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quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Parece uma praia das Caraibas, mas este paraíso fica em Portugal!

 

A Praia do Sítio da Fábrica (Mar) possui um areal muito extenso, com cerca de 1,1 Km. Localiza-se na extremidade de uma península, na zona nascente do Parque Natural da Ria Formosa, exibindo um fino cordão dunar.

Deste local, avistam-se do outro lado da ria, a foz da Ribeira do Junco e a aldeia piscatória do Sítio da Fábrica, onde é possível requisitar os serviços dos pescadores para aceder à praia ou esperando pela maré baixa.

 


 

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Podia ser Caraibas, mas não é! É uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal

 

 

 

 

 

O Parque Natural da Ria Formosa é uma das mais bonitas riquezas naturais do Algarve, tanto pela variedade dos seus habitats como pela sua singular localização.


Recentemente eleita como uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, é uma das três áreas protegidas que definitivamente deve visitar nas suas férias no Algarve. Trata-se de um sistema lagunar único e em permanente mudança, devido ao contínuo movimento de ventos, correntes e marés.

Classificada como Parque Natural desde 1987, tem uma área de cerca de 18 mil hectares, e encontra-se protegida do mar por cinco ilhas-barreira e duas penínsulas: a península do Ancão (que inclui a incorrectamente chamada Ilha de Faro), a Ilha da Barreta ou Deserta, como é mais conhecida, a Ilha da Culatra (onde se encontra o Farol de Sta Maria), a Ilha da Armona, a Ilha de Tavira, a Ilha de Cabanas e, finalmente, a Península de Cacela. Toda esta área de enorme beleza estende-se ao longo de 60 km da costa sotavento do Algarve pelos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António desde a península do Ancão até à praia da Manta Rota.

É uma zona húmida de reconhecido valor internacional e um habitat privilegiado para a fauna e flora, fazendo, por isso, parte da Lista de Sítios da Convenção de Ramsar (zonas húmidas de importância internacional). Nesta área protegida podemos encontrar ambientes como ilhas-barreira, sapais, bancos de areia e de vasa, dunas, salinas, lagoas de água doce e salobra, cursos de água, áreas agrícolas e matas, ambiente que, desde logo, indicia uma grande diversidade de flora e de fauna.

Um paraíso para os amantes da observação de aves, a Ria Formosa é considerada uma IBA, i.e. uma área importante para as aves, integrando também parte da Rede Natura 2000. Trata-se de umas das áreas mais importantes para as aves aquáticas em Portugal, albergando regularmente mais de 20.000 aves aquáticas durante a época de invernada. Toda a zona é muito importante como zona de passagem para as migrações entre o Norte da Europa e África e abriga espécies raras em Portugal como o Camão ou Galinha-sultana, ave eleita como símbolo do Parque Natural, e outras espécies emblemáticas como os coloridos flamingos.

Neste Parque Natural podemos encontrar outros animais em vias de extinção como é o caso do camaleão que, em Portugal, existe apenas nos pinhais e dunas do litoral Sotavento do Algarve, e do cavalo-marinho que deu origem a uma das maiores comunidades da espécie do mundo. 

A Ria Formosa é também conhecida pelo Cão de Água Português, uma raça algarvia ameaçada de extinção.

De salientar ainda a sua importância económica devido à grande diversidade de peixe, marisco e bivalves, sustentada pela zona de reprodução e alimentação destes animais – um autêntico viveiro natural. É na Ria Formosa que os mariscadores cultivam moluscos bivalves como a amêijoa e a ostra, produzindo-se aqui cerca de 80% do total de exportação do país.

Muito mais há para conhecer nesta área protegida, rica tanto em valores naturais como em valores culturais. Não perca, por isso, a oportunidade de partir à sua descoberta quer seja através de um passeio pedestre, uma visita guiada, um passeio de bicicleta ou através de um passeio de barco, até mesmo de caiaque.


 

 

 

 

 

 

 

GGGGG

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Ilha de Cabanas - Tavira


A Ilha de Cabanas surge a Este da Ilha de Tavira, no Algarve. Trata-se de uma estreita mas extensa área de areia localizada em frente à povoação de Cabanas, cuja origem remonta as campanhas de pesca do atum.


Desde o passeio marítimo de Cabanas poderás avistar os barcos de pesca artesanal que se encontram na ria, assim com as suas casas das artes de pesca.

O braço da ria que separa a ilha do continente é pequeno, sendo possível atravessá-lo a nado durante a maré baixa; recomenda-se contudo a realização do percurso de barco.





O areal desta praia proporciona passeios muito tranquilos e apetecíveis. De volta à povoação de Cabanas poderá desfrutar de saborosos pratos de peixe e marisco fresco em alguns dos numerosos restaurantes do passeio marítimo. Acesso: é feito em pequenas embarcações de pescadores a partir da marginal de Cabanas, num passeio de cerca de quatro minutos.




Mais informações


Notas: De modo a contribuir para a preservação do local, o cordão dunar deverá ser atravessado utilizando os passadiços sobrelevados existentes.

Acesso através de carreiras regulares de barco e de embarcações particulares licenciadas para o efeito a partir do cais na marginal de Cabanas. Estacionamento ordenado mas exíguo junto à marginal. Equipamentos de apoio (restaurantes, wc, apoios balneares e recreativos) e vigilância durante a época balnear. Orientação: sudeste.

GPS: 37° 8'1.45"N 7°35'26.20"W

terça-feira, 23 de junho de 2020

Praia da Dona Ana... uma das praias mais procuradas do Algarve devido à sua beleza



Abrigado entre falésias, o areal da Praia de Dona Ana banhado por um mar de águas límpidas e tranquilas é uma das imagens mais divulgadas das praias do Algarve. As rochas muito recortadas que emergem do mar ou que se espalham pelo areal proporcionam algumas sombras aos veraneantes e dão um toque pitoresco à paisagem.

Além de ótimas infraestruturas de apoio, a Praia de Dona Ana beneficia da proximidade de Lagos, uma das mais importantes cidades do Algarve que se pode atingir num passeio de cerca de 25 minutos a pé




Segundo a lenda. o nome da praia foi dado em homenagem à freira Ana, que vivia no convento das freiras de Lagos. Durante a 1ª Guerra Mundial, os soldados invadiram o convento e assassinaram todas as freiras, à exceção de D.Ana, que tinha acesso a um túnel entre o convento e a praia. D.Ana fugiu pelo túnel e foi a única que sobreviveu






A Praia da Dona Ana é facilmente acessível a partir de Lagos, estando apenas a 1.8 km do centro de Lagos. Existe um parque de estacionamento limitado na praia (aproximadamente 70 lugares) no topo dos penhascos, mas ele fica superlotado rapidamente no verão e é compartilhado com hotéis e apartamentos de férias nas proximidades.

A caminhada partindo de Lagos até a Praia da Dona Ana leva menos de 30 minutos. O percurso segue a principal estrada portuária (Avenida dos Descobrimentos) a sul de Lagos. Na estação de bombeiros (GPS: 37.095586, -8.670128), vire à esquerda, suba a colina e contorne a beira dos apartamentos de Iberlagos, o que leva ao caminho do litoral e à entrada da praia (GPS: 37.092790, -8.669152).




Fotos: https://www.algarvetips.com

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Ponta da Piedade.... Falésias misteriosas que encantam o olhar







Com uma magnífica vista sobre o Atlântico e as formas das falésias, esculpidas pelo mar e pelo tempo, a Ponta da Piedade constitui um cenário idílico de rochedos recortados em constante contraste com o azul esverdeado das águas. Situada a dois quilómetros de Lagos, na Costa d’Oiro, e repleta de grutas, baías desconhecidas e praias tranquilas, a Ponta da Piedade é particularmente atraente quando vista a partir do mar.





Uma longa e estreita escadaria conduz a uma pequena enseada, onde barcos pitorescos esperam pelos visitantes que pretendem explorar este paraíso natural. Nestas viagens, os pescadores experientes que conduzem os barcos, contornam as gigantescas esculturas de pedra, ao mesmo tempo que desvendam os seus segredos e revelam os seus nomes. General De Gaulle, Chaminé, Catedral, Belas-Artes, Camelo, Museu, Submarino, Cozinha e Gruta dos Amores são alguns dos nomes destas rochas disformes que os pescadores vão perpetuando. A enriquecer todo este cenário, estão todas as aves que aqui têm o seu habitat. A pouca distância da linha da costa existem diversos ilhéus em cujas encostas é comum ver ninhos de Falcões-Peregrinos, Corvos, Gralhas-De-Nuca-Cinzenta, Andorinhões Reais e Andorinhões Pálidos, bem como uma colónia de Garças Brancas e Carraceiros. Quem tiver força para subir 182 degraus pode desfrutar, do alto do farol, da vista para o promontório que recebeu o nome de Ponta da Piedade e que marca o limite entre a terra e o mar.






Fonte:http://www.viajejet.com

domingo, 16 de fevereiro de 2020

CACELA VELHA.... O RECANTO MAIS TRANQUILO DO ALGARVE



Vistas para o mar ou para a ria, as piscinas panorâmicas, os restaurantes com comida deliciosa, e a praia logo ali ao pé...
Esta é a Cacela Velha no seu melhor...







Escondida do turismo em massa, a aldeia é a casa da Praia da Fabrica, uma das atracções mais bonitas de Cacela Velha.

Virgem, selvagem e de uma beleza que lhe valeu o 7º lugar no top das 15 melhores praias do mundo pela revista espanhola «Condé Nast Traveler».

Para chegar lá, torna-se necessária uma viagem de barco pela ria Formosa, o que não será difícil de arranjar entre os pescadores locais, em troca de um pequeno incentivo monetário. Na maré baixa porém, basta arregaçar as calças e caminhar por entre as dunas para chegar ao areal, o que torna a experiência ainda mais rica. Aproveite para apreciar a vida animal como é o caso dos caranguejos e garças que por lá se passeiam.

 



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Cabo de São Vicente....uma paisagem indescritível onde a terra com os seus rochedos corta o mar infinito




Situado no extremo sudoeste do País, em Sagres, foi outrora apelidado de “Promontório Sacro” pelo povo romano, dedicado ao Deus Saturno, onde se afirmava que este era um lugar dos Deuses, só visitável durante o dia pois à noite era propriedade divina.
Com uma paisagem indescritível onde a terra com os seus rochedos corta o mar infinito, o Cabo de São Vicente é imagem do sentimento descobridor Português, onde é mesmo possível observar a passagem dos navios que navegam entre o Mar Mediterrâneo e o norte da Europa. 






No antigo convento do cabo de S. Vicente, que foi na sua origem um convento franciscano, o Convento do Corvo, onde já os monges acenderiam fogueiras para avisos de fumo às embarcações, está hoje incorporado um Farol já com tecnologia do século XX, que substitui um outro do século XVI.










A Fortaleza do Cabo de São Vicente, construída no século XVI, com reedificações nos séculos XVII e XVIII, é um local com uma mística especial sendo que até os romanos já lhe chamavam de Lugum Cineticum: o lugar onde o sol era cem vezes maior que até fazia ferver o mar.
A Fortaleza do Cabo de São Vicente está classificada como Imóvel de Interesse Público.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

O maior presépio de Portugal está no Algarve!


O presépio reúne 5 mil e 500 peças e ocupa 230 metros quadrados, estando exposto no Centro Cultural António Aleixo  em Vila Real de Santo António, onde pode ser visitado.

Foram utilizadas mais de 40 toneladas de materiais reaproveitados ou naturais, como a cortiça e o musgo. À semelhança dos anos anteriores, voltam a estar representados vários elementos típicos da região. É o caso das antigas cabanas da praia de Monte Gordo, as tradicionais noras da região do Algarve, e outros monumentos locais.

Até 6 de janeiro, o Presépio Gigante pode ser visitado diariamente, das 10h às 13h e das 14h30 às 19h, no 
Centro Cultural António Aleixo  em Vila Real de Santo António pelo valor de entrada de 0,50 euros.

Fonte evasoes.pt
(Fotografia: VRST) 

terça-feira, 18 de junho de 2019

Em pleno Algarve faz-se uma viagem às profundezas da terra para visitar o Mar de Tethys com 230 milhões de anos transformado em sal gema....






VIAGEM ÀS PROFUNDEZAS DA TERRA

Em pleno Algarve, próximo de Loulé, existe um sítio que é – simultaneamente – uma maravilha da Natureza e da Técnica Humana. Trata-se de uma mina de sal gema.






  

A aventura inicia-se à superfície. E exige cuidados e equipamentos de segurança próprios. 


 

A viagem até ao interior da mina começa na jaula - um elevador montado na torre que foi construída no topo de um dos poços de acesso à mina. Daí até às profundezas da Terra demoram-se quatro minutos. Quatro minutos de obscuridade, apenas rompida pelos feixes das lanternas mineiras. Quando o elevador finalmente pára, estamos a 230 metros de profundidade.

Esta é uma descida feita, quase diariamente, por Alexandre Andrade, director técnico da mina. Que é perentório em garantir que não existe local mais seguro e ameno. É que, no interior desta mina de sal, as condições são muito estáveis: a temperatura mantém-se nos 23 graus e a humidade escasseia.

 

 

Mas esta não é uma mina qualquer, é um monumento geológico único, que nos conta a história deste local da Terra nos últimos 230 milhões de anos. É um local onde se trabalha com dureza e intensidade, com a paixão própria de mineiros abnegados. Mas é, também, um sítio único no País – onde a história do planeta está gravada nas rochas. É, por isso, um local de visita obrigatória para todos aqueles que se interessam pela Ciência. 






Quando se inicia a caminhada, as surpresas espreitam a cada esquina. Ou melhor, em cada galeria. É que, por aqui, tudo é sal-gema: o chão, as paredes, o tecto. Sal de cor rosada, compacto e duro.

A outra surpresa é a dimensão dos corredores abertos na rocha – com mais de quatro metros de altura e cerca de dez metros de largura. E, desde que aqui se começou a minerar o sal-gema, já se abriram quase 40 quilómetros de galerias.







Na frente de mina, onde tudo acontece, a segurança dos mineiros e da instalação está em primeiro lugar. A utilização dos explosivos civis foi banida e, na frente de exploração, o desmonte do sal é feito por uma roçadora – o que torna o trabalho mineiro muito seguro.


Até há algumas décadas, todo este sal seguia para a indústria química - que o usava como matéria-prima na produção de cloro. Actualmente, a sua utilização é bem diferente. O sal extraído desta mina é usado na segurança rodoviária, promovendo o degelo das estradas, e na alimentação animal, como aditivo das rações.






Mas, nesta imensidão de galerias, existe espaço para outras actividades. A CUF sabe que uma mina como esta não tem apenas interesse para a Indústria. Pode – e deve – abrir-se à Comunidade. Motivo pelo qual, todos os anos, a mina de sal gema de Loulé integra o programa nacional de Geologia de Verão – promovido pela Ciência Viva.



Os visitantes são sempre recebidos pelo director técnico da mina, que faz questão de partilhar o seu saber - satisfazendo a ânsia de conhecimento dos mais curiosos.



É num longo percurso de três horas que os visitantes ficam a saber que este domo salino se formou ao longo de um período de 230 a 150 milhões de anos. E que, antes disso, toda esta área era mar. O continente estava bastante mais recuado e existiu, neste local, um cordão de lagunas litorais inseridas num mar embrionário pouco profundo – o Mar de Tethys.






Com os movimentos naturais da Terra, toda a paisagem se modificou e esse mar deu origem ao Mar Mediterrânico e ao Oceano Atlântico. E o sal ficou preso debaixo de camadas de rochas mais recentes, constituídas por calcários e arenitos.


Explicações à parte, o quotidiano destes mineiros é preenchido pela extração de sal. Essa é a sua missão. A sua vida.







O sal, depois de desmontado e recolhido pela roçadora, segue por camião para a crivagem e moagem. É a única transformação que esta matéria-prima aqui sofre. A granulação final irá depender da finalidade a que se destina. Só depois é carregado e enviado para a superfície.

Por ano, nesta mina existe a capacidade de extrair até cem mil toneladas de sal. Presentemente não é este o valor atingido. Mas, a este ritmo, este domo salino situado debaixo da cidade de Loulé ainda tem sal para os próximos três mil anos de exploração industrial.









domingo, 9 de junho de 2019

Algar de Benagil considerada uma das grutas naturais mais belas do mundo, está a dar que falar na imprensa internacional.....




A extraordinária praia interior, a incrível paleta de cores que vem do céu, a beleza da luz, da água do mar e da clarabóia formada pelas rochas. A revista britânica “AnOther” apaixonou-se pelo Algar de Benagil, em Lagoa, no Algarve, e afirma sem hesitações: está aqui a gruta mais bonita do mundo.


Algar de Benagil é um dos locais mais divulgados quando o assunto são as praias do Algarve, inclusive pela impressa internacional. Não é para menos, esta praia/gruta de difícil acesso é mesmo fantástica.
 



 Vamos começar por esclarecer que este lugar é na verdade um Algar, ou seja, é uma cavidade natural formada pela erosão do vento e da água. Este especificamente chama-se Algar de Benagil e fica localizado próximo à Praia de Benagil.
 


 
Como chegar ao Algar de Benagil?

O acesso é feito somente por água, sendo assim existem algumas opções para chegar lá.

A primeira delas, mais fácil e confortável, é de barco. Saem passeios de várias praias próximas que incluem esta e outras grutas ao redor.

Outra opção é alugar um caiaque, normalmente as mesmas empresas que tem os passeios de barco também alugam o equipamento.

sábado, 1 de junho de 2019

Praia do Barranco - esta praia paradisíaca no Algarve ainda é um tesouro escondido.... um convite à tranquilidade e ao repouso.



Algarve não tem de ser sinónimo de praias apinhadas. Ao longo da linha de costa, ainda se encontram alguns areais quase desertos.

Esta praia surge na desembocadura de um dos vales mais bonitos da região. Com encostas revestidas por um matagal alto de zimbro, é abrigada por afloramentos calcários e uma estreita várzea ocupada por árvores de fruto e vegetação ribeirinha. O areal é curto, mas desenvolve-se na direcção do interior do barranco e as águas acalmam numa pequena baía, com o mar a parecer uma piscina. É óptima para o paddle surf ou simplesmente para ficar a boiar, sem se apoquentar muito com o resto do mundo. É famosa entre os mergulhadores, dada a grande diversidade de espécies marinhas que se escondem entre as rochas no fundo do mar. Nos dias em que o mar está mais agitado, conte ainda com a companhia de surfistas e bodyboarders.

COMO CHEGAR: Entrar na freguesia da Raposeira, seguir em direcção ao Zavial e na última placa virar à direita. Oito minutos depois, num caminho de terra batida, chegou ao destino.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Sete Vales Suspensos de Lagoa eleitos Melhor Destino para Caminhadas da Europa




Os Sete Vales Suspensos de Lagoa, no Algarve, foram eleitos “O Melhor Destino para Caminhadas da Europa” num ranking promovido pela European Best Destinations, que contou com a votação de mais de 28 mil viajantes de 153 países.





O percurso dos Sete Vales Suspensos de Lagoa, que liga a Praia de Vale Centeanes à Praia da Marinha ao longo de 5,7 km, destacou-se por ser “um verdadeiro tesouro de rara beleza”, ficando assim à frente de imponentes atrações turísticas naturais em países como a Noruega, Inglaterra, França ou Espanha.


Esta distinção da European Best Destinations, organização com sede em Bruxelas dedicada à promoção da cultura e do turismo na Europa, levará agora a informação sobre este trilho pedestre a milhões de viajantes, contribuindo para o reforço do posicionamento do Algarve como destino de referência para os amantes de natureza e atividades ao ar livre.

















Como fazer o Percurso dos Sete Vales Suspensos


Trata-se de um percurso feito ao longo da arriba costeira que é entrecortada por sete linhas de água que criaram, ao longo do tempo, pequenos vales, daí o nome do percurso.
O percurso com início na praia da Marinha começa junto à placa informativa que se encontra na zona de merendas. A vista magnífica sobre esta praia permite-nos observar uma linha de costa recortada de arribas, onde é possível encontrar uma grande diversidade de geoformas como arcos, grutas (no extremo oeste da praia), algares (para poente da praia) e leixões (nos limites Oeste e Este).

Ao longo do percurso pode observar a interessante vegetação arbustiva com espécies como a aroeira, o zimbro e o carrasco que, em alguns locais, atingem um porte arbóreo.

No terceiro vale surge a praia do Benagil onde as embarcações de pesca se ocupam, hoje em dia, também para visitas às grutas e a praias isoladas.

Ao longo do percurso pode-se também observar algumas aves que se abrigam nas paredes rochosas, como as gaivotas, corvos-marinhos ou os pombos, entre outras.

Depois da praia do Carvalho e antes de chegar ao Leixão do Ladrão, existe a possibilidade de descansar ao abrigo de uma estrutura de madeira e observar a paisagem.

Antes de chegar ao Farol da Alfanzina o percurso continua por uma mancha de pinhal inserida num vale protegido dos ventos marítimos, o que permite o crescimento de pinheiros de maior porte, proporcionando assim uma zona de sombra e de frescura deste percurso.

No último vale, antes da praia de Centeanes, existe ainda oportunidade de estadia num outro miradouro em madeira com vistas privilegiadas sobre a costa.