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sábado, 7 de dezembro de 2019
Porto... o Natal mais iluminado de sempre: uma árvore com 31.600 lâmpadas e 80 ruas iluminadas
A cidade uniu-se uma vez mais na Avenida dos Aliados para o tradicional momento de inauguração das luzes da Árvore de Natal da cidade - este ano com 40 metros de altura e 20 de diâmetro. O espetáculo de fogo de artifício, lançado às 18 horas em ponto do edifício da Câmara Municipal, assinalou o momento, testemunhado por mais de 100 mil pessoas. O programa das festas começou logo ao início da tarde, em vários pontos da Baixa, mas teve o seu ponto alto na principal sala de visitas da cidade, primeiro com o concerto de Carolina Deslandes e, já com a Árvore de Natal iluminada, com as 50 vozes do Saint Dominic's Gospel Choir, o maior e mais antigo coro gospel do país. Fotos: Miguel Nogueira e Filipa Brito
Fonte: Ágora-Cultura e desporto do Porto
quarta-feira, 12 de junho de 2019
Quem passeia pelas ruas do Porto desconhece que por baixo dos seus pés há uma cidade escondida....
A maioria das pessoas que passam pelas ruas do Porto, desconhecem que há uma outra cidade do Porto debaixo dos seus pés. Há uma «invicta» escondida. No subsolo, a História da cidade mistura-se com a do abastecimento de água às populações.
Esta História começou há mais de cinco séculos, no reinado de D. Sebastião, a quem foi pedida autorização para levar a água até à cidade, mas que só bem mais tarde aconteceu. Na altura o objectivo era abastecer cerca de 20 mil pessoas.
Demorou séculos até que o subsolo da cidade e se tornasse numa obra monumental.
No Porto, há cerca de 60 nascentes, mananciais ou minas, desde Salgueiros às Fontainhas, mas as de Arca d' Água eram as mais abundantes. Entretanto, o sistema de abastecimento de água à cidade foi-se alargando e ficando cada vez mais sofisticado. A Fonte dos Leões é uma prova disso.
A cidade já não bebe desta água desde o século XIX. O trabalho de centenas de homens que a pulso escavaram galerias e construíram os aquedutos permanece quase intacto.
Esta água não é potável. Os especialistas que investigaram durante anos o subsolo do Porto defendem, no entanto, que a água pode ser utilizada para outros fins.
Até 2007, foi possível visitar estes espaços, mas a Águas do Porto foi forçada a encerrar o acesso por falta de condições de segurança.
Foto1 daqui
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Pérola do Bolhão.... uma das mais antigas mercearias do Porto
A Pérola do Bolhão é uma mercearia tradicional fundada em 1917 por António Rodrigues Reis. Queijo da serra, selecção de enchidos, uma extensa variedade de frutos secos e caramelizados a granel, uma boa oferta de vinhos e biscoitos regionais são as principais propostas de uma das casas mais antigas da cidade. Possui uma fachada em Arte Nova, forrada de azulejos com referências à rota das especiarias.
Há 97 anos que a Pérola do Bolhão tem as portas abertas. Bem perto do Mercado do Bolhão no Porto, esta mercearia tradicional encanta mesmo antes de se entrar, é que as paredes forradas a azulejos inspiradas na rota das especiarias, dão nas vistas. Diz-se que pela época de natal, o corrupio para comprar bacalhau é grande.
Mas há mais, muito mais… Os enchidos, os vinhos, os frutos secos e os chás também são motivo para uma visita. Quanto ao café, a Pérola do Bolhão, foi considerada pela edição espanhola da revista Condé Nast Traveller como um dos melhores sítios para se comprar e saborear em casa…
Endereço: R. Formosa 279, 4000-252 Porto
sábado, 12 de janeiro de 2019
Livraria Lello faz 113 anos este domingo e a entrada é livre
Uma das livrarias mais emblemáticas do país (e do mundo) celebra este domingo, 13, o seu 113º aniversário, mas a prenda é para si, uma vez que nesse dia vai poder entrar na Lello gratuitamente entre as 12.00 e as 19.00. Os primeiros visitantes recebem fac-símiles da Gazeta da Restauração (1641), a primeira portuguesa.
A Severa, primeiro fonofilme produzido em Portugal, vai servir de tema a uma exposição cuja inauguração está marcada para as 16.00. Dá pelo nome de A Severa que vocês nunca viram e, com a curadoria científica da Universidade de Aveiro, estarão expostos alguns dos primeiros fonogramas gravados em solo nacional. O filme sonoro será depois exibido, graças a uma colaboração com a Cinemateca Portuguesa. Às 16.30 inicia-se uma conversa sobre O Porto, o Fado e outras Músicas e, às 18.00, há espaço na agenda das comemorações para a mesa redonda Livraria Lello, Uma Livraria de Causas.
A livraria vai vestir-se a rigor e terá tanto as montras como o interior decorados para homenagear “o universo do nosso poeta nacional, Camões; e o do herói internacional que partilhamos com todo o planeta, Harry Potter” [personagem da saga de J.K. Rowling, com o mesmo nome, que teve a Lello como inspiração para um dos cenários], adianta a organização. As celebrações encerram com a fadista Patrícia Costa que vai cantar, a partir das 18.30, o Fado da Livraria Lello, um poema criado pela poetisa Maria do Rosário Pedreira, entre outras músicas.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Porto foi eleita a cidade da Europa mais interessante para visitar em 2019
"Andar a pé pelo Porto é como visitar um museu ao ar livre". Este é apenas um dos elogios atribuído à cidade pela Culture Trip, que acaba de eleger a Invicta como o melhor destino europeu para descobrir no próximo ano, classificando-a também como a segunda cidade mais recomendada a nível mundial. A conceituada plataforma de viagens é seguida por mais de 6 milhões de pessoas.
Além deste lugar cimeiro entre as cidades europeias, o Porto posiciona-se como a segunda melhor cidade para visitar em todo o mundo, apenas atrás de Oaxaca City, no México.
Para se chegar à lista que reúne as 12 cidades com maior potencial de atratividade em 2019, foi combinada a opinião de especialistas em viagens com as pesquisas efetuadas através da aplicação da Culture Trip, refere a revista Evasões, que acrescenta que a app "reúne sugestões de destinos, atividades e pontos de interesse ricos em cultura e criatividade".
Com mais de 6,5 milhões de utilizadores no Facebook, aquela plataforma de viagens explica por que a classificação atribuída à cidade é totalmente merecida: "Se 2018 pertenceu a Lisboa, 2019 será todo em volta do Porto".
Indica a Culture Trip que a segunda cidade de Portugal "é um paraíso à beira-rio", cuja descoberta é obrigatória "para quem é obcecado pela gastronomia e design". Fazendo menção ao "esplêndido vinho" que chega da Região Demarcada do Douro, a plataforma propõe também a mandatória visita às caves de Vinho do Porto.
Entre o comércio tradicional e as lojas mais contemporâneas que merecem um olhar atento, explorar a cidade calcorreando as suas ruas é outra das sugestões a ter conta, já que "andar a pé pelo Porto é como visitar um museu ao ar livre, repleto de murais impressionantes e de street art ao virar de cada esquina".
Uma outra plataforma de viagens, a Momondo, elegeu o Porto como o destino mais económico para celebrar a Passagem do Ano, afirmando que "a Avenida dos Aliados é um verdadeiro clássico do réveillon português e são muitas as atividades preparadas para a última noite do ano 2018".
Recentemente, o Porto estreou-se na lista das 100 cidades mais visitadas do mundo. Em apenas um ano a cidade escalou 42 posições.
sábado, 1 de dezembro de 2018
SANTA MARINHA DO ZÊZERE
Santa Marinha do Zêzere é uma freguesia portuguesa do concelho de Baião, com 10,64 km² de área e 2.796 habitantes (2011). Densidade: 262,8 hab/km². Pertence ao Distrito, Diocese e Relação do Porto. Tem por orago Santa Marinha. Está situada a 12 km da sede do concelho e a 5 km da estação do comboio de Ermida-Douro. Localiza-se na margem direita do rio Zêzere.
Santa Marinha do Zêzere é uma terra de encantos múltiplos, quer pelas suas paisagens, pela sua hospitalidade local, pela sua gastronomia e o seu vinho verde de projecção além-fronteiras. Infelizmente o artesanato já não é uma realidade nesta terra. Com a morte dos artesãos morreu também a arte de fabricar os cestos de verga e castanho que serviam para o transporte das uvas nas vindimas de toda a região do Douro, e também o fabrico de chapéus de palha que eram usados pelos camponeses, a tecelagem artesanal de meias de lã desfiada, lençóis e cobertas em linho, as mantas e passadeiras em retalhos. O fabrico de utensílios em ferro e aço para a agricultura, os vasilhames em madeira para encubar o vinho.
Merece destaque o encanto que o rio Douro dá a esta terra ao banhar toda a sua margem sul, com uma cor azul e brilhante que reflecte uma beleza inigualável.
Uma pequena terra mas com uma diversidade cultural enorme possui uma banda musical: Banda da Casa do Povo de Santa Marinha do Zêzere. A prestar auxílio a comunidade temos os Bombeiros Voluntários de Santa Marinha do Zêzere. O dia da Padroeira é 18 de Julho durando as festas normalmente três dias.
O património de Santa Marinha do Zêzere é muito diversificado desde da lindíssima igreja matriz fundada no século XI e reedificada no século XVIII classificada como monumento nacional onde se salienta o seu órgão de tubos e os adornos arquitectónicos impressionantes que demonstra o melhor da arte religiosa da época. Esta igreja pertenceu à Companhia de Jesus e em 1768 era da apresentação alternativa do Papa.
Outro ponto histórico importante é o lugar do Castro onde outrora existira um castro (ruínas ou restos arqueológicos de um tipo de povoado da Idade do Ferro característico das montanhas do noroeste da Península Ibérica). Também nesta freguesia existem várias casas solarengas e muitas delas abertas ao público. As principais actividades económicas são agricultura e o comércio, mas recentemente tem-se apostado muito no turismo rural. As feiras quinzenais realizam-se a 11 e 25. Santa Marinha do Zêzere é uma das freguesias mais ricas e populosas do concelho.
O nome desta freguesia deriva do seu orago, Santa Marinha, uma virgem e mártir. Segundo a tradição que tinha oito irmãs gémeas: Basília; Eufêmea; Genebra; Liberata (também conhecida como Vilgeforte); Marciana; Quitéria e Vitória.
A lenda atribui-lhes a naturalidade na cidade de Braga, no ano 120. Seriam todas filhas de um casal de pagãos, Calcia e de um oficial romano, Lúcio Caio Atílio Severo, régulo de Braga, o qual, quando elas nasceram, estaria ausente da cidade. Entretanto, na cidade, não se acreditava que as gémeas pudessem ser filhas do mesmo pai. O acontecimento causou enorme embaraço à mãe que, teria encarregado a parteira Cita, de as afogar. Em vez disso a mulher, que era cristã, levou-as ao Arcebispo Santo Ovídio, para que as baptizasse e lhes desse destino. Foram então entregues a amas cristãs, crescendo e vivendo perto umas das outras, até aos dez anos de idade.
Por esse tempo, o César romano ordenou aos delegados imperiais para activarem a perseguição aos cristãos na Península Ibérica. Nessa perseguição, os soldados viriam a descobrir as gémeas, que foram detidas devido às suas crenças, sendo levadas à presença do régulo. Este, acabou por constatar que elas, afinal, eram suas filhas. Quis convencê-las a renunciar à sua fé e a abraçar o paganismo. Porém face a sua resistência, mandou detê-las e enclausurá-las no Palácio. Sucedeu que as prisioneiras durante a noite, por intervenção sobrenatural ou com a ajuda da própria mãe, lograram alcançar a liberdade. Correndo em várias direcções chegaram a províncias espanholas, donde se dispersaram. Todavia, Santa Marinha, teria sido apanhada nas proximidades de Orense, em Águas Santas, e condenada à morte, sendo aí degolada em 18 de Julho do ano 130 (Dia da Padroeira), vindo as suas irmãs a ser também martirizadas. Diz-se que Santa Liberata, que tem uma bela imagem na Capela de Gaia, na freguesia de Santa Marinha em Vila Nova de Gaia, teria sido crucificada.
O topónimo Zêzere, alude a uma «villa» Ozecari, de um tal Ozecarus - facto em harmonia com a antiguidade desta freguesia. A forma do topónimo no século XIII era Ozêzar, cujo etimológico passou a ter função de artigo na grafia.
Segundo Leite de Vasconcelos há nesta freguesia dois locais que revelam antigo povoamento como anteriormente referido. O primeiro é no lugar do Crasto ou Castro, onde existiu um castro, no qual se descobriram, entre outros objectos, uma figura humana, já decapitada, e um quadrúpede indeterminado. Estas duas figuras, de pedra, recolheram ao Museu Martins Sarmento de Guimarães. Na quinta de Guimarães em Miguas (lugar da freguesia) têm aparecido vestígios de uma necrópole Luso-Romana. A instituição desta paróquia é anterior ao século XIII na ermida muito mais antiga de Santa Marinha.
A primitiva igreja matriz da freguesia foi uma pequena ermida, situada na margem direita do Douro, no lugar que ainda hoje se chama Ermida. Daqui passou a sede da freguesia para a capela de São Pedro, no lugar deste nome, até que em época incerta, se transferiu a matriz para onde actualmente se encontra. Não foi este edifício que chegou aos nossos dias, pois a igreja foi restaurada e ampliada, no primeiro quartel do século XVIII, por Frade Salvador Coutinho da Cunha, das Casas Novas, e religioso do convento de Travanca, em Amarante.
Em Santa Marinha do Zêzere são numerosas as casas nobres, como a de São Pedro, que foi dos Carvalhos Pintos; as Casas Novas, dos Cunhas Coutinho, de Guimarães, a de Entre-Águas, dos Mouras Coutinhos; a de Travanca, Ermida, Ervedal, entre muitas outras.
Foto: Helena Costa
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Estação de São Bento: uma das mais bonitas do Mundo
A Estação de São Bento é uma pérola do Porto sendo mesmo considerada a sala de visitas da cidade.
É possível que já lá tenha entrado várias vezes mas sabe tudo o que há para saber sobre a Estação de São Bento?
A construção de S. Bento, no local onde se encontrava o mosteiro de São Bento de Ave Maria, não foi fácil. Era preciso prolongar a linha de Campanhã, longe do centro da cidade e com um elevado movimento de passageiros e mercadorias. O plano de construção para a nova estação foi apresentado em 1887, sofreu sucessivos adiamentos e só em 1896 começou a funcionar de forma provisória e sem gare.
O projeto da estação terá começado em Paris, quando Marques da Silva escolheu o tema Gare Central para o seu trabalho de fim de curso. Ainda hoje ninguém fica indiferente à fachada de influência francesa, estilo Beaux Arts, sendo uma das obras mais notáveis do arquiteto do Porto.
O átrio está coberto por 20 mil azulejos Arte Nova, produzidos na Fábrica de Sacavém, da autoria do pintor Jorge Colaço. A maioria relata acontecimentos históricos: do lado esquerdo, o Torneio de Arcos de Valdevez (séc. XII), a apresentação de Egas Moniz com a mulher e os filhos ao rei de Leão (séc. XX); do lado direito, a entrada de D. João II no Porto para celebrar o seu casamento com D. Filipa de Lencastre (séc. XIV) e a conquista de Ceuta pelo Infante D. Henrique (séc. XV).
Actualmente a Estação Ferroviária de São Bento é a estação ferroviária mais movimentada do Porto, daí garantem-se ligações para o centro do Porto, bem como para as linhas do Norte, do Douro e do Minho, e para os ramais de Braga e Guimarães.
Local: Praça de Almeida Garrett, 4000-069 Porto
Tel.: +351 707210220
Website: http://infraestruturasdeportugal.pt
Horário: todos os dias 05:00-01:00
Custo: Gratuito(-)
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