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quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Palácio Biester: um novo “tesouro” do século XIX para descobrir em Sintra

 

 

Depois de recuperado, o Palácio Biester pode agora ser visitado por todos. O chalet promete deliciar os fãs da arquitetura romântica e surpreender com um parque natural e paisagens únicas sobre o Castelo dos Mouros e a Quinta da Regaleira.

 


 

Escondido por entre os caminhos íngremes e a vegetação sintrense, o Palácio Biester vai abrir para exposição pela primeira vez para que o mundo possa conhecer aquele a que já chamam "o novo tesouro de Sintra".

 


Este palácio histórico foi restaurado e conservado - mantendo a arquitetura, a decoração e as obras de arte que nele habitam - e a partir deste sábado as salas que durante tanto tempo estiveram vazias vão, finalmente, poder ser visitadas.

 


Construído na última década do século XIX, o edifício "onde tudo foi pensado para ser apreciado" é um exemplo da arquitetura romântica portuguesa da época. O Palácio, com influências neogótica, inglesa e alpina, foi originalmente residência da família Biester, que o encomendou ao renomado arquiteto José Luiz Monteiro, em 1880, e fez dele "um símbolo intemporal de Sintra", lê-se no comunicado de imprensa sobre a abertura do espaço ao público.

 

 

No Biester observam-se trabalhos de vários "artistas que deixaram uma marca indelével na essência vanguardista e eclética do Palácio" e que "dão a conhecer a vida doméstica da família que o habitou", entre eles o entalhador português Leandro de Souza Braga. 

Neste chalet, a galeria de entrada, a biblioteca, a sala de estar e o salão de festas mostram também pinturas do italiano Luigi Manini e duas grandes lareiras com azulejos de Raphael Bordallo Pinheiro

 




No Biester observam-se trabalhos de vários "artistas que deixaram uma marca indelével na essência vanguardista e eclética do Palácio" e que "dão a conhecer a vida doméstica da família que o habitou", entre eles o entalhador português Leandro de Souza Braga. 

Neste chalet, a galeria de entrada, a biblioteca, a sala de estar e o salão de festas mostram também pinturas do italiano Luigi Manini e duas grandes lareiras com azulejos de Raphael Bordallo Pinheiro.

 




Ainda dentro do tema da espiritualidade, no piso inferior do Biester existe uma divisão que surpreende por estar dentro de um edifício tão luxuoso: a Câmara Iniciática. Este pequeno canto totalmente construído de pedra e inspirado nos santuários da antiga cidade de Jerusalém - que inspiravam à modéstia - contrasta com a riqueza da capela templária.

 


 

 

Para além dos terraços com vistas únicas sobre a cidade, no primeiro andar do palácio, a capela neogótica é a principal divisão de destaque. Esta sala, marcada pelas cores fortes dos vitrais, distingue pinturas do francês Paul Baudry no teto e é fortemente ligada à herança deixada pela Ordem dos Templários em Sintra.


Ainda dentro do tema da espiritualidade, no piso inferior do Biester existe uma divisão que surpreende por estar dentro de um edifício tão luxuoso: a Câmara Iniciática. Este pequeno canto totalmente construído de pedra e inspirado nos santuários da antiga cidade de Jerusalém - que inspiravam à modéstia - contrasta com a riqueza da capela templária.

 

 



Já no exterior, há um grande caminho a percorrer na natureza de Sintra entre estufas, lagos, cascatas, uma casa de chá, um miradouro e a Gruta da Pena. A beleza do palácio "estende-se de dentro para fora", com um parque natural que complementa a arquitetura do local, "no coração da natureza sintrense".

O Parque Biester, com assinatura do paisagista François Nogré, é organizado em declive e conta com diferentes patamares que oferecem paisagens privilegiadas para o Castelo dos Mouros, a Quinta da Regaleira e a cidade de Sintra, tendo sempre como pano de fundo o palácio. O parque conta ainda com uma grande variedade de espécies exóticas: "Cameleiras originárias da China e do Japão, Faias verdes e vermelhas da Europa Central, Acácias da Austrália e Abetos norte-americanos"



De Sintra a Hollywood, a riqueza do palácio não fica indiferente a ninguém. O chalet já foi estrela em 1999, ao ser escolhido pelo diretor Roman Polanski para filmar algumas cenas do Thriller A Nona Porta, protagonizado por Johnny Depp, Lena Olin e Frank Langella.

"A arte oferece-nos a única possibilidade de realizar o mais legítimo desejo da vida, que é não ser apagada de todo pela morte". É com esta frase de Eça de Queirós que Abílio Lobato dos Santos, administrador do chalet, relembra a importância do Palácio para o Património Cultural de Portugal, na sua primeira apresentação ao público. O administrador considera que a sua missão "não poderia ser outra" senão "dar a conhecer este palácio edificado por pessoas e pensado para pessoas, a quem por ele se interessa". "Embora edificado como residência pessoal, o Biester foi pensado como um espaço para receber e para exibir. Tudo foi feito para o olho e para a sensibilidade humana. Manter este espaço inacessível ao público seria, na minha visão, privá-lo de um dos mais belos imóveis do património sintrense", revela.

Agora aberto ao público, todos os dias da semana (das 10.00 às 20.00, horário de verão), os bilhetes para visitar o Palácio Biester, na Estrada da Pena, variam entre os 11 euros para adultos e seis euros para crianças e séniores.

ines.dias@dn.pt


 

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Lagoa Azul de Sintra: um pequeno paraíso perto de Lisboa



A poucos minutos de Lisboa fica um pequeno paraíso ideal para relaxar na Natureza, descansar ou praticar exercício. Descubra a Lagoa Azul de Sintra.


Formação da Lagoa Azul

A existência da Lagoa Azul deve-se à alteração dos granitos do maciço de Sintra que, por acção dos diversos agentes erosivos, originam areias e argilas que vão revestir e impermeabilizar o fundo da lagoa evitando que a água que aí se acumula não escoe, sendo aqui o papel das argilas fundamental graças à reduzida dimensão das suas partículas.





A poucos minutos da capital, este pequeno paraíso oferece aos seus visitantes óptimos momentos para relaxar, contemplar a Natureza e até existe a possibilidade de praticar vários desportos. A Lagoa Azul é procurada quer por veraneantes solitários em busca de sossego, quer por grupos desportivos que dali arrancam para passeios de BTT, quer por caminhantes que fazem observação de espécies, e por famílias que aproveitam o espaço para se deliciarem com piqueniques e brincadeiras ao ar livre.






A zona é de fácil acesso pedestre e de carro, e tem algum espaço para estacionamento, mas fica facilmente congestionada, por isso, para quem quiser desfrutar da área em pleno, o melhor é evitar alturas de pico de frequência, como os fins-de-semana à tarde, sobretudo se estiver bom tempo. Leve sapatos e roupa confortável (agasalhe-se de Inverno, pois a zona fica bastante fresca) e entregue-se às actividades na natureza. Pode entreter-se a apanhar pinhas com crianças, a caminhar, a apanhar sol, a aproveitar a sombra e o ar fresco, ou a observar a rica fauna da Lagoa.




Coordenadas da Lagoa Azul:

Estrada da Lagoa Azul, Sintra

38° 46′ 5.0333” N

9° 23′ 59.3387” W

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Eléctrico de Sintra - desde 1904 a encantar Portugal


O Eléctrico de Sintra, um dos ex-libris da região, surgiu em 1904 para preencher a necessidade de ligar a vila à Praia das Maçãs. Hoje funciona como um transporte turístico e continua a fazer a ligação entre a Vila e a Praia das Maçãs.

São quase 13 quilómetros de percurso sinuoso entre a serra e o mar, de uma viagem que dura cerca de 45 minutos e onde os passageiros podem usufruir da vista sobre o lugar da Paisagem Cultural, numa viagem em carruagens abertas ou fechadas que nos transporta além do tempo e do espaço.





Foto de Manuel Ribeiro daqui

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Lonely Planet considera Sintra uma das 101 “Maravilhas do Mundo”


São “101 paisagens maravilhosas” para as quais, garante a Lonely Planet, são propostas as melhores formas de visitá-las e de acordo com “qualquer orçamento”. Wonders of the World, uma edição luxuosa em papel, surgiu nas livrarias físicas e online mesmo a tempo do Natal e também de servir de inspiração para as decisões de viagens para 2020. Entre os 101 destinos escolhidos pela influente editora de guias de viagens, Portugal surge representado por uma “viagem obrigatória” para quem aterra em Lisboa: Sintra.

“Com as suas montanhas ondulantes, florestas orvalhadas cheias de fetos e líquenes, jardins exóticos e palácios reluzentes, a vila de Sintra parece saída de um conto de fadas”, lê-se no texto em que se destaca a vila e arredores, ao lado, como não podia deixar de ser, de uma foto a toda a página com a Pena como jóia central.

Sublinhando-se o facto de integrar a lista de Património Mundial da UNESCO, o texto assinala as casas históricas “em tons pastel” e as colinas que se desenrolam até ao Atlântico.




Fonte:https://www.publico.pt

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Sintra transformou-se num verdadeiro Reino do Natal



A vila histórica de Sintra transformou-se este domingo, num verdadeiro Reino do Natal e assim permanece até dia 6 de janeiro. Este tornou-se num evento de referência e de cariz solidário que atrai milhares de visitantes todos os anos.

O Pai Natal instalou, definitivamente o seu Reino em Sintra. E este ano, porque os ilustres visitantes merecem o melhor, o Reino do Natal estende-se do Parque da Liberdade ao Terreiro Rainha Dona Amélia.









Fonte: https://sintranoticias.pt

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

A fascinante Pedra de Alvidrar é dos locais mais perigosos e misteriosos de Portugal



A Pedra de Alvidrar é um gigantesco paredão, bem perto da praia da Adraga em Sintra. Mesmo com o seu aspecto imponente, este consegue ser um dos locais preferidos dos pescadores.
Mas a Pedra de Alvidrar era usada no tempo dos romanos, como o local para julgamentos de onde se atiravam os culpados, se sobrevivessem eram inocentes, se não, tinham sido mesmo os culpados...


A pedra de Alvidrar é um interessante acidente geológico. Trata-se de uma camada de calcário cristalino que ficou quase na vertical, empurrada pela ascensão do maciço eruptivo de Sintra há mais de 800 milhões de anos.

Aproveite para apreciar as aves e a vegetação que ali resiste ao m au tempo, caso do funcho-marítimo e de algumas espécies de limónios.



A Pedra de Alvidrar -gravura antiga
 


Lenda de Alvidrar

Há muitos séculos atrás, o Deus Vulcano, figura sinistra e perversa, jurou vingar-se para todo o sempre duma formosa princesa, espelho de virtudes sem par.

O maligno Vulcano, seguindo ruins desígnios, pretendeu casar-se com a esbelta princesa que já a outro prometera a sua mão. Pouco satisfeito com o inesperado facto, quis saber de quem se tratava. Furioso ficou quando soube que o futuro esposo da gentil princesa era o seu próprio sobrinho, filho primogénito da sua irmã. Imediatamente acorreu à casa de sua irmã Zipa e queixou-se do seu desespero. Esta fez-lhe ver que nada tinha com o próximo enlace. Jovens e obedientes aos pais de cada um, tudo neles concorria para que fossem felizes. Em consciência nada teria a opor-se e recomendou ao irmão prudência e resignação; a casta princesa não era para a sua idade, merecia um jovem como ela.

Vulcano não acatou os conselhos prudentes e nobres da irmã.

Chegando a seus domínios, organizou fortíssima expedição que se dirigiu para as terras da princesa Al-Vidrar e de seu sobrinho Foje.

Zipa veio ao seu encontro mas nada deteve Vulcano. Naquela cruenda batalha restam os corpos vulcanizados dos moços namorados aos quais chamamos PEDRA DE ALVIDRAR E O FOJE*.


In “Lendas Sintrenses” Recolha e relato de Luiz da Cunha Oliveira, 1968




*Fojo- O Fojo, um abismo aberto na rocha de onde se pode observar no fundo a agitação das ondas.



 Foto: Google daqui

terça-feira, 18 de junho de 2019

Praia da Ursa.... um paraíso quase deserto considerado pelo Guia Michelin uma das praias mais bonitas do mundo.



 A praia da Ursa, situada no Parque Natural de Sintra, é acessível a partir da N 247, no sentido do Cabo da Roca, a ponta mais ocidental do continente europeu.
O estacionamento pode fazer-se no terreno junto à placa que indica "URSA", ou mais à frente para quem possuir veículo TT.
A descida até à praia é longa e um pouco difícil, mas recompensada pela beleza natural deslumbrante e selvagem da «Ursa».
É um autêntico paraíso, considerado inclusive pelo Guia Michelin uma das praias mais bonitas do mundo.
A Praia da Ursa é a mais ocidental da Europa e é um local selvagem de rara beleza, fruto de milhões de anos de erosão provocada pela força do oceano atlântico.







 Escarpas pontiagudas entre falésias, cascatas, um pequeno areal e inúmeras rochas trazidas pelo mar fornecem um manancial quase inesgotável de imagens arrebatadoras.
A praia deve o seu nome à pedra enorme em forma de ursa, lado a lado com outra formação rochosa de nome Gigante.
Com cerca de 50 metros de extensão, esta é uma praia muito bonita, mas que fica com pouco espaço na maré alta.
Durante a maré baixa, é possível explorar as enseadas da Palaia, a Sul, frequentadas por apanhadores de percebes e, a norte, o Pesqueiro do Abrigo.
Devido às dificuldades de acesso, esta praia é muito procurada por nudistas. A caminhada não é fácil, sobretudo no regresso, mas vale bem a pena o esforço.




 Para baixo, a caminhada pode levar 10 a 15 minutos.Um pouco mais, para quem não tem experiência. O melhor acesso é o trilho de terra batida na zona Sul proveniente da Estrada do Cabo da Roca. A descida da falésia encerra uma dificuldade elevada, aconselhada apenas a caminhantes experientes.
Não é aconselhável ir em dias de chuva, é um terreno íngreme, com zonas arenosas e outras escorregadias, enfim, muito irregular e propenso a escorregar.






quinta-feira, 25 de abril de 2019

As visitas noturnas chegaram à Quinta da Regaleira (veja como participar)



As visitas noturnas chegaram à Quinta da Regaleira. 


As visitas realizam-se até 26 de setembro, na última quinta-feira de cada mês.

Cada noite tem três horários possíveis para as visitas guiadas: 21h00, 21h30 e 22h00. 

Informação adicional sobre a iniciativa:
É aconselhado a utilização de agasalho e calçado confortável.
Acesso: € 15 (desconto de 10% para Munícipes de Sintra mediante apresentação de um comprovativo de morada válido por bilhete. Desconto aplicável a bilhetes vendidos/levantados na bilheteira na Quinta da Regaleira e restantes postos de venda exceto Internet)
Local: Quinta da Regaleira
Classificação: M/16
Duração: 90 minutos aprox.
Bilhetes à venda: Bilheteira da Quinta da Regaleira

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Chalet da Condessa d´Edla em Sintra guarda a memória de uma das grandes histórias de amor da História portuguesa




Após uma importante intervenção de restauro, na sequência de um incêndio que o destruiu parcialmente, abriu ao público este edifício que guarda a memória de uma das grandes histórias de amor da História portuguesa e integra o programa de visita do conjunto monumental do Parque da Pena, na Serra de Sintra, a primeira Paisagem Cultural Património da Humanidade classificada pela Unesco.





Foi construído, segundo o modelo dos chalets alpinos em voga na Europa na segunda metade do século XIX, pelo rei consorte D. Fernando II para a Condessa d’Edla, cantora lírica por quem se apaixonou e se viria a casar em segundas núpcias em 1869, 16 anos depois da morte da rainha D. Maria II.




 




O edifício, com uma forte carga cénica segundo o espírito romântico da época, é totalmente revestido de pintura mural, sublinhada no exterior pelo uso de cortiça como elemento decorativo nas ombreiras das portas, janelas e óculos. Do conjunto sobressai uma típica varanda que circunda todo o piso superior. Os interiores são ricos e bem trabalhados, com estuques, frescos e embutidos de cortiça e cobre.




















Nos jardins que envolvem o chalet, D. Fernando e a Condessa d’Edla, influenciados pelo espírito coleccionista da época, reuniram espécies botânicas provenientes dos quatro cantos do mundo. Em particular, de referir a Feteira da Condessa, um dos locais mais exóticos do jardim, onde foram cuidadosamente introduzidos fetos arbóreos da Austrália e da Nova Zelândia de modo a criar um cenário romântico repleto de dramatismo.






Contactos



Morada:
Estrada da Pena
2710-609 Sintra


Telefone:
+351 21 923 73 00

Fax:
+351 21 923 73 50

E-mail:
info@parquesdesintra.pt
Website: http://www.parquesdesintra.pt

domingo, 9 de julho de 2017

Palácio de Monserrate

@kkmarais


A quatro quilómetros do centro histórico de Sintra, situam-se o Palácio e o Parque de Monserrate, testemunhos ímpares dos ecletismos do século XIX, onde os motivos exóticos e vegetalistas da decoração interior se prolongam harmoniosamente no exterior. O relvado fronteiro ao palácio permite o descanso merecido, durante a descoberta de um dos mais ricos jardins botânicos portugueses e uma das mais belas criações paisagísticas do Romantismo em Portugal.



@Harold Navarro



O Parque e Palácio de Monserrate foram classificados como Imóvel de Interesse Público em 1975, integrando-se na Paisagem Cultural de Sintra, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade desde 1995.

Em 2013 o Parque de Monserrate foi premiado com um European Garden Award na categoria de “Melhor Desenvolvimento de um Parque ou Jardim Histórico”.



@Enric Rubio Ros


Como chegar



Automóvel

Pode chegar à Vila de Sintra utilizando o IC19 (de Lisboa), o IC30 (de Mafra) ou a EN9 (pela A5/Cascais).

Coordenadas GPS
38º 47’ 30.70” N 9º 25’ 9.09” W
 
 Transportes
 
 
Lisboa > Sintra
De comboio (CP) – Linha de Sintra
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos
Sintra (centro histórico) > Monserrate
De autocarro (Scotturb)
• Sintra Estação
Da Vila de Sintra, o autocarro nº 435 da Scotturb efetua o trajeto de ligação entre a estação ferroviária e Monserrate.
 

Horário até 28 outubro 2017


PARQUE
09h30 – 20h00, último bilhete 19h00

PALÁCIO
09h30 – 19h00, último bilhete 18h15




Preços até 28 outubro 2017


PARQUE E PALÁCIO
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 8 euros

Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 6,50 euros

Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 6,50 euros Bilhete Família (2 adultos + 2 jovens) – 26 euro

 

 

terça-feira, 4 de julho de 2017

Palácio Nacional de Sintra






A história milenar do Paço da Vila de Sintra começa durante o domínio muçulmano na Península Ibérica. Já referido no século XI, o primitivo palácio mouro - propriedade da Coroa portuguesa a partir da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques (1147), 1º Rei de Portugal - é intervencionado pela primeira vez em 1281, no reinado de D. Dinis. Novos corpos construtivos são acrescentados ao longo do tempo, sob os reinados de D. Dinis, D. João I e D. Manuel I, mantendo a sua silhueta desde meados do século XVI.

A disposição dos espaços em altura, adaptando-se ao terreno; a organização intimista dos pátios interiores a céu aberto, onde se ouve a água a correr; as suas janelas com arcos ultrapassados; e os revestimentos azulejares de ricos padrões geométricos, evidenciam a ligação mourisca dos artífices que edificaram e embelezaram o Palácio.







O Palácio Nacional de Sintra, situado no centro histórico da Vila, é um monumento único e incontornável pelo seu valor histórico, arquitetónico e artístico.

De todos os Palácios que os monarcas portugueses mandaram erigir ao longo da Idade Média, apenas o de Sintra chegou até aos nossos dias praticamente intacto, mantendo a essência da sua configuração e silhueta desde meados do século XVI. As principais campanhas de obras posteriores à Reconquista cristã (século XII) foram promovidas pelos reis D. Dinis, D. João I e D. Manuel I, entre finais do século XIII e meados do século XVI. Estas obras de adaptação, ampliação e melhoramento determinaram a fisionomia do palácio.









Como Chegar


Pode chegar à Vila de Sintra utilizando o IC19 (de Lisboa), o IC30 (de Mafra) ou a EN9 (pela A5/Cascais).

Coordenadas GPS
38º 47’ 50.50” N 9º 23’ 25.87” W


Transportes


Lisboa > Sintra
De comboio (CP) – Linha de Sintra
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos

Sintra > Palácio Nacional de Sintra (centro histórico)
De autocarro (Scotturb)
• Sintra Estação
Da Vila de Sintra, os autocarros nº 434 e 435 da Scotturb efetuam o trajeto de ligação entre a estação ferroviária e o Palácio.

 






















domingo, 25 de junho de 2017

Palácio Nacional da Pena - Sintra



O Palácio da Pena ergue-se sobre uma rocha escarpada, que é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra (acima do palácio só se encontra a Cruz Alta, a 528m de altitude). O Palácio localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada. O Palácio propriamente dito é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II. Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, em que se fantasia um imaginário castelo de caminhos de ronda com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e até uma ponte levadiça.
Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que tinha sido erguido no topo da Serra de Sintra em 1511 pelo rei D. Manuel I e se encontrava devoluto desde 1834 com a extinção das ordens religiosas. O convento compunha-se do claustro e dependências, da capela, sacristia e torre sineira, que constituem hoje o núcleo norte do Palácio da Pena, ou Palácio Velho.

D. Fernando começou por efetuar reparações no antigo convento, que, segundo fontes da época, se encontrava em muito mau estado. Remodelou todo o piso superior, substituindo as catorze celas por salas de maiores dimensões e cobrindo-as com as abóbadas que hoje vemos. Cerca de 1843, o rei decidiu ampliar o Palácio através de uma nova ala (Palácio Novo) com salas de ainda maior dimensão, de que é exemplo o Salão Nobre, rematando-a com um torreão circular junto às novas cozinhas. A obra foi dirigida pelo Barão de Eschwege.
No restauro de 1994 repuseram-se as cores originais no exterior do Palácio: rosa-velho para o antigo mosteiro, ocre para o Palácio Novo.
Ao transformar um antigo mosteiro numa residência acastelada, D. Fernando revelou ter uma forte influência do romantismo alemão, tendo-se provavelmente inspirado nos castelos à beira do Reno de Stolzenfels e Rheinstein, assim como na residência de Babelsberg em Potsdam. A obra do Palácio da Pena terminou em meados da década de 1860, embora posteriormente se fizessem campanhas de decoração de interiores.
D. Fernando mandou igualmente plantar o Parque da Pena nas áreas envolventes do Palácio à maneira dos jardins românticos, com caminhos serpenteantes, pavilhões e bancos de pedra a pontuar os percursos, bem como árvores e outras plantas provenientes dos quatro cantos do mundo, tirando partido do clima húmido da serra de Sintra e criando de raiz um parque exótico com mais de quinhentas espécies arbóreas.














Horário até 28 outubro 2017

PARQUE

09h30 – 20h00, último bilhete 19h00

PALÁCIO

09h45 – 19h00, último bilhete 18h15

Preços até 28 outubro 2017

PALÁCIO + PARQUE

Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 14 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 12,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 12,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 49 euros

HAPPY HOUR PALÁCIO + PARQUE (todos os dias das 9h30 às 10h30)
Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 13 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 11,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 11,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 44 euros

PARQUE

Bilhete adulto (de 18  a  64 anos) – 7,50 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 6,50 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 6,50 euros
Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) – 26 euros


Como chegar


Lisboa > QueluzDe autocarro (VIMECA)
• Carreira 25: Queluz (Palácio), via Queluz-Belas
• Carreira 101: Lisboa (Colégio Militar, metro)-Tercena, paragem Queluz (4 Caminhos) e Estação Queluz/Massamá, distância do Palácio a pé cerca de 15 minutos
• Carreira 106: Estação de metro da Falagueira-Carcavelos (Praia), paragem Queluz (4 Caminhos) e Estação Queluz/Massamá, distância do Palácio a pé cerca de 15 minutos
De comboio (CP) – Linha de Sintra (saída na Estação Queluz-Belas ou Monte Abrão, distância do Palácio cerca de 1 quilómetro)
Estações de origem:
• Estação de Oriente
• Estação do Rossio
• Estação de Entrecampos
Sintra > QueluzDe comboio (CP) – Linha de Sintra (saída na Estação Monte Abrão ou Queluz-Belas, distância do Palácio cerca de 1 quilómetro)
• Estação de Sintra

Automóvel

IC19: Lisboa-Sintra, saída Queluz-Palácio
Coordenadas GPS
38º 45’ 1.46” N 9º 15’ 28.40” W