segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O pão alentejano do Corvo, em Castro Verde, e de São Pedro de Sólis, em Mértola, ganharam uma medalha de ouro na categoria pão de trigo do 7º Concurso Nacional de Pão Tradicional Português.





Um dos pães premiados é produzido pela Padaria do Corvo, de Santa Bárbara de Padrões, em Castro Verde.

Quanto a Mértola, o produtor é a empresa Costa, Esperança, Dias e João Lda.

Este concurso, organizado pelo Centro Nacional de Exposições, em conjunto com a associação Qualifica, tem como objetivos premiar, promover, valorizar e divulgar o genuíno pão tradicional português.

O pão alentejano é caracterizado por ter uma côdea rija e miolo compacto, de cor branca, que se mantém bom para consumo, isto é, com miolo firme e sem desenvolvimento de bolores, durante vários dias.

No Baixo Alentejo, o pão sempre desempenhou um papel fundamental, não só na alimentação das populações, mas também como atividade ligada à cultura do trigo e posterior transformação no produto final.



Fonte; https://www.sulinformacao.pt

Lisboa tem um bar que fica dentro de um túnel de 1740 - O Quimera Pub une o melhor de dois mundos: a boa cerveja com a boa música num ambiente inspirador.




Um túnel que servia de passagem à Cavalaria Real para o Palácio das Necessidades, foi transformado num Pub com boa musica e um ambiente inspirador.





O Quimera Pub, que tem o conceito de um brewpub, traz uma carta invejável de cervejas artesanais e sandes inspiradas nas famosas delis de NY.






Neste segredinho lisboeta, vais encontrar um ambiente muito acolhedor que pode surpreender com jam sessions incríveis. Além disso, a brasileira Raquel Nicoletti e o americano Adam Heller aproveitam o piso subterrâneo para produzirem mais de 10 tipos de cerveja.





Morada: Rua Prio do Crato, 6
Lisboa 

http://www.quimerabrewpub.com

Castelo de Lindoso



O Castelo de Lindoso fica junto à fronteira com o nosso país vizinho e ao lado do curso das águas do rio Lima. Consiste num dos mais valorizados monumentos militares portugueses graças à sua localização estratégica entre as serras da Peneda e do Gerês e às novidades técnicas e estilísticas presentes na sua construção medieval. 
 
 
 


Embora ainda subsistam algumas dúvidas acerca da origem desta fortaleza, é quase certo que ela é de origem medieval e do tempo de D. Afonso III. Da sua construção original ainda sobram algumas infraestruturas que valem a pena ser admiradas como é o caso da sua porta principal com arco quebrado e virada para a vila. Exibe o escudo do monarca considerado um elemento propagandístico e revelador do patronato e do marco histórico que a originou. 
 

Este castelo é um marco na arquitetura militar, uma vez que foi com ele que se deu início às construções com técnicas novas que vieram marcar as construções seguintes. Muito ligado à tradição românica, nomeadamente no que diz respeito às torres que se apresentam a flanquear as suas muralhas, parece ter sido exigência deliberada pela rapidez que se pretendia na construção e ainda pela economia dos meios.

No entanto, já aparecem elementos considerados góticos pelo menos na decoração da torre de menagem e num dos panos que se encontra oposto à porta principal. Também a defesa dos muros faz a exibição desses elementos. 
 
 

As muralhas apresentam-se com um perímetro relativamente pequeno e regular contrariamente às edificações românicas da altura que se adaptavam às curvas do terreno. As esquinas são redondas de forma a permitir a visibilidade dos seus arredores. Quanto à torre de menagem apresenta apenas dois pisos, pouco alta e ampla fazendo dela uma obra de transição.

O citado monumento foi também alvo das restaurações do estado-novista tendo decorrido alguns trabalhos durante a década de quarenta do passado seculo. Nesta altura surgem a reconstrução de muralhas e ameias, a demolição de estruturas no pátio, conservando-se a cisterna e as dependências do governador.

Pinhão (Alijó)...Rodeada pela beleza sublime do Douro a vila do Pinhão está repleta de história ligada ao melhor vinho do mundo, o vinho do Porto.



Pinhão situa-se na margem direita do Rio Douro, sendo considerada o coração do Alto Douro Vinhateiro, onde se localizam as muitas quintas que produzem o vinho do Porto, inserida numa das áreas classificadas pela UNESCO como património cultural da Humanidade.

Pinhão deve o seu topónimo ao rio com o mesmo nome, afluente do rio Douro, cuja bonita foz se encontra nesta localidade.

 

 
A paisagem envolvente é de uma beleza única, rodeada de uma natureza luxuriante com o Rio Douro como companheiro e casas senhoriais, quintas e solares que atestam a riqueza que o vinho do Porto tem concedido à região, estando a vila construída em desníveis que a parecem encaminhar para o encantador rio. 

 


Um dos principais conjuntos patrimoniais da vila é a bonita Estação de Caminhos de Ferro, construída no século XIX, com painéis de azulejos de grande beleza retratando cenas quotidianas de Pinhão, bem como a produção do Vinho do Porto, desde a vindima, passando pelo pisar das uvas até ao transporte de rabelo até aos armazéns do Porto.
O caminho de ferro foi um dos motores de desenvolvimento de Pinhão, que vê facilitada a comunicação às cidades onde se comercializavam os produtos da região. 

 


A faceta turística da vila tem crescido muito ao longo dos anos, sendo local de paragem obrigatória dos famosos cruzeiros do Douro, oferecendo uma boa oferta de restauração e alojamento, bem como bares e cafés onde se pode degustar o bom vinho do Porto, ou lojas de artesanato local.

 

 

“As Caraíbas no meio do Atlântico”. Açores é um dos sítios a visitar em 2019, diz o The New York Times




"As Caraíbas no meio do Atlântico”. Esta foi a expressão utilizada para descrever os Açores, pelo The New York Times . A publicação norte-americana escolheu o arquipélago português como um dos sítios a visitar em 2019, posicionando-o em 9º lugar na lista.




 

É um conjunto de ilhas «à espera de serem descobertas», com uma «mística exuberância verde, crateras vulcânicas gigantescas agora transformadas em lagos, fontes termais fumegantes que saem da terra, milhares de hortênsias azuis e os únicos produtores de café da Europa», descreve o jornal.





 
 

FESTA DAS FOGACEIRAS DE SANTA MARIA DA FEIRA




A festa das fogaceiras saiu às ruas da cidade de Santa Maria da Feira. Uma tradição que se cumpre há 514 anos.


A Festa das Fogaceiras realiza-se anualmente no dia 20 de Janeiro, Dia de São Sebastião e feriado municipal em Santa Maria da Feira. Esta festa remonta a 1505, época da peste em Portugal. Segundo a tradição, os Condes do Castelo e da Feira prometeram a São Sebastião realizar uma festa anual em sua honra se o santo livrasse os Feirenses da peste. O "voto” da promessa seria uma fogaça, bolo cujo formato foi inspirado nas quatro torres do castelo.


São Sebastião tornou-se assim o santo padroeiro de todo o condado da Feira. No entanto, o povo deixou de satisfazer a promessa de entrega da fogaça entre 1749 e 1753 e a peste regressou às terras de Santa Maria nesse período. A tradição voltou então a cumprir-se, sem nenhuma outra interrupção até à actualidade.










A tradição exige que, no decorrer desta festa, as meninas fogaceiras, vindas de todo o Concelho de Santa Maria da Feira, desfilem no Cortejo cívico e na Procissão, vestidas de branco, com faixas à cinta de variadas cores, levando à cabeça uma fogaça. As fogaças são enfeitadas com pequenas bandeirolas de papel metalizado.


Três das crianças transportam fogaças de tamanho grande, que serão oferecidas – uma ao prelado da Diocese, outra em fatias às pessoas distintas da cidade, e a outra aos presos da cadeia. Outra criança transporta o tabuleiro com as velas do voto, e uma outra leva uma miniatura em madeira do Castelo da Feira.




Fonte: Festas das Fogaceiras 

Paço Ducal de Vila Viçosa...mantém ainda hoje a imponência de outros tempos!



O Paço Ducal é um edifício monumental cuja construção se iniciou em 1501, por decisão do quarto Duque de Bragança, D. Jaime. As campanhas de engrandecimento e melhoramento sucederam-se ao longo dos séculos XVI e XVII, conferindo ao edifício a dimensão e as características actuais - a fachada com 110 metros de comprimento é única na arquitectura civil portuguesa e revela inspiração clássica. Paço Ducal


Com a ascensão da Casa de Bragança ao trono de Portugal em 1640, Vila Viçosa passará de residência permanente da primeira família da nobreza nacional, a mais uma das residências reais espalhadas pelo reino. O Paço Ducal viverá de novo momentos áureos quando dos casamentos duplos dos filhos de D. João V e de D. Maria I com os filhos dos soberanos espanhóis seus contemporâneos, episódios conhecidos por Troca de Princesas. Nesses momentos novas campanhas de obras dotam o Paço de melhoramentos visíveis no andar nobre, cozinha e Capela.



No século XIX as até então esporádicas visitas da Família Real tornam-se frequentes, sendo o Paço arranjado sucessivamente nos reinados de D. Luis e D. Carlos para com maior conforto receber a família e larga comitiva durante as suas excursões venatórias anuais.


Com a implantação da República em 1910, o Paço Ducal encerra as portas, que serão reabertas nos anos quarenta, já após a criação da Fundação da Casa de Bragança, por vontade expressa em testamento por D. Manuel II.


Na visita ao Paço Ducal percorre-se o Andar Nobre, piso onde estão concentradas as colecções de Artes Decorativas: colecções de pintura, escultura, mobiliário, tapeçarias, cerâmica e ourivesaria. Cozinha do Paço


Estas peças são valorizadas pelo imponente espaço que inclui frescos e azulejos seiscentistas, tectos em caixotões e pintados, lareiras em mármore com elaborados programas decorativos. A cozinha onde termina a visita deixa uma impressão indelével pelas suas dimensões e pela quantidade de utensílios em cobre que encerra.


Ao longo dos últimos anos, tem decorrido um intenso programa de conservação preventiva e activa deste espaço museológico e um grande reforço das colecções através da aquisição de peças de incontestável valor artístico e do restauro de outras que estavam nas Reservas. A dimensão das colecções que alberga justificou o desdobrar dos núcleos e a opção de visitas temáticas.



No Paço Ducal ainda existe a Biblioteca, o Arquivo Musical e o Arquivo Fotográfico, estando o Arquivo Histórico sediado no Paço do Bispo, também no Terreiro do Paço.