domingo, 8 de dezembro de 2019

CNN elege Águeda como uma das “ruas mais bonitas do mundo”


A CNN Travel volta a dar a volta ao mundo das ruas bonitas: da Convent Avenue do Harlem em Nova Iorque à célebre e ziguezagueante Lombard Street em São Francisco, do Caminito da La Boca de Buenos Aires, passando pelo Passeio do Filósofo em Quioto até todas as ruas azuis da marroquina Chefchaouen. E há muito mais mundo a passear pelas 21 áreas escolhidas pelo canal de viagens da norte-americana CNN como “as ruas mais bonitas” do planeta. Incluindo as do centro de Águeda e tudo graças aos chapéus-de-chuva.

Lisboa vai ter 6 concertos de Natal à luz das velas


O evento Candlelight vai acontecer a 21 e 22 de dezembro na Biblioteca da Academia das Ciências em Lisboa.

Vai haver várias sessões por dia no fim de semana de 21 e 22 de dezembro, na Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa, que fica perto de São Bento. Vai poder ouvir temas de Tchaikovsky, Mozart, Corelli, VivaldI, Bach, Händel, Mouret e Massenet, que serão interpretados por um trio de cordas.

Os bilhetes já estão disponíveis online no site da Fever.  Os preços variam entre os 25€ e os 35€, consoante a visibilidade e a distância para o palco.

 

Clemência Rocha de 85 anos expõe presépio com 1000 peças feitas em croché




Clemência Rocha, mais conhecida como ‘Mença’ uma valonguence de 85 anos demorou quatro anos a fazer este presépio com 1058 peças feitas em croché.

As peças representam vários quadros bíblicos e figuras de Valongo e do mundo.

Todas as peças foram feitas sem moldes, apenas de cabeça como faz questão de informar a artesã.


O Presépio pode ser visitado no Museu Municipal de Valongo, até 6 de janeiro de 2020, durante o horário normal de funcionamento do espaço: segunda a sexta das 9h00-12h30 / 14h00-17h30 e nos domingos, 8 e 15 de dezembro, entre as 15h00 e as 18h00. Nos domingos, contam com apontamentos de trabalho ao vivo, dinamizados pelos artesãos do concelho.



Foto: todos os direitos reservados a: verdadeiroolhar.pt (Fernanda Pinto)

sábado, 7 de dezembro de 2019

“Do Lixo Faço Arte” um Presépio feito de lixo que está a encantar Portugal.....


O presépio “Do Lixo Faço Arte”, da autoria de António Costa, que é artesão e funcionário da Câmara de Mértola pode ser visitado no salão da Casa do Povo de Santana de Cambas, de 1 de Dezembro a 6 de Janeiro.





Num ambiente mágico, o artista celebra a sagrada família e o espírito de Natal num cenário executado com materiais reciclados.

Esta é a quarta vez que o presépio “Do Lixo faço arte” é apresentado ao público e a segunda neste espaço. Todos os anos, o artista renova a exposição com novas imagens e novos cenários.





Este ano, o presépio conta com 38 imagens integralmente elaboradas a partir de objetos que já não cumpriam a sua função original, como tecidos, papel, objetos cerâmicos e motores de eletrodomésticos. Com muita arte, engenho e imaginação, António Costa dá vida às personagens ao apostar no movimento, nos sons, nos cheiros e na iluminação de um cenário que faz lembrar uma gruta.

Para o artista, “o gosto de fazer o presépio, é uma ilusão que vem de criança, até a idade de 10 anos, era frequente montar o presépio, as figuras do presépio eram feitas por mim, procurava barro nos barrancos, troncos, trapos velhos, dava asas a minha imaginação e era assim que realizava a fantasia de Natal”.

“Durante alguns anos, este meu gosto de montar o presépio ficou parado. A ida para a capital de Lisboa desvaneceu um pouco essa tradição. Voltei anos depois, já adulto e homem casado pai de um filho, tive a sorte de ir em passeio a Itália no ano 2001. Pois, com essa viagem, o sonho de criança que se encontrava adormecido, acordou vivo e bem vivo. Tive a sorte de visitar um presépio na cidade de Roma, que nunca mais me saiu da cabeça. Penso que foi o clique para que eu retomasse a vontade de exprimir o que me ia na alma”.

António Costa, 52 anos, é um artista natural de Moreanes e funcionário da Câmara Municipal de Mértola.

A entrada é gratuita e o presépio pode ser visitado todos os dias, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00.








Fonte:https://www.sulinformacao.pt

Os Moliceiros de Aveiro



 O atual ícone da cidade de Aveiro é o barco Moliceiro.






O Moliceiro, como o seu nome indica, era um barco de trabalho utilizado para a apanha do moliço, uma alga aquática (agora escassa) utilizada para adubar os terrenos agrícolas de quase toda a região de Aveiro. O seu recurso predominava desde Ovar até Mira, variando as suas dimensões consoante a zona navegada.

Correndo o risco de desaparecer devido à quase extinção do uso do moliço, o moliceiro foi recentemente preservado, alvo de uma metamorfose proporcionada por uma nova realidade económica. Reinventado como símbolo cultural da ria de Aveiro, é agora orientado pelo sector turístico.

É na Murtosa que estas criações nascem. Em média, são necessários cerca de 25 dias e 2 homens para a construção de um moliceiro. É essencialmente construído em madeira de pinheiro manso e bravo, espécie predominante na região de Aveiro. O seu tempo médio de vida é de 7 anos.

Actualmente há pouquíssimos construtores navais dedicados à construção de moliceiros. Um deles é João Herculano, da Murtosa, que diz ser um “trabalho difícil mas que vale a pena porque dignifica a embarcação e permite que não se perca esta memória”.



O barco moliceiro tem cerca de 15 metros de comprimento e 2,5m de largura. A sua borda baixa facilitava o carregamento do moliço, mas são as suas elegantes proa e ré que, com as suas pinturas, o distinguem das demais embarcações portuguesas. São decorados com pinturas que, apesar da técnica perene, abordam temas que que se alteram com os tempos. Estes motes são devidos às transições socio-culturais na História de Portugal.

As pinturas dos moliceiros são sempre compostas por texto e imagem. Começaram por ser uma espécie de jornal da Ria, uma plataforma para expressar a opinião e os acontecimentos entre as pessoas de Ovar, Murtosa, São Jacinto, Ílhavo, Mira… O que se passava nestas localidades era representado nestas pinturas. Eram e são uma forma de comunicação que relata a actualidade, homenageia figuras queridas ou satiriza outras indesejadas.



Antigamente, era o próprio construtor naval quem pintava os moliceiros. Depois, por questões de poupança, passaram a ser os proprietários a fazê-lo. Actualmente, é um trabalho encomendado a artistas da região que primam pela preservação desta tradição. Mas quase sempre, os seus autores permanecem em anonimato.

Marisa Carvas, professora de desenho, é uma das atuais pintoras que dão a mão ao “manifesto”. Conta que, geralmente, eram sempre duas as pessoas que pintavam os moliceiros. Este conjunto de pintores poderia resultar da parceria entre 2 homens, 2 mulheres ou um homem e uma mulher. Destas parcerias saía sempre um resultado distinto. No primeiro caso, a pintura seria um pouco machista, ao contrário do segundo caso. No terceiro caso, a pintura era sempre mais comedida. Quando eram os proprietários a decorar o barco, geralmente um casal, por vezes representavam-se a si mesmos. Se estavam zangados, o homem e a mulher surgiam de costas, se estavam bem, surgiam de frente. Faziam-se acompanhar por dizeres e representações algo “brejeiras”. 



texto adaptado: daqui

Porto... o Natal mais iluminado de sempre: uma árvore com 31.600 lâmpadas e 80 ruas iluminadas




A cidade uniu-se uma vez mais na Avenida dos Aliados para o tradicional momento de inauguração das luzes da Árvore de Natal da cidade - este ano com 40 metros de altura e 20 de diâmetro. O espetáculo de fogo de artifício, lançado às 18 horas em ponto do edifício da Câmara Municipal, assinalou o momento, testemunhado por mais de 100 mil pessoas. O programa das festas começou logo ao início da tarde, em vários pontos da Baixa, mas teve o seu ponto alto na principal sala de visitas da cidade, primeiro com o concerto de Carolina Deslandes e, já com a Árvore de Natal iluminada, com as 50 vozes do Saint Dominic's Gospel Choir, o maior e mais antigo coro gospel do país. Fotos: Miguel Nogueira e Filipa Brito 








 











Fonte: Ágora-Cultura e desporto do Porto

Montemor-o-Novo vai receber montagem de tablete de chocolate com mais de 10 metros



A Melgão Cacau e Chocolates vai montar a maior tablete de chocolate em Montemor-o-Novo.

O evento vai decorrer no próximo domingo, 8 de dezembro, durante a tarde, na rua de Aviz em Montemor-o-Novo.

A organização espera ultrapassar a barreira dos 10 metros de comprimento, convidando todos os interessados a participar.

No final, todos os participantes podem levar o seu bocadinho de chocolate para casa.