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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Alentejo e Ribatejo lançam “Rota do Megalitismo”


Integrada no projeto “Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo”, os percursos pretendem transportar os turistas e visitantes até aos diversos locais onde se encontram menires, cromeleques ou dólmenes nestas duas regiões, que, a par com a Bretanha (França), são detentoras da “maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos”.




A Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo criou a “Rota do Megalitismo” – lançada esta semana na Anta-Capela em São Brissos, em Montemor-o-Novo, e no Cromeleque dos Almendres, em Évora – e que integra o projeto “Rotas do Touring Cultural do Alentejo e Ribatejo”.

Com estes novos percursos, turistas e visitantes podem assim visitar monumentos que ainda hoje, passados milénios, despertam uma grande curiosidade e interesse a investigadores, arqueólogos e curiosos; menires, cromeleques ou dolmens alentejanos repartem importância com os do Ribatejo e até os da Bretanha, sendo mesmo o Alentejo uma das regiões com maior densidade e variedade de vestígios e monumentos megalíticos.

O que a rota sugere é um passeio de três dias, com propostas transversais ao território e associadas à temática, além de outras sugestões de visita a outros espaços culturais e locais de culto gastronómicos.




O projeto, que abrange os 58 municípios que integram a ERT, pretende “enriquecer a experiência e o conhecimento dos visitantes sobre o território”, além de querer “potenciar o número de dias de estadia no Ribatejo e no Alentejo”








Foto 1:daqui

terça-feira, 7 de maio de 2019

A subida ao paraíso: Pico Ruivo (Madeira)- O espectáculo é mágico. Estamos acima das nuvens e a força da natureza mostra todo o seu esplendor.







Um percurso de 2,8 Km, com duração de hora e meia, que permite aceder ao cume mais alto da Madeira, o Pico Ruivo. O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana.

Este trilho sobe até ao pico mais alto da ilha da Madeira, o Pico Ruivo (1861m). Com início e fim na Achada do Teixeira tem uma extensão de 2,8 Km (+ 2,8 Km de regresso) com uma duração de 1h 30 (ida e regresso). Junto à casa de abrigo do Pico Ruivo terá acesso a outros 3 trilhos que levam a diferentes pontos da ilha: Vereda do Pico Areeiro, Vereda da Encumeada e Vereda da Ilha. Na Achada do Teixeira pode ainda visitar o “ Homem em pé”, formação rochosa basáltica que se encontra depois de passar pela frente da casa de abrigo da Achada do Teixeira.









Ao longo da subida são encontrados vários abrigos, pois aqui a variação climática é brusca, sendo frequente a área, ficar mergulhada num mar de nuvens ou acima delas.

Esta área integra a rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000- com o nome de maciço montanhoso central, abrangendo os picos mais altos e as cotas de 1200 m de altitude. Caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos onde predominam as urzes (Urze das vassouras -Erica platycodon subsp. maderincola e Urze Molar -Erica arborea), antigamente muito exploradas para a produção de carvão vegetal.







O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana, pelo que proporciona do lado esquerdo magníficas paisagens sobre o vale da Ribeira Seca, encimada pelo Pico das Torres, e ao fundo o Pico do Areeiro.

Do lado direito temos as “empenas” da serra de Santana, onde se pode observar ao longe o Parque Florestal das Queimadas e um pouco mais à frente a Achada do Marques (pequeno aglomerado populacional caracterizado pelos seus palheiros e campos agrícolas) que surge no meio do vale da Ribeira dos Arcos. Para o interior existe o vale da Ribeira Grande que se inicia nas “bocas” do Caldeirão Verde e do Caldeirão do Inferno.

Em dias de boa visibilidade para Este pode-se avistar a formação rochosa da Penha D´Águia, a Serra das Funduras e a Ponta de S. Lourenço (extremo Este da Ilha da Madeira).













O acesso ao Pico Ruivo pode ser feito tanto por Santana como pelo Pico do Arieiro. Com uma altitude de 1.861 metros, é o pico mais alto da ilha.

Durante os meses de Verão existe uma pousada que opera mesmo abaixo do cume da montanha. Para se informar sobre vagas, basta contactar a Direcção de Turismo do Funchal.

Durante o Inverno os picos estão geralmente cobertos de neve. Caso se aventure neste passeio, é conveniente ir preparado.

No entanto, quem se aventura é normalmente recompensado com uma vista soberba de todos os cantos da ilha.