domingo, 29 de setembro de 2019
Bombeiros portugueses são vice-campeões no World Rescue Challenge 2019
Várias equipas de bombeiros portugueses estiveram em destaque no campeonato do mundo para Equipas de Resgate e Salvamento que se realizou entre os dias 12 e 15 de setembro na cidade francesa de La Rochelle.
A Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD) salientou que “Portugal ocupou 3 lugares nos pódios do World Rescue Challenge 2019, assumindo-se mais uma vez como o país com mais presenças entre os primeiros classificados nas vertentes a concurso”.
O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa foi o grande destaque português na vertente de Desencarceramento e a AFSS Trauma Team, equipa também portuguesa, na vertente de Trauma. Ambas se sagraram vice-campeões do mundo no World Rescue Challenge 2019.
A equipa dos Bombeiros Voluntários da Praia da Vitória (Açores) conquistou ainda o terceiro lugar no pódio do Trauma, dando um claro destaque a Portugal nos pódios das disciplinas em competição.
Além dos títulos referidos, a mesma nota refere ainda que a equipa dos Bombeiros Voluntários da Covilhã ganhou o título de “Best Overall Trauma Developing Excellence Award”.
Neste campeonato do mundo estiveram presentes as seguintes equipas portuguesas, nas respetivas vertentes:
Desencarceramento
Regimento Sapadores Bombeiros de Lisboa
Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto
Bombeiros Voluntários de Cacilhas
Trauma
Bombeiros Voluntários Praia da Vitória
Bombeiros Voluntários de São Roque do Pico
Bombeiros Voluntários da Covilhã
AFSS Trauma Team
A ANSD destaca ainda a presença de uma delegação portuguesa de jurados internacionais assegurando simultaneamente a colaboração com a sua congénere francesa (FNSPF – Fédération Nationale de Sapeurs Pompiers de France) na organização do evento. Mais que uma competição, esta é todos os anos uma oportunidade mundial única de partilha, aprendizagem e evolução de técnicas e competências das equipas de emergência, consciencializando simultaneamente a sociedade para a problemática global da morte nas estradas.
Estiveram presentes nesta edição do campeonato do mundo 69 equipas de 17 países, de todos os continentes.
Deixamos aqui uma palavra de apreço aos bombeiros envolvidos, assim como demonstra todo o seu orgulho pelo profissionalismo de todos.
sábado, 28 de setembro de 2019
Em Lisboa milhares de jovens marcharam, do Cais do Sodré ao Rossio, por um mundo melhor.
Milhares de pessoas de norte a sul do País saíram ontem à rua, juntando-se aos milhões que, em todo o Mundo, participaram na greve climática global.
"Não há Planeta B", "Mudem o sistema, não o clima", foram algumas das palavras de ordem.
Em Lisboa milhares de jovens marcharam, do Cais do Sodré ao Rossio, por um mundo melhor.
A greve climática estudantil integra uma semana de ação global pela proteção do ambiente
Os manifestantes exigiram políticas responsáveis que não comprometam o ambiente e, consequentemente, o futuro do planeta e de todos nós.
Em Portugal, a marcha pelo clima também se estendeu a Albufeira, Aveiro, Braga, Castro Verde, Chaves, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Guimarães, Ilha do Pico, Lagos, Leiria, Lousada, Moimenta da Beira, Penafiel, Pombal, Ponta Delgada, Portalegre, Portimão, Porto, Serpa, Setúbal, Sines, Tavira, Viana do Castelo, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real e Viseu.
Foto: Todos os direitos reservados a
Armindo Ribeiro | CML
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Lenda do Galo de Barcelos
Uma das mais importantes lendas medievais do éradio popular português originaria no Caminho de Peregrinação a Santiago de Compostela, se imortalizou na cultura lusitana através do famoso Galo de Barcelos que de símbolo do artesanato Barcelense se elevou ao mais importante ícone de identidade de Portugal no Mundo.
A lenda
A curiosa lenda do galo está associada ao cruzeiro medieval que faz parte do espólio do Museu Arqueológico da cidade. Segundo esta lenda, os habitantes do burgo andavam alarmados com um crime e, mais ainda, com o facto de não se ter descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém acreditou. nele. Ninguém acreditava que o galego se dirigisse a S. Tiago de Compostela, em cumprimento de uma promessa, sem que fosse fervoroso devoto do santo que, em Compostela, se venerava, nem de S. Paulo e de Nossa Senhora. Por isso, foi condenado à forca. Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado que, nesse momento, se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa, exclamando: “É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem”. Risos e comentários não se fizeram esperar mas, pelo sim pelo não, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava das afirmações de inocência do condenado. O juiz correu à forca e viu, com espanto, o pobre homem de corda ao pescoço. Todavia, o nó lasso impedia o estrangulamento. Imediatamente solto foi mandado em paz. Passados anos voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor a S. Tiago e à Virgem.
Fonte: Câmara Municipal de Barcelos
A lenda
A curiosa lenda do galo está associada ao cruzeiro medieval que faz parte do espólio do Museu Arqueológico da cidade. Segundo esta lenda, os habitantes do burgo andavam alarmados com um crime e, mais ainda, com o facto de não se ter descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém acreditou. nele. Ninguém acreditava que o galego se dirigisse a S. Tiago de Compostela, em cumprimento de uma promessa, sem que fosse fervoroso devoto do santo que, em Compostela, se venerava, nem de S. Paulo e de Nossa Senhora. Por isso, foi condenado à forca. Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado que, nesse momento, se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa, exclamando: “É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem”. Risos e comentários não se fizeram esperar mas, pelo sim pelo não, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava das afirmações de inocência do condenado. O juiz correu à forca e viu, com espanto, o pobre homem de corda ao pescoço. Todavia, o nó lasso impedia o estrangulamento. Imediatamente solto foi mandado em paz. Passados anos voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor a S. Tiago e à Virgem.
Fonte: Câmara Municipal de Barcelos
Filipe Santos com Síndrome de Down conquista sete medalhas e bate dois recordes em Itália
O nadador algarvio Filipe Santos conquistou sete medalhas, cinco de prata e duas de bronze, e bateu dois recordes nacionais, no Campeonato Europeu de Natação DSISO (para atletas portadores de Síndrome de Down), que decorreu entre 15 e 22 de Setembro em Olbia, na Itália.
Filipe Santos sagrou-se vice-campeão europeu em 50 metros livres e em estafetas de 50 metros livres, 50 metros estilos, 100 metros livres e 100 metros estilos.
As duas medalhas de bronze foram conquistadas em 50 metros costas, prova onde bateu o recorde nacional, e nos 200 metros mariposa.
O atleta algarvio conquistou ainda um quarto lugar nos 100 metros mariposa e um quinto lugar nos 50 metros mariposa.
domingo, 22 de setembro de 2019
A ginasta Filipa Martins conquistou hoje a medalha de ouro, na trave, na Taça do Mundo de ginástica artística
A ginasta Filipa Martins conquistou este domingo a medalha de ouro, na trave, na Taça do Mundo de ginástica artística, que decorreu em Guimarães, troféu que junta ao bronze conseguido no sábado em paralelas assimétricas. Beatriz Cardoso conseguiu o quinto lugar nos concursos de trave e solo, competição na qual Mariana Pitrez foi sétima.
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Saiba o que deve fazer se for picado por uma vespa asiática...
A vespa velutina, mais conhecida por vespa asiática, chegou à Europa há 15 anos e, desde 2011, os casos de picadas dolorosas e agressivas não pararam de surgir em território nacional.
O que fazer em caso de ser picado?
De acordo com o site oficial da CUF, existem algumas precauções que podem ser tomadas para reduzir o risco de ser picado:
Como se comporta e que impactos negativos tem?
A espécie é diurna e predadora de outras vespas, abelhas e outros insetos... No caso das abelhas, a vespa velutina espera que cheguem carregadas de pólen junto às colmeias. Depois de as capturarem, levam-nas para os seus ninhos para alimentar as larvas.
Na apicultura, a vespa asiática causa perdas devido à predação da abelha-europeia, enquanto que na agricultura, além de haver uma menor atividade de polinização, pode influenciar a produção frutícola.
Este é um dos grandes efeitos da presença desta espécie em território nacional, de acordo com o Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa velutina em Portugal, criado em 2018.
- Remover o ferrão da vespa que possa ainda estar cravado na pele;
- Lavar o local da picada abundantemente com água fria;
- Em caso de sentir dor, tomar um analgésico, como paracetamol ou ibuprofeno. Seguir sempre as indicações do folheto e tomar a dose recomendada;
- Se sentir comichão, aplicar gelo ou uma pomada de venda-livre comprada na farmácia específica para o alívio do sintoma. É também possível tomar um anti-histamínico;
- Para reduzir o edema, aplicar gelo na lesão.
De acordo com o site oficial da CUF, existem algumas precauções que podem ser tomadas para reduzir o risco de ser picado:
- Mantenha-se calmo e movimente-se devagar; não agite os braços nem as enxote;
- Cubra a pele exposta usando mangas compridas e calças nos momentos do dia em que os insetos estão mais ativos - como o nascer e o pôr do sol;
- Calce sapatos fechados enquanto estiver na rua;
- Aplique repelente de insetos - com entre 20 a 30% de DEET (dietiltoluamida) - na pele exposta e por cima da roupa. Se vai aplicar protetor solar, faça-o antes de aplicar o repelente;
- Nunca perturbe os ninhos dos insetos;
- Mantenha os alimentos e bebidas tapados enquanto estiver a consumi-los ao ar-livre, especialmente os doces;
- Em zonas de risco, mantenha as portas e janelas da casa e do carro fechadas, sobretudo no final do dia, ou coloque uma rede mosquiteira para prevenir a entrada de insetos.
Como se comporta e que impactos negativos tem?
A espécie é diurna e predadora de outras vespas, abelhas e outros insetos... No caso das abelhas, a vespa velutina espera que cheguem carregadas de pólen junto às colmeias. Depois de as capturarem, levam-nas para os seus ninhos para alimentar as larvas.
Na apicultura, a vespa asiática causa perdas devido à predação da abelha-europeia, enquanto que na agricultura, além de haver uma menor atividade de polinização, pode influenciar a produção frutícola.
Este é um dos grandes efeitos da presença desta espécie em território nacional, de acordo com o Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa velutina em Portugal, criado em 2018.
Até que ponto afeta a segurança das pessoas?
Individualmente, não é mais agressiva para o ser humano do que a vespa-europeia, mas reage de forma bastante agressiva às ameaças do ninho.
Se se sentir ameaçada até cinco metros de distância do ninho, pode responder em grupo e perseguir essa ameaça a cerca de 500 metros.
Desde 2017 até ao corrente ano, verificou-se um aumento do número de denúncias. Em 2017, contabilizaram-se 499 avistamentos, número que aumentou para 708 em 2018 e que, este ano, até 25 de agosto, somou 508 situações relacionadas com a presença de vespas asiáticas.
Em que pontos do país existem mais ninhos de vespas volutinas?
Os distritos onde se registaram mais denúncias, ao longo deste ano, foram no Porto (133), Braga (92), Viseu (60), Aveiro (53) e Coimbra (50).
A vespa asiática registou o primeiro avistamento em Portugal em 2011, no distrito de Viana do Castelo, e, desde aí, tem vindo a deslocar-se para o sul do país, sendo que Lisboa, até agora, é o distrito mais a sul onde existe a presença desta vespa.
Fonte: https://rr.sapo.pt
Individualmente, não é mais agressiva para o ser humano do que a vespa-europeia, mas reage de forma bastante agressiva às ameaças do ninho.
Se se sentir ameaçada até cinco metros de distância do ninho, pode responder em grupo e perseguir essa ameaça a cerca de 500 metros.
Desde 2017 até ao corrente ano, verificou-se um aumento do número de denúncias. Em 2017, contabilizaram-se 499 avistamentos, número que aumentou para 708 em 2018 e que, este ano, até 25 de agosto, somou 508 situações relacionadas com a presença de vespas asiáticas.
Em que pontos do país existem mais ninhos de vespas volutinas?
Os distritos onde se registaram mais denúncias, ao longo deste ano, foram no Porto (133), Braga (92), Viseu (60), Aveiro (53) e Coimbra (50).
A vespa asiática registou o primeiro avistamento em Portugal em 2011, no distrito de Viana do Castelo, e, desde aí, tem vindo a deslocar-se para o sul do país, sendo que Lisboa, até agora, é o distrito mais a sul onde existe a presença desta vespa.
Onde pode denunciar a localização de um ninho?
Através da linha SOS Ambiente e Território - 808 200 520 - do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, ou preencher um formulário na plataforma SOS Vespa, criada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a dar conta da localização de um ninho.
A plataforma SOS Vespa cartografa e monitoriza essas ocorrências através da colaboração de cidadãos e de instituições.
Também é possível pedir a colaboração da junta de freguesia da área da observação do ninho.
Que planos de ação existem em Portugal?
Em 2018, foi implementado o plano de ação para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal, que visa a prevenção, vigilância e controlo desses animais em todo o território nacional, com vista à segurança dos cidadãos, à proteção da atividade agrícola e do efetivo apícola, bem como à minimização dos impactos sobre a biodiversidade.
Relativamente ao plano de ação, a GNR, através do SEPNA, tem participado nas ações de vigilância, controlo e destruição, assim como nas ações de formação e divulgação, além de efetuar o tratamento e encaminhamento de todas as denúncias recebidas através linha SOS Ambiente e Território.
Certo é que os cidadãos devem evitar fazer a destruição dos ninhos, uma vez que, se não for eliminado na sua totalidade, a vespa vai nidificar noutro local, persistindo o problema.
Através da linha SOS Ambiente e Território - 808 200 520 - do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, ou preencher um formulário na plataforma SOS Vespa, criada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a dar conta da localização de um ninho.
A plataforma SOS Vespa cartografa e monitoriza essas ocorrências através da colaboração de cidadãos e de instituições.
Também é possível pedir a colaboração da junta de freguesia da área da observação do ninho.
Que planos de ação existem em Portugal?
Em 2018, foi implementado o plano de ação para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal, que visa a prevenção, vigilância e controlo desses animais em todo o território nacional, com vista à segurança dos cidadãos, à proteção da atividade agrícola e do efetivo apícola, bem como à minimização dos impactos sobre a biodiversidade.
Relativamente ao plano de ação, a GNR, através do SEPNA, tem participado nas ações de vigilância, controlo e destruição, assim como nas ações de formação e divulgação, além de efetuar o tratamento e encaminhamento de todas as denúncias recebidas através linha SOS Ambiente e Território.
Certo é que os cidadãos devem evitar fazer a destruição dos ninhos, uma vez que, se não for eliminado na sua totalidade, a vespa vai nidificar noutro local, persistindo o problema.
Fonte: https://rr.sapo.pt
domingo, 15 de setembro de 2019
O Parque de Serralves, no Porto, vai ter uma nova atração: um passadiço de madeira elevado ao nível das árvores – chama-se “Treetop Walk”
O Parque de Serralves, no Porto, vai ter uma nova atração: um passadiço de madeira elevado ao nível das árvores – chama-se “Treetop Walk”. O percurso terá 260 metros de extensão entre 1,5 e 15 metros de altura, permitindo "uma experiência impactante" ao nível da observação e estudo da fauna e flora. A inauguração está marcada para sábado, 14 de setembro de 2019, e nesse dia a entrada será gratuita para todos os visitantes.
O objetivo deste passadiço - insere-se nas celebrações dos 30 anos da Fundação de Serralves - é “valorizar” o espaço natural do parque e permitir que os visitantes tenham acesso a uma “parte de Serralves que não estão habituadas a ter”, explica o diretor de recursos e projetos especiais da Fundação, Rui Costa, à Lusa.
O projeto, concebido pelo arquiteto Carlos Castanheira em colaboração com Siza Vieira, nasce de uma colaboração com o Fundo Ambiental do Estado Português – no âmbito de um protocolo de colaboração técnica e financeira assinado em março – e que tem a empresa Ascendi como mecenas.
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