por João Rodrigues, ornamentam a fachada, a porta principal e a peixaria.
Nos dias de hoje este espaço ainda exerce as funções para as quais foi criado, nele se comercializando produtos de toda a espécie, num ambiente onde se misturam cores, sons, cheiros e gentes diversas.
Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta -feira: 08:00 – 19:00; Sexta -feira: 07:00 – 20:00/Sáb.:07:00 -14:00
Pausa/Interrupção:
Domingos e feriados.
Contatos
Largo dos Lavradores, 9060 - 158
+351 291 214 080
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Venha conhecer Picha
| google maps |
Não, não é palavrão, é apenas geografia!
A aldeia da Picha situa-se no concelho de Pedrogão Grande, no distrito de Leiria.
A aldeia tem apenas 24 habitantes que vivem do trabalho nos campos e até brincam com o nome da aldeia. Trocadilhos e piadas são habituais quando a conversa é o nome da terra. Eles não se importam e gracejam.
Consta que o nome da terra teve origem numa fábrica de resina. Mas ninguém sabe explicar muito bem a razão exacta da denominação. Em tempos, já houve quem tivesse feito um abaixo assinado para mudar o nome da aldeia, só que a proposta de mudança para Pénis não vingou.
Aqui não há escolas, nem lojas, mas existe um Restaurante situado no piso inferior de uma habitação, à margem da estrada. Boa alternativa para comer bem e a bom preço.
Uma localidade onde não existe criminalidade, e onde as pessoas todas trabalham para o melhoramento do património colectivo.
Portugal pode ter orgulho da sua Picha!
A aldeia da Picha situa-se no concelho de Pedrogão Grande, no distrito de Leiria.
A aldeia tem apenas 24 habitantes que vivem do trabalho nos campos e até brincam com o nome da aldeia. Trocadilhos e piadas são habituais quando a conversa é o nome da terra. Eles não se importam e gracejam.
Consta que o nome da terra teve origem numa fábrica de resina. Mas ninguém sabe explicar muito bem a razão exacta da denominação. Em tempos, já houve quem tivesse feito um abaixo assinado para mudar o nome da aldeia, só que a proposta de mudança para Pénis não vingou.
Aqui não há escolas, nem lojas, mas existe um Restaurante situado no piso inferior de uma habitação, à margem da estrada. Boa alternativa para comer bem e a bom preço.
Uma localidade onde não existe criminalidade, e onde as pessoas todas trabalham para o melhoramento do património colectivo.
Portugal pode ter orgulho da sua Picha!
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Nas Salinas de Rio Maior há sal sem mar. As Salinas de Rio Maior são as únicas salinas de interior em Portugal
O milagre do sal nas salinas de Rio Maior
No sopé da Serra de Candeeiros, 100 metros acima do nível do mar e a mais de 30 quilómetros da costa, as Marinhas de Sal de Rio Maior são um dos símbolos do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros. Em funcionamento desde 1177, quando o terreno foi adquirido pela Ordem dos Templários, estas salinas naturais, únicas em Portugal, têm origem numa extensa e profunda mina de sal-gema, atravessada por uma corrente subterrânea que alimenta um poço de onde se extrai a água, «sete vezes mais salgada que a do Oceano Atlântico»
As Salinas de Rio Maior situam-se a cerca de 3 km do centro da cidade Classificadas como Imóvel de Interesse Público desde Dezembro de 1997, estas são as únicas Salinas interiores existentes em Portugal, e as únicas que se encontram em pleno funcionamento na Europa. A primeira referência à sua existência data de 1177, mas pensa-se que o aproveitamento do sal-gema já seria feito desde a Pré-história.
Rodeadas de vinhas e terras de cultivo são consideradas como uma maravilha da natureza, uma vez que o oceano fica a 30 km. O sal é vestígio da presença do mar em épocas remotas. A água, cerca de sete vezes mais salgada que a água do mar, provém de um poço, após passar por uma jazida de sal-gema.
Casas de Madeira
Antigos armazéns de sal. Hoje, em grande parte, transformadas em casas de comércio uma vez que a maior parte do sal passou a ser guardada nos armazéns da cooperativa. A madeira foi o material escolhido de forma a evitar a corrosão do sal. Os suportes laterais exteriores são troncos de oliveira.
Fechaduras de Madeira
Fechadura e chave das casas de madeira. A chave é o acessório de menores dimensões, que apresenta um orifício na ponta. A chave é colocada com os dentes para cima. Ao pressionar a chave para cima, são puxados os “piqueletes” que soltam a tranca, permitindo a abertura da porta. Não existem duas chaves iguais.
Dirija-se ao Posto de Turismo das Salinas para informações, mapas e visitas guiadas.
Como Chegar:
Latitude +39° 21' 52.57, Longitude -8° 56' 40.62
Desenho gigante no areal da praia de Mindelode em Vila do Conde alerta população
O desenho gigante que foi avistado nas areias da praia de Mindelo em Vila do Conde retrata uma baleia presa no interior de uma garrafa de plástico e segundo a Quercus responsável por esta iniciativa pretende passar a mensagem: "ajudem-nos a libertar o plástico do mar".
O desenho esculpido por Jhean Benjamin, um famoso artista francês, é um baixo-relevo de 35 metros de diâmetro e demorou cerca de duas horas e meia a fazer.
Esta iniciativa da European Environmental Bureau é inserida num movimento a nível europeu, que envolve mais cinco países: Holanda, Reino Unido, França, Espanha e Alemanha, onde se realizaram acções semelhantes.
O objectivo é reduzir em 40 dias a utilização de artigos em plástico.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Empadão de bacalhau
3 ou 4 postas grandes de bacalhau demolhado, cozido ou se quiserem as sobras duma qualquer refeição
8 a 9 batatas cozidas e cortadas às rodelas
2 cebolas cortadas em rodelas
1 couve repolho cozida
sal a gosto
3 ou 4 ovos cozidos
3 dentes de alho laminados
azeite q. b.
1/2 copo de vinho branco
1 ovo inteiro para pincelar no fim o empadão
Se pretender pode utilizar 1 ou 2 cenouras cozidas e cortadas às rodelas
molho bechamel
1 litro de leite
sal a gosto
3 colheres de sopa de maisena
1 colher de sopa de manteiga
(se preferirem podem comprar o molho feito)
Se não gostarem de bechamel podem preparar um puré de batata... depende dos gostos.. e fica óptimo, também!
Começa-se por preparar o molho bechamel.
Leva-se ao lume o leite e todos os outros ingredientes desfeitos no leite, até engrossar e formar um creme (sempre mexendo com colher).
Puré de batata
Se pretender um puré, basta utilizar algumas batatas cozidas, passá-las pelo passe vite (particularmente, eu gosto mais de a utilizar este instrumento, um pouco em desuso, que desfazê-las com a varinha), juntar um pouco de sal, uma colher de manteiga, um pouco de leite e levar ao lume até obter a consistência de puré.
Mexer sempre com colher.
Cobre-se o fundo dum tacho com um bom bocado de azeite, para obtermos o molho suficiente para se regar este prato.
Junta-se a cebola cortada em rodelas , o sal a gosto e o alho laminado.
Leva-se ao lume brando (sem queimar a cebola e alho), e deixa-se cozinhar até a cebola ficar macia.
Junta-se, por fim, o vinho e volta a cozinhar, em lume brando, até este evaporar.
Está pronto, depois de rectificar o sal.
Cortam-se as batatas e o ovo às rodelas.
Tenta-se ter o bacalhau esfiapado, depois de limpo de espinhas e de peles.
Corta-se a couve em bocados.
Atenção -Se gostar de cenoura também pode cozer um pouco e cortá-la em rodelas (fica saboroso e dá cor ao prato).
A preparação do prato é feita numa assadeira de pirex ou outra de ir ao forno ( eu prefiro pirex transparente, para se ver o colorido por fora, o casamento de sabores).
Forra-se o fundo com puré ou molho béchamel, ou até rodelas de batata cozida.
De seguida, cobre-se com uma camada de bacalhau, outra de ovo, outra de couve, outra de batata, e assim sucessivamente.
Por fim, rega-se com o molho.
Cobre-se com o molho bechamel ou com puré de batata.
Pincela-se com o ovo batido e leva-se ao forno a alourar ( até o empadão ficar quente, no caso de serem aproveitamentos e eles estarem frios).
Bom aproveitamento...HUMMMMMMMMMMMM..que cheirinho agradável!!!!!....
(Pode utilizar outro peixe, se preferir, em vez de bacalhau!)
Fonte original todos os direitos reservados a:https://preparandoalgo.blogs.sapo.pt
Bolo de cajú
Ingredientes
250g de cajú
1 chávena (chá) de açúcar
7 ovos
Preparação
1. Processe a castanha de cajú até ficar bem moída (em farinha)
2. Separe as gemas das claras. Bata as gemas com o açúcar até obter um creme esbranquiçado. Misture a castanha moída
3. Bata as claras em castelo firme e incorpore-as na massa 4. Leve ao forno numa forma untada de manteiga por cerca de 40 minutos.
Fonte original todos os direitos reservados a:http://vamosacozinha.blogspot.pt
Bolo de laranja
Ingredientes
250g de farinha de trigo
200g de açúcar
6 ovos
Sumo de 4 laranjas
Raspa de 1 laranja
75ml de óleo vegetal
1 e 1/2 colher (chá) de fermento (royal)
Margarina e farinha para untar a forma
Preparação
1. Bata muito bem as gemas, o açúcar e o óleo. Acrescente a farinha, a raspa e o sumo de limão e continue a bater. Ponha o fermento e bata mais um pouco
2. Bata as claras até ficarem em castelo firme e, com ajuda de uma colher de pau, incorpore na massa. Leve ao forno numa forma untada de margarina e trigo por cerca de 40 minutos.
Fonte original todos os direitos reservados a: http://vamosacozinha.blogspot.pt
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