quinta-feira, 4 de julho de 2019

Caminhando nas Maravilhas da Arrábida - dia 28 de Julho - ainda se pode inscrever e apreciar as paisagens de cortar a respiração, perante a imponência da mãe natureza.


Esta caminhada pela Arrábida  que vai passar pela gruta mais alta da Europa, irá realizar-se no dia  28 de julho, um domingo. As inscrições estão abertas.

Se ainda não tem planos para julho, pode marcar o primeiro: uma caminhada para descobrir as maravilhas da Serra da Arrábida, em Setúbal. O percurso de 11 quilómetros, que será feito em cerca de quatro horas e meia, acontece no dia 28, um domingo.

O ponto de partida está marcado para Pedreiras, logo a seguir ao café Graciano, às 9h30. É a partir dali que o grupo segue por trilhos e caminhos rurais até à Lapa da Cova. Pelo caminho vai encontrar uma gruta no meio da Serra do Risco — a mais alta da Europa continental com uma altura de 381 metros. O regresso é feito pela Quinta do Calhariz e termina no local inicial, pelas 14 horas.

Sendo uma caminhada de nível de dificuldade elevado, a Caminhando recomenda a participação de pessoas com experiência nesta atividade e com boa forma física.

Os participantes também têm de ter em conta que será necessário levar calçado com boa aderência, roupa adequada para caminhadas, água (pelo menos 1,5 litros), protetor solar e chapéu.

A inscrição custa 6€ por pessoa e pode ser feita online. O valor inclui o acompanhamento de um guia e os seguros de acidentes pessoais e de responsabilidade civil. No entanto, só as inscrições realizadas até às 16h30 do dia anterior da prova, 27, é que permitem ativar o primeiro seguro.



Todas as informações: aqui

Fonte: daqui

Maria do Céu Guerra premiada Melhor Atriz da Europa





A atriz Maria do Céu Guerra foi premiada pelo Festival de Teatro - Actor of Europe.

A atriz portuguesa foi considerada a melhor da Europa pelo Festival Internacional de Teatro - Actor of Europe, revelou hoje a companhia teatral A Barraca.

Maria do Céu Guerra receberá o prémio no sábado, na abertura daquele festival, que decorrerá no Lago de Prespa, nos Balcãs, na fronteira entre Macedónia, Albânia e Grécia.

O prémio de honra "Actress of Europe" é atribuído, desde 2003, por um comité para reconhecer o percurso artístico de uma personalidade do teatro e o contributo criativo para a memória coletiva da civilização europeia, lê-se na página oficial do festival.


 Lusa

terça-feira, 2 de julho de 2019

Cada vez mais procurada por turistas, esta é uma das capelas mais estranhas de Portugal.


Capela do Calvário ou de Santa Maria Madalena

De arquitetura arrojada, evocando o martírio de Cristo, esta pequena capela, exemplar único no nosso País é Imóvel de Interesse Público e tornou-se o símbolo de Ferreira do Alentejo.






Apeada no século XIX (1868) da rua do Calvário para a atual localização é o ex libris da vila de Ferreira do Alentejo.

Também denominada de Santa Maria Madalena ou simplesmente “igreja das pedras”, o edifício tem uma cúpula coberta por pequenas pedras graníticas que evocam a cena do apedrejamento de Cristo durante a Via Sacra ou Caminho do Calvário e igualmente o episódio da mulher adúltera, identificada com Maria Madalena.


 

Originalmente erguida na Rua do Calvário, depois Rua Luís de Camões, foi reerguida no início de uma das maiores vias da localidade, a então Rua de Lisboa, actual Avenida Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em finais do século XIX. A Rua de Lisboa ficava assim demarcada pela capela, no seu início, e pela Igreja de Nossa Senhora da Conceição, onde terminava.

Imóvel de Interesse Público (portaria nº436/2014)




 Fotos: https://ferreiradoalentejo.pt e CM Ferreira do Alentejo



A foca mais rara à face da Terra encontra-se na Madeira




A foca-monge do Mediterrâneo (Monachus monachus), aqui também conhecida como lobo-marinho, é a foca mais rara à face da Terra. No ano de 1996, foi classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza como espécie ameaçada em Perigo Crítico e, desde 2015, passou a Ameaçada. É protegida por diversas convenções internacionais, por legislação nacional e regional.





Foto: Nuno Sá

Pode haver boas notícias em breve para este mamífero marinho que tem uma das suas quatro sub-populações no arquipélago da Madeira.

A foca-monge-do-Mediterrâneo (Monachus monachus) é actualmente considerada Em Perigo de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza, mas este estatuto de conservação vai ser revisto pela primeira vez no próximo ano, em 2020.

O anúncio foi feito em comunicado pela Associação Europeia de Mamíferos Aquáticos (EAAM), que representa entidades e profissionais ligados aos mamíferos marinhos, e que sublinha que revisões como esta “são especialmente importantes no contexto das alterações climáticas”.

“Outrora facilmente observada em todos os países do Mediterrâneo e ao longo da costa Africana e Macaronésia, a foca-monge-do-Mediterrâneo desapareceu quase por completo”, lembra também a associação europeia. Hoje a espécie está “fragmentada em quatro sub-populações e reduzida para menos de 700 indivíduos.”





Ainda assim, ressalva, “devido aos esforços de várias organizações internacionais e a um importante trabalho de sensibilização, verificamos a inversão desta tendência.”

A última avaliação feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza, em 2015, apontava para um total de 600 a 700 animais – dos quais 350 a 450 focas-monge em estado adulto – com uma população em crescimento devido a medidas de conservação introduzidas nos últimos 30 anos.

Mas “apesar dos esforços e dos bons resultados, muito trabalho está ainda por fazer de forma a garantirmos a recuperação total desta espécie”, avisa a EAAM.

Focas na Madeira

Das quatro sub-populações, a do arquipélago da Madeira será a terceira mais importante. Aqui, onde a espécie é também conhecida por lobo-marinho, contam-se hoje cerca de 30 focas-monge, que são alvo do projecto de conservação Life Madeira lobo-marinho (2014-2019).

Mas é na zona leste do Mediterrâneo, ao largo da Grécia e da Turquia, que se concentra a maior população destas focas, com 350 a 450 animais – o suficiente para formarem uma colónia.

Na área de Cabo Blanco (Sahara Ocidental) há outro núcleo importante, mas que foi reduzido a um terço há pouco mais de 20 anos. Foi aqui que em 1997 morreram cerca de 200 animais devido a uma “maré vermelha”, uma proliferação anormal de algas que libertam substâncias tóxicas.

Quais são hoje as principais ameaças? “A caça acidental através das redes de pesca e a degradação das praias onde as progenitoras têm as suas crias”, identifica a associação.

Um dos projectos de conservação actualmente em curso é coordenado pela MOm – Sociedade Helénica para o Estudo e Proteção da Foca-monge, apoiada pela EAAM. Esta organização grega reabilita crias resgatadas no leste do Mediterrâneo.

“Nos próximos meses, a EAAM vai também financiar uma bolsa de estudos a um estudante europeu para que este colabore com o MOm no resgate e reabilitação de crias de Foca-monge-do-mediterrâneo”, anunciou ainda a associação europeia.





Fotos: Instituto das Florestas e Conservação da Natureza
Fonte:  https://www.wilder.pt

Praia Fluvial de Monsaraz é galardoada com Bandeira Azul e ganha prémio de "Praia + Acessível"



A Praia Fluvial de Monsaraz, é a primeira praia do Alqueva com Bandeira Azul e acessível, com todas as características de qualidade que estes equipamentos podem ter, tendo conquistado o 2º lugar de "Praia + Acessível".

Possui uma piscina flutuante para crianças e adultos, uma bar e restaurante de apoio. Para além disso, possui uma zona relvada com sombras para os dias mais quentes e estacionamento.

A praia fluvial, já galardoada com a Bandeira Azul e classificada como “Praia Acessível”, por cumprir os requisitos de acesso para pessoas com mobilidade condicionada, e Praia Saudável, por cumprir as normas de segurança e de qualidade do ambiente, vai ter 120 metros de extensão, indicou a autarquia.

Marialva - Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história.





A aldeia de Marialva é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal e situa-se a poucos minutos da cidade de Mêda. Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história.

Povoada pelos Aravos, povo lusitano, foi posteriormente conquistada pelos romanos, a que se seguiram os árabes, até à vitória final de D. Fernando Magno, em 1063. Em 1179 recebe a carta de foral de D. Afonso Henriques, tendo mantido uma actividade intensa- graças às feiras que aí se realizavam – até finais do séc. XVIII. No ano de 1200 o castelo é mandado reconstruir e restaurar por D. Sancho I tendo sido posteriormente ampliado por ordem do rei D. Dinis.





 Ao entrar em Marialva, fica-nos a sensação que entramos num cenário histórico, as ruas, ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem-nos à cidadela cercada pelas muralhada em cujas ruínas perdemos a noção do tempo. No interior das muralhas, destacam-se a Praça, solenemente assinalada pelo Pelourinho e pelo edifício da antiga Casa da Câmara, também tribunal e cadeia (séc. XVII); alguns metros mais à frente a torre de menagem e a Igreja de Santiago com o seu magnífico tecto pintado e a Capela da Misericórdia, apreciada pelo retábulo em talha, são verdadeiros tesouros construídos dentro do recinto muralhado.

A população que habita nas edificações fora das muralhas tem no rosto o olhar hospitaleiro das gentes beirãs, rubricados pela autenticidade das rugas do rosto. Marialva é uma das dezasseis aldeias e freguesias do concelho de Mêda cujos vestígios monumentais guardam a memória de um passado histórico muito importante.






Marialva é sem dúvida um local a não perder e que recomendamos conhecer. 


Visitar Marialva é percorrer as nossas origens mais profundas, é sentir o tempo parar à nossa volta, e sentir saudade ainda antes de partir.

Lisboa entre as 100 cidades mais caras do mundo



Lisboa é a 95.ª cidade mais cara do mundo em termos de custo de vida, descendo duas posições no ranking em relação ao ano passado, num estudo da Mercer divulgado nesta quarta-feira e que é liderado por Hong Kong.

De acordo com o estudo global sobre o Custo de Vida de 2019 da Mercer (Cost of Living Survey), Lisboa “desceu duas posições no ranking, após uma subida expressiva de 44 posições o ano passado”.

No ranking agora divulgado, Hong Kong mantém a posição de cidade mais cara do mundo, em oposição a Tunes (Tunísia), a cidade menos cara. No topo da lista estão Tóquio (2.º), Singapura (3.º) e Seul (4.º).



Através do estudo foi ainda possível concluir que o preço da gasolina em Lisboa é dos mais elevados tendo em conta as restantes cidades do ranking.

Por outro lado, e comparativamente com a cidade mais cara da tabela, o preço de arrendamento de um apartamento T3 nas zonas nobres de Lisboa ronda os 3150 euros e em Hong Kong os 12.910 euros.

Lisboa é a única cidade portuguesa apresentada no estudo.