terça-feira, 18 de setembro de 2018

Arouca vai ter a maior ponte pedonal suspensa de Portugal... e vai ser transparente!




A ponte envidraçada dos Passadiços do Paiva já está em construção, uma estrutura de 480 metros sobre o rio vai se a maior ponte suspensa em Portugal e a mais bonita da Europa!

 
 A estrutura vai estar apoiada por apenas dois cabos a ligar ambas as margens do rio na zona da garganta do Paiva, fazendo com que seja possível apreciar a cascata das Aguieiras e a escadaria dos passadiços do Paiva a partir de uma cota superior, já que todo o piso será totalmente transparente.


O vão de 480 metros sobre o rio terá uma largura útil de 1,20 metros e pavimento em gradil metálico, no que o objetivo é facilitar a circulação do vento sem oferecer grande resistência às correntes.

Inspirada nas pontes incas que atravessavam os vales mais profundos das montanhas dos Andes, a nova estrutura anunciada para Arouca integra a rede de vias pedonais já existentes no concelho e terá um custo estimado em 1,7 milhões de euros (mais IVA).

Deverá ficar concluída num prazo de 10 meses, após o que a sua utilização terá efeito no preçário de acesso aos passadiços, cuja entrada custa atualmente um euro por pessoa, sendo grátis para menores de 12 anos e tendo um custo único de 2,5 euros para residentes de Arouca que adquiram um cartão de uso vitalício.



A nova travessia sobre o Paiva será inaugurada no início de 2019









Os Passadiços do Paiva ficam na margem esquerda do Rio Paiva, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro. Ao todo são 8700 metros de passeio, com partida ou chegada em Areinho ou Espiunca, que se percorrem em cerca de duas horas e trinta minutos. O percurso passa pelos Geossítios da Garganta do Paiva, pela Cascata das Aguieiras, Praia Fluvial do Vau, Gola do Salto e Falha de Espiunca. Proporcionam também um passeio pela natureza em estado puro, junto a descidas de águas bravas, cristais de quartzo e espécies em extinção na Europa. O território Arouca Geopark é reconhecido pela UNESCO como Património Geológico da Humanidade.

Há uma pequena ilha deserta e paradisíaca no Douro. A Ilha dos Amores







A Ilha dos Amores, terra de mistérios e lendas, é um dos tesouros mais desconhecidos do Douro, mas também das riquezas mais encantadoras.

Descubra agora esta pequena ilha perdida no Douro que vai surpreender qualquer visitante que com ela se cruze…


Pode não ser a Ilha dos Amores cantada por Luís de Camões nos seus Lusíadas, aquele paraíso que Vénus construiu para premiar os heróis lusitanos pelas suas conquistas, mas é uma Ilha encantadora no meio de um reino verdadeiramente “maravilhoso”… o Douro!

E esta “Ilha dos Amores” que falamos é bem mais que um mito. É uma realidade, apesar de parecer ter sido retirada das histórias mais românticas de todos os tempos. Esta é uma pequena ilha deserta, praticamente em estado bruto, no meio de um dos rios mais bonitos do mundo!

A formação desta ilha deve-se à subida das águas há centenas de anos atrás, que formaram um pequeno pedaço de terra que conta agora com 29 metros de altitude e 1400 metros2. A ilha, também conhecida como “Ilha do Castelo”, testemunha o cruzamento dos rios Paiva e Douro e marca o encontro dos distritos do Porto, Aveiro e Viseu.

E como quase todas as ilhas, está repleta de mistérios. As lendas – algumas mais trágicas que outras – dão-nos conta de um amor proibido vivido há dezenas de anos atrás entre uma fidalga e o filho de um lavrador. Já a História será um dia contada pelas ruínas de uma torre defensiva que prova que ainda há muito para descobrir no meio de uma paisagem tão sublime.

Esta ilha tem um pequeno Cais e, por isso, numa viagem de barco, podemos explorar este que é considerado um dos tesouros do Douro! Não se encontrarão, certamente, as Nereidas de Camões mas encontram-se outras riquezas naturais.

É um verdadeiro oásis que os olhos comtemplam: desde plantas rasteiras a árvores altas e imponentes, o isolamento permitiu a conservação da sua genuína vegetação. Aqui pode encontrar-se o pinheiro bravo e o pinheiro manso, os carvalhos, oliveiras, tamargueiras, juncos, freixos, amieiros, entre outros.

Aqui parece que o tempo para. E o cheiro doce e fresco envolve-nos com o som do rio a correr e dos pequenos pássaros a cantar. A confusão das grandes cidades está longe… Passeie e contemple o “excesso de Natureza” que por aqui habita. E porque não um mergulho para refrescar a tarde em pleno Verão Duriense? A água cristalina e calma lança o convite e vai querer mesmo aproveitar!














Lenda da Ilha dos Amores

Não poderia deixar de haver conversa popular sobre o que aconteceu por aqui. Diz o povo duriense que a Ilha dos Amores foi o palco de mais uma tragédia do lendário português. A saber.

Um lavrador, de tenra idade, apaixonou-se por uma mulher abastada, menina da fidalguia. Nem sequer passava por coisa rara de acontecer, mas aqui a novidade é que ela também se apaixonou por ele.

Os tempos eram outros, tempos onde nunca seria aceite que uma mulher de sangue azul pudesse desposar um plebeu, ainda por cima camponês. As tentativas de encontros sucediam-se, sempre mal vistos pelo pai da fidalga, até serem proibidos de vez, deixando ambos a chorar a saudade que sentiam um pelo outro.

Passados poucos meses, a mão da bela e rica mulher ficou entregue a um aristocrata. Não seria um casamento de amor, mas sim de conveniência, como era habitual na altura.

O camponês, roído de ciúmes, e tendo presente a ameaça de nunca mais poder ver a sua amada assim que se entregasse a outra pessoa, decidiu tomar medidas extremas: ao avistar o fidalgo a passear junto ao Douro, matou-o, atirando-o depois ao rio como forma de apagar qualquer indício de prova contra si.

Ainda assim, sabendo que seria o suspeito número um, decidiu esconder-se numa pequena ilha no Rio Douro, isolando-se do mundo e sofrendo pela ausência do seu amor. Ali ficou, por muito e bom tempo. Apercebendo-se de que nunca alguém o tinha descoberto, começou a engendrar um plano de trazer a fidalga consigo e ali viverem os dois para sempre.

Assim foi, e, saindo da ilha pela primeira vez em muitos dias, encontrou a sua amada convencendo-a a regressar consigo para tal local inóspito e secreto onde nunca seriam encontrados. Tomaram um barco para seguirem em direção ao pequeno ilhéu. A viagem seria curta, mas o inesperado aconteceu: do nada, levantou-se uma grande tormenta, e o rio, formando um vórtice, engoliu a barca onde os dois amores se encontravam.

Contou-se, depois, que se tratou do espírito do jovem fidalgo assassinado pelo camponês, que veio à superfície vingar a sua morte.

Conhecida como a "Route 66 portuguesa", a Estrada Nacional 2, que começa em Chaves e termina em Faro, tornou-se numa rota turística nacional e internacional.

 


Conhecida como a "Route 66 portuguesa", a Estrada Nacional 2, que começa em Chaves e termina em Faro, tornou-se numa rota turística nacional e internacional.

Atravessa 32 municípios, passa pelo interior de povoações e liga paisagens tão diferentes como as vinhas do Douro, as planícies do Alentejo ou as praias do sul de Portugal. Uma viagem por esta estrada é também uma viagem pelo país.

A Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 lança agora o "Passaporte EN2", com um custo de 1 euro, e que já se encontra à venda em São Brás de Alportel.

Esta ação tem como objetivo incentivar turistas nacionais e estrangeiros a percorrer esta estrada, considerada como a mais longa da Europa e a terceira mais extensa do mundo (a seguir à Route 66 dos Estados Unidos e à Rota 40 da Argentina).

Com este passaporte, os turistas podem receber carimbos referentes aos locais por onde vão passando ao longo da rota, aproveitando todo o potencial paisagístico e patrimonial que o percurso tem para oferecer.

Para ajudar os visitantes, foi lançado recentemente pela editora Foge Comigo um guia extensivo sobre a Estrada Nacional 2, com cerca de 500 páginas.

No guia, a Estrada Nacional 2 é dividida em 20 etapas, com cada etapa a obedecer "a uma unidade de paisagem" e cinco delas a cidades - Chaves, Viseu, Lamego, Vila Real e Faro -, "que qualquer uma delas justifica muito tempo de paragem", disse à agência Lusa o responsável pela editora, Armando Carvalho, aquando do lançamento do guia .

Está também presente no guia uma agenda de eventos culturais e tradicionais que decorrem nos 35 concelhos abrangidos, que vão do "arrastão da grande pedra, em agosto, em Vila Pouca de Aguiar", ao jogo do panelo com a louça de Bisalhães ou a Romaria a Cavalo, que atravessa Viana do Alentejo
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Um pouco da história.....



É difícil encontrarmos a história da Estrada Nacional 2 já que muito pouco ou quase nada se encontra escrito sobre ela. Foi Estrada Real nos finais do séc. XIX, em 1884 era a Estrada Distrital nº 128 e o seu percurso ia de Faro a Castro Verde, em 1910 era a Estrada Nacional nº 17 e o seu percurso já ia de Faro a Beja, posteriormente foi a Estrada Nacional nº 19-1ª, assumindo definitivamente o título de Estrada Nacional 2 em 1944. Nos troços do Alentejo e Algarve dominou o piso de terra e empedrado até aos anos 1930 altura em que o alcatrão veio substituir os antigos pisos. O troço do Alentejo entre Odivelas e Torrão manteve até o piso empedrado até 2010 altura em que ganhou um tapete betuminoso.
A estrada Nacional 2 pode-se considerar o equivalente Português da Route 66 nos EUA, mas à escala de Portugal dadas as nossas reduzidas dimensões, não temos o Middle West, mas este pode ser substituído por Trás-os-Montes em que as pontes não atravessam o Mississipi mas sim rios como o Douro e o seu vale, património da humanidade, e em que os motéis de estrada característicos da Route 66, dão lugar a uma qualquer casa de pasto com dormidas no 1º andar, mas é no capitulo gastronómico que a nossa EN-2 ganha, pois os hambúrgueres e os hot dogs da Route 66 dão lugar aqui à mais rica gastronomia do interior do nosso país desde Trás os Montes ao Algarve passando pelas Beiras e Alentejo.
A Estrada Nacional nº 2 atravessa Portugal de cima abaixo como uma verdadeira espinha dorsal que o foi, tem o seu início no Km 0 em Chaves bem lá no norte do país junto a Espanha, e termina no Km 737 na cidade Faro junto ao oceano Atlântico, depois de ter serpenteado por montes e vales perdidos do interior dum país esquecido pelo progresso e pelas auto estradas ou itinerários principais.
A estrada Nacional nº 2 marcou uma época e fez parte da história dessa época tem por isso muitas histórias por contar, o troço abrangendo o itinerário que liga Almodôvar a São Brás de Alportel foi classificado em 2003 como Estrada Património, como reconhecimento pelo valor desta via e pelo riquíssimo património que a envolve. Pena é que este troço ou toda a sua estrada na íntegra não sejam divulgadas e aproveitadas para fins turísticos que poderiam revitalizar muitas das zonas que os 737 km atravessam no seu épico percurso que cruza onze distritos Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal, Beja e Faro.







 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Sala do Trono do Palácio de Mafra abriu ao público após primeiro restauro em 200 anos



A decoração mural desta sala fez parte de uma campanha encomendada pelo Príncipe Regente, futuro D. João VI. Iniciados cerca de 1804, os trabalhos nela realizados foram dirigidos por Volkmar Machado e Manuel Piolti.

Sempre que a Família Real se encontrava em Mafra, aqui se realizava a cerimónia do “beija-mão” nos dias de aniversário real, nos dias onomásticos, Natal, Ano Novo e outros dias solenes. Este costume manteve-se até à abolição da cerimónia por D. Pedro V. A sala ficou então fechada, chegando inclusive a ser utilizada como Casa da Fazenda (guarda-móveis) do Palácio, ainda durante a monarquia.

A partir de 1911, o Paço Real foi abrindo progressivamente as salas ao público e esta sala, tal como diversas outras, foi objeto de uma intervenção de restauro. 



As primeiras linhas do Palácio-Convento de Mafra surgiram duma promessa do rei D. João V. O Magnânimo (cognome do monarca absolutista) jurou erguer o monumento caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do nascimento da princesa Maria Bárbara.





Horários

Palácio: 

Das 09h30 às 17h30
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerram das 13h00 às 14h00
Tempo médio da visita
c. de 1.30h

Biblioteca (leitores)

Dias úteis - das 09h30 às 13h30 e das 14h00 às 16h00

Basílica

Diariamente das 09h30 às 13h00h e das 14h00 às 17h30
Encerramento 
Terças-feiras e nos dias 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Acessibilidade
Não acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
Não é permitida a entrada de animais, exceto cães-guia
Nota - Não é permitida a entrada de malas de viagem, mochilas, volumes grandes ou objetos contundentes.

Estacionamento

Na zona exterior do Monumento, fachadas norte e sul.

Loja

Horário de funcionamento do museu
Réplicas de peças da coleção, porcelanas, vidros e cristais, pratas e casquinhas, joias, postais, linha infantil, publicações.

O Oceanário de Lisboa foi eleito o melhor do mundo (mais uma vez)








O Oceanário de Lisboa foi eleito o melhor do mundo mais uma vez!

É a terceira vez que este espaço de Lisboa ganha este prémio, atribuído pelo TripAdvisor.


Tal como aconteceu em 2015 e em 2017, o Oceanário de Lisboa foi considerado pela terceira vez ‘Melhor Aquário do Mundo’ pelo Travelers’ Choice 2018, do TripAdvisor.


Com 33.854 reviews no maior site de viagens do mundo, o Oceanário de Lisboa tem uma avaliação global de 4,5 em 5.












Este é um dos locais mais visitados em Portugal, e conta com mais de 23 milhões de visitantes, de 185 países diferentes desde a sua abertura. Só no ano passado recebeu 1,3 milhões de visitantes – tendo sido registado este o melhor ano de sempre.










O Oceanário de Lisboa é um daqueles lugares que surpreende os seus visitantes, seja pelo tamanho, pela variedade de espécies ou pelo ótimo trabalho educativo que faz (um ponto muito atrativo para quem o visita com crianças).

Vivem no aquário  8 mil animais e plantas, de 500 espécies em 7 milhões de litros de água salgada.

Além do tanque central existem 4 divisões menores que representam os habitats costeiros: Atlântico Norte, Antártico, Pacífico Temperado e Índico Tropical.

Ali são representadas, além de espécies aquáticas, algumas espécies terrestres. Todos estes tanques convergem para o tanque central trazendo novamente a ideia de unidade entre os oceanos.


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Museus grátis aos domingos e feriados (veja a lista)






É verdade que os bilhetes para entradas de museus pesam no orçamento de uma família, mas agora já não tem desculpa  para não levar os miúdos a visitar um museu!

Os museus geridos pela Direção Geral do Património Cultural têm entrada gratuita aos domingos e feriados desde a hora de abertura até às 14 horas.

Mas não são só esses os museus grátis, existem outros museus com entradas gratuitas em alguns horários ou dias específicos. Deixamos-lhe aqui a lista dos museus que é possível visitar gratuitamente em Portugal.

Museus DGPC LISBOA

Outros museus grátis em Lisboa

  • Castelo de S. Jorge (todos os domingos de manhã)
    Rua de Sta Cruz, 1100-129 Lisboa
    +info: Castelo de S.Jorge
  • MAAT (no 1º domingo de cada mês)
    Av. Brasília, Central Tejo 1300-598 Lisboa
    +info: MAAT Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia
  • Museu da Marinha (no 1º domingo de cada mês)
    Praça do Império,Belém  1400-206 Lisboa
    +info: Museu da Marinha
  • Museu do Dinheiro (durante todo o ano)
    Antiga Igreja de S. Julião, Largo de S. Julião, 1100-150 Lisboa
    +info: Museu do Dinheiro
  • Museu Calouste Gulbenkian (todos os domingos, a partir das 14h)
    Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
    +info: Fundação Calouste Gulbenkian
  • Museu da Marioneta (todos os domingos de manhã)
    Convento das Bernardas – Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa
    +info: Museu da Marioneta
  • Museu Coleção Berardo (aos sábados, durante todo o dia)
    Praça do Império, 1449-003 Lisboa
    +info: Museu Coleção Berardo
  • Museu do Oriente (à sexta feira, das 18h às 22h)
    Av. Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa – A entrada do Museu localiza-se na Av.24 de Julho.
    +info: Museu do Oriente

Museu DGPC PORTO

Outros museus grátis no Porto

  • Serralves (das 10h às 13h, no primeiro domingo de cada mês)
    Rua Dom João de Castro 210, 4150-417 Porto
    +info: Serralves
  • Galeria da Biodiversidade (manhã do segundo domingo de cada mês)
    Rua do Campo Alegre 1191, 4150-173 Porto
    + info: Galeria da Biodiversidade

Outro museu grátis em Vila do Conde

  • Casa de José Régio  (das 10h às 13h, todos os domingo e feriados)
    Avenida José Régio, 4480 – 671 Vila do Conde
    + info: Casa José Régio

Museu DGPC COIMBRA

Museu DGPC CONDEIXA-A-NOVA

Museu DGPC VISEU

Museu DGPC MAFRA

Museu DGPC BATALHA

Museu DGPC ALCOBAÇA

Museu DGPC TOMAR


A Cerveja em Lisboa: vem aí a 2ª edição da Oktoberfest à portuguesa





A CERVEJA EM LISBOA
Um evento que marcará a agenda de Outubro em Lisboa.

O Campo Pequeno recebe, uma vez mais, A Cerveja em Lisboa, de 4 a 7 de Outubro de 2018.


À semelhança do sucesso da primeira edição, serão muitas as atracções e novidades que animarão esta 2ª edição d’A Cerveja em Lisboa, com a possibilidade de degustar um leque alargado de cervejas nacionais, internacionais e artesanais, bem ao estilo da Oktoberfest. 


O ambiente é de festa com animação permanente num palco central e performances itinerantes, com música alusiva às Oompah Band, DJ e outras animações.