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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Porto do Funchal




O Porto do Funchal localiza-se a 15 minutos, a pé, do centro da cidade, numa magnífica baía rodeada pelo azul do mar e pelo verde das montanhas circundantes.








Durante décadas e até à II Guerra Mundial, a Madeira foi ponto de passagem dos grandes paquetes oceânicos, devido à sua posição no centro do Atlântico, tendo constituído um importante porto de escala das rotas entre a Europa e os continentes africano e americano. Atualmente é grande a afluência dos navios de cruzeiro ao porto do Funchal.
Alguns dos atributos da Região Autónoma da Madeira que contribuíram para o seu sucesso no mercado turístico de cruzeiros foram a forte tradição turística, assente na tranquilidade e na segurança, a existência de equipamentos e serviços de apoio aos visitantes e a simpatia dos habitantes. Não menos importantes são os fatores de ordem geográfica como o ambiente, o clima e a localização geográfica.
O porto do Funchal encontra-se inserido nos circuitos de cruzeiros que se desenvolvem entre a Madeira e os Arquipélagos das Canárias e o Norte de África. Existem também algumas linhas de tráfego que operam a partir do Mediterrâneo Ocidental ou da fachada atlântica da Europa, nomeadamente a partir de Lisboa.
O Funchal constitui também um importante porto de escala de viagens transoceânicas, ligadas ao reposicionamento anual dos navios entre os E.U.A. e a Europa e vice-versa.
Já no que respeita às ligações marítimas, o Porto do Funchal assume-se como porto de cruzeiros por excelência, servindo de ponto de chegada e de partida para outros destinos.
Frequentemente visitados por navios de cruzeiro, os portos do Funchal e Porto Santo servem de ponto de chegada às ilhas e de ponto de partida a outros destinos.


quinta-feira, 11 de julho de 2019

Esta praia portuguesa é das menos conhecidas..... a areia veio de Marrocos



Praia da Calheta

A zona balnear da Praia da Calheta situa-se na Av. D. Manuel I, Concelho da Calheta, na zona oeste da Madeira, a cerca de 30 minutos de carro do Funchal. É constituída por duas enseadas artificiais separadas entre si por uma embocadura de acesso ao oceano Atlântico. No lado Este, a praia situa-se junto ao Hotel Calheta Beach e no lado Oeste, situa-se junto à Praceta 24 de Junho.
A praia dispõe de estruturas de apoio que incluem balneários, instalações sanitárias, inclusive para indivíduos com mobilidade condicionada, posto de primeiros socorros, bares e restaurantes e estacionamento. O acesso à Praia da Calheta é gratuito.


Informações 
  • O acesso à praia é gratuito
  • Painéis informativos
  • Posto de Praia – Nadador Salvador
  • W.C. e W.C. para pessoas com mobilidade reduzida
  • Duches
  • Eco-Ponto
  • Papeleiras
  • Posto de Primeiros Socorros
  • Zona de Jogos
  • Acesso para pessoas com mobilidade reduzida
  • Telefone Público junto à entrada para o Porto de Recreio
  • Passeio pedestre
  • Bar e restauração
  • 3 Parques de estacionamento e lugares de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida ao longo da Av. D. Manuel I
  • Acesso ao mar pela areia e por escadas
  • O acesso aos duches, espreguiçadeiras e guarda-sóis é pago
  • Cinzeiros

Coordenadas de localização
Latitude:  32°43’14.54″N
Longitude: 17°10’40.67″W

terça-feira, 7 de maio de 2019

A subida ao paraíso: Pico Ruivo (Madeira)- O espectáculo é mágico. Estamos acima das nuvens e a força da natureza mostra todo o seu esplendor.







Um percurso de 2,8 Km, com duração de hora e meia, que permite aceder ao cume mais alto da Madeira, o Pico Ruivo. O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana.

Este trilho sobe até ao pico mais alto da ilha da Madeira, o Pico Ruivo (1861m). Com início e fim na Achada do Teixeira tem uma extensão de 2,8 Km (+ 2,8 Km de regresso) com uma duração de 1h 30 (ida e regresso). Junto à casa de abrigo do Pico Ruivo terá acesso a outros 3 trilhos que levam a diferentes pontos da ilha: Vereda do Pico Areeiro, Vereda da Encumeada e Vereda da Ilha. Na Achada do Teixeira pode ainda visitar o “ Homem em pé”, formação rochosa basáltica que se encontra depois de passar pela frente da casa de abrigo da Achada do Teixeira.









Ao longo da subida são encontrados vários abrigos, pois aqui a variação climática é brusca, sendo frequente a área, ficar mergulhada num mar de nuvens ou acima delas.

Esta área integra a rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000- com o nome de maciço montanhoso central, abrangendo os picos mais altos e as cotas de 1200 m de altitude. Caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos onde predominam as urzes (Urze das vassouras -Erica platycodon subsp. maderincola e Urze Molar -Erica arborea), antigamente muito exploradas para a produção de carvão vegetal.







O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana, pelo que proporciona do lado esquerdo magníficas paisagens sobre o vale da Ribeira Seca, encimada pelo Pico das Torres, e ao fundo o Pico do Areeiro.

Do lado direito temos as “empenas” da serra de Santana, onde se pode observar ao longe o Parque Florestal das Queimadas e um pouco mais à frente a Achada do Marques (pequeno aglomerado populacional caracterizado pelos seus palheiros e campos agrícolas) que surge no meio do vale da Ribeira dos Arcos. Para o interior existe o vale da Ribeira Grande que se inicia nas “bocas” do Caldeirão Verde e do Caldeirão do Inferno.

Em dias de boa visibilidade para Este pode-se avistar a formação rochosa da Penha D´Águia, a Serra das Funduras e a Ponta de S. Lourenço (extremo Este da Ilha da Madeira).













O acesso ao Pico Ruivo pode ser feito tanto por Santana como pelo Pico do Arieiro. Com uma altitude de 1.861 metros, é o pico mais alto da ilha.

Durante os meses de Verão existe uma pousada que opera mesmo abaixo do cume da montanha. Para se informar sobre vagas, basta contactar a Direcção de Turismo do Funchal.

Durante o Inverno os picos estão geralmente cobertos de neve. Caso se aventure neste passeio, é conveniente ir preparado.

No entanto, quem se aventura é normalmente recompensado com uma vista soberba de todos os cantos da ilha.







domingo, 12 de agosto de 2018

Levada das 25 Fontes - percurso único e mágico, recheado de cascatas, fontes, lagoas e muito mais!


 

A levada das 25 Fontes é uma das mais populares da Ilha da Madeira. O seu nome faz jus ao número de fontes ou pequenas quedas de água que é possível contar quando chegamos ao local.








Levada das 25 Fontes/Levada do Risco



Este trilho de 4,6 Km, com duração de 3 horas, inicia-se descendo até ao Rabaçal. Daqui pode continuar ao longo da levada até encontrar a espetacular queda d’água e/ou continuar até à emblemática Lagoa das 25 fontes.

Os dois trilhos iniciam-se da estrada regional (E.R.110) e descem até à casa de abrigo do Rabaçal. Os trilhos separam-se seguindo duas levadas paralelas localizadas a diferentes cotas.

Levadas, é o nome que no Arquipélago da Madeira se dá aos pequenos aquedutos que formam uma vasta rede de irrigação, construída à força de braços pelos nossos antepassados que vencendo a orografia da ilha, reuniram as águas de milhares de nascentes até as levar aos campos de cultivo.

As duas levadas recolhem as águas dos afluentes da Ribeira Grande e vão alimentar a central hidroeléctrica da Calheta, seguindo depois para a rega de campos agrícolas.

Em 1835 iniciou-se a construção da levada das 25 Fontes, também conhecida pela levada nova do Rabaçal e no dia 16 de Setembro de 1855 correu água pela primeira vez, passando do Norte para o Sul e possibilitando o aproveitamento agrícola de muitos terrenos que ainda se encontravam incultos no Concelho da Calheta.

A 1000m de altitude, o trilho PR 6.1, acompanha a levada do Risco, levando o caminhante a uma impressionante queda de água, que cai na vertical formando um risco na rocha.

Se descer ao PR 6, poderá visitar a lagoa das 25 Fontes, formada pelas águas que descem do Paúl da Serra e que aparecem por detrás da parede que a forma, onde poderá contar mais de 25 fontes. Conta a lenda que quem aqui mergulhasse não mais apareceria à superfície, tendo tal acontecido a um inglês que quis quebrar a superstição e jamais foi encontrado.

Na cota acima dos 1000m a comunidade vegetal predominante é o urzal de altitude, com predominância de espécies vegetais como a Urze molar (Erica arborea), Urze das vassouras (Erica platycodon subsp. maderincola) e Uveira da serra (Vaccinium padifolium).

Numa altitude mais baixa onde se localizam as levadas das 25 fontes e do risco, a composição vegetal modifica-se, encontrando-se espécies que integram a mancha de floresta Laurissilva da Madeira classificada como Património Mundial Natural da UNESCO, desde Dezembro de 1999 e faz parte da rede europeia de sítios de importância comunitária- Rede Natura 2000. Das espécies vegetais destaca-se a existência da espécie vegetal mocano da serra (Pittosporum coriaceum), espécies muito rara. Aqui habita e nidifica o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), espécie endémica (exclusiva) da ilha da Madeira.




















Detalhe Distância: 4,6 Km (+ 4,6 Km regresso) 
Dificuldade: Médio 
Duração: 3 horas 
Início/Fim: E.R.110 (Rabaçal, Paúl da Serra) / E.R.110 (Rabaçal, Paúl da Serra) 
Altitude min/máx: 1290 m / 900 m











domingo, 29 de abril de 2018

Mercado dos Lavradores - Funchal



O Mercado dos Lavradores, no centro do Funchal foi inaugurado a 24 de Novembro de 1940. Este projeto da autoria de Edmundo Tavares (1892-1983), apresenta a arquitetura do Estado Novo, e reflete a intenção de o tornar no grande polo abastecedor da cidade.
Grandes painéis de azulejos da Faiança Batisttini de Maria de Portugal, datados de 1940 e pintados com temas regionais, por João Rodrigues, ornamentam a fachada, a porta principal e a peixaria.
Nos dias de hoje este espaço ainda exerce as funções para as quais foi criado, nele se comercializando produtos de toda a espécie, num ambiente onde se misturam cores, sons, cheiros e gentes diversas.































Horário de Funcionamento:
Segunda, Quinta -feira: 08:00 – 19:00; Sexta -feira: 07:00 – 20:00/Sáb.:07:00 -14:00

Pausa/Interrupção:
Domingos e feriados.

Contatos
Largo dos Lavradores, 9060 - 158
+351 291 214 080