domingo, 23 de setembro de 2018

Queijadas da Madeira





Massa
250 g de farinha de trigo
250 g de manteiga, amolecida (mas não líquida)
2 colheres de sopa de açúcar

Recheio
500 g de requeijão
400 g de açúcar
12 gemas
2 claras
Manteiga, para pincelar


Massa:
Peneire a farinha com o açúcar para uma tigela. Junte a manteiga e amasse até ligar. Faça uma bola de massa e embrulhe em papel de alumínio. Deixe descansar durante 4 a 5 horas (é importante que a massa descanse todas estas horas).

Recheio:
Passe o requeijão por uma peneira fina e deite para uma tigela. Adicione o açúcar e mexa bem. Junte as gemas uma a uma, mexendo bem entre cada adição. No fim, junte as claras. Bata bem até obter um recheio homogéneo.Aqueça o forno a 180 ºC.Numa bancada enfarinhada, estenda a massa muito fina. Corte quadrados de massa com cerca de 10 cm de lado. Forre um tabuleiro de forno com quadrados de papel vegetal com cerca de 12 cm de lado e disponha um quadrado de massa em cada um. Dobre as pontas da massa em direção ao centro. Deite uma colherada de recheio em cada queijada.Leve ao forno. Quando retirar as queijadas do forno, pincele a parte de cima da massa com manteiga.


http://www.receitasdeportugal.com 


Foto: daqui

queijadinhas de iogurte... são uma delicia!



Ingredientes:

400 g massa folhada
4 iogurtes aroma a gosto
1 lata de leite condensado
8 gemas
4 Ovos
açúcar em pó para polvilhar
Farinha para polvilhar


Instruções:
1. Estenda a massa folhada polvilhada com farinha até obter um rectângulo.
2. Pincele a massa por cima com água e enrole-a.
3. Depois corte a massa em rodelas.
4. Coloque as rodelas de massa em forminhas e estique-as com os dedos até que fiquem bem forradas. 


Numa tigela, misture bem o leite condensado, os iogurtes, as gemas e os ovos, distribua pelas forminhas e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC durante cerca de 35 minutos ou até que fiquem cozidas e douradinhas. Retire, deixe arrefecer, desenforme.



http://www.receitasdeportugal.com








Foto: daqui

Oficialmente estamos no Outono.... mas com temperaturas a rondar os 40º





É na noite de domingo que se dá o equinócio de outono, o que marca o início desta estação no hemisfério norte. E prolonga-se até às 22:23 do dia 21 de dezembro, dando lugar ao inverno. Só que as condições extremas, sejam as altas temperaturas do verão ou as tempestades de inverno, também acontecerão nos próximos meses.

Este domingo esperam-se máximas muito próximas dos 40 graus, nos distritos de Santarém e Évora (39), e ainda Beja (38). E as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera apontam para um ligeira subida para segunda-feira, com as máximas a chegarem mesmo aos 40 no distrito de Santarém e a ficarem muito perto incluindo em Setúbal.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Liga Portuguesa Contra o Cancro é finalista de prémio internacional

 

  

 

 


Liga Portuguesa Contra o Cancro nomeada para Prémio Mundialda World Cancer Day Spirit Award, que será atribuído pela UICC - Union for International Cancer Control.




Os prémios da União Internacional para o Controlo do Cancro (UICC) apresentam como objetivo identificar e celebrar as boas práticas de entre os seus membros, inspirando intervenções futuras.
Em 2018, um dos quatro finalistas mundiais ao prémio "World Cancer Day Spirit Award" da UICC é a Liga Portuguesa Contra o Cancro. 


Esta honrosa nomeação justifica-se pela campanha levada a cabo nas celebrações do Dia Mundial do Cancro 2018, onde se envolveram mais de 100 parceiros. Assim, colaborando com empresas, escolas, bibliotecas, associações desportivas, municípios e com os meios de comunicação social, a Liga passou a mensagem "Nós podemos, Eu posso" prevenir e combater o cancro.


 Através desta nomeação, a comunidade internacional prova que reconhece e valoriza este trabalho. A UICC apresentará no Congresso Mundial do Cancro que se realiza em Outubro em Kuala Lumpur, o grande vencedor. Almejamos que seja a Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Quem foi "Zé povinho"?




O "Zé Povinho" é uma das mais conhecidas personagens portuguesas. Confunde-se com o povo português amplificando todos os seus defeitos e virtudes. Criado há mais de cem anos o Zé continua a ser nosso contemporâneo.



Zé povinho:



Zé povinho foi um personagem criado pelo caricaturista português Rafael Bordalho Pinheiro, em 1875, no periódico de humor político, A Lanterna Mágica, numa charge intitulada Calendário Português, criticando de forma humorística os principais problemas sociais, políticos e económicos do país. Tornou-se uma figura identificativa do povo português.

A imagem de cerâmica do personagem, criada pelo caricaturista, encontra-se hoje no Museu Rafael Bordoalho Pinheiro, na freguesia de Campo Grande em Lisboa.



Mas o que quer dizer "Zé povinho", uma expressão tão utilizada na língua portuguesa?


"Zé povinho" é uma expressão popular que significa gente simples, indivíduo do povo. É usada para identificar pessoa desqualificada socialmente.

Zé, é uma forma popular de exprimir o homem do povo. Povinho, é o diminutivo de povo (habitante de uma localidade). Zé povinho é uma expressão descriminatória, usada para indicar uma pessoa simples, ralé.


Raphael Bordallo Pinheiro



Raphael Bordallo Pinheiro (na grafia original) foi caricaturista, ilustrador, ceramista, decorador, editor e criador de uma das personagens que melhor personifica o ser português: o Zé Povinho.
A personagem nasceu em 1875 e passou a surgir com frequência nas vinhetas publicadas por Bordalo Pinheiro nas diversas publicações que editou ou onde colaborou.
O “Zé” foi assumindo a personalidade do povo, mas também as críticas ao sistema político e aos seus protagonistas. Os regimes passaram e as críticas assumiram novos contornos ultrapassando mesmo a vida do seu autor, com o “Povinho” a recriar-se nas mãos de novos autores e criadores.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Monsanto a “aldeia mais portuguesa”.



Monsanto foi distinguida em 1938 com o Galo de Prata, por ser considerada a “aldeia mais portuguesa”. Uma réplica do galo de prata destaca-se no topo da Torre de Lucano – a torre sineira da Igreja da Misericórdia. Aprecie a serenidade da paisagem e visite o Castelo Medieval.


Percorra as suas muralhas que, juntamente com o Miradouro do Forno, oferecem paisagens serenas. Admire também rochas graníticas de grandes dimensões e uma laje com cavidades peculiares a “Laje das 13 Tijelas”, onde, segundo reza uma lenda, se alimentavam os pobres.

Na Capela de São Pedro de Vir-a-Corça existe um relógio de sol feito de pilhares de granito no portal. É um local romântico para apreciar a luz colorida do por do sol, típica desta zona.

Após a caminhada, desfrute de uma refeição caseira nos restaurantes de Monsanto e prove os enchidos tradicionais que são um deleite! Se gosta de passeios a pé, aproveite para conhecer a Rota dos Barrocais.













O símbolo mais significativo da joalharia portuguesa - o Coração de Viana.




No período compreendido entre o final do século XVIII e início do século XIX, Portugal ainda era um grande destaque localizado no continente europeu. O destaque do país era atribuído, maioritariamente, à joalharia portuguesa que surgiu e cresceu em abundância a partir da época dos Descobrimentos. Assim, Portugal encontrou um lugar ao sol neste cantinho da Europa.








A Joalharia portuguesa desenvolveu-se muito com as descobertas marítimas realizadas pelos portugueses. Esse desenvolvimento teve relação direta com os Descobrimentos, uma vez que era justamente do Oriente que vinham as gemas, enquanto do Brasil chegavam grandes quantidades de ouro. Sendo assim, unindo esses dois “ingredientes”, criou-se entre os mais dotados de riqueza o gosto peculiar por jóias luxuosas e ostentativas.

As jóias desenvolvidas pela Joalharia Portuguesa não serviam ao público apenas por questão de beleza e adorno, mas também como demonstração de riqueza e ostentação social. Além disso, passou a ser também uma forma de empenhamento dos bens acumulados. Com o tempo, elas se tornaram cada vez mais populares e passaram a pertencer aos membros da alta sociedade de Portugal, demonstrando a riqueza e posição privilegiada do país na economia mundial da época.

O símbolo mais significativo da joalheria portuguesa foi e continua a ser o Coração de Viana. Esta peça tão significativa da cultura portuguesa é cuidadosamente trabalhada através de uma arte milenar – a filigrana.








Mas então qual o significado do Coração de Viana? E qual a sua origem?



Para entender melhor o que significa o Coração de Viana, é necessário ter em mente que o coração foi um símbolo que surgiu na antiguidade clássica que visava repensar o centro não apenas da da vida, mas também da solidariedade, fraternidade e, principalmente, do amor. Séculos mais tarde, os santos passaram a serem representados com um coração no peito. Essa era uma forma de ilustrar a detenção dessas características por esses indivíduos.

Dessa forma, o Coração de Viana surgiu no final do século XVIII, como uma forma de culto ao Sagrado Coração de Jesus. O símbolo foi, essencialmente, inspirado na religião, que de resto era a fonte de inspiração principal da ourivesaria tradicional portuguesa. Por fim, os Corações de Viana também ficaram conhecidos como Corações Flamejantes, pois, além de tudo, representavam o calor do amor com chamas em sua parte superior.

Com o passar do tempo, os Corações de Viana tornaram-se um adorno em festas. Hoje em dia, fazem parte dos trajes tradicionais portugueses do Minho e do Douro Litoral, valorizando-os.








De que são feitos os Corações de Viana?

Os Corações de Viana são feitos a partir da arte de trabalhar fios de metais, entrelaçando-os, a fim de criar padrões. À essa arte, da-se o nome de filigrana. A filigrana pode ser de aplicação – como forma decorativa de uma peça – ou de integração (processo no qual toda a peça é fabricada em filigrana). Essa arte representa uma característica marcante da joalharia portuguesa, embora não seja exclusiva do nosso país. Por fim, a filigrana portuguesa é produzida principalmente no norte do país, apresentando maior incidência no pólo de Póvoa de Lanhoso. Ela é uma arte exclusivamente manual e exige muita perícia, sendo peças de alto valor e, acima de tudo, marcada por sua unicidade.





Adaptado: daqui e daqui