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sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Anfiteatro de cidade romana do Sec. I, escavado no Alentejo perto de Marvão...a antiga cidade de Ammaia chegou a ter 2 mil habitantes, acreditam arqueólogos!

 


As ruínas da cidade romana de Ammaia foram encontradas no Parque Natural da Serra de São Mamede, cuja gestão dos trabalhos arqueológicos esteve a cargo do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa - UNIARQ.

 

Ammaia, uma cidade romana...perdida no Alentejo!


 



Perto da bonita e tranquila vila de Marvão, em pleno Parque Natural da Serra de São Mamede, encontramos as ruínas da cidade romana de Ammaia, numa zona de beleza ímpar. Afirmando a sua imponência patrimonial, representa o mais importante vestígio da sua época, presente na região do norte alentejano. Cidade imperial romana fundada no século I d.C. e habitada até meados do século VI, Ammaia chegou a ser pujante no Império Romano, a avaliar pelos vestígios encontrados nas escavações.

O local foi classificado como Monumento Nacional em 1949, mas a cidade luso-romana permaneceu incógnita até inícios da década de 1990, altura em que se começou a compreender a importância e relevância daquilo que estava soterrado no Vale da Aramenha. As ruínas da cidade estiveram abandonadas até finais de 1994, quando começaram as primeiras escavações arqueológicas sistemáticas. Três anos depois, foi criada a Fundação Cidade de Ammaia, proprietária dos terrenos onde se encontra a maioria das ruínas. A coordenação científica dos trabalhos arqueológicos, em parceria com a Universidade de Lisboa, e da a Faculdade de Letras e o Centro de Arqueologia da ULisboa (UNIARQ), impulsionou o processo de investigação, conservação, valorização e divulgação deste património.

 

 


A descoberta do Anfiteatro de Ammaia

A redescoberta da cidade imperial romana, permitiu observar um conjunto monumental que inclui um complexo termal e o Fórum, centro da vida política, económica, social e religiosa desta unidade urbana que terá sobrevivido durante seis séculos. A questão sobre a existência de edifícios lúdicos desta urbe, deu origem a uma nova campanha de escavações arqueológicas.


“Já conhecíamos a cidade romana e estávamos interessados em saber dos seus edifícios lúdicos, teatro e anfiteatro. Nesse sentido, tínhamos um programa de colaboração entre a Fundação Cidade de Ammaia, a Fundación de Estudios Romanos / Museo Nacional de Arte Romano de Mérida e a Universidade de Lisboa, com o apoio do Município de Marvão” conta Carlos Fabião, arqueólogo e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


A intervenção da equipa luso-espanhola de arqueólogos aplicou técnicas geofísicas não invasivas (geo-radar, magnetómetro e resistividade elétrica) que permitiram fazer uma radiografia do terreno, e descobrir o que durante séculos se escondeu nas suas imediações: o quinto anfiteatro encontrado até agora na antiga província romana da Lusitânia. Não seria um edifício monumental como os de Mérida ou Conímbriga, mas modesto e parcialmente edificado com madeira, semelhante aos já conhecidos em Bobadela (Oliveira do Hospital) e Cáparra (Cáceres).


“Isso vê-se na sua dimensão e no facto de as suas bancadas não serem de pedra, mas de madeira”, explica Carlos Fabião, arqueólogo e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa ligado a Ammaia desde 2013. “Comparado com outros do mundo romano, é modesto, mas tenho a certeza de que é o anfiteatro com a vista mais bonita de toda a Lusitânia”, acrescenta.

 



O anfiteatro de Ammaia terá estado em funcionamento 400 anos. Não se sabe exatamente quando foi construído, mas sabe-se que, sendo muito conotados com os martírios de cristãos, estes recintos se tornam malditos quando o império se converte ao cristianismo, ao longo do século IV. O que é hoje visível permite-lhes dizer já que o anfiteatro, construído junto à cerca muralhada da cidade, mas do lado de fora, teria uma entrada triunfal e um anel a acompanhar praticamente toda a arena, ambos em alvenaria. A bancada de onde o público assistia aos combates seria de madeira e assentava no dito anel em pedra e na encosta, onde terá funcionado uma pedreira.

É naquela zona raiana que os arqueólogos trabalham agora para determinar, com maior certeza, a configuração deste recinto que deverá vir a ser parcialmente reconstruído. A sua forma elíptica imperfeita continua a intrigar os arqueólogos: “Não percebemos ainda por que escolhem eles este sítio para construir o anfiteatro se, em qualquer outro, podiam ter desenhado uma oval perfeita”, admite Carlos Fabião. “Também há reparações e reconstruções que não conseguimos datar. O objetivo principal de todo este trabalho foi o de conhecer toda a história deste anfiteatro. 

Agora queremos devolvê-lo à sua função primitiva como espaço de espetáculos da cidade romana de Ammaia adaptado aos dias de hoje” remata Carlos Fabião, arqueólogo e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


Neste contexto, o projeto de escavação e conservação da Fundação Ammaia candidatou-se ao Programa Promove, uma iniciativa da Fundação "la Caixa", em parceria com o BPI e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, que visa dinamização de regiões fronteiriças as regiões do interior do país.

 





Vencedor do Programa Promove lançado em 2019

O projeto de escavação e conservação designado “A nova realidade patrimonial transfronteiriça: descobrimento e valorização do Anfiteatro de Ammaia” venceu o Programa Promove lançado em 2019. 


“O apoio do Programa Promove permitiu-nos alavancar para proceder às escavações do anfiteatro romano e de toda a área do complexo lúdico.


Ao mesmo tempo, permite-nos pensar no futuro e na sua transformação para ser usufruído pela população da região e seus visitantes. Surgiu até a ideia de adaptar o Festival Internacional de Música de Marvão ao espaço do anfiteatro romano.

É bastante importante para a Fundação da Ammaia como para o concelho de Marvão porque coloca-nos numa posição estratégica em termos de património cultural capaz de potenciar o setor económico, turístico e social da região” afirma Joaquim de Carvalho, diretor do Parque Arqueológico da Cidade da Ammaia.



A Fundação Cidade de Ammaia 



A fundação da Ammaia será provavelmente uma das primeiras organizações no nosso país que surgiu com a missão de salvaguardar e preservar as ruínas de "um monumento nacional esquecido", a Ammaia. 

Para além de ser a instituição que coordena os trabalhos arqueológicos da cidade romana também convida os mais curiosos a uma visita ao Museu Cidade que se situa no seu edifício. No seu interior, encontra-se exposta uma parte do imenso espólio recolhido nos trabalhos de escavação arqueológica realizados na área da cidade romana. 

Aqui está patente ao público uma exposição permanente que contém diversos elementos da cultura material romana, divididos por diversos temas: Epigrafia, O Quotidiano Ammaiense, Atividades Económicas e Arquitetura. 

A visita estende-se ao exterior pelo percurso do Campo Arqueológico onde poderá observar um conjunto monumental que inclui a Porta Sul, as termas, o Fórum e o Templo, desta unidade urbana que terá sobrevivido durante seis séculos.

 


 


 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

A cidade de Estremoz coberta por um manto branco...imagens de rara beleza

 

Estremoz é conhecida como a “cidade branca” do Alentejo, este fim de semana ficou ainda mais branca, coberta por um manto de neve....





















Fotos todos os direitos reservados a: Municipio de Estremoz


quarta-feira, 8 de julho de 2020

Alentejo no top dos “destinos mais seguros” da Europa pela organização European Best Destinations (EBD)


A organização European Best Destinations (EBD) elege agora os destinos do velho continente mais seguros para passar férias durante os próximos meses e o Alentejo vem em quarto lugar.

A escolha dos destinos mais seguros da Europa teve em conta três critérios, elenca a organização: estarem entre os “menos afectados pela covid-19 (até 600 vezes menos casos)”; terem implementado “protocolos muito específicos em matéria de higiene em alojamentos, restaurantes, lojas e medidas como a troca de filtros nos aparelhos de ar condicionado”, para além de existir “disponibilidade de máscaras” e “distanciamento social”; e estarem perto de hospitais com “um número de camas por habitante maior do que a maioria dos países europeus”.






Fonte: publico.pt

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Alentejo e Ribatejo lançam “Rota do Megalitismo”


Integrada no projeto “Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo”, os percursos pretendem transportar os turistas e visitantes até aos diversos locais onde se encontram menires, cromeleques ou dólmenes nestas duas regiões, que, a par com a Bretanha (França), são detentoras da “maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos”.




A Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo criou a “Rota do Megalitismo” – lançada esta semana na Anta-Capela em São Brissos, em Montemor-o-Novo, e no Cromeleque dos Almendres, em Évora – e que integra o projeto “Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo”.

Com estes novos percursos, turistas e visitantes podem assim visitar monumentos que ainda hoje, passados milénios, despertam uma grande curiosidade e interesse a investigadores, arqueólogos e curiosos; menires, cromeleques ou dolmens alentejanos repartem importância com os do Ribatejo e até os da Bretanha, sendo mesmo o Alentejo uma das regiões com maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos.

O que a rota sugere é um passeio de três dias, com propostas transversais ao território e associadas à temática, além de outras sugestões de visita a outros espaços culturais e locais de culto gastronómicos.




O projeto, que abrange os 58 municípios que integram a ERT, pretende “enriquecer a experiência e o conhecimento dos visitantes sobre o território”, além de querer “potenciar o número de dias de estadia no Ribatejo e no Alentejo”








Foto 1:daqui

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Site inglês descreve o Alentejo como " uma loucura de beleza"



Um site inglês descreve o Alentejo como uma loucura de beleza. São cada vez mais os nacionais e os estrangeiros a renderem-se aos encantos desta região.





O Alentejo continua nas bocas do mundo e desta vez foi um prestigiado site inglês que o visitou e elogiou, especialmente por causa da região do Alqueva. O Lago do Alqueva, o maior lago artificial da Europa, é considerado como um paraíso aquático onde se pode ter aulas de vela e fazer um calmo passeio de barco. O portal inglês AOL elegeu o Alentejo como uma alternativa maravilhosa para fazer turismo.











Fonte:www.vortexmag.net

sábado, 20 de julho de 2019

Descubra algumas das melhores praias da Costa Alentejana


Nos quilómetros de costa que ligam Melides à Zambujeira do Mar, vai encontrar praias para todos os gostos: dos areais desertos, secretos e amigos dos praticantes de naturismo, às praias vigiadas, com bandeira azul, restaurante e perfeitas para levar a família toda a reboque.

Deixamos algumas sugestões.....



 Praia da Galé 

 

 
Apesar de ser vigiada e ter um acesso fácil – e longo – a Praia da Galé não é assim tão conhecida quanto isso. Os frequentadores habituais agradecem e são os mesmos que nunca se cansam de fazer sessões fotográficas com a falésia em tons laranja. A melhor vista é a da escadaria de acesso, que a Condé Nast Traveler americana recentemente imortalizou num bonito postal.

COMO CHEGAR: Na A2 sair para Grândola, apanhar o IP8, seguir as indicações para Melides e apanhar o IC33. Na N261 virar no primeiro cruzamento para Sobreiras Altas/Fontainhas, seguir até ao Parque de Campismo e descer a escadaria.




Praia da Aberta Nova





Para grande infelicidade de quem descobriu Melides há mais de uma década, a Aberta Nova deixou de ser, nos meses de Verão, aquele paraíso vazio e tranquilo. Ainda assim, continua a anos luz de uma Praia da Rocha em época alta. E há que ver o copo meio cheio: tem toldos, zona de chapéus de sol, banheiro, bar de praia e gelados – quem não gosta de um gelado de fim de dia?

COMO CHEGAR: Tudo igual à Galé, mas na N261, vire à direita assim que chegar ao cruzamento com o restaurante Tia Rosa (excelente pato no forno). Depois à esquerda, na seta para a praia.
 
 
 

Praia da Vigia 

 

É de facto uma das últimas praias selvagens da costa alentejana, com um mar transparente e areal a perder de vista.


COMO CHEGAR: Na EN261 (não precisamos de repetir o caminho de Lisboa, pois não?), na direcção sul, de quem vem da Comporta, apanhar a estrada que indica o cemitério e seguir sempre em frente até a duna aparecer à frente. Atravessá-la e desfrutar da descoberta.

JÁ QUE AQUI ESTÁ: O número de carrinhas de caixa aberta à porta de um restaurante, nesta zona do Alentejo, é um bom indicativo para entrar. Pois entre na Quinta do Lourenço e escolha entre a carne especial à moda da casa (com amêijoas e camarão) e as cataplanas de peixe ou de marisco.
 
 

Praia de Melides 

 

 
A oficial, aquela onde tanto se pode banhar em água doce como em salgada, e dotada de um complexo de edifícios que ninguém sabe exactamente para que servem. Fora isso, é uma excelente praia, com vários lugares de estacionamento à porta e um restaurante simpático para petiscar uma cozinha portuguesa mais elaborada, o Flor de Sal by Melides.

COMO CHEGAR: Na EN261, direcção sul, apanhar a estrada de alcatrão que indica Praia de Melides. Aqui não há aventuras, nem margem para enganos.

 

 

Praia da Samouqueira 

 

 
Quem defende que o mais parecido que temos com as cores de um mar dos trópicos em Portugal são as praias da Arrábida é porque nunca espreitou, mesmo do alto da falésia, para a Praia da Samoqueira. A água tem um tom esverdeado, há várias enseadas divididas por formações rochosas e a praia, quando se vai andando para sul, parece não ter fim. Só falta a temperatura dos trópicos na água, mas esta ao menos refresca.

COMO CHEGAR: Fica na M1109, a estrada da costa entre Sines e Porto Covo, e tem um grande parque de estacionamento.

 

 Texto adaptado: daqui

sábado, 29 de junho de 2019

Cabeço de Vide e as sua águas terapêuticas despertam a atenção da NASA


Em Cabeço de Vide nasce uma água diferente, única em Portugal e rara no mundo. As características ímpares da água despertaram a curiosidade da NASA. Uma equipa da agência espacial americana deslocou-se ao Alto Alentejo. Os cientistas acreditam que as rochas encontradas são semelhantes às de Marte e às de duas luas do sistema solar.


Cabeço de Vide é considerado “um laboratório natural porque tem um ambiente hidrogeológico e uma interação água-rocha que poderá ser em tudo semelhante à que ocorreu ou que decorre atualmente no planeta Marte” (Carla Rocha, investigadora)

As respostas para as grandes perguntas da Humanidade podem estar escondidas em todo o lado. Até (ou sobretudo) em Cabeço de Vide.

Uma água que faz bem à saúde
A água de Cabeço de Vide não está indicada para beber, salvo em pequenas quantidades e apenas por indicação médica, já que tem um pH de 11,5 e o limite para consumo humano situa-se nos 9,5. Tem, no entanto, propriedades terapêuticas – sobretudo associadas aos elevados níveis de enxofre – que resultam da sua interação com a pele e o sistema respiratório, e das quais é possível usufruir nas Termas da Sulfúrea, em Cabeço de Vide.





A água de Cabeço de Vide não está indicada para beber.

As suas indicações terapêuticas são, de acordo com os médicos hidrologistas e o site das Termas de Portugal, três: doenças crónicas e alérgicas das vias respiratórias superiores e inferiores, como a asma, sobretudo em crianças; patologias osteoarticulares e reumatismais crónicas, como as osteoartroses; e em doenças crónicas ou alérgicas de pele, como a psoríase ou o eczema.





As propriedades curativas da água sulfurosa e alcalina são conhecidas desde os romanos. Dois mil anos depois, as Termas da Sulfúrea tratam dezenas de doenças de pele, do aparelho respiratório e osteoarticular. O volumoso edifício no meio do campo é como um hospital sem químicos e com um único medicamento, a água. 


Cientistas da NASA no Alto Alentejo 


As rochas determinam o pH da água captada em profundidade. A química dos minerais em Cabeço de Vide é idêntica à encontrada no planeta Marte. A semelhança é tanta que despertou a curiosidade da NASA.


“As águas em Cabeço de Vide resultam da serpentinização. As rochas são desidratadas, são olivinas sem água. Estes são materiais que a NASA acredita existirem também noutros planetas”, diz o astrobiólogo da NASA, Steve Vance.



A serpentinização é um fenómeno químico que acontece quando uma rocha rica em magnésio e ferro é convertida em minerais de argila do grupo das serpentinas.
Os investigadores da agência espacial americana deslocaram-se três vezes a Portugal e acreditam poder ainda encontrar rochas semelhantes nas luas de Saturno e Júpiter.

As rochas são a chave para compreender a água e chegar mais longe. “Se tivermos água no estado líquido em Marte podemos ter água muito semelhante à que temos em Cabeço de Vide”.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Uma das melhores piscinas do país tem preços reduzidos e conta com oito pistas, zona de saltos, ondas, escorregas e zona para crianças!



Quer seja para fugir à confusão da praia, ou para passar um dia diferente com os miúdos, as Piscinas de Montemor-o-Novo conseguem reunir condições de excelência a preços reduzidos.

Em Montemor-o-Novo vai encontrar uma piscina gigante que se divide em várias secções: uma olímpica com oito pistas, uma zona de saltos, uma área com ondas e outra para o escorrega. À parte está uma pequena piscina para miúdos, com diversões pelo meio.

O espaço em volta convida-o a fazer um piquenique com a família. Mas enquanto não se faz horas de comer dê umas voltinhas no escorrega em espiral que, por ser fechado, lhe garante ainda uma maior velocidade.

sábado, 30 de março de 2019

Azenhas da Seda - Acampar com glamour é uma experiência única, mais ainda quando é feito num espaço considerado por muitos um verdadeiro oásis no coração do Alentejo.




As Azenhas da Seda especializaram-se no desenvolvimento de actividades aquáticas e ribeirinhas, criando o conceito de Aquaturismo, mas são hoje em dia muito mais do que isso: o “Alentejo em Estado Líquido” mais não é do que a criação de opções de alojamento para quem está interessado em divertir-se e aliar o glamour ao camping e o relax às actividades.

  


Glamping - acampar com glamour - é uma experiência única, mais ainda quando é feito num espaço considerado por muitos um verdadeiro oásis no coração do Alentejo.
Antigas azenhas, rápidos e cascatas fazem das Azenhas da Seda um local mágico que surpreende todos os que o visitam.


Em tendas espaçosas posicionadas nos mais belos recantos da ribeira da Seda, pode dormir sob as estrelas em plena natureza ao som de cascatas, mas sem descurar o conforto de uma aconchegante cama de casal, é decerto uma experíência única mesmo para os “campistas” mais cépticos.

Direccionado para casais ou famílias ou pequenos grupos, este interessante casamento entre o contacto confortável com a natureza e as actividades nas Azenhas da Seda, fazem do Active Glamping uma experiência a não perder.






E porque estamos num aqua turismo, há muitas experiências aquáticas e ribeirinhas ao dispor dos hóspedes, entre elas:



Canoagem Down River
 

Sempre com alguma corrente, a Canoagem Down River alterna troços abertos com zonas mais estreitas e de vegetação luxuriante.

Acessível a todos, o percurso final faz-se por entre antigas azenhas onde a ribeira acelera em pequenos rápidos com algumas passagens de açudes.





Canoa Raft

Actividade de águas-bravas pura realizada em pequenos rafts de duas pessoas, que leva os participantes à descoberta das zonas mais selvagens da Ribeira da Seda. Aquapedestre




Actividade de soft-canyoning que nos leva à descoberta de ribeiras rochosas com rápidos e pequenas cascatas.

​Recheado de surpresas e desafios, inclui a passagem de obstáculos naturais com a ajuda de cordas fixas (corrimões), descida de rápidos a nado e saltos para a água.







 Canoagem Lua Cheia


Realizado apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde os sons da natureza falam mais alto.



Moinhos da Seda Tour


Percurso pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.

Enquadramento do grupo por guia especializado em património.









 
Hike & Eco-Boat Trip

Esta actividade inicia-se com um percurso pedestre ao longo das levadas do Maranhão e culmina com uma tranquilo passeio num barco-solar pelo espelho de água da barragem


Canoa Safari

Actividade de observação da natureza que nos leva a conhecer a vida selvagem no interior da ribeira, utilizando canoas para aceder a zonas mais recônditas e selvagens.

Enquadramento do grupo por guia especializado em vida selvagem.


Canyon Hiking


Actividade pedestre de grande beleza natural que nos leva a conhecer o interior de canyons semi-secos.



Falésias escarpadas, “marmitas de gigante” e piscinas naturais são uma presença constante ao longo destes percursos espectaculares.


Canoagem Lua Cheia


Realizado apenas em noites de lua cheia, este percurso sensorial permite-nos sentir a ribeira de uma forma completamente nova e entrar num mundo onde os sons da natureza falam mais alto.



Moinhos da Seda Tour


Percurso pedestre ao longo da Ribeira da Seda que nos leva à descoberta dos moinhos de rodízio que moíam cereais nesta região do Alentejo.

Enquadramento do grupo por guia especializado em património.

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Hike & Canoe


Programa “multiactive" que combina os percursos pedestres ao longo das margens com os passeios de canoa pelo interior de ribeiras.


Levadas de água, pequenas cascatas e antigas azenhas são os nossos companheiros de viagem.



Hidrospeed


O Hidrospeed é uma emocionante actividade de águas-bravas que utiliza uma prancha especial como meio de flutuação e barbatanas para a manobrar.


Serpenteando rio abaixo, o percurso faz-se numa sucessão de rápidos e pequenas quedas de água que tornam esta actividade numa experiência inesquecível.


Canoagem Up River


Actividade de canoagem-aventura recheada de desafios: travessia em slalom de zonas rochosas, passagem de cascatas e subida de pequenos rápidos.


Hike & Swim



Hike & Swim alterna percursos pedestres ribeirinhos com natação outdoor em águas calmas, na progressão ao longo de ribeiras ou barragens.







Morada
Moinho do Arieira, AP 34
Caminho da Gonçala
7490-405 Pavia


Contactos
Telefone:266 448036
Telemóvel: 93 361 31 72
E-mail: info@azenhasdaseda.com
Site: www.azenhasdaseda.com
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