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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

A biblioteca pública mais antiga de Lisboa tem um ambiente mágico digno de um filme de Harry Potter


É a biblioteca pública mais antiga de Lisboa, datada de 1883: o seu ex-libris é uma maravilhosa e mágica sala hexagonal, com mobiliário da época da sua criação
Merece a pena ver e folhear o seu acervo de literatura para a infância, "Memórias de outras infâncias", que inclui cerca de seis mil títulos infantis e juvenis editados em Portugal entre 1883 e 1979. Vai encontrar certamente o seu livro, que lido em criança o marcou para sempre.





Em 1883, no dia 5 de Agosto, dá-se então a abertura daquela que é hoje a mais antiga Biblioteca, da Rede de Bibliotecas de Lisboa, ainda em funcionamento.

Foi na condição de Biblioteca Central que abriu as suas portas, elevando a 3 o número de equipamentos deste tipo que integravam o primeiro esboço de rede de bibliotecas municipais de Lisboa.

A sua designação atual data de 1938.

 






Horário

Inverno (16 setembro a 15 julho)

2ªf. - 6ªf.  das 11H00 às 19H00
(encerra à segunda na hora de almoço das 13H00 às 14H00)

aos sábados, abre das 11H00 às 18H00

Encerra:
domingos, feriados.

Verão (16 julho a 15 setembro)

2ªf. - 6ªf. das 11H00 às 19H00

Encerra: sábados, domingos e feriados.

Transportes

Metro: Intendente ou Martim Moniz
Autocarro: 767, 723 e 790


Fonte camara de lisboa

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

No Dia Mundial da Pessoa com Deficiência, veja a intervenção do artista OzeArv na Calçada da Glória em Lisboa




O painel resulta de uma parceria entre Câmara Municipal e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa para assinalar o Dia Mundial da Pessoa com Deficiência





Fonte original todos os direitos reservados a: camaradelisboa

Com entradas grátis o Wonderland Lisboa é o maior evento de Lisboa dedicado ao Natal.





 
Já começou um dos maiores eventos do País dedicado ao Natal
o Wonderland Lisboa no Parque Eduardo VII e a entrada é gratuita. 

Começou no sábado, 30 de novembro, e estará a funcionar até 5 de janeiro sendo a maior edição de sempre.




De segunda a quinta-feira vai estar aberta entre o meio-dia e as 21 horas, sendo que à sexta-feira se estende até à meia-noite. No sábado e domingo abre às 10 horas, mas fecha, respetivamente, à meia-noite e 22 horas. Nos feriados e vésperas vai haver horários diferentes.

Um dos maiores destaques — e que chama a atenção para a Wonderland Lisboa — é a habitual roda gigante que fica iluminada à noite. Mas também há, por exemplo, uma pista de gelo para todos os que quiserem patinar. Também há a casinha do Pai Natal e espaços para brincar e jogar jogos.
 



Foto1- wonderlandlisboaoficial
Foto2- camaradelisboa

domingo, 1 de dezembro de 2019

A cidade de Lisboa foi eleita, pelo terceiro ano consecutivo, o Melhor Destino ‘City Break’ do Mundo nos World Travel Awards





Para a Associação Turismo de Lisboa (ATL), a distinção da capital portuguesa como Melhor Destino ‘City Break’ do Mundo é o reflexo da “atratividade e qualidade da oferta” da cidade no que respeita a estadias de curta duração.

“Com a atribuição deste prémio, Lisboa volta a elevar os níveis mundiais de excelência no setor e a estabelecer níveis de qualidade a que outras cidades devem aspirar”, apontou a associação.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Lince ibérico feito de lixo é a nova instalação do Parque das Nações




“O lixo de uns é um tesouro de outros”. A máxima que Bordalo II põe em prática melhor que ninguém volta a estar à vista de todos em Lisboa, desta vez com uma nova peça que o artista urbano tem no Parque das Nações.

Estamos a falar de um enorme lince ibérico colocado no Rossio dos Olivais, como recordação da conferência Lisboa+21. A peça foi inaugurada no final deste encontro mundial, que contou com a presença do secretário Geral da ONU, António Guterres.

Trata-se de uma obra de grandes dimensões, com inúmeras cores, e feita a partir de lixo, como acontece com todos os trabalhos de Bordalo II. Um dos objetivos, claro, é alertar para a necessidade de proteger o lince ibérico, uma espécie no limiar de extinção.

Bordalo II é um dos mais impactantes artistas plásticos portugueses. Em 2017, tornou-se conhecido do grande público com a exposição “Attero”, em Marvila, e já este ano deu a conhecer a sua arte durante uma mostra em Paris.



Fonte: mundoportugues.pt

domingo, 7 de julho de 2019

Uma parte da Lisboa subterrânea vai abrir para nos levar numa visita misteriosa debaixo de terra.




Uma parte da Lisboa subterrânea vai abrir para nos levar numa visita misteriosa debaixo de terra. A Galeria Subterrânea do Loreto, gerida pelo Museu da Água, tem 2835 metros e é uma das cinco galerias que integravam o sistema Aqueduto das Água Livres. Atreve-se a descer às profundezas? Todas as visitas guiadas requerem marcação.







O Museu da Água é mantido pela EPAL e reúne a história do abastecimento de água a Lisboa. Além da exposição permanente, é possível visitar o Aqueduto das Águas Livres, o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras, o Reservatório da Patriarcal e a Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos.







A Galeria Subterrânea do Loreto é um dos ex-libris do monumento. Trata-se de uma visita debaixo da terra. Todos os espaços do Museu da Água estão disponíveis para visitas livres de terça-feira a domingo, entre as 10 horas e as 17h30. Já as visitas guiadas requerem marcação prévia.

Os passeios guiados subterrâneos custam 6€. Para os miúdos com menos de 12 anos são gratuitos. Há quatro percursos. Pode escolher a visita entre o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras e o Miradouro de S. Pedro de Alcântara, que acontece no primeiro e último sábado de cada mês, às 11 horas.


O percurso entre o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras e o Reservatório da Patriarcal, no Jardim do Príncipe Real também acontece no primeiro e último sábados do mês, às 11 horas.

Há ainda o percurso entre o Reservatório da Patriarcal e o Miradouro de S. Pedro de Alcântara (todos os sábados às 11 e às 15 horas) e o percurso entre o Reservatório da Patriarcal e a Rua d’O Século (mediante marcação).


Mais informações aqui: aqui


📸 Ana Luísa Alvim | CML

sábado, 6 de julho de 2019

Lisboa vai ter sirene de aviso de tsunami



Lisboa vai ter uma sirene de aviso de tsunami. O protocolo de colaboração foi assinado entre a Câmara de Lisboa e a Marinha Portuguesa e surge no âmbito da implementação de um sistema de divulgação à população de aviso de tsunami no estuário do Tejo. O projeto prevê, além da instalação do sistema acústico, a colocação de painéis digitais para disseminação de avisos e informação pública, bem como sinalética para percursos de evacuação e pontos de encontro. 


Fonte: Câmara Municipal de Lisboa

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Vai realizar-se Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa onde vão estar expostos vários tipos de orquídeas de todo o mundo.



Decorre este ano a 5ª edição da Exposição Internacional de Orquídeas de Lisboa, que à semelhança do ano anterior vai acontecer no último fim-de-semana de Setembro (27 a 29), no Mercado do Forno do Tijolo, na freguesia de Arroios.
Esta edição conta com uma oferta diversificada de vendedores nacionais e internacionais de orquídeas, que apresentam plantas dos quatro cantos do mundo. 







 Para além de orquídeas, nesta edição também estarão representadas uma seleção de outras plantas para venda, nomeadamente bromélias, catos e suculentas. Os interessados podem ainda conhecer alguns produtos originais produzidos a partir de orquídeas, na forma de licores, geleias e chocolates.
Tal como na edição anterior, os visitantes poderão ainda contar com a presença de outras associações parceiras, nomeadamente a Associação Portuguesa de Plantas Carnívoras e a Associação Lusitana de Bonsai. Nas palestras e demonstrações serão abordados temas prementes para diversos níveis de cultivo, por forma a satisfazermos as necessidades de um público variado e cada vez mais exigente e informado.




terça-feira, 2 de julho de 2019

Lisboa entre as 100 cidades mais caras do mundo



Lisboa é a 95.ª cidade mais cara do mundo em termos de custo de vida, descendo duas posições no ranking em relação ao ano passado, num estudo da Mercer divulgado nesta quarta-feira e que é liderado por Hong Kong.

De acordo com o estudo global sobre o Custo de Vida de 2019 da Mercer (Cost of Living Survey), Lisboa “desceu duas posições no ranking, após uma subida expressiva de 44 posições o ano passado”.

No ranking agora divulgado, Hong Kong mantém a posição de cidade mais cara do mundo, em oposição a Tunes (Tunísia), a cidade menos cara. No topo da lista estão Tóquio (2.º), Singapura (3.º) e Seul (4.º).



Através do estudo foi ainda possível concluir que o preço da gasolina em Lisboa é dos mais elevados tendo em conta as restantes cidades do ranking.

Por outro lado, e comparativamente com a cidade mais cara da tabela, o preço de arrendamento de um apartamento T3 nas zonas nobres de Lisboa ronda os 3150 euros e em Hong Kong os 12.910 euros.

Lisboa é a única cidade portuguesa apresentada no estudo.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Lisboa é a única capital da Europa que tem praia... considerada pelos turistas um lugar maravilhoso para ver o pôr do sol!


Em Lisboa, próximo ao centro, poderá desfrutar de uma praia fluvial junto ao Rio Tejo.

Esta só aparece na maré baixa, a praia fluvial da Ribeira das Naus é na verdade uma pequena zona de areal junto ao Rio Tejo no Terreiro do Paço ao lado do cais das Colunas em Lisboa.


Foi salientado pelos responsáveis camarários o facto de a nova escadaria de pedra que conduz até à linha de água ser também o desvelar de uma antiga praia fluvial, oculta desde o terramoto de 1755.


O espaço é pequeno, mas poderá estender uma toalha e brincar na areia, e aproveitar a vista do rio Tejo.
Fica ao lado da Estação do Metro do Terreiro do Paço, este pequeno Oásis na Baixa de Lisboa.


quinta-feira, 20 de junho de 2019

Lisboa foi considerada a quarta cidade mais bonita do mundo



Lisboa foi considerada a quarta cidade mais bonita do mundo para o site americano U City Guides, num ranking liderado por Veneza, na Itália. A capital portuguesa é descrita como “uma das cidades com um melhor cenário do mundo”. “Vistas lindas e inesperadas são descobertas a cada esquina, com as suas ruas pitorescas e coloridas e, especialmente, com os seus miradouros no topo de cada colina”, explica o guia.

O U City Guides diz ainda que Lisboa está em estado bruto, mas é sedutora: “tem uma beleza que não precisa de grande esforço para nos cativar, com as suas fachadas de azulejos e edifícios em tons de pastel”, continua o guia. “Num sítio tão deslumbrante, não admira que muitos dos grandes exploradores questionaram que outras belezas existiriam para lá do horizonte, quando partiram, daqui no século XV”. Conheça a lista das 10 cidades mais bonitas do mundo.



Foto: Lisboa chiado daqui

terça-feira, 7 de maio de 2019

Em Belém comem-se os melhores Pastéis do Mundo!





A fábrica dos pastéis de Belém em Lisboa fabrica 20 mil pastéis por dia. São uma das atações turísticas da capital, e estão também entre as sobremesas preferidas dos portugueses. 





Esta jóia da culinária portuguesa é um doce tradicional, que, apesar do seu nome, não contém nata na sua receita.




Em 1837, as instalações da Fábrica de “Pasteis de Belém” foram inauguradas e até hoje em dia são muito visitadas. A receita mantém-se igual e é feita artesanalmente. Apenas os chefes pasteleiros da chamada Oficina dos Segredos têm acesso ao seu conteúdo.

Actualmente, o pastel de nata é encontrado em diversas cafetarias e pastelarias portuguesas.

Apesar disso, apenas aqueles produzidos na Antiga Confeitaria de Belém podem ser chamados de pasteis de Belém. Isso porque, tanto a receita original, quanto o nome “pastel de Belém”, foram patenteados.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Rua Nova do Carvalho é a Rua Rosa e está na moda! É uma das 12 ruas europeias que o jornal The New York Times prefere.



 A Rua Nova do Carvalho foi eleita uma das 12 ruas favoritas do velho continente pelo New York Times. Fazem-lhe companhia artérias em Paris, Milão ou Londres. Longe vão os tempos em que a cor dominante era dada pelo ambiente “luz vermelha”. A cor agora é outra. A “revolução” dos dias e noites do Cais do Sodré, iniciada em 2011, transformou a zona e o seu epicentro, a Rua Nova do Carvalho, volta agora a assumir o cor-de-rosa como mote.





A Rua-Cor-Rosa, originalmente chamada de Rua Nova do Carvalho, é uma rua pedonal do Cais do Sodré que nasceu de um projeto de intervenção urbana que ocorreu em 2013. Depois deste, o pavimento entre as esplanadas, bares e discotecas foi pintado de rosa. A rua já tinha sido pintada noutra ocasião, mas desta feita o projeto tornou-se permanente. A partir de 5 de Setembro, a Rua Nova do Carvalho transformou-se na Rua Cor-de-Rosa.

Este projeto de intervenção urbana, assinado pelo atelier do arquiteto José Adrião, envolveu a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação Cais do Sodré, com a parceria da marca de vodka Absolut. Além da pintura, esta rua também passou a usufruir de uma série de estruturas estilo mupis que criam uma “galeria de arte ao ar livre”, chamada Absolut Pink Gallery.

Esta rua é hoje o centro da noite lisboeta. Entre os espaços que se destacam contam-se o bar da Velha Senhora, o Povo, o Sol e Pesca e os bares-discoteca Roterdão, Bar do Cais, MusicBox, Europa, Jamaica, Tokyo e clássicos como o Viking ou o Liverpool. Na Rua Cor-de-Rosa também encontra os restaurantes Rosinha e o Rio Grande, assim como a famosa Pensão do Amor, que junta as valências de loja, espaço criativo e bar.

O New York Times colocou a Rua Cor-de-Rosa na lista das suas doze ruas preferidas na Europa. Esta é uma rua que convida lisboetas e turistas a ficar, permanecendo até de madrugada a beber na rua ou a dançar numa das discotecas. O jornal dá destaque à loja Sol e pesca, aos gins servidos no bar Lateral e às tapas do restaurante Povo. O que antes era um trilho à beira-rio frequentado por marinheiros e prostitutas, é hoje uma das ruas mais na moda da cidade.







Sítios que deve conhecer na Rua Cor-de-Rosa:

  • Pensão Amor: é um dos bares mais famosos de Lisboa e um dos que tem mais movimento do Cais do Sodré. É um antigo bordel e a sua decoração mantém o lado burlesco, com as paredes vermelhas, os berloques nos candeeiros e as imagens de mulheres seminuas.
  • Sol e Pesca: já foi uma loja de artigos de pesca, mas atualmente é um bar de conservas. Apresenta uma vasta coleção de conservas, que também pode levar para casa, ou comer na loja e acompanhar por um copo de vinho, cerveja ou gin.
  • Musicbox: este é um dos melhores espaços nocturnos de Lisboa, desde que abriu há mais de dez anos. Funciona como sala de espetáculos e espaço de dança, tendo uma programação ecléctica, que conjuga artistas de vários estilos musicais.

domingo, 24 de março de 2019

Debaixo do chão de Lisboa está um mundo por descobrir. Existem galerias romanas que só podem ser visitadas 2 vezes por ano, vestígios da antiga Olissipo.



As Galerias Romanas da Rua da Prata localizam-se na Baixa Pombalina, em Lisboa, e só abrem portas ao público duas vezes por ano. Apesar de estas estarem localizadas por baixo de uma das zonas mais movimentadas de Lisboa, a História prova que estas são, até à data, indestrutíveis. Afinal já contam quase dois mil anos. A sua construção data da época da ocupação romana, durante o governo do imperador Augusto, entre os séculos I a.C. e I d.C.

Estas galerias situam-se na Rua da Prata, na esquina da Rua da Conceição com a Rua dos Correeiros e foram descobertas em 1711, aquando da reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755. Apesar da especulação que gira em torno da sua função original, hoje assume-se unanimemente que se tratava de um criptopórtico, ou seja, uma solução arquitetónica que criava, em zona de declive e pouca estabilidade geológica, uma plataforma horizontal de suporte à construção de edifícios de grandes dimensões.

Ou seja, as galerias romanas foram construídas com o intuito de suportar o antigo Forum da cidade de Olisipo (nome romano da capital portuguesa). Atualmente geram uma curiosidade ímpar, sendo que a sua abertura costuma levar milhares em romaria ao local. O espaço é de acesso livre, sendo a visita feita em grupos e acompanhada por técnicos do Museu da Cidade e do Centro de Arqueologia de Lisboa.





A entrada que dá acesso ao monumento é no mínimo sui generis é para dentro de um alçapão, situado bem no meio da linha do eléctrico, que, como que por magia, cabeça a cabeça vão desaparecendo para o subsolo, onde dois lanços de escadas estreitíssimas dão acesso a um espaço que, visualmente, a uns encanta e a outros desilude – tudo depende das expectativas e do interesse que cada um tem pela história e pela arqueologia.






 Um coisa é certa esta “Lisboa Subterrânea” não vai deixar ninguém indiferente, quanto mais não seja pela história “escrita” na complexa rede de galerias abobadadas, dos mais diversos tamanhos e alturas (que comunicam entre si), numa orientação de noroeste para sudeste – estrutura claramente desalinhada em relação ao actual urbanismo pombalino, cuja orientação é de norte para sul. No entanto, esta direcção serve-lhe de suporte tal como, inicialmente, foi programado pelos romanos aquando da construção daquilo que “é hoje quase consensual ao nível de todos os arqueólogos e estudiosos do assunto como tratando-se de um criptopórtico”. Um criptopórtico corresponde a uma solução de engenharia que os romanos tiveram para responder a um problema que nós continuamos a ter hoje, que é a instabilidade dos solos da Baixa de Lisboa.








Duas vezes por ano, a água que inunda as galerias é retirada pelos bombeiros municipais de forma a permitir a visita em grupo, durante três dias sob orientação dos técnicos do Museu da Cidade. A procura deste espaço é tanta que é necessário reservar o bilhete com antecedência nos sites do Museu de Lisboa, Egeac e Câmara Municipal. É escusado tentar entrar sem reserva.








quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Lisbon Under Stars regressa às Ruínas do Carmo em Maio






Depois de mais de 30.000 visitantes nacionais e internacionais que conheceram LISBON UNDER STARS na famosa Igreja das Ruínas do Carmo durante dois meses em 2018, e o Prémio de Melhor Evento Cultural para o ano de 2018, premiado pela BEA WORLD, o espetáculo imersivo regressa a Lisboa .

LISBON UNDER STARS é um espetáculo imersivo que pretende valorizar a cultura e património de Lisboa. As Ruínas do Carmo revelaram-se o palco ideal e aqui nasce uma nova forma de vivenciar a história da cidade. Criado e produzido pelo atelier OCUBO, em parceria institucional com o Museu Arqueológico do Carmo, LISBON UNDER STARS é uma experiência multidisciplinar onde se misturam projeções multimédia, bailarinos virtuais e efeitos visuais, ao som de grandes nomes da música Portuguesa.


São as próprias paredes do Carmo, transformadas numa tela tridimensional e na voz inconfundível de Catarina Furtado, que nos contam esta aventura, pelos mais de 600 anos da história de Lisboa e de Portugal. Marcos como a Batalha de Aljubarrota, a Era dos Descobrimentos, o terramoto de 1755 ou a Revolução dos Cravos são apenas alguns momentos históricos que compõem este espetáculo imersivo.

​Cada momento desta viagem única, será enfatizado com as notas de Amália Rodrigues, Fernando Lopes Graça, Luis Freitas Branco, Madredeus, Salvador Sobral e Zeca Afonso. LISBON UNDER STARS conta ainda com a participação especial de Mariza, Rão Kyao, Teresa Salgueiro, Coro de Câmara Lisboa Cantat, Orquestra de Câmara da GNR, Tocá Rufar com Paulo Marinho, cujas músicas e performances fazem parte desta experiência virtual. O mesmo acontece com os bailarinos da Companhia Clara Andermatt e da Companhia Nacional de Bailado que, coreografados por Clara Andermatt, vão interagir com as paredes das Ruínas. Mas não é tudo. O espetáculo vai ainda incluir trabalhos de Add Fuel, Daniel Eime, The Super Van by Vanessa Teodoro e Alexandre Farto aka Vhils que servem para contextualizar Lisboa dos dias de hoje. No centro dos acontecimentos, o público pode circular livremente pelo espaço, ver, ouvir e apreciar diferentes perspectivas desta viagem imersiva e envolver-se nesta marcante vivência audiovisual e sensorial, que tem sempre lá no alto as estrelas a lembrar-nos da verdadeira dimensão do Universo e da nossa condição humana no espaço e no tempo.

​Ali sob as estrelas, há 630 anos, nasceu a Igreja do Carmo. Resistente ao tempo e testemunho de uma história imensa, que a transformou numa das mais belas paisagens edificadas de Lisboa. Hoje, sob as mesmas estrelas, ali está ela para nos contar a sua pujante história repleta de aventuras.

Mas não pense que vai ficar só apreciar e a tentar não torcer o pescoço com tantas coisas a acontecer. O público é convidado a circular livremente pelo espaço, encontrar as suas perspectivas preferidas e levar consigo uma experiência literalmente única. Pode embarcar numa caravela, desembarcar num destino exótico ou mesmo sentir a o terramoto de 1755 que não foi nada meigo para o Convento do Carmo.

É a Catarina Furtado que cabe a missão de narrar (em inglês e português) os mais variados momentos da nossa história, à qual se juntam outras vozes conhecidas da nossa praça, como Salvador Sobral ou mesmo Amália Rodrigues.

Entre 2 de Maio e 17 de Julho estão planeadas duas sessões diárias (às 21.45 e 22.45) com a duração de 45 minutos cada. Os bilhetes podem ser adquiridos no próprio local, no site oficial ou na Ticketline e custam 15€. Crianças, estudantes, maiores de 65 anos, mobilidade reduzida ou residentes no distrito de Lisboa só pagam 12€. Até aos cinco anos é gratuito.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Lisboa: a misteriosa fonte das 40 bicas



Fica no Jardim Botânico da Ajuda, em Lisboa, e a sua construção é motivo de inúmeras incógnitas.

Este é o mais antigo jardim botânico de Portugal mandado plantar em 1768 por Sebastião Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, ao italiano Domingos Vandelli, natural de Pádua, e chamou-se originalmente Real Jardim Botânico da Ajuda. Foi o rei D. José I quem encomendou ao Marquês a criação desta maravilha botânica destinada à educação dos príncipes seus filhos e da corte, plantando-a neste sítio já de si milagroso por a Virgem ter aparecido a um pastor que padecia grande contrariedade e Ela ajudou-o, e para sempre o seu nome ficou ligado a este bairro ocidental de Lisboa:Nossa Senhora da Ajuda. À mesma Virgem assistencial se consagrou este jardim e a maior prova de assim ser revela-se no simbolismo da enigmática fonte das 40 bicas, situada no tabuleiro inferior deste espaço edénico.

Datada do século XVIII esta fonte barroca também é conhecido por fonte das serpentese dela a água jorra por 40 bicas ornamentais para um tanque artisticamente lavrado. Está decorada com a escultura mitológica do deus grego dos oceanos, Neptuno, e por outras esculturas de golfinhos laterais e frontais no tanque, cavalos marinhos no topo do monumento e sobressaindo do conjunto serpentes, com duas enleadas defronte cujos corpos circundam o prato superior da fonte e dando origem a outras serpentes enroscadas em troncos secos, tudo em conformidade com o hermetismo próprio da época pombalina.

Tal como a Mãe Divina é representada como as Águas da Vida calcando a seus pés a Serpente da Criação, como se vê na iconologia de Nossa Senhora da Conceição, é por isso que essa última é o símbolo da Energia ou Força Criadora conectada aos movimentos sinuosos das correntes telúricas que animam a Terra e os seus lençóis d´água subterrâneos, muito deles afloram à superfície através de fontes monumentais como esta do Jardim Botânico. Por isso o culto serpentário conecta-se inteiramente ao sentido de “Água de Vida”, acrescentando-se que a serpente era encarada pelas antigas religiões como guardiã das fontes de vida e da imortalidade, e assim mesmo dos tesouros espirituais que só os imortais poderiam obter. Tal como a Mãe Divina dá de seu seio interior a Sabedoria revelada no Filho, também a serpente por sua ligação telúrica ao seio da Terra tornou-se símbolo da “Sabedoria das Profundezas” revelada na Água de Vida brotando à superfície, animando este Jardim do Paraíso pelas 40 bicas que retirando o zero e só ficando o quatro, indica justamente o compasso quaternário do Globo assinalado pelas quatro estações anuais marcadas pelas quatro fases da Lua, planeta “feminino” que assiste às Águas da Criação e que os antigos retratavam como uma grande serpente envolvendo o mundo, tal qual a serpente que envolve o prato superior desta fonte.



As duas serpentes enroscadas adiante da fonte representam na Natureza o carácter masculino e feminino unidos gerando um terceiro estado de perfeição, o androginismo. Este carácter andrógino das serpentes macho e fêmea gerando outras tantas enroladas em troncos secos, evoca o episódio mitológico grego do profeta cego Tirésias de Tebas que encontrou duas serpentes copulando, tendo-as golpeou-as com o seu cajado matando a fêmea que logo se transformou em mulher, e ao fim de sete anos viu novamente duas serpentes copulando: matou o macho que logo se transformou em homem, tal qual ele se viu porque já era não cego, por haver alcançado o estado de iluminação interior que lhe concedia a imortalidade como Andrógino Perfeito, que é o que significa a alegoria.

Mais adiante, no conjunto escultórico, defronte para as duas serpentes aparece uma terceira serpente, isolada de corpo enrolado e cabeça levantada. Representa o Oceano Primordial das Águas da Vida. Por seu sentido de realeza, esta cobra é uma naja, a cobra real dos hindus. Finalmente, no topo da fonte aparecem cavalos-marinhos que simbolicamente são o “aspecto superior” das serpentes que representam na Terra o que aqueles representam para a Lua: ao participar do segredo das águas fertilizantes, o cavalo-marinho conhece o caminho por elas percorrido, e por isso acreditava-se que ele tinha o dom de fazer brotar fontes com um golpe da sua cabeça. Neste caso, a função da montada de Neptuno é a de despertar a imaginação como “mente criadora” e que está representada pelo peixe-voador sobressaindo do centro dos quatro cavalos-marinhos, cujas rãs do segundo prato assinalam a rota do entendimento gradual para quem contempla esta mais que insólita fonte das 40 bicas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Em Lisboa, pode beber um copo entre amigos e assistir a concertos ao vivo no Clube de jazz mais antigo da Europa






O Hot Clube de Portugal é o clube de jazz mais antigo da Europa, a funcionar na Praça da Alegria desde 1948 pela mão de Luiz Villas-Boas. A escola de jazz, agora chamada Escola Luiz Villas-Boas, fundada pelo contrabaixista Zé Eduardo e com actualmente 170 alunos, abriu anos mais tarde, em 1979.

O clube de jazz está aberto ao público e tem concertos todas as semanas, de terça a sábado, entre as 22.00 e as duas da manhã.

À terça há jam sessions, com um músico convidado que lidera a sessão todos os meses. Os concertos têm geralmente dois sets, um às 22.30 e outro às 00.00. A entrada para sócios costuma ser gratuita.

Morada:

Praça da Alegria, 48
1250-004
Lisboa

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Lisboa tem um bar que fica dentro de um túnel de 1740 - O Quimera Pub une o melhor de dois mundos: a boa cerveja com a boa música num ambiente inspirador.




Um túnel que servia de passagem à Cavalaria Real para o Palácio das Necessidades, foi transformado num Pub com boa musica e um ambiente inspirador.





O Quimera Pub, que tem o conceito de um brewpub, traz uma carta invejável de cervejas artesanais e sandes inspiradas nas famosas delis de NY.






Neste segredinho lisboeta, vais encontrar um ambiente muito acolhedor que pode surpreender com jam sessions incríveis. Além disso, a brasileira Raquel Nicoletti e o americano Adam Heller aproveitam o piso subterrâneo para produzirem mais de 10 tipos de cerveja.





Morada: Rua Prio do Crato, 6
Lisboa 

http://www.quimerabrewpub.com

sábado, 12 de janeiro de 2019

O oceanario de Lisboa foi reconhecido pela terceira vez como o melhor aquário do mundo



Inaugurado em 1998 no âmbito da última exposição mundial do séc. XX, cujo tema foi "Os oceanos, um património para o futuro", o Oceanário eternizou a ligação de Lisboa com o oceano.

O Oceanário de Lisboa é um aquário público de referência em Lisboa, em Portugal e internacionalmente. O equipamento recebe anualmente cerca de 1 milhão de pessoas, que percorrem as suas exposições, tornando-o no equipamento cultural mais visitado de Portugal.

A excelência das exposições, aliadas ao simbolismo da arquitetura dos edifícios, faz do Oceanário um local único e inesquecível. O equipamento integra dois edifícios, o original dos Oceanos e o novo edifício do Mar, conetados por um enorme átrio decorado com um magnífico painel de 55 mil azulejos, que oferece acesso às exposições e à área educativa.

Assumindo a tendência evolutiva dos aquários modernos, o Oceanário desenvolve continuamente, atividades educativas que dão a conhecer os oceanos, os seus habitantes, a sua missão e que abordam os desafios ambientais da atualidade. Ainda neste contexto, o Oceanário colabora com várias instituições em projetos de investigação científica, de conservação da biodiversidade marinha e que promovam o desenvolvimento sustentável dos oceanos. A experiência técnico-científica da equipa de biólogos e de engenheiros assegura a excelência da exposição e presta consultoria a vários










O Oceanário de Lisboa foi considerado, pela terceira vez, o "Melhor Aquário do Mundo". A atribuição foi feita pelo Travelers’ Choice 2018, do TripAdvisor, o maior site de viagens em todo o mundo.O oceanário lisboeta tem uma avaliação global de 4,5 em 5, e já conta com 33.854 avaliações, sendo que 64% classifica-o como "Excelente" e 27% como "Muito Bom".


Fonte: Oceanário de Lisboa

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Alfama é o mais antigo e um dos mais típicos bairros da cidade de Lisboa.





Actualmente, Alfama abrange uma parte da freguesia de Santa Maria Maior e outra da freguesia de São Vicente. O seu nome deriva do árabe al-hamma (الحمّة), que significa banhos ou fontes.
As vistas mais espectaculares sobre Alfama têm-se do passeio público formado pelos miradouros das Portas do Sol e de Santa Luzia. Por cima e envolvendo Alfama ficam a colina do Castelo de São Jorge, fortaleza e palácio real até ao século XVI, e a colina de São Vicente. Para além do Castelo, os principais monumentos da zona são a Sé, a Igreja de Santo Estêvão e a Igreja de São Vicente de Fora.
Alfama é um bairro muito peculiar em se assemelhar a uma antiga aldeia não só em aspecto como por ter uma comunidade relativamente pequena e próxima. O bairro é frequentado diariamente por turistas portugueses e estrangeiros, sendo considerado como o mais seguro de toda a cidade de Lisboa. É conhecido pelos seus restaurantes e casas de fado, assim como pelos festejos dos Santos Populares, em especial na noite de Santo António, de 12 para 13 de Junho.