sábado, 23 de março de 2019
Lisboetas inventam Alentejaninha, uma versão alentejana da francesinha
Um restaurante lisboeta, o Intimista, prepara-se para lançar um novo petisco que, espera, seja um sucesso. Trata-se da versão alentejana da afamada francesinha que, por sinal, de francesa tem pouco, sendo um ex-libris gastronómico do Porto.
Pois pela mão do Chef Miguel Marçalo, nasceu a Alentejaninha, feita com pão alentejano, recheada com secretos de porco preto, morcela, presunto, farinheira e alguns ingredientes secretos, claro. Tudo aparentemente alentejano excepto o molho que, ao que sabemos, se mantém o original.
A alentejaninha vai ser lançada na próxima terça-feira, 26 de março e custará 11,90 euros, numa casa nas Avenidas Novas, em Lisboa, onde já é possível provar a típica carne de porco à alentejana, pataniscas e outros pitéus alentejanos.
Fonte: tribunaalentejo.pt
Portugal invadido por pólenes nos próximos dias
Será a tendência nacional a partir deste fim de semana: haverá um grande aumento no nível de concentrações de pólenes na atmosfera. Só escapam os arquipélago dos Açores e da Madeira.
O estado do tempo também ajuda a estes níveis elevados de concentração de pólenes com uma subida de temperatura e vento fraco.
A informação é dada pelo Boletim Polínico da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica e que relaciona este aumento de pólenes devido às seguintes espécies de árvores: plátanos, ciprestes, pinheiros, azinheiras e outros carvalhos, além de, no caso das zonas interiores do sul, também às azedas.
Fonte: daqui
21 restaurantes mostram o melhor do porco, em Reguengos de Monsaraz, até 31 de Março
Até ao próximo dia 31 de Março, decorre no concelho de Reguengos de Monsaraz a Semana Gastronómica do Porco.
Esta iniciativa organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz está integrada no Reguengos à Mesa, que inclui durante o ano mais três semanas gastronómicas, e conta com a adesão de 21 restaurantes do concelho.
Hélio Loureiro, chefe de cozinha com mais de 30 anos de carreira, gastrónomo e investigador na arte da cozinha, é o consultor do Reguengos à Mesa.
Na Semana Gastronómica do Porco cada restaurante terá um prato confeccionado com carne de porco para propor aos clientes.
Em Reguengos de Monsaraz participam os restaurantes A Grelha (bochechas de porco estufadas), Taberna D’El Rei (rechina), Aqui Jardim (bochechas de porco estufadas com arroz e batata frita), Taberna Al-Andaluz (fritada de porco ibérico), Café Avenida (carne de porco do alguidar com puré de couve-flor e batatas fritas), Moira (pezinhos de porco de coentrada), Convivius (lombinho de porco grelhado com molho de cogumelos frescos), Frade Sushi Bar (hot pig em molho teriyari), Herdade do Esporão (porco alentejano, noz e vegetais da horta), O Gato (lagartinhos de porco na brasa com migas à alentejana), O Pingo (migas alentejanas com carne do alguidar) e Plano B (grelhados de porco preto com migas de espargos).
Na vila de Monsaraz aderiram à semana gastronómica os restaurantes Taverna Os Templários (bochechas de porco com batata assada, abóbora menina e salada), Sabores de Monsaraz (medalhões de porco preto), Casa do Forno (queixadas de porco preto no forno), Xarez (bochechas de porco preto) e Casa Modesta (carne de porco à alentejana). Na Barrada participa o restaurante O Bizaca (ensopado de pés de porco), em S. Pedro do Corval haverá pratos confecionados com carne de porco na Adega do Cachete (cataplana de porco) e A Tarefa (grelhados de porco preto com molho à Tarefa), e no Campinho no Monte de Palaios (rechina).
Fonte: odigital.pt
Barrinha de Esmoriz: o passadiço com muito que ver e fazer
É um trilho que abraça a barrinha de Esmoriz, que decalca uma ponte com 40 metros de comprimento que terá existido em meados do século passado, num saudosismo que embeleza e engrandece a paisagem.
Tem piso de madeira, água sempre por perto, duas pequenas pontes, um cais flutuante, e um miradouro com um banco e vista para a barrinha, para as dunas e para o mar. É um dom da natureza que a mão humana decidiu potenciar e valorizar com lugares onde, por vezes, os azuis do céu, do oceano e da lagoa se fundem num só corpo.
Neste percurso circular de oito quilómetros, há acesso direto à praia de Esmoriz, continuidade para Espinho e suas zonas balneares, várias entradas ou saídas dependendo das vontades, ao redor de uma barrinha circundada por canaviais que se vão pintando com as cores das estações do ano. Um passeio com flora e bicharada, que os livros garantem serem raras de encontrar noutros sítios, e um observatório de aves pelo caminho para tentar ver de perto um reino animal habitado por garças-reais ou piscos-de-peito-ruivo. A fuinha dos juncos e o lagostim vermelho também moram neste habitat.
O passadiço tem acesso direto à praia de Esmoriz, a uma zona mais tranquila do areal. Estender a toalha, corpo ao sol, banhos no mar. Haja bom tempo.
Fonte: daqui
sexta-feira, 22 de março de 2019
Prepare o fato de banho: vêm aí temperaturas próximas dos 30 graus
A primavera chega este ano com temperaturas de verão e tempo de praia, a avaliar pelas previsões do IPMA para os próximos dias.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera no seu site, durante a próxima semana e em praticamente todo Portugal continental a situação é igual: céu pouco nublado ou limpo, arrefecimento noturno e temperaturas máximas que vão chegar aos 29 graus.
quarta-feira, 20 de março de 2019
Azinheira de Mértola em 3º lugar no concurso Árvore Europeia do Ano
A Azinheira Secular de Monte Barbeiro, na freguesia de Alcaria Ruiva, em Mértola, ficou em terceiro lugar no concurso “Árvore Europeia do Ano 2019”, com 32 mil 630 votos.
Em primeiro lugar ficou uma amendoeira de Snowy Hill, em Pécs, na Hungria e em segundo um carvalho de Abramtsevo, na Rússia.
A cerimónia de divulgação dos vencedores aconteceu ontem, no Parlamento Europeu, em Bruxelas. A árvore vencedora obteve 45 mil 132 votos e o carvalho russo 39 mil 538.
A Azinheira Secular de Monte Barbeiro que está inserida na Zona de Protecção Especial do Vale do Guadiana venceu o prémio de Árvore Portuguesa do Ano 2019.
“Distingue-se de outras da sua espécie pelas suas características invulgares, tais como o perímetro à altura do peito (PAP) de 3,56m, uma copa com 23,28m de diâmetro médio e uma área com cerca de 487m2 de copa”, explica a Câmara de Mértola.
Esta é a segunda vez que uma árvore portuguesa fica nos três primeiros lugares neste concurso. No total, foram contabilizados 311 mil 772 votos. A concurso estiveram 15 árvores de vários países da Europa.
Fonte original tododos os direitos reservados a: https://www.radiopax.com
Perto de Mafra, conheça uma aldeia típica saloia feita em barro, em tamanho natural, uma obra do escultor José Franco
Na pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra, situa-se a Aldeia-Museu de José Franco uma das mais reconhecidas aldeias musealizadas do país.
A história da pequena aldeia remonta ao nascimento do oleiro José Franco, em 1920. O seu pai era sapateiro e a mãe, vendedeira de loiça, fazendo a venda de barros de porta em porta, bem como por muitas feiras e mercados estremenhos. Visto que o Sobreiro era um importante centro oleiro, desde cedo José Franco conviveu com o ofício e, ainda criança, ao deixar a escola primária, aprendeu o ofício com dois mestres oleiros locais, antes de trabalhar por conta própria, aos 17 anos de idade. Nessa época, reabilitou a olaria que tinha pertencido ao avô, há muito desativada.
Em início dos anos 60, José Franco deu asas a um sonho, de recriar uma aldeia de caráter etnográfico, onde as suas memórias de infância se cristalizassem, testemunho do modo de viver das gentes locais, em homenagem à sua terra. A sua aldeia teria dois componentes: seria uma réplica das antigas oficinas e lojas, dos espaços vividos, decorados e apetrechados por objetos reais, onde se reproduziam os costumes e atividades laborais intrínsecas à sua infância e à vida camponesa da região de Mafra; em simultâneo, a aldeia compreendia uma área lúdica, dedicada às crianças, repleta de miniaturas de casas e habitantes que retratavam as atividades exercidas à época: trabalhos no campo, carpintarias, moinhos de vento, capelas, mercearias, escolas, adegas, camponeses e até uma reprodução da vila piscatória da Ericeira e dos ofícios ligados ao mar. Em anos posteriores, a Aldeia-Museu foi beneficiada pela construção de uma terceira área, murada como um castelo, com um parque-infantil, incorporando alguns engenhos agrícolas, que as crianças podiam movimentar livremente.
Hoje, o pequeno mundo moldado pelas mãos de José Franco (falecido em 2009) é visitado anualmente por milhares de pessoas. E, para além da exposição das figuras, no museu que lhe foi dedicado, os visitantes encontram réplicas à escala humana de muralhas de castelos, moinhos de vento, um parque infantil, uma pequena adega onde podem provar o vinho da região ou ainda a padaria, onde podem comprar o afamado pão com chouriço, entre outros. Na Aldeia de José Franco cabe a dedicação de uma vida à nobre atividade tradicional da olaria, expondo ainda a rica cultura artesanal do Concelho de Mafra.
Coordenadas GPS: N 38º 57' 34.58'' ,W 9º 21' 13.09'
Subscrever:
Mensagens (Atom)





