As Azenhas da Seda especializaram-se no desenvolvimento
de actividades aquáticas e ribeirinhas, criando o conceito de
Aquaturismo, mas são hoje em dia muito mais do que isso: o “Alentejo em
Estado Líquido” mais não é do que a criação de opções de alojamento para
quem está interessado em divertir-se e aliar o glamour ao camping e o
relax às actividades.
Glamping - acampar com glamour - é uma experiência única,
mais ainda quando é feito num espaço considerado por muitos um
verdadeiro oásis no coração do Alentejo.
Antigas azenhas, rápidos e cascatas fazem das Azenhas da Seda um local mágico que surpreende todos os que o visitam.
Em tendas espaçosas posicionadas nos
mais belos recantos da ribeira da Seda, pode dormir sob as estrelas em plena
natureza ao som de cascatas, mas sem descurar o conforto de uma
aconchegante cama de casal, é decerto uma experíência única mesmo para
os “campistas” mais cépticos.
Direccionado para casais ou
famílias ou pequenos grupos, este interessante casamento entre o
contacto confortável com a natureza e as actividades nas Azenhas da
Seda, fazem do Active Glamping uma experiência a não perder.
E porque estamos num aqua turismo, há muitas experiências aquáticas e ribeirinhas ao dispor dos hóspedes, entre elas:
Canoagem Down River
Sempre com alguma corrente, a Canoagem Down River alterna troços abertos com zonas mais estreitas e de vegetação luxuriante.
Acessível
a todos, o percurso final faz-se por entre antigas azenhas onde a
ribeira acelera em pequenos rápidos com algumas passagens de açudes.
Canoa Raft
Actividade de águas-bravas pura realizada em pequenos rafts de duas pessoas, que leva os participantes à descoberta das zonas mais selvagens da Ribeira da Seda. Aquapedestre
Actividade de soft-canyoning que nos leva à descoberta de ribeiras rochosas com rápidos e pequenas cascatas.
Recheado de surpresas e desafios, inclui a passagem de obstáculos naturais com a ajuda de cordas fixas (corrimões), descida de rápidos a nado e saltos para a água.
Canoagem Lua Cheia
Realizado
apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos
sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde
os sons da natureza falam mais alto.
Moinhos da Seda Tour
Percurso
pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos
moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.
Enquadramento do grupo por guia especializado em património.


Hike & Eco-Boat Trip
Esta actividade inicia-se com um percurso pedestre ao longo das levadas do Maranhão e culmina com uma tranquilo passeio num barco-solar pelo espelho de água da barragem
Canoa Safari
Actividade de observação da natureza que nos leva a conhecer a vida selvagem no interior da ribeira, utilizando canoas para aceder a zonas mais recônditas e selvagens.
Enquadramento do grupo por guia especializado em vida selvagem.
Canyon Hiking
Actividade pedestre de grande beleza natural que nos leva a conhecer o interior de canyons semi-secos.
Falésias escarpadas, “marmitas de gigante” e piscinas naturais são uma presença constante ao longo destes percursos espectaculares.
Canoagem Lua Cheia
Realizado apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde os sons da natureza falam mais alto.
Moinhos da Seda Tour
Percurso pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.
Enquadramento do grupo por guia especializado em património.
Hike & Canoe
Programa “multiactive" que combina os percursos pedestres ao longo das margens com os passeios de canoa pelo interior de ribeiras.
Levadas de água, pequenas cascatas e antigas azenhas são os nossos companheiros de viagem.
Hidrospeed
O Hidrospeed é uma emocionante actividade de águas-bravas que utiliza uma prancha especial como meio de flutuação e barbatanas para a manobrar.
Serpenteando rio abaixo, o percurso faz-se numa sucessão de rápidos e pequenas quedas de água que tornam esta actividade numa experiência inesquecível.
Canoagem Up River
Actividade de canoagem-aventura recheada de desafios: travessia em slalom de zonas rochosas, passagem de cascatas e subida de pequenos rápidos.
Hike & Swim
Hike & Swim alterna percursos pedestres ribeirinhos com natação outdoor em águas calmas, na progressão ao longo de ribeiras ou barragens.

Morada
Moinho do Arieira, AP 34
Caminho da Gonçala
7490-405 Pavia
Contactos
Telefone:266 448036
Telemóvel: 93 361 31 72
E-mail: info@azenhasdaseda.com
Site: www.azenhasdaseda.com
Facebook: www.facebook.com/azenhasdaseda.aquaturismo
A 31 de Março de 2019 a Hora vai mudar
Na madrugada de 31 de Março de 2019 (domingo), a Hora Legal muda do regime de Inverno para o regime de Verão.
–
Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, à 1:00 hora da
manhã adiantamos o relógio de 60 minutos, passando para as 2:00 horas
da manhã.
– Na Região Autónoma dos Açores a mudança
será feita à meia-noite (00:00) de Domingo, dia 31 de Março, passando
para a 1:00 hora da manhã, do mesmo dia.

O evento gastronómico é de 5 a 7 de abril na Quinta do Anjo, em Palmela. Há workshops, showcookings e uma corrida de ovelhas.
A região de Palmela é famosa pelos vinhos e boa gastronomia. E para celebrar a excelência dos produtos vem aí mais um Festival do Queijo, Pão e Vinho, três elementos imprescindíveis na mesa de qualquer português. A 25ª edição do festival gastronómico acontece entre os dias 5 e 7 de abril (sexta, sábado e domingo) em São Gonçalo na freguesia da Quinta do Anjo, em Palmela.
Este ano, a feira conta com um número recorde de expositores, cerca de 41 produtores, dez queijarias, 17 adegas, quatro padarias, dois produtores de mel e empresas de doçaria e licores. Para assinalar os 25 anos de existência, estão previstas 40 atividades nas áreas de gastronomia, música, animação e desporto.
Além das sessões ao vivo de tosquia manual, corrida de ovelhas, passeios de BTT e o 3º. Concurso do Queijo de Azeitão, nos dias 6 e 7 de abril, às 10 horas acontece um workshop no Museu do Ovelheiro para aprender a fazer queijo e pão. Os bilhetes são 10€ por pessoa com oferta do queijo e os miúdos até aos 12 anos pagam 5€.
A grande novidade deste ano é o programa “Adopte uma Saloia” para incentivar as empresas a criar uma reserva genética de ovelha saloia. O evento é organizado pela ARCOLSA — Associação Regional de Criadores de Ovinos Leiteiros da Serra da Arrábida, em parceria com a Câmara Municipal de Palmela, Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril e Moinhos Vivos.
Fonte: daqui
Ingredientes:
1 litro de leite
1 lata de leite condensado
300 gr de açúcar
400 gr de miolo de pão
10 ovos
Sumo de 2 laranjas
Caramelo líquido para barrar a forma
Preparação:
Barre uma forma de pudim com caramelo líquido e reserve.
Coloque numa tigela o pão partido aos bocados, o açúcar e o sumo das laranjas.
Ferva o leite e coloque por cima dos ingredientes da tigela e passe com a varinha mágica até dissolver o pão.
Bata os ovos com o leite condensado e deite também no preparado anterior e envolva tudo.
Deite o preparado na forma do pudim e leve ao forno a cozer em banho maria até estar cozido.
Desenforme só depois de frio.
Fonte original todos os direitos reservados a: http://temperosdaiza.blogspot.com
Já estão abertos ao público os Passadiços do Penedo Furado, que ligam a Praia Fluvial à zona das quedas de água, em Vila de Rei, concelho do distrito de Castelo Branco.
São 532 metros lineares que podem já ser percorridos, num dos mais belos e mais visitados locais do concelho.
Os Passadiços do Penedo Furado incluem uma ponte na parte final do percurso e plataformas para zonas de descanso, com bancos e miradouros.
O percurso entre a Praia Fluvial e as cascatas vai ser feito de um modo mais rápido, seguro e acessível, beneficiando os milhares de pessoas que anualmente visitam este espaço.
Com a conclusão destas obras, os percursos pedestres ‘Trilho das Bufareiras’, ‘Rota das Conheiras’, ‘Grande Rota da Prata e do Ouro’ e ‘Grande Rota do Zêzere’ ficam novamente disponíveis para serem percorridos.
Futuramente, a autarquia pretende ampliar o percurso dos passadiços para fazê-los chegar à zona dos restantes miradouros deste espaço.
“O objetivo é, a médio prazo, criar um percurso circular abrangendo toda a área envolvente ao Penedo Furado”, explica uma nota de imprensa divulgada pelo executivo municipal de Vila de Rei.
A Praia Fluvial e os miradouros
Os Passadiços do Penedo Furado vêm valorizar a estância balnear mais procurada do concelho.
A Praia Fluvial do Penedo Furado, bastante arborizada, oferece um conjunto de pequenas quedas de água, visíveis a escassos metros, que podem ser apreciadas ao percorrer um estreito caminho talhado na rocha.
“Este local é indicado para programas de família, pois a água tem pouca profundidade”, apresenta a autarquia.
Localizada a cerca de 10 minutos de Vila de Rei, pela EN2 e variante à EN2, tem estacionamento fácil, bar, balneários, parque de merendas e parque infantil.
Permite ainda a realização de diversas atividades desportivas, como pedestrianismo, escalada, rappel, slide ou canoagem, sendo um espaço polivalente de recreio e lazer.
Na zona mais elevada, existe um rochedo gigantesco com uma enorme abertura de feitio afunilado, que dá nome à praia, onde foi criado o Miradouro do Penedo Furado, inaugurado em 1964, de onde é possível admirar a magnífica paisagem de serras e montes revestidos de pinhais, a ribeira do Codes, a albufeira da Barragem do Castelo do Bode e algumas casas das povoações envolventes.
Do lado direito do miradouro, existe um nicho com a imagem de Nossa Senhora dos Caminhos, após a qual existe um trilho lateral que permite passar à zona mais baixa do penedo, e descer até à praia fluvial, passando pela denominada “’Bicha Pintada’ – um fóssil que, segundo alguns estudiosos, se crê que tenha mais de 480 milhões de anos, inserido no topo de uma camada de quartzito cinzento-escuro, com 30 cm de espessura.
Próximo do Miradouro do Penedo Furado está o Miradouro das Fragas do Rabadão, onde existe uma via-sacra e um pequeno santuário, cujas imagenss foram oferecidas por populares, de onde se pode apreciar a paisagem até à albufeira de Castelo de Bode e onde se inicia um trilho confluente com o trilho do miradouro anterior, com ligação à ‘Bicha Pintada’.

Fonte original todos os direitos reservados a: https://www.mundoportugues.pt

As Galerias Romanas da Rua da Prata localizam-se na Baixa Pombalina, em Lisboa, e só abrem portas ao público duas vezes por ano. Apesar de estas estarem localizadas por baixo de uma das zonas mais movimentadas de Lisboa, a História prova que estas são, até à data, indestrutíveis. Afinal já contam quase dois mil anos. A sua construção data da época da ocupação romana, durante o governo do imperador Augusto, entre os séculos I a.C. e I d.C.
Estas galerias situam-se na Rua da Prata, na esquina da Rua da Conceição com a Rua dos Correeiros e foram descobertas em 1711, aquando da reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755. Apesar da especulação que gira em torno da sua função original, hoje assume-se unanimemente que se tratava de um criptopórtico, ou seja, uma solução arquitetónica que criava, em zona de declive e pouca estabilidade geológica, uma plataforma horizontal de suporte à construção de edifícios de grandes dimensões.
Ou seja, as galerias romanas foram construídas com o intuito de suportar o antigo Forum da cidade de Olisipo (nome romano da capital portuguesa). Atualmente geram uma curiosidade ímpar, sendo que a sua abertura costuma levar milhares em romaria ao local. O espaço é de acesso livre, sendo a visita feita em grupos e acompanhada por técnicos do Museu da Cidade e do Centro de Arqueologia de Lisboa.

A entrada que dá acesso ao monumento é no mínimo sui generis é para dentro de um alçapão, situado bem no meio da linha do eléctrico, que, como que por magia, cabeça a cabeça vão desaparecendo para o subsolo, onde dois lanços de escadas estreitíssimas dão acesso a um espaço que, visualmente, a uns encanta e a outros desilude – tudo depende das expectativas e do interesse que cada um tem pela história e pela arqueologia.

Um coisa é certa esta “Lisboa Subterrânea” não vai deixar ninguém indiferente, quanto mais não seja pela história “escrita” na complexa rede de galerias abobadadas, dos mais diversos tamanhos e alturas (que comunicam entre si), numa orientação de noroeste para sudeste – estrutura claramente desalinhada em relação ao actual urbanismo pombalino, cuja orientação é de norte para sul. No entanto, esta direcção serve-lhe de suporte tal como, inicialmente, foi programado pelos romanos aquando da construção daquilo que “é hoje quase consensual ao nível de todos os arqueólogos e estudiosos do assunto como tratando-se de um criptopórtico”. Um criptopórtico corresponde a uma solução de engenharia que os romanos tiveram para responder a um problema que nós continuamos a ter hoje, que é a instabilidade dos solos da Baixa de Lisboa.

Duas vezes por ano, a água que inunda as galerias é retirada pelos bombeiros municipais de forma a permitir a visita em grupo, durante três dias sob orientação dos técnicos do Museu da Cidade. A procura deste espaço é tanta que é necessário reservar o bilhete com antecedência nos sites do Museu de Lisboa, Egeac e Câmara Municipal. É escusado tentar entrar sem reserva.
Rail Bike Marvão
Imagine-se a pedalar sobre a linha de comboio e mergulhar na beleza das paisagens do Parque Natural da Serra de São Mamede.
Uma forma segura, original e divertida de viajar entre sobreiros, carvalhos, vida selvagem e belíssimas vistas sobre as vilas históricas de Marvão e Castelo de Vide.

O concelho de Marvão, no Alto Alentejo, conta com uma
nova proposta turística que explora o modo ferroviário. Trata-se de
passeios com railbikes no ramal de Cáceres, hoje desactivado, no troço
Beirã – Castelo de Vide – Beirã.
Encerrado desde Agosto de 2012 o
antigo corredor foi concessionado para exploração comercial com
veículos a pedais. A experiência permite viajar no corredor ferroviário a
baixa velocidade e ter acesso à paisagem envolvente.
Para já
são duas as modalidades que a Rail Bike Marvão, empresa concessionária
do projecto turístico, apresenta para se percorrer o ramal de triciclo a
pedais adaptado andar sobre a via férrea.
O passeio mais longo, propõe uma viagem até Castelo de Vide e regresso à Beirã. São cerca de 16 km entre as duas estações.
“Entre
a estação de Castelo de Vide e a de Marvão-Beirã a linha percorre as
faldas da Serra de S. Mamede e ziguezagueia contornando os montes. Os
bosques de carvalho-negral são uma constante. A paisagem é de uma beleza
soberba”, alerta um folheto da região acerca do troço.
A outra
proposta, mais simples fisicamente, remete para cerca de metade do
trajecto. Como referência está uma ponte de 25 metros que é atravessada.
Transposta a obra de arte pára-se por alguns minutos e enceta-se a
viagem de regresso.
O ponto tem uma vista singular onde a serra
de São Mamede se espraia no horizonte e do lado oposto vislumbra-se “o
morro de Marvão e o seu castelo altaneiro”.

