sábado, 30 de março de 2019

Azenhas da Seda - Acampar com glamour é uma experiência única, mais ainda quando é feito num espaço considerado por muitos um verdadeiro oásis no coração do Alentejo.




As Azenhas da Seda especializaram-se no desenvolvimento de actividades aquáticas e ribeirinhas, criando o conceito de Aquaturismo, mas são hoje em dia muito mais do que isso: o “Alentejo em Estado Líquido” mais não é do que a criação de opções de alojamento para quem está interessado em divertir-se e aliar o glamour ao camping e o relax às actividades.

  


Glamping - acampar com glamour - é uma experiência única, mais ainda quando é feito num espaço considerado por muitos um verdadeiro oásis no coração do Alentejo.
Antigas azenhas, rápidos e cascatas fazem das Azenhas da Seda um local mágico que surpreende todos os que o visitam.


Em tendas espaçosas posicionadas nos mais belos recantos da ribeira da Seda, pode dormir sob as estrelas em plena natureza ao som de cascatas, mas sem descurar o conforto de uma aconchegante cama de casal, é decerto uma experíência única mesmo para os “campistas” mais cépticos.

Direccionado para casais ou famílias ou pequenos grupos, este interessante casamento entre o contacto confortável com a natureza e as actividades nas Azenhas da Seda, fazem do Active Glamping uma experiência a não perder.






E porque estamos num aqua turismo, há muitas experiências aquáticas e ribeirinhas ao dispor dos hóspedes, entre elas:



Canoagem Down River
 

Sempre com alguma corrente, a Canoagem Down River alterna troços abertos com zonas mais estreitas e de vegetação luxuriante.

Acessível a todos, o percurso final faz-se por entre antigas azenhas onde a ribeira acelera em pequenos rápidos com algumas passagens de açudes.





Canoa Raft

Actividade de águas-bravas pura realizada em pequenos rafts de duas pessoas, que leva os participantes à descoberta das zonas mais selvagens da Ribeira da Seda. Aquapedestre




Actividade de soft-canyoning que nos leva à descoberta de ribeiras rochosas com rápidos e pequenas cascatas.

​Recheado de surpresas e desafios, inclui a passagem de obstáculos naturais com a ajuda de cordas fixas (corrimões), descida de rápidos a nado e saltos para a água.







 Canoagem Lua Cheia


Realizado apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde os sons da natureza falam mais alto.



Moinhos da Seda Tour


Percurso pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.

Enquadramento do grupo por guia especializado em património.









 
Hike & Eco-Boat Trip

Esta actividade inicia-se com um percurso pedestre ao longo das levadas do Maranhão e culmina com uma tranquilo passeio num barco-solar pelo espelho de água da barragem


Canoa Safari

Actividade de observação da natureza que nos leva a conhecer a vida selvagem no interior da ribeira, utilizando canoas para aceder a zonas mais recônditas e selvagens.

Enquadramento do grupo por guia especializado em vida selvagem.


Canyon Hiking


Actividade pedestre de grande beleza natural que nos leva a conhecer o interior de canyons semi-secos.



Falésias escarpadas, “marmitas de gigante” e piscinas naturais são uma presença constante ao longo destes percursos espectaculares.


Canoagem Lua Cheia


Realizado apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde os sons da natureza falam mais alto.



Moinhos da Seda Tour


Percurso pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.

Enquadramento do grupo por guia especializado em património.


Hike & Canoe


Programa “multiactive" que combina os percursos pedestres ao longo das margens com os passeios de canoa pelo interior de ribeiras.


Levadas de água, pequenas cascatas e antigas azenhas são os nossos companheiros de viagem.



Hidrospeed


O Hidrospeed é uma emocionante actividade de águas-bravas que utiliza uma prancha especial como meio de flutuação e barbatanas para a manobrar.


Serpenteando rio abaixo, o percurso faz-se numa sucessão de rápidos e pequenas quedas de água que tornam esta actividade numa experiência inesquecível.


Canoagem Up River


Actividade de canoagem-aventura recheada de desafios: travessia em slalom de zonas rochosas, passagem de cascatas e subida de pequenos rápidos.


Hike & Swim



Hike & Swim alterna percursos pedestres ribeirinhos com natação outdoor em águas calmas, na progressão ao longo de ribeiras ou barragens.







Morada
Moinho do Arieira, AP 34
Caminho da Gonçala
7490-405 Pavia


Contactos
Telefone:266 448036
Telemóvel: 93 361 31 72
E-mail: info@azenhasdaseda.com
Site: www.azenhasdaseda.com
Facebook: www.facebook.com/azenhasdaseda.aquaturismo

sexta-feira, 29 de março de 2019

A hora muda no domingo. O que tem de saber



A 31 de Março de 2019 a Hora vai mudar



Na madrugada de 31 de Março de 2019 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Inverno para o regime de Verão.

– Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, à 1:00 hora da manhã adiantamos o relógio de 60 minutos, passando para as 2:00 horas da manhã.



– Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à meia-noite (00:00) de Domingo, dia 31 de Março, passando para a 1:00 hora da manhã, do mesmo dia.

Palmela recebe o Festival do Queijo, Pão e Vinho.... a não perder!





O evento gastronómico é de 5 a 7 de abril na Quinta do Anjo, em Palmela. Há workshops, showcookings e uma corrida de ovelhas.

A região de Palmela é famosa pelos vinhos e boa gastronomia. E para celebrar a excelência dos produtos vem aí mais um Festival do Queijo, Pão e Vinho, três elementos imprescindíveis na mesa de qualquer português. A 25ª edição do festival gastronómico acontece entre os dias 5 e 7 de abril (sexta, sábado e domingo) em São Gonçalo na freguesia da Quinta do Anjo, em Palmela.

Este ano, a feira conta com um número recorde de expositores, cerca de 41 produtores, dez queijarias, 17 adegas, quatro padarias, dois produtores de mel e empresas de doçaria e licores. Para assinalar os 25 anos de existência, estão previstas 40 atividades nas áreas de gastronomia, música, animação e desporto.

Além das sessões ao vivo de tosquia manual, corrida de ovelhas, passeios de BTT e o 3º. Concurso do Queijo de Azeitão, nos dias 6 e 7 de abril, às 10 horas acontece um workshop no Museu do Ovelheiro para aprender a fazer queijo e pão. Os bilhetes são 10€ por pessoa com oferta do queijo e os miúdos até aos 12 anos pagam 5€.

A grande novidade deste ano é o programa “Adopte uma Saloia” para incentivar as empresas a criar uma reserva genética de ovelha saloia. O evento é organizado pela ARCOLSA — Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida, em parceria com a Câmara Municipal de Palmela, Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril e Moinhos Vivos.


Fonte: daqui

domingo, 24 de março de 2019

Pudim de Pão da minha mãe (o melhor do mundo)



Ingredientes:
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
300 gr de açúcar
400 gr de miolo de pão
10 ovos
Sumo de 2 laranjas
Caramelo líquido para barrar a forma




Preparação:
Barre uma forma de pudim com caramelo líquido e reserve.
Coloque numa tigela o pão partido aos bocados, o açúcar e o sumo das laranjas.
Ferva o leite e coloque por cima dos ingredientes da tigela e passe com a varinha mágica até dissolver o pão.
Bata os ovos com o leite condensado e deite também no preparado anterior e envolva tudo.
Deite o preparado na forma do pudim e leve ao forno a cozer em banho maria até estar cozido.
Desenforme só depois de frio. 


Fonte original todos os direitos reservados a: http://temperosdaiza.blogspot.com

Há uns novos passadiços para conhecer e estão em Vila de Rei





Já estão abertos ao público os Passadiços do Penedo Furado, que ligam a Praia Fluvial à zona das quedas de água, em Vila de Rei, concelho do distrito de Castelo Branco.
São 532 metros lineares que podem já ser percorridos, num dos mais belos e mais visitados locais do concelho.


Os Passadiços do Penedo Furado incluem uma ponte na parte final do percurso e plataformas para zonas de descanso, com bancos e miradouros.


O percurso entre a Praia Fluvial e as cascatas vai ser feito de um modo mais rápido, seguro e acessível, beneficiando os milhares de pessoas que anualmente visitam este espaço.








Com a conclusão destas obras, os percursos pedestres ‘Trilho das Bufareiras’, ‘Rota das Conheiras’, ‘Grande Rota da Prata e do Ouro’ e ‘Grande Rota do Zêzere’ ficam novamente disponíveis para serem percorridos.
Futuramente, a autarquia pretende ampliar o percurso dos passadiços para fazê-los chegar à zona dos restantes miradouros deste espaço.
“O objetivo é, a médio prazo, criar um percurso circular abrangendo toda a área envolvente ao Penedo Furado”, explica uma nota de imprensa divulgada pelo executivo municipal de Vila de Rei.



A Praia Fluvial e os miradouros

Os Passadiços do Penedo Furado vêm valorizar a estância balnear mais procurada do concelho.
A Praia Fluvial do Penedo Furado, bastante arborizada, oferece um conjunto de pequenas quedas de água, visíveis a escassos metros, que podem ser apreciadas ao percorrer um estreito caminho talhado na rocha.
“Este local é indicado para programas de família, pois a água tem pouca profundidade”, apresenta a autarquia.
Localizada a cerca de 10 minutos de Vila de Rei, pela EN2 e variante à EN2, tem estacionamento fácil, bar, balneários, parque de merendas e parque infantil.
Permite ainda a realização de diversas atividades desportivas, como pedestrianismo, escalada, rappel, slide ou canoagem, sendo um espaço polivalente de recreio e lazer.
Na zona mais elevada, existe um rochedo gigantesco com uma enorme abertura de feitio afunilado, que dá nome à praia, onde foi criado o Miradouro do Penedo Furado, inaugurado em 1964, de onde é possível admirar a magnífica paisagem de serras e montes revestidos de pinhais, a ribeira do Codes, a albufeira da Barragem do Castelo do Bode e algumas casas das povoações envolventes.
Do lado direito do miradouro, existe um nicho com a imagem de Nossa Senhora dos Caminhos, após a qual existe um trilho lateral que permite passar à zona mais baixa do penedo, e descer até à praia fluvial, passando pela denominada “’Bicha Pintada’ – um fóssil que, segundo alguns estudiosos, se crê que tenha mais de 480 milhões de anos, inserido no topo de uma camada de quartzito cinzento-escuro, com 30 cm de espessura.
Próximo do Miradouro do Penedo Furado está o Miradouro das Fragas do Rabadão, onde existe uma via-sacra e um pequeno santuário, cujas imagenss foram oferecidas por populares, de onde se pode apreciar a paisagem até à albufeira de Castelo de Bode e onde se inicia um trilho confluente com o trilho do miradouro anterior, com ligação à ‘Bicha Pintada’.




Fonte original todos os direitos reservados a: https://www.mundoportugues.pt

Debaixo do chão de Lisboa está um mundo por descobrir. Existem galerias romanas que só podem ser visitadas 2 vezes por ano, vestígios da antiga Olissipo.



As Galerias Romanas da Rua da Prata localizam-se na Baixa Pombalina, em Lisboa, e só abrem portas ao público duas vezes por ano. Apesar de estas estarem localizadas por baixo de uma das zonas mais movimentadas de Lisboa, a História prova que estas são, até à data, indestrutíveis. Afinal já contam quase dois mil anos. A sua construção data da época da ocupação romana, durante o governo do imperador Augusto, entre os séculos I a.C. e I d.C.

Estas galerias situam-se na Rua da Prata, na esquina da Rua da Conceição com a Rua dos Correeiros e foram descobertas em 1711, aquando da reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755. Apesar da especulação que gira em torno da sua função original, hoje assume-se unanimemente que se tratava de um criptopórtico, ou seja, uma solução arquitetónica que criava, em zona de declive e pouca estabilidade geológica, uma plataforma horizontal de suporte à construção de edifícios de grandes dimensões.

Ou seja, as galerias romanas foram construídas com o intuito de suportar o antigo Forum da cidade de Olisipo (nome romano da capital portuguesa). Atualmente geram uma curiosidade ímpar, sendo que a sua abertura costuma levar milhares em romaria ao local. O espaço é de acesso livre, sendo a visita feita em grupos e acompanhada por técnicos do Museu da Cidade e do Centro de Arqueologia de Lisboa.





A entrada que dá acesso ao monumento é no mínimo sui generis é para dentro de um alçapão, situado bem no meio da linha do eléctrico, que, como que por magia, cabeça a cabeça vão desaparecendo para o subsolo, onde dois lanços de escadas estreitíssimas dão acesso a um espaço que, visualmente, a uns encanta e a outros desilude – tudo depende das expectativas e do interesse que cada um tem pela história e pela arqueologia.






 Um coisa é certa esta “Lisboa Subterrânea” não vai deixar ninguém indiferente, quanto mais não seja pela história “escrita” na complexa rede de galerias abobadadas, dos mais diversos tamanhos e alturas (que comunicam entre si), numa orientação de noroeste para sudeste – estrutura claramente desalinhada em relação ao actual urbanismo pombalino, cuja orientação é de norte para sul. No entanto, esta direcção serve-lhe de suporte tal como, inicialmente, foi programado pelos romanos aquando da construção daquilo que “é hoje quase consensual ao nível de todos os arqueólogos e estudiosos do assunto como tratando-se de um criptopórtico”. Um criptopórtico corresponde a uma solução de engenharia que os romanos tiveram para responder a um problema que nós continuamos a ter hoje, que é a instabilidade dos solos da Baixa de Lisboa.








Duas vezes por ano, a água que inunda as galerias é retirada pelos bombeiros municipais de forma a permitir a visita em grupo, durante três dias sob orientação dos técnicos do Museu da Cidade. A procura deste espaço é tanta que é necessário reservar o bilhete com antecedência nos sites do Museu de Lisboa, Egeac e Câmara Municipal. É escusado tentar entrar sem reserva.








Uma nova aposta turística no Alentejo... pedalar numa linha de comboio desactivada mergulhando na beleza das paisagens do Parque Natural da Serra de São Mamede






Rail Bike Marvão

Imagine-se a pedalar sobre a linha de comboio e mergulhar na beleza das paisagens do Parque Natural da Serra de São Mamede. 


Uma forma segura, original e divertida de viajar entre sobreiros, carvalhos, vida selvagem e belíssimas vistas sobre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide.





 O concelho de Marvão, no Alto Alentejo, conta com uma nova proposta turística que explora o modo ferroviário. Trata-se de passeios com railbikes no ramal de Cáceres, hoje desactivado, no troço Beirã – Castelo de Vide – Beirã.

Encerrado desde Agosto de 2012 o antigo corredor foi concessionado para exploração comercial com veículos a pedais. A experiência permite viajar no corredor ferroviário a baixa velocidade e ter acesso à paisagem envolvente.

Para já são duas as modalidades que a Rail Bike Marvão, empresa concessionária do projecto turístico, apresenta para se percorrer o ramal de triciclo a pedais adaptado andar sobre a via férrea.

O passeio mais longo, propõe uma viagem até Castelo de Vide e regresso à Beirã. São cerca de 16 km entre as duas estações.

“Entre a estação de Castelo de Vide e a de Marvão-Beirã a linha percorre as faldas da Serra de S. Mamede e ziguezagueia contornando os montes. Os bosques de carvalho-negral são uma constante. A paisagem é de uma beleza soberba”, alerta um folheto da região acerca do troço.

A outra proposta, mais simples fisicamente, remete para cerca de metade do trajecto. Como referência está uma ponte de 25 metros que é atravessada. Transposta a obra de arte pára-se por alguns minutos e enceta-se a viagem de regresso.

O ponto tem uma vista singular onde a serra de São Mamede se espraia no horizonte e do lado oposto vislumbra-se “o morro de Marvão e o seu castelo altaneiro”.