quinta-feira, 25 de abril de 2019

Praia do Pedrógão ... Uma ‘ilha’ entre o mar verde do pinhal de Leiria e o Oceano Atlântico





A Praia do Pedrógão oferece um extenso areal, os benefícios do iodo, a Arte Xávega e sossego aos visitantes.

A Estrada Atlântica e a sua extensa ciclovia e a proximidade à Lagoa da Ervedeira são dois atrativos adicionais de uma estância balnear com qualidade certificada com três galardões: bandeira Azul, bandeira de praia Acessível e bandeira “Qualidade de Ouro”.

O Parque de Campismo localiza-se a sul do Pedrógão, na confluência do acesso sul da povoação com a estrada das matas que segue para a Figueira da Foz.

Tem bons acessos para o Pedrógão, para a praia e para outras localidades: para Sul, Vieira de Leiria e para Norte, Osso da Baleia.

Os edifícios de serviços compreendem zona de restauração (restaurante, bar, sala de jogos e esplanada), minimercado e peixaria.

O Parque de Campismo dispõe de um campo de jogos, que está preparado para a prática de modalidades como o andebol de 7, futebol de salão, basquetebol, voleibol e ténis, assim como de um parque infantil.

 




As visitas noturnas chegaram à Quinta da Regaleira (veja como participar)



As visitas noturnas chegaram à Quinta da Regaleira. 


As visitas realizam-se até 26 de setembro, na última quinta-feira de cada mês.

Cada noite tem três horários possíveis para as visitas guiadas: 21h00, 21h30 e 22h00. 

Informação adicional sobre a iniciativa:
É aconselhado a utilização de agasalho e calçado confortável.
Acesso: € 15 (desconto de 10% para Munícipes de Sintra mediante apresentação de um comprovativo de morada válido por bilhete. Desconto aplicável a bilhetes vendidos/levantados na bilheteira na Quinta da Regaleira e restantes postos de venda exceto Internet)
Local: Quinta da Regaleira
Classificação: M/16
Duração: 90 minutos aprox.
Bilhetes à venda: Bilheteira da Quinta da Regaleira

A mulher que fez do cravo o símbolo do 25 de abril de 1974.



Em 1974 Celeste Caeiro tinha 40 anos e vivia num quarto que alugara no Chiado, com a mãe e com a filha. Trabalhava na rua Braancamp, na limpeza do restaurante Franjinhas, que abrira um ano antes. O dia de inauguração fora precisamente o 25 de Abril de 1973. O gerente queria comemorar o primeiro aniversário do restaurante oferecendo cravos à clientela. Tinha comprado cravos vermelhos e tinha-os no restaurante, quando soube pela rádio que estava na rua uma revolução. Mandou embora toda a gente e acrescentou: "Levem as flores para casa, é escusado ficarem aqui a murchar".
Celeste foi então de Metro até ao Rossio e aí recorda ter visto os "chaimites" e ter perguntado a um soldado o que era aquilo.
O soldado, que já lá estava desde muito cedo, pediu-lhe um cigarro e Celeste, que não fumava, só pôde oferecer-lhe um cravo. O soldado logo colocou o cravo no cano da espingarda. O gesto foi visto e imitado.
No caminho, a pé, para o Largo do Carmo, Celeste foi oferecendo cravos e os soldados foram colocando esses cravos em mais canos de mais espingardas.



Fonte: RTP

terça-feira, 23 de abril de 2019

São Pedro de Moel: a praia que cativa pela beleza e tranquilidade



 A simbiose perfeita entre mar e floresta chama-se S. Pedro de Moel. Quem procura esta praia da Marinha Grande encontra tranquilidade para uma experiência em família.





No concelho da Marinha Grande, S. Pedro de Moel é a praia onde se vai geralmente por tradição familiar. Quase todos os veraneantes, vindos de perto ou de longe, falam de um avô ou de um pai que já frequentava a praia desde novo e que lhes passou o amor por aquele lugar mágico e tranquilo circundado de floresta verde.

A beleza natural daquela praia e da Mata Nacional que a rodeia, a estética do aglomerado urbano, a oferta cultural e desportiva, também a segurança e o sossego são algumas das virtudes atribuídas pelos turistas a S. Pedro de Moel.




Localização: Freguesia da Marinha Grande – São Pedro de Moel
Coordenadas:
latitude 39:45:21,587
longitude – 9:01:55,838
Extensão da linha da praia: 0,5Km
Equipamentos: Apoios de praia, bares e restaurantes de praia, balneários e sanitários públicos acessíveis, posto de farmácia, escola de surf.
Segurança: Praia vigiada/sinalizada

Acesso à Praia:
A rede viária principal assenta em dois eixos, um constituído pela via que atravessa o núcleo e liga, a Norte, à Praia Velha e Pedras Negras e, a Sul, a Agua de Madeiros. O outro eixo é constituído pela via de ligação à Marinha Grande.

De automóvel – saia da Marinha Grande em direção ao litoral pela ER 242-2. Chegado a São Pedro de Moel opte por estacionar em local apropriado e fazer o restante percurso a pé até à praia.

Acesso ao areal por escadas e rampas regulamentares.

Esta praia garante a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada.






segunda-feira, 22 de abril de 2019

A praia de Salir do Porto tem a maior duna de Portugal



 

A altura da duna de Salir é de 50 metros e é raro ver alguém que consegue chegar ao topo sem fazer, pelo menos, uma paragem







 

Caminhando-se pela baía de S. Martinho do Porto, vai-se dar à Praia de Salir do Porto, uma praia fluvial banhada pelo Rio Tornada (ou Rio Salir) que desagua na baía de São Martinho do Porto, que por sua vez está ligada ao Oceano Atlântico. Esta Praia está situada na zona baixa da aldeia e é de areias soltas possuindo duas partes distintas: a que é acessível directamente da Aldeia e a que fica na outra margem do Rio, já do lado de São Martinho e das Dunas.
A praia é facilmente localizável, estando indicado o caminho com uma placa logo à entrada da aldeia. É proibido circular com veículos nas dunas e na praia. Com algumas infra-estruturas de apoio, não é vigiada. Tem, no entanto, uma bela vista sobre a barra e sobre S. Martinho.









Salir do Porto é uma aldeia sede de freguesia. Pertence ao concelho de Caldas da Rainha e ao distrito de Leiria. A freguesia é composta pelos lugares de Salir do Porto, Casais de Salir do Porto e Bouro.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Este é o mais antigo de todos os queijos portugueses e foi considerado um dos melhores do mundo!



Foi considerado um dos melhores do mundo e ninguem lhe fica indiferente.... falamos do Queijo Serra da Estrela DOP que é o mais antigo de todos os queijos portugueses, sendo reconhecido internacionalmente pelas suas características organolépticas.
Foi introduzido em Portugal pelo povo Romano. Já durante a Idade Média era mencionado nas letras do poeta Gil Vicente.
Em 1287, o Rei Dom Diniz criou a primeira queijaria no concelho de Celorico da Beira, na região da Serra da Estrela.
Este queijo representava uma nutritiva e duradoura fonte alimentar, sendo por isso utilizado pelos grandes exploradores durante as suas viagens.
Em 1885 chega às cidades de Lisboa e Porto, aumentando a sua fama.





 O queijo Serra da Estrela DOP é obtido a partir de leite cru de ovelha, da raça Bordaleira da Serra da Estrela ou Churra Mondegueira. Trata-se de um queijo curado, que pode apresentar pasta semi-mole amanteigada e cor branca amarelada (Queijo Serra da Estrela) ou, pasta semi-dura a extra-dura de cor laranja acastanhada (Queijo Serra da Estrela Velho).

Método de produção: O processo de obtenção do Queijo Serra da Estrela DOP inicia-se com a ordenha manual das ovelhas, seguida da filtração do leite através de panos brancos. O leite é aquecido até aos 28-32 ºC e salgado. Adiciona-se a este a flôr do cardo Cynara cardunculus (cerca de 0,2 a 0,3 g), previamente moída com sal.
Passados 45 a 60 minutos é realizado o corte manual da coalhada e uma nova filtração, de forma a removel o soro restante.
Uma vez ocorridas as etapas de moldagem, prensagem e nova salga, segue-se a maturação. Esta ocorre em duas fases. A primeira dá-se até ao 15-20 º C dia, à temperatura de 6 a 12 ºC e humidade relativa de 85 a 90%. São efectuadas viragens e lavagens diárias.
A segunda fase dura até ao 45 ºC dia à temperatura de 6-14 ºC e humidade relativa de 90 a 95%. Aqui as viragens e lavagens são feitas esporadicamente, dependendo do aspecto da crosta.
Para o fabrico do Queijo Serra da Estrela Velho são utilizadas as mesmas temperaturas e humidades relativas referidas, variando apenas o tempo mínimo de maturação que é de 120 dias.

Características particulares: O leite utilizado para a obtenção do Queijo Serra da Estrela DOP é proveniente de ovelhas criadas na serra que lhe deu o nome, com acesso a pastagens espontâneas.
As dimensões do Queijo Serra da Estrela DOP são de 9 a 20 cm de diâmetro e de 4 a 6 cm de altura. Possui um sabor e aroma suave, limpo e ligeiramente acidulado. Em relação ao Queijo Serra Velho o diâmetro encontra-se entre os 11 e 20 cm e a altura entre os 3 a 6 cm. Tem aroma e sabor agradável, persistente, limpo, de forte a ligeiramente forte e levemente picante e salgado.





 Área de produção: A área geográfica de produção do Queijo Serra da Estrela DOP abrange os concelhos de Carregal do Sal, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Mangualde, Manteigas, Nelas, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Seia, Aguiar da Beira, Arganil, Covilhã, Guarda, Tábua, Tondela, Trancoso e Viseu, nos distritos de Viseu, Coimbra, Guarda e Castelo Branco.


Fotos: daqui
 

Localizada no topo de uma colina com vista para o vale do Côa, no distrito da Guarda, Castelo Rodrigo é uma das aldeias históricas mais encantadoras de Portugal.


A Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo é, no seu todo, um autêntico espaço monumental que conserva importantes referências no plano medieval. Entre os monumentos que acrescentam valor ao património histórico são de destacar as velhas muralhas, as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura, o Pelourinho quinhentista, a igreja matriz, a cisterna medieval e os vestígios que atestam a presença de uma importante comunidade de cristãos-novos. Durante mais de 600 anos, a povoação foi vila e sede de concelho. Em vários momentos da história nacional, os seus habitantes destacaram-se pela sua coragem e lealdade à coroa.







Castelo Rodrigo está rodeado por uma cintura amuralhada inicialmente composta por 13 torreões (à semelhança de Ávila). Mantém a sua traça medieval, que irradia da alcáçova e acompanha a topografia. Pelas suas ruas encontram-se casas interessantes, umas manuelinas, outras construções árabes, como a casa nº 32, com inscrição e uma carranca, para além da cisterna, de 13 m de fundo, com uma porta em arco de ferradura e outra ogival.


Estando na rota de peregrinos a Compostela, aqui se ergueu a Igreja de N. Sra. de Rocamador, fundada por uma confraria de frades hospitaleiros vindos de França no séc. XIII.
Por ter tomado partido por Castela na crise de 1383-85, D. João I castigou Castelo Rodrigo, mandando que o seu brasão ficasse com as armas reais invertidas e a vila dependente de Pinhel. O pelourinho manuelino - de gaiola e grandes dimensões, atesta o poder municipal, regulamentado pelo foral novo de 1508, altura em que D. Manuel, o Rei Venturoso, mandou repovoar a vila e refazer o castelo.







Sob domínio filipino instituiu-se o condado e marquesado de Castelo Rodrigo na pessoa de Cristóvão de Moura, que mandou edificar um Palácio. Após a Restauração este foi destruído pelo povo. No largo de S. João, o padrão assinala e comemora a restauração da independência nacional.


Ainda nas lutas contra Espanha, a vila sofreu em 1664 o cerco do Duque de Ossuna, tendo a sua guarnição de 150 homens resistido heroicamente até à chegada de reforços, travando-se a batalha da Salgadela, junto ao Mosteiro de Santa Maria de Aguiar. Conta-se que o Duque de Ossuna e D. João d’Áustria escaparam disfarçados de frades.


Após as Guerras da Restauração, Castelo Rodrigo foi perdendo a sua importância, e a 25 de Junho de 1836, por Carta Régia de D. Maria II, a sede de concelho foi transferida para Figueira de Castelo Rodrigo.


Historicamente, nenhuma povoação raiana exerceu por tão longo período um lugar tão relevante nas relações Luso-Castelhanas e na defesa do território português.








GPS:
N 40º 52' 37,15'' ,W 6º 57' 53,65''