terça-feira, 2 de outubro de 2018
Alerta do IPMA: Hoje 70 concelhos de 14 distritos do país estão em risco máximo de incêndio
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta terça-feira mais de 70 concelhos de 14 distritos do país estão em risco máximo de incêndio.
Em risco máximo estão os concelhos dos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Beja e Faro.
O Governo decidiu prolongar o período crítico até ao dia 15 de outubro, no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Ilhéu de Vila Franca do Campo - É um daqueles locais que apenas vendo com os próprios olhos podemos ter noção do quão fantástico é...
Situado em frente à povoação de Vila Franca do Campo, a cerca de 1 km da costa, este local é o resultado da cratera de um antigo vulcão submerso, considerando uma das principais atrações turísticos da ilha de São Miguel, especialmente desde que aqui se realizou uma das etapas do Red Bull Cliff Diving – o campeonato mundial de mergulho em penhascos.
Classificado como Reserva Natural, tem as paredes da sua cratera revestidas por uma vegetação endémica, enquanto no seu interior existe uma piscina natural com uma forma quase perfeitamente circular, que comunica com o mar por uma estreita passagem. Esta abertura é designada por Boquete e está voltada a Norte, isto é na direção da costa da ilha, o que impede a entrada da agitação marítima para o interior. As suas águas cristalinas e a pequena, mas encantadora praia, são excelentes para a prática de natação e mergulho.
Atualmente, os bordos da cratera compreendem dois ilhéus, o ilhéu Pequenino situado na costa nordeste e o Ilhéu Grande que constitui a maior estrutura emergente. Blocos de rocha basáltica dominam as zonas mais influenciadas pela ação da ondulação, tais como o canal de entrada e as várias fissuras através das quais a água sai da cratera, localmente conhecidas por golas.
A sul do Ilhéu erguem-se dois rochedos vulcânicos, curiosamente corroídos pelo mar e ventos, que servem de abrigo às muitas aves marinhas que visitam o ilhéu, tais como cagarros, garajaus entre outros.
Nos meses de junho a setembro, desde o cais de Tagarete, existe um serviço regular de barco que liga Vila Franca do Campo e o ilhéu. Após uma pequena e agradável viagem pelas límpidas águas do Oceano Atlântico desembarcamos nesta pequena ilha, onde rapidamente percebemos o quão pequeninos somos perante aquilo que a mãe natureza nos dá. É realmente um daqueles locais que apenas vendo com os próprios olhos podemos ter noção do quão fantástico é...
Na aldeia de Estorãos passe a noite num moinho, adormeça no silêncio da natureza e acorde embalado com o ranger da mó nas águas da ribeira
Estorãos é uma pequena aldeia minhota situada a cerca de seis quilómetros de Ponte de Lima, onde corre a ribeira que lhe dá o nome. As águas vindas do alto da serra de Arga serpenteiam no meio de pinheiros, vinhas e campos criando pequenos lagos e represas onde trutas e lampreias se escondem de turistas e pescadores. A paisagem é magnífica. O recorte azulado e sombrio da serra contrasta com o verde dos campos e as cores outonais das vinhas e searas criando verdadeiros jardins que pedem muitos passeios e descobertas rústicas.
De cada lado da ribeira várias casas de granito e outras mais modernas formam uma pequena aldeia ligada por uma velha ponte romana, classificada em 1977 como imóvel de Interesse Municipal, na categoria de Arquitectura Civil (Pontes).
Na época romana, a ponte fazia parte de uma das mais importantes vias da região, ligando a Ponte de Lima mas, mais importante, implantando-se na estrada que colocava em comunicação Braga e o noroeste peninsular. A sua relevância, neste contexto, determinou certamente a construção da obra que, genericamente, chegou até aos nossos dias. A sua estrutura é comum, embora conferindo maior relevo que o habitual aos suportes intermédios. Compõe-se de três arcos de volta perfeita - sendo o central de maior vão que os laterais -, de aduelas e aparelho muito regular e de bom tamanho. Entre eles, existem poderosos talhamares triangulares, bem salientes, que conferem ao monumento uma exagerada imagem de robustez que não é comum encontrar-se na actividade pontística romana. Este facto, a par das diferenças de aparelho nos talhamares e do simples encosto destes elementos aos pegões (NOÉ, 1992, DGEMN on-line).
Do lado direito da ponte, um moinho de pedra com a roda de madeira intacta parece uma sentinela nas águas calmas próprias dos dias em que não chove.
O Moinho de Estorãos é uma velha construção de granito encostada à ponte romana sobre o rio Estorãos. A data da sua construção é desconhecida mas pensa-se ser dos finais do séc. XVIII.
Em 1868, foi vendida pelo Conde de Bertiandos à família Martins Ferreira para moagem de cereais, serração de madeiras, actividades que cessaram em 1965 e 1940 respectivamente.
Em 1982 foi reconstruída, para Turismo de Habitação, mantendo o seu aspecto original. O moinho foi a primeira de um grupo de quatro construções rústicas utilizadas por quem procura a paz e o sossego do campo. Em qualquer uma das casas restauradas percebe-se o cuidado com que foram feitas as obras.
A sala, a cozinha e o quarto do Moinho de Estorãos, com as paredes em pedra, criam um ambiente rústico muito acolhedor. Móveis antigos e objectos ligados às lides rurais e de artesanato tipicamente minhoto compõem a decoração proporcionando uma sensação confortável e colorida bem própria do campo. Uma lareira torna agradáveis as noites de Outono e Inverno.
É bom adormecer no silêncio da natureza e acordar embalado com o ranger da mó nas águas da ribeira, tomar um pequeno-almoço com pão fresco e compotas, para depois partir à descoberta das surpresas que se escondem na região.
Privilegiado pela natureza, situa-se junto ao rio e à ponte romana, motivo que tem merecido a atenção de fotógrafos, cineastas, pintores e outros artistas. No livro de visitantes podemos ler com frequência que é um privilégio aqui ficar.
Associado da TURIHAB desde 1984, o Moinho de Estorãos, integra a rede Solares de Portugal, na Categoria das Casas Rústicas.
Fonte:daqui
Já se imaginou a mergulhar no rio Tejo a bordo de um autocarro? No HIPPOtrip tem uma experiência única a visitar Lisboa
A Hippotrip- Turismo
Anfíbio é uma forma diferente e divertida de descobrir Lisboa, em terra
e… em água. Os veículos anfíbios percorrem parte da marginal e baixa da
cidade para depois entrarem no rio Tejo e mostrarem a cidade de uma
forma completamente original.
Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2014/08/07/hippotrip-lisboa/
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Os veículos anfíbios
percorrem parte da marginal e baixa da cidade para depois entrarem no
rio Tejo e mostrarem a cidade de uma forma completamente original.
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Os veículos anfíbios
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Leia mais em: http://www.viajecomigo.com/2014/08/07/hippotrip-lisboa/
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Diversão, riso e aventura… tudo embrulhado na experiência do passeio turístico mais singular de Lisboa!
Explore a cidade a bordo do fantástico veículo anfíbio HIPPOtrip acompanhado por um animador que lhe contará os mitos e lendas, num passeio de 90 minutos cheio de boa disposição… Lisboa com um splash!
Descubra o coração da capital portuguesa, por terra e água, sempre no conforto do seu lugar. É um autocarro? É um barco? É ambos… portanto prepare-se para “mergulhar” no rio Tejo com um enorme sorriso.
O local de partida e chegada do tour é a Doca de Santo Amaro em Alcântara, Edifício Hippotrip. Estão mesmo juntinho ao rio, passando em terra por:
Praça do Comércio
Praça Marquês do Pombal
Largo do Rato
Jardim da estrela
Museu da Eletricidade (MAAT)
Mosteiro dos Jerónimos
E no rio Tejo por:
Padrão dos Descobrimentos
Torre de Belém
Fundação Champalimaud
Torre VTS
Centro Náutico de Algés
Contactos e Preço
– Online: Podem efetuar-se reservas a qualquer momento no website da HIPPOtrip
– Podem efetuar-se reservas no local de embarque , diariamente entre as 09h00 e as 18h00;
– Telefone: Faça a sua reserva através do +351 211 922 030 entre as 09h00 e as 18h00.
Faça chuva ou faça sol, os passeios Hippotrip ocorrem todos os dias nos seguintes horários:
– De Outubro a Março: 10h00, 12h00, 14h00, 16h00
– De Abril a Setembro: 10h00, 12h00, 14h00, 16h00, 18h00
Preços: Adulto – €25.00 | Criança (2-16 anos) – €15.00€ | Senior (+65 anos) – €15.00
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Mercado de peixe de Setúbal é um dos melhores do mundo
Os mercados de peixe espalhados pelo mundo podem mostrar a pesca local mas também um pouco da cultura da zona. São palavras de Mark Drabich, presidente da Metropolitan Seafood & Gourmet, ao “USA Today”.
Foi a partir desta conversa que o jornal norte-americano elaborou uma lista com os mais famosos mercados de peixe do mundo e da “preciosa fonte de comida”.
Portugal também tem um lugar nesta seleção e está representado pelo mercado de peixe do Livramento em Setúbal, que se junta a Tsukiji (no Japão), considerado o maior do mundo.
A publicação destaca que Setúbal é “uma área com uma grande tradição de pesca” e sublinha que, naquele mercado, a estrela é a sardinha. Chegam mesmo a recordar que Portugal consome 13 sardinhas por segundo no mês de junho, mês das festas populares de St. António, S. João e S. Pedro.
Inaugurado em 1930, é um edifício em estilo Arte Deco. Ostenta, no topo sul, um conjunto de painéis de azulejos azuis e brancos da autoria de Pedro Pinto, que representam cenas do quotidianos dos setubalenses de então, como sejam as lides da pesca, do sal, da lavoura e do mercado. No interior o ambiente é vivo e colorido.
Morada e Horário
Avenida Luísa Todi, n.º 163
Telf.: 265 522 377
Funciona de terça-feira a domingo, das 07h30 às 14h00
(Encerra às segundas-feiras e nos feriados dias 1 de janeiro, 25 de abril, 1 de maio, 15 de setembro e 25 de dezembro)
Diga adeus ao verão. Este outono vai ser o mais chuvoso dos últimos dez anos
Este outono deverá ser o mais chuvoso dos últimos 10 a 15 anos....citando Mário Marques, especialista em clima, o verão não se vai prolongar e o outono será, inclusive, dos mais chuvosos da última década, ao contrário do que aconteceu no ano passado em que, em pleno novembro, havia zonas do País onde se registaram mais de 30 graus.
Por isso prepare o guarda chuva, os dias quentes e ensolarados estão a terminar.
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Chalet da Condessa d´Edla em Sintra guarda a memória de uma das grandes histórias de amor da História portuguesa
Após uma importante intervenção de restauro, na sequência de um incêndio que o destruiu parcialmente, abriu ao público este edifício que guarda a memória de uma das grandes histórias de amor da História portuguesa e integra o programa de visita do conjunto monumental do Parque da Pena, na Serra de Sintra, a primeira Paisagem Cultural Património da Humanidade classificada pela Unesco.
Foi construído, segundo o modelo dos chalets alpinos em voga na Europa na segunda metade do século XIX, pelo rei consorte D. Fernando II para a Condessa d’Edla, cantora lírica por quem se apaixonou e se viria a casar em segundas núpcias em 1869, 16 anos depois da morte da rainha D. Maria II.
O edifício, com uma forte carga cénica segundo o espírito romântico da época, é totalmente revestido de pintura mural, sublinhada no exterior pelo uso de cortiça como elemento decorativo nas ombreiras das portas, janelas e óculos. Do conjunto sobressai uma típica varanda que circunda todo o piso superior. Os interiores são ricos e bem trabalhados, com estuques, frescos e embutidos de cortiça e cobre.
Nos jardins que envolvem o chalet, D. Fernando e a Condessa d’Edla, influenciados pelo espírito coleccionista da época, reuniram espécies botânicas provenientes dos quatro cantos do mundo. Em particular, de referir a Feteira da Condessa, um dos locais mais exóticos do jardim, onde foram cuidadosamente introduzidos fetos arbóreos da Austrália e da Nova Zelândia de modo a criar um cenário romântico repleto de dramatismo.
Contactos
Morada:
Estrada da Pena
2710-609 Sintra
Telefone:
+351 21 923 73 00
Fax:
+351 21 923 73 50
E-mail:
info@parquesdesintra.pt
Website: http://www.parquesdesintra.pt
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