sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

O Eléctrico de Natal regressa às ruas de Lisboa conduzido pelo Pai Natal



O ´Eléctrico de Natal´ está de volta e faz um circuito sem paragens, com a duração de 1h15, com música, contos de Natal e várias surpresas. Neste eléctrico pode encontrar passageiros um pouco diferentes, como o Duende de Natal, e as suas bolas de sabão, e Olívia, e o seu teatro de fantoches. Para os miúdos, no final ainda há uma oferta.

Assim, a partir do dia 14 de dezembro, tem mais duas incríveis hipóteses para viver o espírito do Natal em toda a sua plenitude e magia, com música, pais natais, iluminações, duendes, autocarros e elétricos históricos. Entre 14 e 31 de dezembro, pode começar a dar passeios pelas ruas de Lisboa a bordo de um eléctrico histórico, decorado a rigor e conduzido pelo Pai Natal.

Este ano, a CARRIS volta a associar-se à Operação Nariz Vermelho. A participação das escolas requer a aquisição de um nariz por criança (2€) para contribuir para a missão de proporcionar sorrisos às que se encontram hospitalizadas. O valor reverte na totalidade para a Operação Nariz Vermelho.

Este Natal, a acção vai mobilizar cerca de 2.500 crianças de 50 escolas da área metropolitana de Lisboa.

O Eléctrico de Natal é uma iniciativa da CARRIS, disponibilizada para o público em geral, pela CARRISTUR, a partir de 14 de dezembro.



Fonte e mais informações news.cision.com 
MUSEU-DA-CARRIS

O maior presépio de Portugal está no Algarve!


O presépio reúne 5 mil e 500 peças e ocupa 230 metros quadrados, estando exposto no Centro Cultural António Aleixo  em Vila Real de Santo António, onde pode ser visitado.

Foram utilizadas mais de 40 toneladas de materiais reaproveitados ou naturais, como a cortiça e o musgo. À semelhança dos anos anteriores, voltam a estar representados vários elementos típicos da região. É o caso das antigas cabanas da praia de Monte Gordo, as tradicionais noras da região do Algarve, e outros monumentos locais.

Até 6 de janeiro, o Presépio Gigante pode ser visitado diariamente, das 10h às 13h e das 14h30 às 19h, no 
Centro Cultural António Aleixo  em Vila Real de Santo António pelo valor de entrada de 0,50 euros.

Fonte evasoes.pt
(Fotografia: VRST) 

Serra de Montemuro pintada de branco.... fotos de rara beleza.








Gralheira

Localizada nos limites do concelho, em plena Serra do Montemuro, a cerca de 1100 metros de altitude, a aldeia da Gralheira é também conhecida como a “Princesa da Serra”.

Com uma paisagem deslumbrante, rodeada de lameiros férteis e verdejantes, propícios à criação de gado, esta é uma das atividades principais na aldeia e uma das principais fontes de riqueza das suas gentes.

Esta localidade é conhecida pelos seus invernos rigorosos e pelas quedas de neve, que acontecem com alguma regularidade e que oferecem panoramas magníficos a partir deste local.

No centro da povoação ainda é possível vislumbrar algumas casas típicas, construídas com granito e algumas delas, ainda cobertas de colmo.

Esta aldeia é caraterizada também pela sua população unida e dinâmica, destacando-se ainda a gastronomia local, divulgada e dinamizada pelos dois restaurantes aqui existentes, que brindam os seus clientes com fantásticas iguarias, como a vitela arouquesa, cabrito e anho assados em forno de lenha, cozidos, arroz de salpicão, entre outros.







Fonte original todos os direitos reservados a: https://www.meteopt.com


Palácio da Pena recriou a primeira árvore de Natal portuguesa feita por D Fernando II. Grandes diferenças das que fazemos hoje....





Frutos, velas e brinquedos por embrulhar. Era assim a primeira árvore de Natal em Portugal

D. Fernando II trouxe um hábito da Áustria: decorar um pinheiro com frutos, velas e animais. Quase 200 anos depois, o Palácio da Pena recria aquela que foi a primeira árvore de Natal em Portugal.



De 1844, outra das gravuras de D. Fernando II que serviu de base à recriação © PSML/Ana Cristina Machado




Até dia 6 de Janeiro, o Palácio da Pena recria a primeira árvore de Natal feita em Portugal por D. Fernando II.










Foto:O Pinheiro da Pena © PSML/Luís Duarte
Fonte: observador.pt

SABE COMO SE PRODUZIA GELO EM PORTUGAL ANTES DO FRIGORÍFICO SER INVENTADO?




Os Reis e a corte há dois séculos já tinham a resposta, mesmo antes da invenção do frigorífico. Pediam ao neveiro mor e ele tinha o gelo no antigo Martinho da Arcada em Lisboa ou no Café do Gelo, no Rossio.


No topo da Serra de Montejunto, 600 metros acima do nível do mar, virada a norte, numa zona fria e húmida ergueu-se a Real Fábrica do Gelo. Durante cerca de 120 anos dali saiam blocos de gelo que refrescavam a corte e, mais tarde, os cafés mais chiques de Lisboa. Em 1850, com a invenção do frigorífico, entrou em declínio. Se não fosse o eletrodoméstico, seriam as alterações climáticas a ditar o seu fim.


Grande marco da arqueologia industrial, é a única do seu género em Portugal e Europa, sendo um símbolo da tecnologia medieval.

A sua construção teve início em 1741, e terá custado entre 40 e 45 mil cruzados, despesa megalómana para a época, com vista a satisfazer a grande procura de gelo que existia por toda a capital. Representou um grande avanço na qualidade e higiene do processo utilizado para a “produção” de gelo, dado que este passou a ser fabricado nos tanques da fábrica e não colhido após o vento o ter amontoado, como sucedia até então.

A sua construção terá tido como principal objectivo colmatar as falhas sistematicamente registadas nos fornecimentos da Serra do Coentral.

Quase tudo o que se sabe sobre a actividade da Real Fábrica do Gelo deve-se à tradição oral, nomeadamente a testemunhos de descendentes de pessoas que trabalharam no fabrico do gelo.

Conta-se que quando chegava o mês de Setembro enchiam-se os tanques rasos de água e durante a noite esperava-se que o frio a congelasse. Quando o gelo se formava, o guarda da fábrica ia a cavalo até à aldeia de Pragança e, com uma corneta, acordava os trabalhadores. Antes do nascer do sol, num trabalho árduo e duro, as placas de gelo eram partidas, os fragmentos amontoados e depois carregados para os silos de armazenamento, onde o gelo era conservado até à chegada do verão.

Na época do calor, decorria a complicada tarefa do transporte até à capital do reino. Primeiro o gelo era transportado no dorso de animais, para vencer o acentuado desnível da serra. Seguia depois em carroças que o faziam chegar, o mais rápido possível, aos “barcos da neve” ancorados na Vala do Carregado. Estes barcos completavam o circuito do gelo, transportando-o até Lisboa, a capital do reino.

Estima-se que a actividade da Real Fábrica do Gelo tenha cessado em finais do Séc. XIX, tendo caído no esquecimento por quase um século.

O complexo da Real Fábrica do Gelo foi considerado por inúmeros especialistas internacionais "como um caso único pela originalidade das suas estruturas e pelo razoável estado de conservação".

 





Fotos: Municipio do Cadaval


Recriação histórica do funcionamento da Real Fábrica do Gelo

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Lisboa Será a Capital Verde Europeia em 2020



2020 será um ano marcante para Lisboa no campo da ecologia e da sustentabilidade. A nossa cidade será Capital Verde Europeia e as festividades inauguram a 11 de janeiro. Encontros, exposições, seminários, conferências e plantações de árvores fazem parte desta verde, mas madura, programação.

Depois de Oslo ter sido Capital Verde Europeia em 2019, 2020 será o ano em que Lisboa assumirá o título. A distinção foi atribuída a 21 de junho de 2018 mas é apenas em 2020 que a capital se irá encher de atividades que celebram a cidade como espaço sustentável.

A abertura acontece a 10 de janeiro, pelas 15h00, no Parque Eduardo VII, numa cerimónia que visa a passagem de testemunho da capital nórdica para Lisboa com a presença do Presidente da República, do Secretário Geral da ONU e do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.




Fonte: lisboasecreta

Passadiços do Paiva receberam o prémio máximo dos Óscares do Turismo: o de Melhor Atracção Turística do Mundo de Aventura.


 Os Passadiços do Paiva, os mais procurados e instagramados de Portugal  voltaram a receber no dia 28 de novembro, o prémio máximo dos Óscares do Turismo: o de Melhor Atracção Turística do Mundo de Aventura.
 



Os Passadiços do Paiva ficam na margem esquerda do Rio Paiva, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro. Ao todo são 8700 metros de passeio, com partida ou chegada em Areinho ou Espiunca, que se percorrem em cerca de duas horas e trinta minutos. O percurso passa pelos Geossítios da Garganta do Paiva, pela Cascata das Aguieiras, Praia Fluvial do Vau, Gola do Salto e Falha de Espiunca. Proporcionam também um passeio pela natureza em estado puro, junto a descidas de águas bravas, cristais de quartzo e espécies em extinção na Europa. O território Arouca Geopark é reconhecido pela UNESCO como Património Geológico da Humanidade.