quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
H2otel - onde podemos contemplar a Serra da Estrela coberta de neve enquanto desfrutamos de uma piscina de água aquecida, tudo isto em pleno inverno.
Contemplar a Serra da Estrela coberta de neve enquanto desfrutamos de uma piscina de água aquecida, tudo isto em pleno inverno, é um privilégio, certamente exclusivo, do H2otel. Localizado no Vale Glaciar de Unhais da Serra, a uma altitude de 750 metros, é muito mais do que um hotel de montanha.
O Hotel conta com 90 quartos, 17 dos quais suítes, todos com uma vista deslumbrante para a serra, estando perfeitamente integrado na paisagem do Parque Natural da Serra da Estrela.
A oferta em termos de serviços é variada e muito completa, com destaque para a excelente equipa de animação, que faz as delícias dos mais novos e proporciona ao pais tempo livre para usufruir daquele que é, sem dúvida, o maior cartão de visita deste hotel: O Aquadome – The Mountain Spa.
Neste moderno spa termal, o único do género em Portugal, pode cuidar do corpo, relaxar ou simplesmente divertir-se, seja nas piscinas aquecidas, no duche de contraste, no hamman ou nas saunas. Quanto ao resto, são muitos os tratamentos, massagens e rituais disponíveis, o mais difícil é mesmo escolher. O hotel possui programas específicos para várias terapêuticas, levados a cabo por uma equipa multidisciplinar especializada que acompanha os hóspedes desde o início até ao fim da estada.
E não estivéssemos numa região de excelentes propostas gastronómicas, convém realçar o restaurante Alquimia, com uma cozinha moderna com os produtos de qualidade que a região oferece. O Lounge Bar é o lugar ideal para relaxar ao final da noite.
Como chegar:
Unhais da Serra fica a cerca de 20 quilómetros da Covilhã. Apanhando a A23, saia para Covilhã Sul e siga na direção de Tortosendo.
Lisboa: A1>A23 (Torres Novas/Abrantes)>Covilhã Sul - dir. Tortosendo
Porto: A1>A25 (Viseu/Guarda)>A23(Covilhã)>Covilhã Sul - dir. Tortosendo
Faro: A2> A13 (Santarém)> A1>A23>Covilhã Sul - dir. Tortosendo
segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
O pão alentejano do Corvo, em Castro Verde, e de São Pedro de Sólis, em Mértola, ganharam uma medalha de ouro na categoria pão de trigo do 7º Concurso Nacional de Pão Tradicional Português.
Um dos pães premiados é produzido pela Padaria do Corvo, de Santa Bárbara de Padrões, em Castro Verde.
Quanto a Mértola, o produtor é a empresa Costa, Esperança, Dias e João Lda.
Este concurso, organizado pelo Centro Nacional de Exposições, em conjunto com a associação Qualifica, tem como objetivos premiar, promover, valorizar e divulgar o genuíno pão tradicional português.
O pão alentejano é caracterizado por ter uma côdea rija e miolo compacto, de cor branca, que se mantém bom para consumo, isto é, com miolo firme e sem desenvolvimento de bolores, durante vários dias.
No Baixo Alentejo, o pão sempre desempenhou um papel fundamental, não só na alimentação das populações, mas também como atividade ligada à cultura do trigo e posterior transformação no produto final.
Fonte; https://www.sulinformacao.pt
Lisboa tem um bar que fica dentro de um túnel de 1740 - O Quimera Pub une o melhor de dois mundos: a boa cerveja com a boa música num ambiente inspirador.
Um túnel que servia de passagem à Cavalaria Real para o Palácio das Necessidades, foi transformado num Pub com boa musica e um ambiente inspirador.
O Quimera Pub, que tem o conceito de um brewpub, traz uma carta invejável de cervejas artesanais e sandes inspiradas nas famosas delis de NY.
Neste segredinho lisboeta, vais encontrar um ambiente muito acolhedor que pode surpreender com jam sessions incríveis. Além disso, a brasileira Raquel Nicoletti e o americano Adam Heller aproveitam o piso subterrâneo para produzirem mais de 10 tipos de cerveja.
Morada: Rua Prio do Crato, 6
Lisboa
http://www.quimerabrewpub.com
Castelo de Lindoso
O Castelo de Lindoso fica junto à fronteira com o nosso país vizinho e ao lado do curso das águas do rio Lima. Consiste num dos mais valorizados monumentos militares portugueses graças à sua localização estratégica entre as serras da Peneda e do Gerês e às novidades técnicas e estilísticas presentes na sua construção medieval.
Embora ainda subsistam algumas dúvidas acerca da origem desta fortaleza, é quase certo que ela é de origem medieval e do tempo de D. Afonso III. Da sua construção original ainda sobram algumas infraestruturas que valem a pena ser admiradas como é o caso da sua porta principal com arco quebrado e virada para a vila. Exibe o escudo do monarca considerado um elemento propagandístico e revelador do patronato e do marco histórico que a originou.
Este castelo é um marco na arquitetura militar, uma vez que foi com ele que se deu início às construções com técnicas novas que vieram marcar as construções seguintes. Muito ligado à tradição românica, nomeadamente no que diz respeito às torres que se apresentam a flanquear as suas muralhas, parece ter sido exigência deliberada pela rapidez que se pretendia na construção e ainda pela economia dos meios.
No entanto, já aparecem elementos considerados góticos pelo menos na decoração da torre de menagem e num dos panos que se encontra oposto à porta principal. Também a defesa dos muros faz a exibição desses elementos.
As muralhas apresentam-se com um perímetro relativamente pequeno e regular contrariamente às edificações românicas da altura que se adaptavam às curvas do terreno. As esquinas são redondas de forma a permitir a visibilidade dos seus arredores. Quanto à torre de menagem apresenta apenas dois pisos, pouco alta e ampla fazendo dela uma obra de transição.
O citado monumento foi também alvo das restaurações do estado-novista tendo decorrido alguns trabalhos durante a década de quarenta do passado seculo. Nesta altura surgem a reconstrução de muralhas e ameias, a demolição de estruturas no pátio, conservando-se a cisterna e as dependências do governador.
Pinhão (Alijó)...Rodeada pela beleza sublime do Douro a vila do Pinhão está repleta de história ligada ao melhor vinho do mundo, o vinho do Porto.
Pinhão situa-se na margem direita do Rio Douro, sendo considerada o coração do Alto Douro Vinhateiro, onde se localizam as muitas quintas que produzem o vinho do Porto, inserida numa das áreas classificadas pela UNESCO como património cultural da Humanidade.
Pinhão deve o seu topónimo ao rio com o mesmo nome, afluente do rio Douro, cuja bonita foz se encontra nesta localidade.
A paisagem envolvente é de uma beleza única, rodeada de uma natureza luxuriante com o Rio Douro como companheiro e casas senhoriais, quintas e solares que atestam a riqueza que o vinho do Porto tem concedido à região, estando a vila construída em desníveis que a parecem encaminhar para o encantador rio.
Um dos principais conjuntos patrimoniais da vila é a bonita Estação de Caminhos de Ferro, construída no século XIX, com painéis de azulejos de grande beleza retratando cenas quotidianas de Pinhão, bem como a produção do Vinho do Porto, desde a vindima, passando pelo pisar das uvas até ao transporte de rabelo até aos armazéns do Porto.
O caminho de ferro foi um dos motores de desenvolvimento de Pinhão, que vê facilitada a comunicação às cidades onde se comercializavam os produtos da região.
A faceta turística da vila tem crescido muito ao longo dos anos, sendo local de paragem obrigatória dos famosos cruzeiros do Douro, oferecendo uma boa oferta de restauração e alojamento, bem como bares e cafés onde se pode degustar o bom vinho do Porto, ou lojas de artesanato local.
“As Caraíbas no meio do Atlântico”. Açores é um dos sítios a visitar em 2019, diz o The New York Times
"As Caraíbas no meio do Atlântico”. Esta foi a expressão utilizada para descrever os Açores, pelo The New York Times . A publicação norte-americana escolheu o arquipélago português como um dos sítios a visitar em 2019, posicionando-o em 9º lugar na lista.
É um conjunto de ilhas «à espera de serem descobertas», com uma «mística exuberância verde, crateras vulcânicas gigantescas agora transformadas em lagos, fontes termais fumegantes que saem da terra, milhares de hortênsias azuis e os únicos produtores de café da Europa», descreve o jornal.
FESTA DAS FOGACEIRAS DE SANTA MARIA DA FEIRA
A festa das fogaceiras saiu às ruas da cidade de Santa Maria da Feira. Uma tradição que se cumpre há 514 anos.
A Festa das Fogaceiras realiza-se anualmente no dia 20 de Janeiro, Dia de São Sebastião e feriado municipal em Santa Maria da Feira. Esta festa remonta a 1505, época da peste em Portugal. Segundo a tradição, os Condes do Castelo e da Feira prometeram a São Sebastião realizar uma festa anual em sua honra se o santo livrasse os Feirenses da peste. O "voto” da promessa seria uma fogaça, bolo cujo formato foi inspirado nas quatro torres do castelo.
São Sebastião tornou-se assim o santo padroeiro de todo o condado da Feira. No entanto, o povo deixou de satisfazer a promessa de entrega da fogaça entre 1749 e 1753 e a peste regressou às terras de Santa Maria nesse período. A tradição voltou então a cumprir-se, sem nenhuma outra interrupção até à actualidade.
A tradição exige que, no decorrer desta festa, as meninas fogaceiras, vindas de todo o Concelho de Santa Maria da Feira, desfilem no Cortejo cívico e na Procissão, vestidas de branco, com faixas à cinta de variadas cores, levando à cabeça uma fogaça. As fogaças são enfeitadas com pequenas bandeirolas de papel metalizado.
Três das crianças transportam fogaças de tamanho grande, que serão oferecidas – uma ao prelado da Diocese, outra em fatias às pessoas distintas da cidade, e a outra aos presos da cadeia. Outra criança transporta o tabuleiro com as velas do voto, e uma outra leva uma miniatura em madeira do Castelo da Feira.
Fonte: Festas das Fogaceiras
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