Mostrar mensagens com a etiqueta Mafra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mafra. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Após 20 anos de silêncio, sinos e carrilhões históricos de Mafra voltaram a tocar


Os 119 sinos e os dois carrilhões, que apresentaram os primeiros sinais de deterioração a 11 de setembro de 2001, ficaram sujeitos a um "silêncio forçado" à espera de obras de requalificação e "presos" por andaimes desde 2004.

A empreitada de reabilitação iniciou-se em maio de 2018 e terminou em dezembro de 2019, representando um investimento de 1,7 milhões de euros, devolvendo este património único e permitindo iniciar um programa de concertos a cada domingo.

O financiamento suplementar oriundo do Turismo de Portugal permitiu ainda pôr em funcionamento os sinos das horas.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Perto de Mafra, conheça uma aldeia típica saloia feita em barro, em tamanho natural, uma obra do escultor José Franco



Na pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra, situa-se a Aldeia-Museu de José Franco uma das mais reconhecidas aldeias musealizadas do país.





 A história da pequena aldeia remonta ao nascimento do oleiro José Franco, em 1920. O seu pai era sapateiro e a mãe, vendedeira de loiça, fazendo a venda de barros de porta em porta, bem como por muitas feiras e mercados estremenhos. Visto que o Sobreiro era um importante centro oleiro, desde cedo José Franco conviveu com o ofício e, ainda criança, ao deixar a escola primária, aprendeu o ofício com dois mestres oleiros locais, antes de trabalhar por conta própria, aos 17 anos de idade. Nessa época, reabilitou a olaria que tinha pertencido ao avô, há muito desativada.





 Em início dos anos 60, José Franco deu asas a um sonho, de recriar uma aldeia de caráter etnográfico, onde as suas memórias de infância se cristalizassem, testemunho do modo de viver das gentes locais, em homenagem à sua terra. A sua aldeia teria dois componentes: seria uma réplica das antigas oficinas e lojas, dos espaços vividos, decorados e apetrechados por objetos reais, onde se reproduziam os costumes e atividades laborais intrínsecas à sua infância e à vida camponesa da região de Mafra; em simultâneo, a aldeia compreendia uma área lúdica, dedicada às crianças, repleta de miniaturas de casas e habitantes que retratavam as atividades exercidas à época: trabalhos no campo, carpintarias, moinhos de vento, capelas, mercearias, escolas, adegas, camponeses e até uma reprodução da vila piscatória da Ericeira e dos ofícios ligados ao mar. Em anos posteriores, a Aldeia-Museu foi beneficiada pela construção de uma terceira área, murada como um castelo, com um parque-infantil, incorporando alguns engenhos agrícolas, que as crianças podiam movimentar livremente.




 
Hoje, o pequeno mundo moldado pelas mãos de José Franco (falecido em 2009) é visitado anualmente por milhares de pessoas. E, para além da exposição das figuras, no museu que lhe foi dedicado, os visitantes encontram réplicas à escala humana de muralhas de castelos, moinhos de vento, um parque infantil, uma pequena adega onde podem provar o vinho da região ou ainda a padaria, onde podem comprar o afamado pão com chouriço, entre outros. Na Aldeia de José Franco cabe a dedicação de uma vida à nobre atividade tradicional da olaria, expondo ainda a rica cultura artesanal do Concelho de Mafra.









Coordenadas GPS: N 38º 57' 34.58'' ,W 9º 21' 13.09'

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Sala do Trono do Palácio de Mafra abriu ao público após primeiro restauro em 200 anos



A decoração mural desta sala fez parte de uma campanha encomendada pelo Príncipe Regente, futuro D. João VI. Iniciados cerca de 1804, os trabalhos nela realizados foram dirigidos por Volkmar Machado e Manuel Piolti.

Sempre que a Família Real se encontrava em Mafra, aqui se realizava a cerimónia do “beija-mão” nos dias de aniversário real, nos dias onomásticos, Natal, Ano Novo e outros dias solenes. Este costume manteve-se até à abolição da cerimónia por D. Pedro V. A sala ficou então fechada, chegando inclusive a ser utilizada como Casa da Fazenda (guarda-móveis) do Palácio, ainda durante a monarquia.

A partir de 1911, o Paço Real foi abrindo progressivamente as salas ao público e esta sala, tal como diversas outras, foi objeto de uma intervenção de restauro. 



As primeiras linhas do Palácio-Convento de Mafra surgiram duma promessa do rei D. João V. O Magnânimo (cognome do monarca absolutista) jurou erguer o monumento caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do nascimento da princesa Maria Bárbara.





Horários

Palácio: 

Das 09h30 às 17h30
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerram das 13h00 às 14h00
Tempo médio da visita
c. de 1.30h

Biblioteca (leitores)

Dias úteis - das 09h30 às 13h30 e das 14h00 às 16h00

Basílica

Diariamente das 09h30 às 13h00h e das 14h00 às 17h30
Encerramento 
Terças-feiras e nos dias 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Acessibilidade
Não acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
Não é permitida a entrada de animais, exceto cães-guia
Nota - Não é permitida a entrada de malas de viagem, mochilas, volumes grandes ou objetos contundentes.

Estacionamento

Na zona exterior do Monumento, fachadas norte e sul.

Loja

Horário de funcionamento do museu
Réplicas de peças da coleção, porcelanas, vidros e cristais, pratas e casquinhas, joias, postais, linha infantil, publicações.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Pão de Mafra






Da paisagem rural do Concelho de Mafra fazem parte dezenas de moinhos de vento que ilustram o pão como base da alimentação das populações num passado ainda recente. Eles são a prova da vitalidade de uma indústria que não se perdeu, tendo-se apenas renovado e modernizado.

O Pão de Mafra é um dos tesouros desse mundo rural português, reconhecido pelo seu sabor adocicado, miolo macio e crosta pouco rija.

Desde 2012 que o Pão de Mafra é uma marca registada. O principal objetivo da certificação do produto foi desde logo o combate às falsificações, que sempre foram um problema para os produtores.

Quanto à receita, pode-se apenas divulgar que se trata de um pão com elevada percentagem de água, composto por farinha de trigo tipo 80, farinha de centeio tipo 70, sal e levedura.

Barril, Carvalhal e Encarnação são as localidades onde esta atividade tem mais relevância, produzindo pão para todo o país.

Para promover a marca Pão de Mafra, a Câmara Municipal organiza anualmente o Festival do Pão, no Jardim do Cerco.





Receita:

INGREDIENTES

Farinha de Trigo 10Kg
Água 7l
Centeio Branco 500g
Sal 200g
Fermento 250g

PREPARAÇÃO

Junte a farinha, o sal, o centeio branco e a água (nas quantidades especificadas) dentro da Amassadeira Espiral e deixe amassar durante 20 minutos em 1ª velocidade e 5 minutos em 2ª velocidade.
No fim da 1ª velocidade adicione o fermento.
Depois de preparada, deixe repousar a massa durante 1 hora no estancador.
De seguida, faça empelos de 300g e deixe repousar durante 30 minutos.
Por fim, leve ao forno eléctrico a 220ºC durante 30 minutos.


Fonte: cm-mafra

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Praia dos Coxos



Situada na freguesia de Santo Isidoro- Mafra, esta aprazível praia em forma de ferradura, banhada por águas extremamente límpidas e abrigada do vento norte convida a banhos relaxantes. Não se deixem enganar é pelo nome da praia: as universalmente famosas ondas dos Coxos (que integram a Reserva Mundial de Surf da Ericeira) não ficam aqui, mas na baía vizinha a sul. Dispõe de um pequeno bar de apoio e instalações sanitárias. Praia vigiada com nadador-salvador e sistema SOS Praia.

Coordenadas GPS: N 39 º 0, 258’ O 9 º 25, 52826’

Tapada Nacional de Mafra





Criada no reinado de D. João V, após a construção do Convento de Mafra, como parque de lazer para o Rei e a sua corte, a Tapada Nacional de Mafra é uma representativa envolvente florestal e natural desenhada junto ao principal monumento da vila.





Possui 819 hectares integralmente protegidos por um muro histórico com 21 quilómetros, num espaço ocupado quase na totalidade por um manto verde onde coabitam em liberdade populações de animais selvagens. Além disso, há uma grande variedade de flora no perímetro da Tapada.

A flora da Tapada de Mafra, que se modificou ao longo dos tempos, contempla espécies como o sobreiro, o pinheiro-manso e diferentes variedades de carvalhos, para além de muitos tipos de arbustos. Pelo menos três exemplares foram classificados como Árvores de Interesse Público: um castanheiro-da-índia; uma olaia com aproximadamente 120 anos; e um sobreiro com cerca de 300 anos.

Quanto à fauna, as aves são dos grupos mais representativos da Tapada Nacional de Mafra. Podemos encontrar exemplares de águia-de-bonelli, bufo-real, açor e águia-cobreira, para além de espécies de porte mais pequeno. Nas áreas junto às ribeiras, encontramos salamandras, rãs, cágados e várias espécies de cobras. Quanto a mamíferos existem, entre outros, gamos, veados, javalis, texugos e raposas.

Coordenadas GPS: N, 38º,57’ 884’’ W 009º 18’ 162’’













Fonte original todos os direitos reservados a: cm-mafra.pt

Aldeia - Museu José Franco






Na pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra, situa-se a Aldeia-Museu de José Franco uma das mais reconhecidas aldeias musealizadas do país.



A história da pequena aldeia remonta ao nascimento do oleiro José Franco, em 1920. O seu pai era sapateiro e a mãe, vendedeira de loiça, fazendo a venda de barros de porta em porta, bem como por muitas feiras e mercados estremenhos. Visto que o Sobreiro era um importante centro oleiro, desde cedo José Franco conviveu com o ofício e, ainda criança, ao deixar a escola primária, aprendeu o ofício com dois mestres oleiros locais, antes de trabalhar por conta própria, aos 17 anos de idade. Nessa época, reabilitou a olaria que tinha pertencido ao avô, há muito desativada.

Em início dos anos 60, José Franco deu asas a um sonho, de recriar uma aldeia de caráter etnográfico, onde as suas memórias de infância se cristalizassem, testemunho do modo de viver das gentes locais, em homenagem à sua terra. A sua aldeia teria dois componentes: seria uma réplica das antigas oficinas e lojas, dos espaços vividos, decorados e apetrechados por objetos reais, onde se reproduziam os costumes e atividades laborais intrínsecas à sua infância e à vida camponesa da região de Mafra; em simultâneo, a aldeia compreendia uma área lúdica, dedicada às crianças, repleta de miniaturas de casas e habitantes que retratavam as atividades exercidas à época: trabalhos no campo, carpintarias, moinhos de vento, capelas, mercearias, escolas, adegas, camponeses e até uma reprodução da vila piscatória da Ericeira e dos ofícios ligados ao mar. Em anos posteriores, a Aldeia-Museu foi beneficiada pela construção de uma terceira área, murada como um castelo, com um parque-infantil, incorporando alguns engenhos agrícolas, que as crianças podiam movimentar livremente.

Hoje, o pequeno mundo moldado pelas mãos de José Franco (falecido em 2009) é visitado anualmente por milhares de pessoas. E, para além da exposição das figuras, no museu que lhe foi dedicado, os visitantes encontram réplicas à escala humana de muralhas de castelos, moinhos de vento, um parque infantil, uma pequena adega onde podem provar o vinho da região ou ainda a padaria, onde podem comprar o afamado pão com chouriço, entre outros. Na Aldeia de José Franco cabe a dedicação de uma vida à nobre atividade tradicional da olaria, expondo ainda a rica cultura artesanal do Concelho de Mafra.

Coordenadas GPS: N 38º 57' 34.58'' ,W 9º 21' 13.09'











Fonte original todos os direitos reservados a: cm-mafra