sábado, 28 de julho de 2018

Guarda-chuvas são o "cartão de visita" de Águeda e tornam-na famosa no Mundo inteiro



Milhares e milhares de guarda-chuvas coloridos a encher as ruas do centro de Águeda. É esta a imagem mais marcante do festival AgitÁgueda, que se realiza todos os anos, no mês de Julho, fazendo com que a cidade de Águeda fervilhe de cor e de alegria de viver! O Umbrella Sky Project tornou-se um sucesso global e as imagens dos chapéus de chuva coloridos percorreram o mundo!

Embora o festival se realize de 7 a 29 de Julho, os chapéus de chuva mantém-se a animar as ruas até Setembro.










Praia da Foz do Arelho







Esta é considerada uma das melhores praias do distrito de Leiria e das portuguesas. Situada na junção entre a lagoa de Óbidos e o mar, é um lugar onde a natureza nos brindou, com as suas excepcionais qualidades terapêuticas sendo muito concorrida durante o verão devido ao extenso areal e à pouca profundidade da lagoa. 









Na zona do pequeno cais, pode comprar toda a variedade de espécies que a Lagoa oferece, do berbigão às amêijoas, nesta praia encontra óptimas esplanadas e restaurantes, onde se pode deliciar com pratos de peixe deliciosos!









Como Chegar

Com a Auto-Estrada A8 muito próxima (5 minutos), a mesma que liga Lisboa a Leiria, facilita a visita à vila. Após sairem da A8, podem escolher duas formas para chegar à Foz do Arelho e à praia, A estrada antiga EN360 (saída Foz do Arelho A8) ou pela via mais moderna (saída Zona Industrial).

Grutas de Santo António - das mais belas e ricas da Europa



Próximas, quer em termos geográficos, quer em termos naturais das Grutas de Alvados, as Grutas de Santo António foram mais uma descoberta da beleza natural e tão característica do PNSAC.

As Grutas de Santo António foram descobertas, ocasionalmente, em 2 de junho de 1955 por dois homens que trabalhavam perto da Pedra do Altar.

A história conta que, procurando um pássaro que tentavam apanhar, os homens entraram por uma grande fenda aberta num rochedo, onde aquele se tinha refugiado.

Assim se descobriu a última gruta turística do concelho, que ocupa uma área aproximada de 6 000 m2. A sua sala maior mede 80m x 50m e a altura máxima é de 43 metros.

Dispondo de uma chaminé natural que permite ventilar a gruta, a temperatura mantém-se quase constante, oscilando entre o 16º e os 18º.

Após a sua abertura ao público, à semelhança das outras grutas, houve um investimento ao nível dos acessos e da iluminação, que procurou realçar toda a beleza das salas, das estalagmites e estalactites que as compõem.

Atualmente, as Grutas de Santo António são servidas por um conjunto de edifícios de apoio, e a visita inicia-se pelo túnel artificial que desce até a uma primeira sala, onde se pode admirar o grande lago natural, que funciona como antecâmara a uma estreita passagem que depois se abre numa sala monumental e única, cuja dimensão e beleza a tornam invulgar, continuando a ser considerada pelos especialistas e público em geral como uma das mais belas e ricas da Europa.











Morada e contactos:

Grutas de Santo António
2480-034 Alvados
Tel: +351 249 841 876
Fax: +351 249 841 177
E-mail: geral@grutassantoantonio.com
Site: www.grutassantoantonio.com

Horário de Funcionamento: setembro - junho: 10h00 às 17h00. Encerra à Segunda-feira | julho - agosto: 10h00 às 18h30. Aberto todos os dias

Coordenadas GPS: 39° 32' 14" N | 08° 44' 28" W




Grutas de Alvados







De menor dimensão do que as Grutas de Mira de Aire, as Grutas de Alvados mantém uma singularidade que as diferencia. A sua apresentação, mais natural e harmoniosa, mostra aos seus visitantes galerias ricas e lagos naturais de beleza única.

Mas é o seu percurso em forma de corredor e os contínuos “algares” de altura invulgar que a compõem, que levam os especialistas, e o público em geral, a considerar esta gruta como uma das mais características da península ibérica.

As grutas têm um comprimento visitável de 350 metros, a sua largura máxima entre salas é de cerca de 40 metros, com uma altura interior que chega aos 95 metros.

Como em qualquer outra gruta de características similares, a sua ventilação natural mantém, durante todo o ano, o interior da gruta a uma temperatura estável entre os 16 e os 18 graus centígrados.








História

As Grutas de Alvados são constituídas por duas partes, tradicionalmente denominadas por “gruta velha” e “gruta nova”.

A “gruta velha” é conhecida há cerca de quatrocentos anos e era frequentemente utilizada pelos pastores locais que aí se abrigavam das intempéries.

A “grutas nova”, que constitui as Grutas de Alvados propriamente ditas, foram descobertas em 1964 por um grupo de trabalhadores das pedreiras da Serra dos Candeeiros. A descoberta deu-se por acaso, quando o grupo de trabalhadores se interrogou ao ouvir o cair das pedras num algar que lhes pareceu, desde logo, ser profundo.

Neste sentido, preparou-se uma primeira descida às grutas com cordas e lanternas. Deslumbrados com o que encontraram, rapidamente se espalhou a notícia da descoberta.

Nos dois anos que se seguiram foram abertos túneis e construídas escadas que permitiram conhecer e explorar mais facilmente a gruta.

As grutas de Alvados são compostas por uma sucessão de salas, de estalagmites e estalactites, colunas e lagos ligadas entre si.

Mais tarde, no sentido de dar a conhecer a todos aqueles que quisessem ver a singularidade deste monumento natural, as grutas abriram ao público.














Morada e contactos:

Grutas de Alvados
2480-034 Alvados - Portugal
Tel: +351 244 441 274
Fax: +351 244 449 430
E-mail: geral@grutasalvados.com
Site: www.grutasalvados.com

Horário de Funcionamento: setembro - junho: 10h00 às 17h00 - Encerra à Segunda-feira | julho - agosto: 10h00 às 18h30 - Aberto todos os dias

Coordenadas GPS: 39° 32' 22" N | 08° 45' 08" W









sexta-feira, 27 de julho de 2018

Bolo à Antiga





Ingredientes:
6 Ovos
3 Chávenas (chá) de farinha com fermento
2 Chávenas (chá) de açúcar

3 Maçãs reineta
1 Chávena (chá) de coco ralado1 Chávena (chá) de amêndoa laminada
1 Chávena (chá) de leite
1/2 Chávena (chá) de azeite de boa qualidade
Açúcar em pó q.b.

Preparação:

Numa tigela junte a farinha, o açúcar, o azeite, o leite, o coco e a amêndoa.
Bata tudo muito bem com uma colher de pau.
Junte os ovos um a um batendo entre cada adição, sempre com a colher de pau.
Adicione as maçãs descascadas, descaroçadas e cortadas em cubos. Mexa bem.
Unte uma forma quadrada com margarina e polvilhe com farinha, deite a massa na forma.
Leve ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 40 minutos.
Quando o bolo estiver cozido retire, deixe arrefecer e polvilhe com açúcar em pó.
Corte em quadrados.

O azeite que usei é azeite caseiro que me ofereceram, mas podem utilizar qualquer azeite desde que seja de boa qualidade ou se não gostarem de azeite utilizem óleo.


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Bacalhau à Catalã



Ingredientes:
4 Postas de bacalhau
1 Kg de batatas
1,5dl de azeite
2 Dentes de alho
2 Cebolas
1 Tomate grande maduro
1 Pimento vermelho
2 Colheres (sopa) de polpa de tomate
2dl de vinho branco
1 Folha de louro
Sal e pimenta q.b.

Preparação:
Descasque as batatas e corte-as em rodelas, leve-as a cozer em água temperada com sal durante 10 minutos, escorra-as.
Coza as postas de bacalhau, limpe-o de peles e espinhas e separe-o em lascas.
Num tacho, leve ao lume o azeite e junte os alhos picados e as cebolas às rodelas e, quando alourarem, junte-lhes o tomate picado, a polpa de tomate, o vinho branco e a folha de louro, quando ferver e tempere de sal e pimenta, deixe apurar.
No fundo de um recipiente que possa ir ao forno, espalhe um pouco do molho de tomate, e em cima disponha metade das batatas, o bacalhau em lascas e as restantes batatas.
Regue com o restante molho e com o pimento vermelho cortado em tiras finas.
Leve ao forno a 180ºC, cerca de 30 minutos.
Na hora de servir decore com salsa picada e azeitonas.


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Migas à Alentejana



Ingredientes:

500gr de entrecosto de porco
250gr de lombo de porco
4 dentes de alho
2 colheres (sopa) de banha de porco
1 colher (chá) de massa de pimentão
450gr de pão alentejano duro
1 litro de água
sal q.b.

Preparação:


Tempere a carne com sal, louro, alho e a massa de pimentão, deixe neste tempero por umas 2 horas.
Num tacho de barro leve ao lume a banha até derreter, frite a carne, e depois de frita retire, e reserve.
Corte o pão em tiras finas, e ferva a água.
Na gordura em que fritou a carne, deite o pão e deixe fritar um pouco.
Depois vá juntando aos poucos a água a ferver, e mexa desfazendo o pão com uma colher de pau até que o pão absorva toda a água.
Sirva as migas de pão com a carne em volta.


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Quiche de Bacalhau e Tomate - simples e prática receita fresca é óptima para os dias quentes de Verão.





Patê de Delícias do Mar e Camarões





Ingredientes:
- 200ml maionese
- 6 delícias do mar
- 8 camarões cozidos
- Cebola q.b.
- Salsa q.b.


Preparação:

Cortar as delícias do mar e os camarões em pequenos pedaços.
Picar a cebola.
Misturar todos os ingredientes e passá-los com a varinha mágica.


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Pão Recheado





Ingredientes:
- 1 pão
- fiambre aos cubos
- chouriço
- queijo ralado
- maionese


Preparação:

Cortar uma tampa no cimo do pão e retirar o miolo. Cortar o miolo aos cubos.
Cortar o chouriço em pequenos pedaços.
Numa taça grande misturar bem o queijo, a maionese, o chouriço e o fiambre.
Rechear o pão com o preparado anterior e colocar-lhe a tampa. Embrulhar em papel de alumínio.
Levar o pão ao forno pré-aquecido a 180ºC cerca de 30 minutos.
Levar o pão ao forno mais 5 minutos sem o papel de alumínio e com a tampa ao lado, e também o miolo.


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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Tarte de morangos e iogurte





Ingredientes:
Base:
300 gr de bolacha tipo digestive
80 gr de margarina

Recheio:
5 folhas de gelatina
água
500 gr de morangos
1/2 limão
4 iogurtes de aroma de morango
2 claras
2 colheres de sopa de açúcar em pó (ou 3 se quiserem que fique um pouco mais doce)



Começa-se por titurar as bolachas com a margarina derretida e coloca-se no fundo de uma forma de tarte. Pressiona-se bem bem com os dedos de modo a ficar tudo bem compacto. Leva-se ao congelador.



Em seguida, colocam-se as folhas de gelatina num taça com água fria para elas hidratarem.

De seguida, trituram-se os morangos com o sumo de limão e coloca-se o molho numa taça.



Depois juntam-se os iogurtes e mistura-se.



Retira-se o excesso de água da taça onde estão as folhas de gelatina e leva-se ao microondas durante 20 segundos em potência máxima para derreter. Junta-se e mistura-se ao preparado anterior.

Finalmente batem-se as claras em castelo, no entanto, quando elas estiverem a formar a inicial espuma junta-se o açúcar em pó e continua-se a bater até obter claras em castelo.



Adicionam-se as claras em castelo à mistura de morango e envolve-se bem.



No fim é só deitar o preparado anterior sobre a base de bolacha e ficar ao frigorífico ou ao conegelador.

Bom proveito!


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Bolo de iogurte e limão





Ingredientes:
170 gr de farinha
2 iogurtes naturais (240 gr) sem açúcar
225 gr de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
3 ovos
1 limão (raspa de todo o limão)
120 ml de óleo
1/2 colher de chá de sal
1 colher de chá cheia de fermento



Preparação

1- Colocar numa taça a farinha, fermento e o sal.

2- Noutra taça colocar os iogurtes, o açúcar, os ovos, a raspa do limão e essência de baunilha. Mexer tudo com uma vara de arames.

3- Adicionar a farinha, fermento e sal ao preparado anterior e mexer bem.

4- Juntar o óleo e mexer bem. Untar uma forma com manteiga e farinha e verter a massa do bolo para a forma. Deixar cozer durante 45 minutos a 170ºC.


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Pudim de Leite Sem Forno - Um pudim muito saboroso, leve, bonito e rápido :)





Ingredientes:
2 latas de leite condensado
4 dl de natas
3 dl de leite
9 folhas de gelatina
5 colheres de sopa de caramelo líquido (eu coloquei mais)


Preparação:

Ponha as folhas de gelatina a demolhar em água fria durante 5 minutos, escorra-as e leve a derreter em banho-maria ou no micro-ondas, sem deixar ferver.
Barre uma forma de pudim com o caramelo.
Deite o leite condensado no copo do liquidificador, junte as natas e o leite, ligue e deixe bater durante 1 minuto. Adicione depois a gelatina derretida e deixe bater mais um minuto.
Verta a mistura anterior para a forma caramelizada e leve ao frio até ficar solidificado. Antes de servir, mergulhe a forma em água morna, desenforme e sirva decorado a gosto.



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Bolo Furado de Pudim... resiste a uma fatia?



Ingredientes (bolo):
4 ovos
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de farinha
1/2 chávena de óleo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de aroma de baunilha


Recheio e cobertura (Pudim):
1 litro de leite
2 pacotes de pudim instantâneo de chocolate
8 colheres de sopa de açúcar




Preparação:
Pré aqueça o forno a 180º. Unte com margarina um pirex grande 23x33 (Como não tinha um pirex com essa medida, fiz o meu num 28x28). Reserve.
Bata os ovos com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.
Adicione o óleo e o aroma de baunilha e bata mais um pouco.
Misture o fermento com a farinha e adicione ao preparado anterior, envolvendo tudo bem bater.
Deite a massa no pirex e leve ao forno a cozer por cerca de 40 minutos.
Enquanto o bolo coze, faça o pudim de acordo com as instruções da embalagem. Reserve mantendo quente.
Assim que o bolo esteja cozido, retire do forno, e faça imediatamente uns furos por todo o bolo até ao fundo do pirex, com o cabo de uma colher de pau (os furos devem ser largos).
Deite o pudim quente por cima de todo o bolo, de forma a que os furos fiquem preenchidos. (o bolo abate um pouco).
Deixe arrefecer e sirva.
Conserve no frio.


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Um pecado que sabe tão bem...




Ingredientes:
1 base de massa quebrada de compra
375 gr de grão de bico cozido
4 ovos
1 lata de leite condensado (397 gr)
125 gr de açúcar
Raspa de 1 limão
Açúcar em pó e canela em pó para polvilhar



Preparação:
Pré aqueça o forno a 170º.
Forre uma tarteira de fundo amovível com a massa quebrada, (coloque com o papel vegetal onde a mesma vem enrolada, porque assim a tarteira não precisa de ser untada) apare a massa, e pique-a com um garfo. Reserve.
Numa tigela coloque o grão e os ovos e triture com a varinha mágica, até ficar tudo reduzido a puré. Adicione o leite condensado, o açúcar e a raspa do limão e mexa tudo com uma colher de pau até deixar de sentido o "granulado" do açúcar.
Deite o preparado anterior na tarteira e leve ao forno a cozer por cerca de 30 a 35 minutos (Não deve cozer muito para o interior não ficar demasiado seco).
Depois de cozida, retire do forno e quando estiver fria, desenforme para um prato de servir.
Polvilhe a tarte com açúcar em pó e canela.


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terça-feira, 24 de julho de 2018

Ilha deserta, um tesouro único no Algarve - um paraíso a descobrir...




A Ilha Deserta é uma das cinco ilhas-barreira do Parque Natural da Ria Formosa e tem apenas um habitante.

A forma da Deserta parece uma seta a apontar para o sul, entre o Oceano Atlântico e a Ria Formosa.

A ilha foi mantida intocada ao longo dos anos, e ainda hoje é uma caixinha de surpresas para os amantes da Natureza. De pássaros a plantas e flores, crustáceos, camaleões e outros ainda por descobrir, a Ilha Deserta é um ponto de imensa biodiversidade.

Uma das características mais marcantes da Ilha Deserta é o cheiro da natureza. Devido à ausência de poluição e quando ocorre uma atmosfera húmida, cria-se uma vibrante orquestra de aromas.

A Ilha Deserta surpreende em qualquer época do ano. O verão traz a calma do Oceano Atlântico, onde poderá desfrutar das águas cristalinas, do sol brilhante e da bela paisagem. Durante o outono, as aves começam a descer para o sul e encontram abrigo na Ria Formosa para se protegerem do frio que se começa a sentir na Europa. O inverno traz-nos uma composição de silêncio e sons, as ondas começam a bater na costa, e o vento sopra mais rápido, a vida selvagem se abriga na ilha. Com a chegada da primavera, as flores e o ecossistema marinho altamente produtivo, trazem um desabrochar de cores e aromas.



 
Acessível apenas por barco, tem mais de dez quilómetros de finas areias brancas e um mar imenso para mergulhar.






 
Percurso Pedrestre

Desfrute de uma caminhada pelo passadiço até ao Cabo de Santa Maria, que foi construído na Ilha Deserta em 1999 e hoje é uma visita obrigatória na Ria Formosa.

A sua jornada já começou num passeio de barco até a Ilha Deserta, e você já está numa ilha paradisíaca. O percurso de Santa Maria fica a 5 minutos do cais, e começa com um cenário dos principais elementos do ecossistema local: o Oceano Atlântico inundando a Ria Formosa, criando um labirinto de canais ladeados pelas ilhas barreira.

Ao caminhar, pode sentir o fluxo da biodiversidade entre o complexo sistema de dunas. O caminho continua por dois quilómetros e termina no ponto mais ao sul de Portugal continental – o Cabo Santa Maria. Assim que chegar à praia, terá à sua frente um percurso entre as linhas onduladas da areia com um tapete de conchas. A variedade e abundância de conchas na Ilha Deserta é notável, e para continuar desta forma, pedimos-lhe sinceramente que, durante a sua experiência, tire fotografias em vez de levar as conchas para casa. Para nós, a preservação da natureza é muito importante.










Cabo de Santa Maria o Ponto mais a sul de Portugal Continental


Mais do que uma bela paisagem natural, o Cabo Santa Maria na Ilha Deserta é o ponto mais meridional de Portugal continental.

O Cabo de Santa Maria está localizado na única ilha barreira inabitada do Parque Natural da Ria Formosa – Ilha da Barreta ou Ilha Deserta. As ilhas barreira são sistemas altamente dinâmicos e áreas sensíveis em termos de erosão costeira. Tal como o nome indica, as ilhas do Parque Natural, funcionam como barreira à Ria Formosa, formando erosão de tempestades, subsidência e subida do nível do mar (Ceia et al., 2010).

A relação que a cultura local tem com Ria Formosa, as Ilhas Barreiras e com o Cabo de Santa Maria é um assunto dos livros de história. Durante o século V, a área que conhecemos como Faro, era chamada de “Santa Maria de Ossónoba”. Santa Maria continuou o nome da cidade durante os séculos 9, até evoluir para ” Faroon ” e depois para Faro.

Após chegar à Ilha Deserta, tudo o que é necessário para visitar o Cabo de Santa Maria e conhecer um dos marcos históricos de Faro, é uma caminhada de 30 minutos numa praia paradisíaca de areia branca.













Como chegar



Para se chegar a este local único é preciso apanhar um barco no Cais da Porta Nova, em Faro. A viagem dura 35 minutos e deve ser aproveitada para contemplar, na maré vasa, os pequenos labirintos de areia, os muitos canais e ainda os bancos de sapal. Há que ter também os olhos postos nas margens para observar as aves que por ali vivem e se alimentam na ria, alheias a quem procura chegar ao areal, estender-se na toalha e dar um mergulho.



Adaptado de: https://ilha-deserta.com